Buslog lança versão on-line do Balcão X Porta para ampliar conveniência e alcance das entregas

Expectativas com a opção digital é de um aumento de até 50% nas receitas nos próximos meses.

A Buslog, especialista em logística do Grupo JCA, anuncia o lançamento da versão on-line da modalidade Balcão x Porta, prevista para esta primeira quinzena de março de 2025. A opção digital do serviço foi desenvolvida para atender tanto pessoas físicas quanto jurídicas, oferecendo uma solução flexível e acessível para o envio de encomendas.

A expectativa da Buslog é que essa nova modalidade traga um incremento de 40% a 50% na receita do site nos próximos meses, impulsionado pela conveniência do serviço e pelo preço competitivo, fatores que devem atrair um número crescente de clientes.

Com a novidade, o cliente acessa o site da Buslog, escolhe uma agência de origem dentro da rede de atendimento e seleciona o CEP de destino dentro da área de abrangência da empresa, que cobre as regiões Sul e Sudeste do Brasil. A entrega será feita diretamente no endereço indicado, garantindo maior comodidade. A plataforma informará automaticamente se o CEP está dentro da cobertura, proporcionando uma experiência simples e segura.

Antonio Queiroz, diretor da Buslog, explica a necessidade de se buscar alternativas que atendam à demanda dos clientes e, para isso, defende atenção frequente nas tendências do mercado. “Vivemos uma época de constantes inovações no setor de logística e precisamos sempre estar prontos para atender os anseios dos nossos clientes. Essa é uma estratégia que ajuda a oferecer a melhor experiência, com qualidade, velocidade e segurança”, afirma Queiroz.

Fonte: https://abcdoabc.com.br/buslog-lanca-versao-on-line-do-balcao-x-porta-para-ampliar-conveniencia-e-alcance-das-entregas/

Amazon: IA vai expandir-se para logística e indústria transformadora

A Inteligência Artificial (IA) continuará a expandir-se para áreas como a logística e indústria transformadora, através da otimização das cadeias de abastecimento, estimou hoje à Lusa o responsável e porta-voz da Amazon Web Services (AWS) em Portugal, André Rodrigues.

Em declarações à agência Lusa, André Rodrigues disse que a IA “já está a ter um impacto significativo em setores como as finanças, o comércio eletrónico e o turismo”, acrescentando que “setores como o turismo, a saúde e a indústria têm um elevado potencial de transformação com a IA”.

O responsável afirmou que “Portugal está preparado e a transformação digital já é uma realidade, mas é importante criar um ambiente favorável à inovação e colmatar o défice de competências digitais no país”.

Para o responsável, é necessário que todas as empresas possam ter acesso e beneficiar de tecnologia de ponta, embora destaque que um dos maiores desafios que estas empresas enfrentam está relacionado com a falta de talento qualificado.

“Esta lacuna pode comprometer os planos estratégicos a médio e longo prazo das empresas, especialmente quando a digitalização se torna um fator essencial para a competitividade”, disse André Rodrigues, referindo que é preciso garantir um “ambiente regulatório favorável à inovação”.

Além disso, o responsável da Amazon disse que a “IA tem potencial de automatizar tarefas repetitivas e melhorar a eficiência operacional, mas o seu verdadeiro impacto está na transformação dos postos de trabalho, e não na sua substituição”.

“Para que essa transição seja bem-sucedida é essencial investir na requalificação dos atuais trabalhadores, e garantir que têm as competências necessárias para, dado o atual contexto tecnológico, desempenhar funções de maior valor acrescentado”, realçou o responsável.

André Rodrigues disse ainda que “a IA vai continuar a impulsionar a economia portuguesa” e defendeu que as funcionalidades da IA para os negócios passam por “aumentar a eficiência e redução de custos, aumentando a rentabilidade e traduzindo-se numa experiência muito superior para o cliente”.

Fonte:

Amazon amplia uso de robôs e IA em armazéns dos EUA para reduzir custos e acelerar entregas

Empresa investiu US$ 100 bilhões neste ano em automação e robótica, tornando-se uma das maiores usuárias de robôs industriais no mundo.

Empresa investiu US$ 100 bilhões neste ano em automação e robótica, tornando-se uma das maiores usuárias de robôs industriais no mundo. A Amazon está testando o uso de sistemas avançados de robôs como parte do esforço para aumentar a eficiência em armazéns, segundo o Financial Times. Os robôs têm assumido um papel cada vez maior nas redes de armazém da empresa, o que foi possibilitado pela incorporação de inteligência artificial.

No caso da Amazon, o aumento em robótica e IA faz parte de um investimento de US$ 100 bilhões neste ano. A companhia é um dos maiores usuários do mundo de robôs industriais, mas levou dez anos para chegar nesse ponto.

A companhia tem feito mais investimentos em robótica nos armazéns a partir de IA. As unidades de Proteus, por exemplo, utilizam a tecnologia para permitir que o sistema processe seu campo de visão em tempo real, o que permite navegação no espaço junto com trabalhadores humanos.

Desde que adquiriu a startup Kiva em 2012, a Amazon expandiu o uso de robôs de forma significativa. A startup foi renomeada para Amazon Robotics e, desde então, entregou mais de 750 mil dispositivos móveis e dezenas de milhares de braços robóticos e sistemas autônomos.

O primeiro robô móvel em um armazém da Amazon foi chamado de Kiva e era responsável por levantar e mover prateleiras. O sistema evoluiu para robôs Hércules e Titãs, alguns capazes de levantar mais de uma tonelada.

O objetivo do uso de robôs nos armazéns é reduzir custos e acelerar as entregas de produtos. Um armazém aberto no estado de Luisiana (EUA) no ano passado tem dez vezes mais pedaços de equipamentos robóticos do que versões anteriores, o que resultou em uma redução de 25% dos custos de processamento de pedidos.

Como isso atinge os trabalhadores?

A companhia tem implementado robótica em cada etapa de seu processo de atendimento, mas a empresa diz que trabalhadores humanos continuam a desempenhar um papel em suas operações.

Em entrevista para o Financial Times, a diretora do Centro para Transportes e Logísticas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Eva Ponce, disse que a tecnologia tem substituído alguns funcionários, mas também adicionado novas oportunidades de trabalho que incluem maior formação. O grupo disse que investiu US$ 1,2 bilhão desde 2019 para treinar funcionários em papéis de manutenção.

Os empregados da Amazon ainda precisam lidar com pacotes em formatos diferentes ou que foram catalogados de forma imprópria. Também atuam no caso de itens retornados que precisam de inspeção.

No entanto, as condições de trabalho em armazéns têm sido fonte constante de tensão entre a companhia e representantes de trabalhadores, que fazem alertas a respeito do aumento do ritmo de trabalho e os possíveis danos causados pelo esforço para além dos limites considerados seguros.

Já a Amazon argumenta que IA e robótica tem um papel importante em aumentar a segurança a partir de melhor ergonomia e na redução da necessidade de carregar objetos pesados.

Fonte: https://exame.com/inteligencia-artificial/amazon-amplia-uso-de-robos-e-ia-em-armazens-para-reduzir-custos-e-acelerar-entregas/

Grupo DHL reporta crescimento de 3% nas receitas

O Grupo DHL encerrou 2024 com um crescimento de 3% nas receitas, alcançando 91,9 milhões USD (cerca de 84,2 mil milhões de euros), informou recentemente a empresa.

No quarto trimestre, as receitas aumentaram 6,4%, somando 24,8 mil milhões USD (aproximadamente 22,7 mil milhões de euros).

O EBIT do grupo ficou abaixo do valor de 2023, totalizando aproximadamente 6,4 mil milhões USD (5,9 mil milhões de euros), contra 6,9 mil milhões USD (6,3 mil milhões de euros) registados no ano anterior. No entanto, no último trimestre, o EBIT subiu 12,9%, atingindo 1,9 mil milhões de euros.

Tobias Meyer, CEO do Grupo DHL, comentou o desempenho da empresa. “Aumentamos as receitas em 2024, apesar de um contexto desafiante. No quarto trimestre, conseguimos um crescimento em receitas e lucros, com boa qualidade de serviço aos nossos clientes”, disse Meyer.

O executivo também falou sobre o futuro, mencionando a incerteza económica e política global. “A situação política e económica global permanecerá volátil em 2025. Continuamos focados no crescimento sustentável e em aumentar a eficiência com o programa ‘Fit for Growth’”, afirmou Meyer.

As despesas de capital do grupo ficaram em 3,4 mil milhões USD (3,1 mil milhões de euros), abaixo dos 2023. No final do ano, o lucro líquido consolidado, após participações minoritárias, foi de 3,6 mil milhões USD.

Melanie Kreis, CFO do Grupo DHL, destacou a solidez financeira da empresa. “O grupo DHL continua sendo uma opção atractiva para os accionistas. Proposta de dividendo de 2,02 USD (1,85 euros) por acção e um programa de recompra de acções reflectem a solidez e desempenho financeiro”, disse Kreis.

Segundo ainda a DHL, a proposta de dividendo ainda precisa de aprovação pelos accionistas.

O Grupo DHL projetou um cenário para 2025, esperando um resultado operacional superior a 6,6 mil milhões USD e um fluxo de caixa de 3,3 mil milhões USD.

Fonte:https://mercado.co.ao/grupo-dhl-reporta-crescimento-de-3-nas-receitas/

SHEIN expande marketplace para mais cinco estados brasileiros

Com cerca de 30 mil vendedores brasileiros ativos e 60% das vendas via marketplace, a SHEIN, varejista global de moda, beleza e lifestyle, anuncia plano de expansão da plataforma para mais cinco Estados em 2025.

Segundo a companhia, a estratégia reforça o compromisso da marca com o Brasil, que foi escolhido para a implantação do projeto-piloto em 2022 e o lançamento do modelo no ano seguinte, em abril.

Felipe Feistler, country manager da marca no país, afirma que o marketplace nacional da companhia já é uma referência global para a SHEIN, que atua em mais de 150 países. Segundo o executivo, adicionalmente, o mercado brasileiro tem uma forte cultura em marketplace e um ecossistema digital altamente desenvolvido, “o que favorece modelos de negócio escaláveis”, avalia.

Além disso, a empresa aposta na força da indústria da moda no país. “Esse cenário favorece modelos de negócios escaláveis”, explica o executivo. Em complemento, a SHEIN confia na força da indústria da moda brasileira para consolidar seu marketplace como um ambiente estratégico e especializado. “Nosso objetivo vai além de ampliar a oferta: queremos ajudar os vendedores a estruturar suas próprias marcas de moda, oferecendo suporte para que cresçam com boas receitas e margens de lucro”, complementa.

Goiás, Espírito Santo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os selecionados para essa expansão em 2025, sendo o último deles um dos principais focos no primeiro trimestre. Ainda de acordo com a companhia, hoje, 75% dos produtos disponíveis no marketplace são produzidos localmente e 85% dos itens de vestuário feminino, masculino e calçados disponíveis para os consumidores são fabricados no Brasil.

“A indústria da moda brasileira é robusta, com um parque fabril expressivo e empreendedores de diversos portes, o que se alinha ao propósito da SHEIN de conectar vendedores locais a milhões de consumidores”, diz Feistler. Até o fim de março, a SHEIN espera atingir mil comerciantes no Estado catarinense, com foco inicial nas cidades de Blumenau, Joinville, Florianópolis, Brusque e Itajaí.

“Nossa expansão tem como objetivo tornar a SHEIN cada vez mais brasileira”
Felipe Feistler, country manager da SHEIN no Brasil

Sucesso nas vendas

Atualmente, a plataforma oferece produtos em mais de 20 categorias, com destaque para roupas, calçados e artigos para casa. Os planos incluem também a implantação de duas novas frentes em 2025: livros e alimentos.

A possibilidade do rápido crescimento nas vendas é um dos atrativos para os novos vendedores. A marca fluminense Mapolla Intense, de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é um dos exemplos disso. De acordo com dados da SHEIN, a empresa entrou na plataforma em novembro de 2023 e, em apenas três meses, teve o marketplace da varejista como responsável por 80% da receita. O faturamento que era de R$ 40 mil saltou 750%, chegando a R$ 300 mil por mês em fevereiro do ano posterior à entrada no e-commerce. E, em janeiro de 2025, chegou a R$ 600 mil por mês.

Outro destaque é a varejista de moda infantil Miguxos e Miguxas. A empresa, que tem a SHEIN como única plataforma de marketplace, recebe atualmente mil pedidos por mês e tem uma receita mensal de R$ 120 mil. Em dezembro do ano passado, a marca faturou R$ 207 mil, um salto de 64% na comparação com os ganhos do mesmo período de 2023.

“A SHEIN oferece suporte completo aos vendedores, com um ecossistema estruturado para facilitar a entrada e o crescimento dentro da plataforma”, esclarece Feistler. Isenção de comissão nos primeiros 30 dias, acesso ao ecossistema logístico da marca, treinamento e orientação contínua, além de exposição e campanhas promocionais, estão entre as estratégias da companhia para atrair e reter os comerciantes.

Feistler avalia que os bons resultados alcançados pelas marcas que estão no marketplace se devem ao fato de a SHEIN ter transformado a forma como os brasileiros compram moda e lifestyle, a partir de uma “experiência de consumo inovadora, acessível e altamente personalizada”.

As empresas que desejam fazer parte da plataforma de vendas da SHEIN devem efetuar um cadastro online e, posteriormente, passam por uma avaliação. Entre os requisitos avaliados para a certificação, estão a obrigatoriedade de comprovar um CNPJ ativo, estar em conformidade com a legislação tributária brasileira e ter produtos verificados que não foram diretamente associados a marcas registradas, garantindo sua qualidade e autenticidade.

Planos ambiciosos

Os planos de crescimento do marketplace seguem para os próximos anos. A meta da empresa é atingir 85% de vendas locais até o final de 2026, combinando negócios do marketplace e da produção nacional, unindo dois pilares principais: a expansão da plataforma e o fomento ao empreendedorismo por meio de capacitação e infraestrutura.

Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/shein-expande-marketplace-para-mais-cinco-estados-brasileiros/

A evolução dos Centros de Distribuição para suportar demandas de logística reversa no Brasil

Modernização e sustentabilidade nos CDs atendem ao aumento de devoluções, reduzindo custos e promovendo a economia circular.

O Brasil descarta 2,4 bilhões de quilos de resíduos eletrônicos por ano, de acordo com o E-Waste Monitor da ONU.

Com o crescimento do Comércio eletrônico e a obsolescência tecnológica acelerada, as devoluções e descartes de equipamentos ganharam escala, pressionando os Centros de Distribuição (CDs) a se adaptarem.

Empresas como a PostalGow estão investindo em modernização e tecnologia para transformar esses centros em hubs estratégicos de logística reversa, alinhando eficiência operacional e sustentabilidade.

Novos desafios exigem novas soluções.

Os CDs tradicionalmente projetados para armazenagem e distribuição enfrentam desafios específicos quando o foco passa a incluir a logística reversa.

Produtos devolvidos chegam em condições variadas, exigindo processos de triagem mais complexos, além da necessidade de recondicionamento ou descarte sustentável.

Carlos Tanaka, fundador da PostalGow, explica a mudança de paradigma. “A logística reversa exige mais do que espaço físico. É necessário integrar tecnologia e processos padronizados para garantir que cada item seja manipulado de forma eficiente e tenha o destino correto.”

Para atender a essa demanda, a PostalGow expandiu sua rede de CDs em locais estratégicos, como Barueri (SP) e Manaus (AM), e planeja novas unidades em cidades como Rio de Janeiro e Recife.

Esses centros estão equipados com sistemas automatizados que otimizam a triagem e o manuseio de equipamentos devolvidos.

Automação e tecnologia avançada
Os avanços tecnológicos têm sido a base da modernização dos CDs da PostalGow. A empresa prevê a implementação de sistemas de triagem automatizados que utilizam câmeras inteligentes e inteligência artificial para classificar os equipamentos devolvidos.

Esses sistemas identificam rapidamente itens em condições de reuso, reciclagem ou descarte, reduzindo erros e acelerando os processos.

Além disso, a integração com a plataforma DevolvaFácil permite rastrear cada item devolvido em tempo real. “Nossa tecnologia oferece total visibilidade do processo, desde a coleta até o destino final do equipamento, proporcionando maior controle e eficiência”, explica Tanaka.

Essa abordagem integrada não apenas melhora o fluxo de trabalho nos CDs, mas também ajuda as empresas contratantes a atender metas de sustentabilidade e regulamentações ambientais, como as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Sustentabilidade
A modernização dos CDs da PostalGow não se limita à eficiência operacional. A sustentabilidade é um pilar central. Equipamentos que não podem ser recondicionados são desmontados para reciclagem, com o reaproveitamento de metais e plásticos em novas cadeias produtivas.

A empresa já recondiciona até 70 mil equipamentos por mês e promove práticas que reduzem as emissões associadas ao transporte e à fabricação de novos produtos. Segundo Tanaka, essas ações contribuem diretamente para a economia circular e o cumprimento das metas climáticas globais.

“A logística reversa, quando bem estruturada, reduz a necessidade de extração de recursos naturais e diminui o impacto ambiental. Nosso objetivo é transformar os CDs em centros de inovação e sustentabilidade”, destaca.

Impactos econômicos
Além dos benefícios ambientais, a modernização dos CDs gera economia significativa para as empresas contratantes. Estudos mostram que a automação pode reduzir os custos operacionais em até 30%, enquanto a reutilização de componentes diminui a dependência de matérias-primas, reduzindo gastos na cadeia de suprimentos.

Tanaka reforça que a eficiência dos CDs modernizados também melhora a experiência do cliente. “A agilidade no processamento das devoluções e o recondicionamento rápido dos produtos impactam diretamente a percepção de qualidade do consumidor em relação às marcas contratantes.”

Fonte: https://revistacapitaleconomico.com.br/noticias/economia/a-evolucao-dos-centros-de-distribuicao-para-suportar-demandas-de-logistica-reversa-no-brasil/

Shopee amplia logística em Goiás com novo centro de distribuição em Aparecida de Goiânia

A Shopee inaugurou um novo centro de distribuição em Aparecida de Goiânia, fortalecendo sua rede logística na Região Metropolitana.

O espaço vai operar no modelo crossdocking, em que os produtos coletados por parceiros logísticos são organizados e rapidamente encaminhados para entrega, sem necessidade de armazenamento.

De acordo com Rafael Flores, head de Expansão e Malha Logística da Shopee, a abertura do hub é um movimento estratégico para aproximar a empresa dos pontos de coleta no Distrito Federal e em Goiás.

Entre os produtos mais vendidos na região estão kits de pesca, protetores de ouvido, drones e rádios comunicadores. A unidade em Aparecida de Goiânia já gerou 120 empregos e se soma a outros três hubs da Shopee no estado, localizados em Goiânia, Anápolis e Rio Verde.

Fonte: https://expresso360.com.br/shopee-amplia-logistica-em-goias-com-novo-centro-de-distribuicao-em-aparecida-de-goiania/

Loggi lança canal de atendimento com Inteligência Artificial generativa na logística

Chamada Lori, canal está disponível para 100% dos clientes, desde empreendedores até grandes marcas e marketplaces.

Embarcando no trem da Inteligência Artificial, a Loggi, empresa brasileira de entregas, acaba de lançar a Lori, novo canal com IA generativa para atendimento aos clientes, desde empreendedores até as grandes marcas e marketplaces, que enviam pacotes para todo o Brasil, de forma exclusiva no segmento de logística.

Com a implementação da tecnologia, será utilizada uma arquitetura multi-agente que incorpora um modelo avançado de linguagem natural baseado em Inteligência Artificial generativa, especializado e treinado para cada demanda específica do cliente. Entre os benefícios, estão: escalabilidade, agilidade em atendimento de tarefas específicas e funcionamento contínuo.

“De forma pioneira na logística, estamos oferecendo para 100% dos nossos clientes um atendimento de IA com mais interações naturais”, revela Diego Cançado, vice-presidente de Produto e Tecnologia da Loggi.

O novo serviço com IA generativa, inédito na logística, ajudará de forma bastante interativa na troca de informações com clientes, como no rastreamento de pacotes, no apoio em temas como alteração de endereços e devoluções, além de fornecer orientações de coleta, entrega e postagem, entre outros.

“Disponibilizamos recursos mais simples de status, orientações e dúvidas em geral, e vamos continuar desenvolvendo esta solução para que cada vez mais o cliente tenha autonomia para resolver de forma mais rápida qualquer questão do seu dia a dia, desde comprar um envio e imprimir a etiqueta, até rastrear e adicionar instruções de entrega a um pacote”, explica Cançado.

O chatbot tem capacidade para resolver pelo menos 80% dos casos que os clientes apresentam e isso inclui também questões complexas de análise de dados, como relacionado ao rastreamento de pacotes em que o cliente necessita de mais informações. Assim, o chatbot interpreta o monitoramento e são fornecidos direcionamentos específicos para cada caso. Além disso, em situações que precisam de acompanhamento mais específico, será direcionado para os atendimentos humanos para tratativas e resoluções.

“Com esta iniciativa estamos realizando uma transformação no atendimento e na experiência do cliente com a logística brasileira. E buscamos nos fortalecer cada vez mais como uma das principais empresas do mercado”, finaliza o VP de Produto e Tecnologia da Loggi.
Fonte:https://mercadoeconsumo.com.br/05/03/2025/destaque-do-dia/loggi-lanca-canal-de-atendimento-com-inteligencia-artificial-generativa-na-logistica/

Extrema se destaca como polo estratégico para e-commerces e conta com Centro de Distribuição da Total Express

Extrema, no sul de Minas Gerais, tem se destacado como um dos principais polos estratégicos para e-commerces no Brasil. Incentivos fiscais e proximidade com com grandes centros fizeram empresas de diversos segmentos investirem na região para otimizar suas operações logísticas. O principal diferencial é a redução nas alíquotas de ICMS.

Essa estrutura tributável tem impulsionado Extrema, tornando-a uma das cidades mais desenvolvidas do sul de Minas. Segundo dados do Censo, a população da cidade cresceu 87% entre 2010 e 2022, acompanhando o aumento dos investimentos na região. Empresas logísticas, como a Total Express, perceberam a oportunidade e instalaram-se na região com modernos centros de distribuição para atender à demanda do e-commerce.

A Total Express, oferece sua solução Total Fulfillment, que cuida de todas as etapas logísticas – do armazenamento até a entrega ao cliente final. Com infraestrutura de ponta, capacidade de armazenamento personalizada e processos automatizados, a empresa garante redução e custos, precisão e mais agilidade para o lojista que deseja expandir suas operações sem intempéries.

serviço fulfillment pode trazer inúmeros benefícios. Entre eles, a redução de custos operacionais, maior eficiência, escalabilidade e mais agilidade, permitindo que o empreendedor dedique mais tempo às estratégias do seu negócio.

Empresas interessadas em otimizar suas operações logísticas e aproveitar os benefícios de Extrema podem conhecer mais sobre as soluções da Total Express acessando o site www.totalexpress.com.br. Com uma estrutura inovadora e estratégica, a Total Express segue impulsionando o crescimento do e-commerce no Brasil.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/extrema-se-destaca-como-polo-estrategico-para-e-commerces-e-conta-com-centro-de-distribuicao-da-total-express”

Mercado de lockers inteligentes projeta crescimento até 2032

Impulsionado pelo e-commerce, os smart lockers representam uma solução que reduz processos e custos logísticos.

O mercado global de armários inteligentes, também conhecidos como smart lockers, está prestes passar um por um boom de crescimento, impulsionado pela crescente demanda por soluções de entrega eficientes, seguras e convenientes. Um novo estudo da Business Research Insights aponta para um CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta) de 17,4% (passando de US$ 1,12 bilhão em 2023 para US$ 4,78 bilhões até 2032).

Os smart lockers representam uma solução que otimiza processos e reduz custos logísticos, tornando-se uma alternativa cada vez mais atrativa em diversos setores. O crescimento exponencial do comércio eletrônico e das compras on-line é um dos principais catalisadores desse mercado em expansão.

“A conveniência e a segurança oferecidas pelos armários inteligentes são cruciais para atender às expectativas dos consumidores modernos”, afirma Gabriel Peixoto, diretor da Meu Locker. “À medida que o e-commerce continua a crescer, a necessidade de soluções de entrega eficientes e confiáveis se torna ainda mais premente, impulsionando a adoção de smart lockers em todo o mundo”, destaca.

O mercado de smart lockers é um segmento que se concentra no fornecimento de unidades de armazenamento automatizadas e seguras para parcelas, pacotes e outros itens. Eles usam várias tecnologias, como RFID, biométrica ou senha, para armazenar e rastrear os itens, permitindo que os usuários retirem suas encomendas no momento e no local mais adequados.

“A segurança é outro ponto forte, com os smart lockers atuando como um ponto de entrega seguro, minimizando os riscos de roubos e extravios. Além disso, promovem a eficiência logística, otimizando as rotas de entrega, reduzindo o número de tentativas e diminuindo os custos operacionais”, explica Peixoto.

Negócio sustentável

A sustentabilidade também é beneficiada, segundo Gabriel Peixoto, já que a otimização das rotas de entrega contribui para a redução da emissão de carbono. “O mercado de armários inteligentes está se expandindo para além do varejo, encontrando aplicações em diversos setores, como o residencial, com condomínios e edifícios oferecendo-os como um diferencial para seus moradores; e o corporativo, com empresas utilizando-os para a entrega de documentos, materiais e equipamentos para seus funcionários”, informa.

Além disso, pode ter aplicações também no mercado de saúde, com hospitais e clínicas utilizando-os para a entrega de medicamentos e suprimentos, e no de transporte, com estações de trem, metrô e aeroportos utilizando-os para a entrega de bagagens e outros itens. “Com o crescente investimento em tecnologia e a crescente conscientização sobre seus benefícios, o mercado global de armários inteligentes está preparado para um futuro oportuno”, finaliza o diretor da Meu Locker.

Fonte: “Mercado de lockers inteligentes projeta crescimento até 2032 | Dino | Valor Econômico