6 Segmentos que a Amazon está revolucionando nos varejos físico e online

Desde 1999, “pegar a Amazon” se tornou um medo para executivos. A CB Insights apontou seis mercados que a empresa vai romper nos próximos anos.

“Sua margem é a minha oportunidade.” A frase de Jeff Bezos mostra como a Amazon está encontrando oportunidades em indústrias impensáveis para a empresa há alguns anos atrás. Ao longo dos anos 2000, o domínio de e-commerce da Amazon pavimentou um caminho de expansão através de livros, música, brinquedos e outros ramos de varejo.

Desde 1999, a disruptiva fez com que “pegar Amazon” fosse um medo para executivos de qualquer setor. A CB Insights apontou seis setores de indústrias que a Amazon vai romper nos próximos anos. Veja abaixo.

Farmácias

Cadeias de farmácias já veem suas receitas de varejo sofrerem com a ascensão da conveniência da Amazon, que transforma medicamentos em commodities, com baixo custo. Hoje, a Amazon está dobrando sua atuação no setor para mudar o mercado de distribuição de remédios.

O interesse da Amazon em interromper drogarias é de décadas. Em 1999, a Amazon comprou 40% da Drugstore.com, e iria, mais tarde, contratar seu CEO, Kal Raman, para executar hardlines (produtos de varejo que são difíceis para manejo) na Amazon.

A Amazon começou a focar no mercado farmacêutico em 2016, quando teria recebido suas primeiras licenças para vender produtos farmacêuticos e drogas de vários conselhos estaduais.

Mantimentos online

Entrega mais rápida e melhor logística. Em 1998, Jeff Bezos começou a investir em startups  tentando trazer a mercearia para a loja online. Uma década depois, a Amazon contrataria quatro ex-executivos da Webvan, pra voltar a olhar para a mercearia online.

Hoje, a Amazon Fresh oferece serviços de entrega de produtos em duas horas em áreas metropolitanas dos Estados Unidos.

As compras online representam uma das maiores oportunidades no varejo. Muitos consumidores adotaram compras on-line, principalmente os mais jovens e experientes em tecnologia que não têm tempo para fazer compras e estão dispostos a pagar um prêmio pela conveniência da entrega de supermercado

Pagamentos

A Amazon está construindo uma presença no espaço de pagamentos por anos com Amazon Cash, Amazon Reload, Amazon Pay e Visa Amazon Prime.

A lógica por trás desse tipo de ecossistema financeiro é clara: se empresa pode fazer com que os consumidores coloquem dinheiro em uma conta, eles acabarão gastando mais com a Amazon. Por exemplo, o Amazon Prime Visa recompensa usuários com crédito na Amazon.

Hipotecas

Especulações sobre a possível entrada da Amazon na hipoteca ganhou espaço a partir de março de 2018, quando a empresa estava supostamente começando a procurar alguém para liderar um recém-formado núcleo de divisão de hipotecas.

A Amazon não seria a primeira empresa a tentar interromper o movimento de US$ 1,6 trilhões da indústria hipotecária residencial.  O processo de solicitação de uma hipoteca não mudou muito em nas últimas décadas.

Os candidatos geralmente têm que trabalhar com um profissional de hipoteca, produzir documentação para a instituição financeira por trás da hipoteca e subscritores, participar de contratações em pessoa, obter uma avaliação, esclarecer pendências contra sua propriedade e a aprovação entre 40 e 60 dias.

Casa e Jardim

Quando a Amazon lançou sua Loja de Plantas no início de 2018, o setor estava lutando com uma mudança de atitudes em toda a indústria. A Amazon tinha fortes evidências de que sua logística e distribuição experiência poderia fazer jardinagem um nicho rentável para a empresa crescer.

Cerca de 25% das vendas totais do grupo vieram da seção de jardim, que valeu mais de US$ 430 milhões em 2017.

Seguro

A Amazon já mostrou algum interesse em construir seu próprio negócio de seguros.Em 2016, lançou o Amazon Protect, um serviço do Reino Unido que fornece seguro contra acidentes e roubo de produtos vendidos pela Amazon. Em 2018, confirmou um investimento na startup indiana Acko, que trabalha principalmente em apólices de seguro de carro e moto.

Mais recentemente, a Amazon anunciou um novo empreendimento de saúde com JPMorgan e Berkshire Hathaway. O projeto, chamado Haven, terá como objetivo melhorar o acesso à atenção primária e simplificar o seguro.

Fonte: portalnovarejo.com.br

Centauro faz proposta maior e tenta “atravessar” negócio entre Magazine Luiza e Netshoes

Duas grandes varejistas brasileiras estão envolvidas em uma disputa pelo controle da Netshoes. Em abril, o Magazine Luiza anunciou a compra do e-commerce por US$ 62 milhões. Agora, a Centauro, que atua no mesmo segmento da loja virtual, tenta “furar” o Magalu.

O Magazine Luiza já tem aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para a compra da Netshoes. A Superintendência Geral da instituição aprovou nesta quinta-feira (23) a negociação sem restrições. A varejista disse que “manterá seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados sobre a conclusão e demais informações da operação”.

Nesta madrugada, porém, o grupo SBF, que controla a Centauro, fez uma proposta concorrente pelo e-commerce de artigos esportivos. Enquanto o Magazine Luiza oferece US$ 62 milhões pelo controle da Netshoes, a Centauro quer pagar US$ 87 milhões pela empresa.

Na próxima quinta-feira (30), acionistas da Netshoes participam da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para votar a fusão com o Magazine Luiza. A empresa tem a opção de não concluir o acordo firmado no fim de abril, de acordo com a Centauro. Encerrar a negociação com o Magazine Luiza custaria US$ 1,8 milhão à Netshoes. A diferença de US$ 35 milhões entre as propostas de Magazine Luiza e Centauro seria suficiente para compensar a perda.

Listadas em Nova York, as ações da Netshoes disparam após a divulgação da proposta da Centauro. Em fato relevante, a SBF disse ter identificado mecanismo que regula a possibilidade de apresentação por qualquer terceiro de proposta concorrente à diretoria da Netshoes desde que a oferta seja superior à anterior e feita antes da reunião de acionistas que vai votar a venda da empresa. O encaminhamento de proposta à Netshoes foi aprovado por unanimidade.

Fonte: portalnovasrejo.com.br

Cada vez mais populares, marketplaces começam a revelar problemas

No México, Walmart é acusado de pressionar fornecedores que também são parceiros da Amazon. No Brasil, tendência é de redução dos shoppings virtuais.

São Paulo — Nesta semana, uma disputa entre duas das maiores empresas do varejo no mercado mexicano chamou a atenção para o lado B das operações de marketplace, cada vez mais populares, inclusive no Brasil.

A subsidiária mexicana do Walmart estaria pressionando os fornecedores de alimentos que distribuem seus produtos também para a Amazon. Esse comportamento teria forçado algumas dessas empresas a retirar suas mercadorias do site da maior varejista on-line do mundo. O caso foi revelado pela agência de notícias Reuters.

O mercado mexicano está entre os mais relevantes para as duas varejistas, mas o Walmart leva vantagem nessa briga. Ainda segundo a reportagem, a rede teria exigido descontos de empresas do setor de alimentos que tinham produtos com preços mais baixos no site da Amazon. O caso teria ocorrido no ano passado, segundo fontes.

Alguns desses fornecedores disseram que optaram por tirar seus produtos do marketplace da Amazon. Eles temiam que o relacionamento comercial com o Walmart do México fosse ameaçado no meio dessa disputa. As empresas informaram que a rede responde por mais da metade das vendas de supermercados no território mexicano. Em outras palavras, é o tipo de inimizade que ninguém que dependa do varejo quer comprar.

O Walmart mexicano negou à agência que force seus fornecedores a fazer negócio com esse ou aquele parceiro. No entanto, a multinacional admitiu pressionar por preços mais baixos, especialmente quando os concorrentes estão oferecendo um negócio melhor aos clientes. “Nunca poderíamos dizer a ninguém que eles não podem vender para outra pessoa”, declarou Ignacio Caride, diretor de comércio eletrônico do Walmart México, à Reuters.

As subsidiárias brasileiras das duas empresas foram procuradas pela reportagem para que contassem como funciona a relação com os fornecedores de seus marketplaces no país e se há alguma semelhança com a operação mexicana. Por e-mail, o departamento de comunicação da rede informa que “no momento, a agenda do Walmart Brasil para a imprensa está fechada”. Já a Amazon diz apenas que “não comentará” o caso.

Destaque no Brasil 

Os marketplaces no Brasil são cada vez mais relevantes como canal de venda. Pesquisa sobre o varejo virtual, divulgada ontem pelo Sebrae, mostra que mais da metade, ou exatos 52% dos negócios on-line, ocorrem nesses shoppings virtuais. Esse é o principal canal para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

A 4ª edição da Pesquisa Nacional de Varejo On-line, feita em parceria com E-Commerce Brasil, Lojas Integradas (VTEX) e B2W, apontou que os empresários já presentes no comércio eletrônico planejam ampliar as vendas em marketplaces até 2021.
Ainda segundo o levantamento do Sebrae, 30% das empresas entrevistadas trabalham apenas com e-commerce, 22% mesclam seus negócios entre loja física e comércio eletrônico, e apenas 12% têm somente loja física.

Crescimento

Com o crescimento do e-commerce cada vez mais na rotina dos consumidores, estar fora desse canal de vendas pode comprometer o caixa e o futuro de muitos negócios. Mauricio Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) e integrante do Conselho da E-commerce Foundation, diz que não vai levar muito tempo para que esse canal de vendas passe por um ajuste.

Segundo Salvador, não há notícias no Brasil de disputas entre marketplaces como o registrado entre as operações mexicanas do Walmart e da Amazon. Mas, para o presidente da Abcomm, “sob regras de livre mercado existe o direito de uma empresa se negar a atender um cliente”.

Hoje, diz ele, fica a critério do mercado se autorregulamentar. “Quando existe um desequilíbrio, como um monopólio, o governo passa a ter de interferir. Num caso como o da Amazon e do Walmart, no México, não vejo problema. Até porque, a rede sempre teve uma cultura global de pressão por pressão. Reduzindo preço, ele ganha na escala. É uma opção de o fornecedor aceitar ou não. Assim como tem o Walmart, há outras redes de varejo e o fornecedor tem a liberdade de escolher um plano B. Por isso, não vejo como isso possa causar distorção”, opina.

O representante da Abcomm acredita que, como os negócios em torno dos marketplaces estão em um processo rápido de expansão, a tendência é de que venham a fazer parte das políticas públicas. Hoje, lembra, sem uma regulação específica, esses shoppings virtuais podem ser punidos por regras mais genéricas que regulamentam o comércio, como nos casos de venda casada, questões de dumping ou de concentração de mercado.

Ajuste 

Para o presidente da associação, o Brasil deverá ver, em breve, uma fase de ajuste no segmento de marketplace. Salvador espera por uma consolidação, com menos empresas atuando como shoppings virtuais do que se vê hoje, assim como ocorreu em mercados mais maduros, como o americano. Ele acredita que sobraram poucas empresas de grande porte e outras pequenas que vão atuar em nichos, como o de petcare.

“Muitos vendedores já estão entendendo que, sem poder de barganha, não conseguem tornar suas operações lucrativas. Por isso, esse tipo de canal de venda tem de ser muito bem estudado antes de se tomar uma decisão”, explica.

Fonte: correiobraziliense.com.br

Marketplaces são principal canal de venda de empreendedores online

A 4ª edição da Pesquisa Nacional de Varejo Online, realizada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) em parceria com E-Commerce Brasil, Lojas Integradas (VTEX) e B2W, mostrou que os empresários que atuam no e-commerce pretendem ampliar suas vendas em marketplaces, até 2021. Atualmente, os shoppings virtuais já são considerados a principal plataforma de e-commerce utilizada por microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, alcançando a preferência de 52% das empresas pesquisadas.

A pesquisa revelou que 30% das empresas consultadas trabalham apenas com e-commerce, 22% atuam com loja física e e-commerce e apenas 12% dos empreendimentos possuem apenas loja física. “O e-commerce é uma opção de compra cada vez mais frequente do consumidor brasileiro e não investir para desenvolver um canal de vendas na Internet pode significar a perda de um enorme volume de negócios”, comenta o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa. Ele acrescenta que ter uma presença online não é difícil. Mas é importante bastante planejamento antes de criar uma loja virtual. “É fundamental analisar as alternativas de plataformas disponíveis, desenvolver estratégias para atrair os clientes e diferenciar o seu negócio da concorrência. Além disso, assim como toda loja física, o e-commerce também tem seus gastos. É preciso contar com boas ferramentas de gestão para garantir a rentabilidade e o sucesso do negócio”, diz o presidente do Sebrae.

Nesse sentido, a pesquisa também apontou as principais dificuldades que os pequenos negócios enfrentam na rotina de gestão do e-commerce. A carga tributária é considerada um dos principais empecilhos para os pequenos negócios (43%), seguida pela logística (42%) e marketing e concorrência/showrooming empatam em terceiro lugar (30%). O levantamento detectou ainda que 46% dos pequenos negócios online apresentam lucro. “Esse dado é reflexo do momento do país, que está retomando de um processo de crise econômica. O pequeno negócio ganha visibilidade com os shoppings virtuais, mas a concorrência ainda é alta”, explica Flávio Petry, especialista do Sebrae.

Os principais produtos comercializados por meio do e-commerce, no Brasil, estão relacionados à casa e decoração (26%), seguido por moda (24%), beleza (12%) e eletrônicos/telefonia (11%). Informática e esporte/lazer empatam com 10%. Além disso, os estados que mais compram produtos pela internet são São Paulo (89%), Rio de Janeiro (75%), Minas Gerais (69%), Rio Grande do Sul (42%) e Paraná (40%).

Números da Pesquisa
• 30% das empresas consultadas estão somente no ambiente virtual
• 22% contam com loja física e e-commerce
• 12% têm somente loja física
• 46% dos pequenos negócios de e-commerce registram lucro
• A carga tributária é considerada a principal dificuldade por 43% dos pequenos negócios
• O e-mail é apontado como o principal canal de atendimento por 90% dos entrevistados, seguido por Whatsapp (82%) e Facebook (64%).

Fonte: portalnovarejo.com

O que o investimento do PayPal no Mercado Livre significa para o varejo nacional?

O investimento que a gigante americana de meios de pagamento PayPal irá fazer no Mercado Livre pode significar uma mudança na forma como conhecemos o varejo hoje. O valor do aporte, que chegará a US$ 750 milhões, serve especialmente para consolidar sua operação na América Latina – em especial no Brasil, além de brigar de frente no quesito serviços para os lojistas da sua base e também no aprimoramento da sua solução de pagamento – o Mercado Pago.

O que devemos ver daqui para frente é que o setor, que já passa por transformações não só em razão de um aumento de competitividade, mas também pelos novos hábitos dos consumidores, passará a disputar a tapa cada etapa da jornada de compra. E aqui estamos falando não somente da aquisição do produto, mas também da forma como a compra será recebida e como o pagamento será efetuado.

O Mercado Livre hoje é líder em participação no segmento de marketplace no País, com cerca de 30% do share. A competição, porém, está se acirrando, não apenas pela expansão dos principais players nacionais do setor, como B2W, Via Varejo e Magazine Luiza, mas, sobretudo pela tão temida entrada da Amazon no Brasil. Por isso, com toda a estrutura operacional, tecnológica e logística que essa pode proporcionar para os lojistas, é natural que o Mercado Livre busque formas de se resguardar.

Na parte de serviços de pagamentos, atualmente, a companhia possui mais de 1 milhão de cartões emitidos nas suas operações de Brasil, México e Argentina. Isso significa uma força muito grande na briga pelo público desbancarizado e na oferta de serviços de digital wallet. Isso é particularmente significativo, principalmente pela pluralidade de perfil que a empresa possui dentro da sua base. Ou seja, todas as vendas efetuadas dentro do Mercado Livre viram crédito no Mercado Pago, a menina dos olhos da empresa, que busca intensificar certas estratégias para se diferenciar dos demais players do segmento – sobretudo do PagSeguro, a principal força concorrente nessa frente.

Para reforçar sua atuação nesse sentido, o foco será em oferecer novas tecnologias e formas de pagamento. Isso significa implantação de modalidades como autenticação biométrica e “tokenização” para pagamentos eletrônicos. Para isso, a companhia reafirmou o seu acordo com a operadora de cartões Mastercard. Há mais de três anos as empresas trabalham em conjunto. A aliança incluiu o lançamento de cartões pré-pagos que espelham o saldo digital do Mercado Pago e que permitem que pessoas paguem compras online e offline com a bandeira.

Neste cenário, em que as empresas que atuam no setor são protagonistas no controle de operações financeiras e na oferta de serviços de mesma natureza, é evidente que esse movimento gere impactos no varejo nacional. E o PayPal observa isso com olhos atentos. O próprio CEO da empresa afirmou que o comércio digital na América Latina está experimentando um enorme crescimento e que a companhia vê as oportunidades de integrar os seus recursos para criar experiências únicas e valiosas para os seus clientes. Na prática, isso significa passar a ter uma participação mais clara no país na oferta de serviços de pagamentos.

Analistas de mercado inclusive já consideram que um dos principais impactados da entrada do PayPal no Mercado Livre será evidentemente o PagSeguro. Em relatório, analistas do Bradesco BBI afirmaram que a operação deve fornecer fundos sólidos para um despertar no mercado de meios de pagamento no Brasil, o que deve aumentar a pressão competitiva em cima do PagSeguro, empresa que já apontou o Mercado Livre como uma fonte potencial de competição.

Conclusão
Todas essas soluções tecnológicas que impactam na forma como são efetuadas as operações de serviços financeiros e os próprios meios de pagamentos são extremamente estratégicas para as varejistas, que veem nisso uma forma de impulsionar os seus negócios. As grandes varejistas que possuem ações negociadas na bolsa brasileira sofreram perdas no dia do anúncio – o que mostra que o mercado está atento a esse movimento. Com o Mercado Livre atuando de forma mais intensa, sobretudo com o respaldo do PayPal, é possível imaginar que veremos essa briga se acirrar. E as demais empresas precisam se mexer e trazer soluções que realmente sejam valiosas para o setor, ao mesmo tempo que protegem suas marcas.

Fonte: ecommercebrasil.com

Estudo apresenta panorama e traça o futuro dos marketplaces no país

Em uma parceria inédita, o ANYMARKET, plataforma de vendas em marketplaces, criada e desenvolvida pelo Grupo DB1 para atender ao universo e-commerce, e a Olist, plataforma de gestão e performance para venda em marketplaces, lançam hoje um superkit sobre o mercado de markeplaces no Brasil. O material traz um panorama dos diversos aspectos relacionados a operação de marketplaces, além de insights sobre as principais tendências do mercado global.

Por meio de pesquisas organizadas pelas duas empresas com mais de 800 profissionais de e-commerce, é possível ter acesso às principais tendências dos marketpaces, tais como participação de mercado, logística, tecnologia, operação e rentabilidade. A Olist destaca algumas:

Faturamento: O grupo de lojistas que fatura até R$10 mil caiu consideravelmente em relação a 2017 (de 60% para 36,8%). Isso representa uma migração para camadas mais elevadas de receita, indicando a rentabilidade do modelo.
Profissionalização: Os lojistas que atuam em marketplaces reforçaram ainda mais o profissionalismo em 2018. Isso se manifesta no aumento do uso de ERPs (53,7% do total) e na contratação de funcionários dedicados à operação do modelo (58%).
Otimismo: A maioria absoluta dos lojistas (97,1%) pretende continuar vendendo nos marketplaces nos próximos 12 meses. Essa projeção é ainda mais favorável do que 2017, quando 91,9% dos lojistas sinalizavam essa intenção.
Já o ANYMARKET listou as principais tendências, além de um comparativo com o que já é realidade em mercados como EUA, Europa e China, e como mapear os caminhos que o mercado de e-commerce vai seguir no Brasil.

Cenário: qual foi a trajetória dos marketplaces até se consolidarem no mercado nacional? O contexto passado e o atual deixam aprendizados valiosos para o que vem pela frente.
Comparativos: o que os pioneiros do mercado digital ao redor do mundo estão colocando em prática? Analisamos as diferenças e o que já está dando sinais de se concretizar nos marketplaces brasileiros.
Tecnologias e tendências: os meios de pagamento e métodos de pesquisa são exemplos do que pode mudar drasticamente nos próximos anos. O avanço da realidade aumentada, pesquisas por voz ou imagem, Machine Learning, Inteligência Artificial, Inteligência aplicada na Logística, sistemas de combate às fraudes, SEO, Blockchain, Bitcoins e Big Data marcarão o comércio digital no Brasil em breve.
Análise: o cenário para daqui cinco anos, na visão de quem atua no mercado. Todas as tendências citadas no material são temas das perguntas feitas para grandes marketplaces como Netshoes e sellers experientes.
Fonte: ecommercenews.com

UPS anuncia o programa e-fulfillment para facilitar gestão de vendas em múltiplos marketplaces por e-commerces no mundo

Os marketplaces são o coração do comércio eletrônico, mas podem ser complicados: os vendedores precisam lidar com diferentes logins para cada plataforma, ter o trabalho e a logística de embalar, enviar e rastrear produtos, além de gerenciar estoques. Em seguida, ainda devem atualizar todas as listagens de vendas em vários deles, o que pode levar horas.

Por isso a UPS (NYSE:UPS) está lançando o programa eFulfillment para pequenas e médias empresas em todo o mundo. A plataforma simplifica a gestão de vendas e envio de produtos aos consumidores dos Estados Unidos e do Canadá. A solução pode gerir compras e pedidos de 21 diferentes marketplaces e lojas da web, incluindo eBay, Wal-Mart, Etsy, Amazon e Amazon Prime. O eFulfillment aumenta o leque de soluções de e-commerce customizadas da UPS, projetadas para facilitar as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce.

“A UPS entende que as pequenas e médias lojas de e-commerce querem os mesmos serviços de alta qualidade que as grandes empresas de comércio eletrônico, mas sem a mesma complexidade”, diz Kevin Warren, CMO Global da UPS. “Estamos muito focados em oferecer ao e-commerce ferramentas para o sucesso, como essa plataforma fácil de usar, com recursos de gestão de inventário, pricing e faturamento simplificados que estão fora de alcance de muitas empresas menores”.

Para inscrever-se basta realizar um processo rápido de integração e listagem de produtos. A UPS, que atualmente oferece um teste de 60 dias sem risco, cuida do armazenamento da mercadoria, da embalagem do produto vendido e da remessa a partir de armazéns estrategicamente localizados em Shepherdsville (Kentucky) e Bloomington (California). O estoque armazenado em outros depósitos, como um armazém existente, pode ser adicionado à plataforma para garantir atualizações dinâmicas à medida em que as vendas ocorrem, permitindo a eficiência do atendimento. Os comerciantes selecionam quando o pacote precisa ser entregue.

O UPS eFulfillment pode ser usado por comerciantes em todo o mundo que vendam para clientes dos Estados Unidos e do Canadá. No entanto, o inventário precisa estar armazenado nos Estados Unidos.

A UPS começou o piloto do eFulfillment em 2017 com o objetivo de fornecer opções de logística e atendimento de ponta com acesso a vários marketplaces. Tidal New York, que participou do piloto, triplicou suas vendas de sandálias durante esse período.

“Ser capaz de vender em várias lojas e marketpkaces é extremamente atraente”, disse o cofundador da Tidal New York, Tim Gibb. “A possiblidade de concentrar esforços no crescimento da empresa, em vez de gerenciar nossa infraestrutura, nos permite buscar negócios que, de outra forma, não teríamos condições de perseguir”.

De acordo com o estudo UPS Pulse of the Online Shopper, as compras em marketplaces são quase universais. Mais de 96% dos compradores on-line dos Estados Unidos adquirem produtos em marketplaces. Com isso em mente, os vendedores tentam vender em tantos mercados quanto possível para acessar uma maior quantidade de clientes em potencial.

Este serviço de eFulfillment oferece aos comerciantes a flexibilidade e a velocidade necessárias para atender às necessidades dos clientes por um bom valor. O preço é agrupado, dando aos vendedores uma imagem clara dos custos totais do serviço. O rastreamento e o faturamento são integrados, ajudando a reduzir o tempo e o esforço necessários para que o proprietário da empresa acompanhe o status e o custo das remessas. Por fim, os vendedores podem atualizar rápida e dinamicamente as listagens em vários sites.

“O UPS eFulfillment mostra como a UPS está singularmente posicionada e profundamente comprometida em fornecer aos comerciantes online soluções poderosas que ajudam a atender as necessidades dos clientes”, disse Warren. “Combinado com outros anúncios recentes, como o Ware2Go, a UPS pretende ser o provedor de escolha quando se trata de soluções de e-commerce”.

A Ware2Go, lançada em agosto de 2018, é uma empresa de tecnologia e uma plataforma digital que combina o espaço disponível em um armazém, da UPS ou de outra empresa, às necessidades de armazenamento dos comerciantes. A solução é especialmente atraente para empresas de pequeno e médio porte que precisam atender a pedidos de comércio eletrônico business-to-business.

Fonte: ecommercenews.com

Mercado Livre anuncia investimento de R$ 3 bilhões no Brasil e início da operação do CD de Cajamar-SP

O Mercado Livre, companhia de tecnologia para o comércio eletrônico, anunciou investimento de R$ 3 bilhões em suas operações no Brasil. O valor será direcionado principalmente à área logística, para aceleração da velocidade de entregas das mercadorias vendidas no marketplace, e à expansão da oferta de serviços financeiros, capitaneados pelo Mercado Pago, fintech do grupo. O investimento é 50% maior do que o realizado pela companhia ao longo de 2018 (R$ 2 bilhões), que já tinha sido duas vezes superior ao do ano de 2017 (R$ 1 bilhão).

“Com o início da operação de Cajamar, estamos entregando uma parcela importante dos nossos esforços em 2018 e iniciando uma nova etapa de investimentos ainda mais robustos no Brasil. Assim, além de manter nossa liderança em um mercado tão competitivo, teremos mais recursos para trabalhar no aprimoramento da experiência do nosso cliente, seja na plataforma do Mercado Livre, seja na utilização dos serviços do Mercado Pago”, afirma Stelleo Tolda, COO – Chief Operating Officer – do Mercado Livre.

Entregas mais rápidas

O Mercado Livre inicia hoje a operação do seu novo Centro de Distribuição em Cajamar (SP), com 111 mil m² e capacidade para armazenar até 10 milhões de unidades. Este é o segundo CD da companhia dedicado à modalidade de Fulfillment – o primeiro fica em Louveira e foi inaugurado em 2017.

“Este novo Centro de Distribuição será o coração e o pulmão de nossa operação logística no Brasil. O objetivo é tornar o tempo de entrega de mercadorias três vezes mais rápido”, afirma Leandro Bassoi, Diretor de Mercado Envios para América Latina.

No sistema de ‘Fulfillment’ diversas atividades são integradas para tornar o serviço oferecido aos clientes ainda mais completo. O Mercado Livre fica responsável por toda a operação, desde a entrada da mercadoria do vendedor no armazém, a gestão do estoque, separação dos produtos, embalagem, emissão de nota fiscal, despacho da mercadoria para a transportadora e rastreamento do envio.

Quando atingir sua capacidade plena, o novo centro de distribuição deverá empregar até 3,5 mil trabalhadores diretos e indiretos, nesta que é uma das maiores instalações de e-commerce da América Latina. A DHL é a parceira do Mercado Livre nesta empreitada, responsável pela operação interna do CD.

Com o novo CD de Cajamar, o Mercado Livre amplia em mais de 2 vezes sua malha logística, que passa ter 200 mil m². A rede também inclui um CD em Louveira (SP), com 51 mil m² e quatro Cross-Docking Centers, em São Paulo e cidades da região.

Fonte: ecommercenews.com.br

Instagram anuncia botão de checkout e vira ‘marketplace’

O Instagram anunciou, nesta semana, um botão de compra direta pelo aplicativo. Chamado de “Checkout on Instagram”, lojistas poderão, no futuro, finalizar as suas vendas por meio do app – bastará ao cliente informar uma vez os dados, como número do cartão de crédito e endereço, e ele conseguirá comprar sempre com um clique.

Os usuários também receberão notificações sobre despacho dos produtos no próprio Instagram, além de acompanhar a entrega dos itens. Ou seja, em momento algum será necessário sair da rede social.

A funcionalidade, porém, não está disponível globalmente. Ainda em versão beta, o Checkout aparece apenas para internautas nos Estados Unidos e pode ser utilizado por 23 marcas (veja a lista completa ao fim da matéria). A empresa controlada por Mark Zuckerberg prometeu “novidades em breve”.

Novo player no mercado
Na prática, agora o Instagram se transforma em um marketplace, ainda que em medida diferente de gigantes como Amazon e Alibaba. Especialistas apontam que, mais do nunca, as imagens terão um impacto muito maior na vida de lojistas – e as taxas de conversão devem ser altas, pelo o que explica o consultor Tiago Doc Luz.

Fonte: ecommercebrasil.com.br

Marketplace: vale apostar em sistemas de integração logística

Não é novidade que o varejo digital é um mercado que está em constante expansão e cheio de oportunidades. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima que o faturamento das vendas no e-commerce chegue a R$ 79,9 bilhões em 2019, um crescimento de 16% se comparado com o ano de 2018. E para surfar nessa onda, muitos empreendedores optam por investir no marketplace.

O marketplace
Hoje, o marketplace têm um papel fundamental e importante para os empreendedores. Devido ao alto número de tráfego dessa plataforma, o canal permite uma maior visibilidade para os produtos do lojista. Outra vantagem é o baixo investimento. Ou seja, só paga uma comissão ao marketplace sobre o que conseguir vender. Além disso, há a possibilidade de o lojista alcançar um mercado que, talvez sozinho, não conseguiria atual somente com um e-commerce próprio.

No mercado atual existem plataformas de integração que oferecem diversas ferramentas ao marketplace. Um dos benefícios é permitir que o seller integre o seu negócio a diversos canais de vendas e gerencie tudo em uma única plataforma — vendas, emissão de notas fiscais, logística, controle de estoque, entre outros.

Logística
Quando falamos sobre a logística dos e-commerces, ter um sistema de gestão integrado à operação é extremamente importante. Além de deixá-lo mais lucrativo, reduz o custo de envio nesse procedimento. E o lojista consegue gerir tudo em uma única plataforma, da emissão da etiqueta de transporte até o rastreio da mercadoria. Outro ponto é o controle de estoque. Quando rígido, ele evita perdas de vendas, seja por falta de produtos ou gastos desnecessários com materiais de pouca saída. Esse tipo de controle é fundamental para que seu negócio dê certo.

Os processos de picking (separação e preparação de pedidos) e packing (empacotamento, acomodação dos produtos e embalagem), por exemplo, são essenciais para o sucesso logístico do varejo digital. Ganhar agilidade na embalagem e ainda garantir que o produto chegará ao cliente são fatores muito importantes — e todo lojista deve prestar atenção para evitar dor de cabeça. Esses pontos mencionados ajudam a manter o cliente informado de todo o processo, o que é fundamental para transmitir segurança na entrega.

Empresas de plataformas ERP devem oferecer aos lojistas um serviço completo para facilitar suas vidas. Uma tendência identificada na logística é o fulfillment, por exemplo. E ela é recomendada principalmente para quem não tem espaço físico para acondicionar seu estoque — ou mesmo mão de obra para operar esse processo.

Investir em um e-commerce próprio ou em marketplace são iniciativas que vão trazer algo de positivo para seu empreendimento. Principalmente quando se trata de visibilidade da marca. Não se esqueça de pesquisar e apostar nas ferramentas de integração: elas farão total diferença na gestão da sua loja.

Fonte: ecommercebrasil.com.br