Como o Mercado B2B pode transformar o comércio

As formas de abordar o mercado em 2025 são bem diferentes das estratégias de dez anos atrás.

Mais do que nunca, quem não mudar a mentalidade de Go-to-Market vai ficar para trás. O mercado mudou, e as empresas precisam se reinventar para acompanhar o ritmo das transformações tecnológicas, comportamentais e econômicas.

Há dez anos, a realidade das empresas era bem diferente, com produtos escondidos a sete chaves, por medo dos concorrentes, e posicionamentos como entidades corporativas, sem rostos humanos à frente. Os negócios dependiam de vendedores fazendo cold calls, gerando um volume enorme de leads desqualificados e gastando fortunas em mídia paga.

Se o mercado apostava em produtos genéricos para mercados amplos, sem especialização, hoje, as empresas que seguirão em crescimento desenvolvem produtos nichados, ou seja, para públicos específicos. Elas também impulsionam fundadores e executivos como influenciadores de seus setores, educando o mercado antes de abordar os clientes, por meio de canais diversos e com estruturas mais enxutas, priorizando o bootstrap e a geração de caixa.

E o que está por trás dessa mudança? O primeiro ponto é o mercado saturado: abordagens de prospecção parecidas, concorrência exponencial e custo de mídia paga cada vez maior. As novas formas de consumir conteúdo são outro fator, com mais pessoas buscando informações com especialistas, em vez de materiais impessoais de empresas.

A segunda razão está nas condições econômicas e tecnológicas. Investidores estão mais exigentes, diante de fundos que apostaram em grandes rodadas e que agora repensam suas estratégias. Somado a isso, há o avanço da IA e No-Code, que permite que produtos sejam criados e validados com menos investimento, impulsionando cada vez mais o surgimento de micro-SaaS.

Algumas medidas são determinantes para acompanhar essas mudanças e manter-se à frente da concorrência. Primeiramente, pelo posicionamento dos C-Levels como referências, com especialização em diferentes personas do produto e incentivo à produção de conteúdo autêntico e frequente.

Segmentação e foco são outro fator-chave, mapeando mercados segmentados com contas fechadas e expandindo as redes dos C-Levels, para conectá-los com os principais decisores. Além disso, é essencial priorizar estratégias e trabalhar menos produtos simultaneamente, com abordagens distintas para novos leads e expansão de clientes.

As empresas ainda precisam estar totalmente alinhadas com as metas de receita, que devem ser responsabilidade de todas as áreas. Para isso, outra boa medida é automatizar e reduzir fricções, utilizando ferramentas de IA para cumprir tarefas operacionais dos vendedores, simplificar processos e cortar etapas desnecessárias.

As formas de abordar o mercado em 2025 são bem diferentes das estratégias de dez anos atrás. O mundo mudou e é hora de mudar com ele. É preciso ser transparente, enxuto e agregar valor ao cliente, direcionando o seu orçamento para o que realmente traz impacto. Quem não se adaptar vai desaparecer – mas quem entender essas mudanças pode prosperar em um mercado cada vez mais competitivo.

Fonte: “https://diariodocomercio.com.br/opiniao/artigo/mercado-b2b-pode-transformar-comercio/”

IA em CX: a hora e a vez das PMEs

Para especialista da NICE, a Inteligência Artificial deverá transformar o atendimento ao cliente de pequenos negócios, impulsionando experiência, vendas e escalabilidade.

Ainda que gestores de pequenas e médias empresas acreditem que a Inteligência Artificial em Customer Experience possa parecer uma realidade distante de seus negócios, 2025 promete ser o ano em que muitas PMEs deverão aderir à tecnologia.

“Percebemos a falta de conhecimento prático das companhias menores que ainda veem a IA como algo muito complexo. A percepção de custo e valor geradas por essas implementações, trazem a ideia de que são necessários altos investimentos em infraestrutura”, avalia Thiago Siqueira, diretor de Vendas da NICE, empresa global que, na última década, vem investindo de forma maciça no uso de IA em ferramentas de CX.

Mas o gestor aponta que soluções on demand em nuvem darão um novo respiro e acesso a empresas menores que historicamente aderiram à tecnologia de forma tardia se comparado às maiores.

“Temos casos de PMEs, principalmente em implementações para autoatendimento com robôs de texto, de WhatsApp ou até mesmo na URA, no atendimento por voz. Estamos incorporando a IA como pacote nativo em todas as nossas soluções de CX, em um modelo no qual o cliente paga por consumo e utilização, então, qualquer empresa receberá tecnologia embarcada com IA e já poderá começar a desenvolver e realizar seus testes”, complementa.

Mais competitividade

De acordo com o executivo, as PMEs já começaram a aumentar a demanda para esse tipo de projeto pois entenderam que robôs ainda são muito encriptados – se o cliente sai do script básico, o bot entra em um loop que ao invés de resolver as necessidades do consumidor, acaba gerando rechamadas.

“A principal vantagem é melhorar a experiência da jornada. A IA pode entregar respostas mais personalizadas e assertivas, proporcionando mais que um atendimento simplesmente digitalizado, humanizado”, explica o especialista.

Outra vantagem é a relação ininterrupta das ferramentas. “Com operação 24×7, seus canais passam a escutar e atender clientes a qualquer momento, com reflexos diretos no aumento de conversões de vendas”.

Siqueira também chama a atenção para a escalabilidade já que a implementação de IA em CX também entrega eficiência nos picos de demanda. Mas faz um alerta e lembra que é necessário equilibrar custo e qualidade para impulsionar o crescimento.

“Assim como companhias maiores, as PMEs devem ser precisas na escolha de seus parceiros de implementação porque, muitas vezes, elas migram para um atendimento digital mais em conta que não entrega um nível de personalização que garanta a satisfação dos consumidores. Com a tecnologia correta, esse jogo muda”, reforça.

Desafio: a base de conhecimento

O grande desafio da implementação de Inteligência Artificial hoje, em qualquer empresa, é a base de conhecimento que possuem, já que a IA precisa ser treinada por meio da busca de informações dentro de uma base de dados.

“Percebo que as PMEs quase sempre têm essa base de informações pouco estruturada e o ponto mais sensível é possuir o conhecimento organizado para alimentar o motor da Inteligência Artificial. Sem isso, não existe uma boa implantação, pois a tecnologia vai oferecer respostas mais vazias justamente por ter seu banco de dados informacional despreparado”, avalia Siqueira.

O ponto de partida: definir os casos de uso

Para PMEs que desejam implementar IA em Customer Experience, a NICE recomenda começar pela definição dos casos de uso.

“Empresas menores têm investido em aplicações de automação como chatbots e outros assistentes virtuais. Um exemplo é o atendimento via WhatsApp. Então, elas podem iniciar com projetos que permitam um atendimento mais humano e contextualizado. Isso já traz uma grande diferença e melhora na jornada dos consumidores”, explica.

Outra recomendação é usar a IA para ações proativas.

“Tentar entender o comportamento do cliente e oferecer respostas e soluções preditivas pode fazer toda a diferença”, finaliza.

Fonte: “IA em CX: a hora e a vez das PMEs – Consumidor Moderno

Mercado brasileiro explora muito pouco GenAI nos negócios

Estudo revela que, com exceção de chatbots, o uso de GenAI nos negócios ainda é escasso, com cerca de 150 casos de uso de GenAI no Brasil em negócios, excluindo chatbots.

Segundo a nova edição do estudo ISG Provider Lens Multi Public Cloud Services 2024 para o Brasil, distribuído pela TGT ISG, a área de TI das empresas enfrenta pressão para cortar custos gerais, dificultando a aprovação de aumentos para projetos com GenAI. Segundo o documento, a maioria dos MSPs (do inglês Managed Service Providers, ou fornecedores de serviços gerenciados) demandam projetos-piloto para avaliar a eficácia da tecnologia, mas o número desses projetos realizados ainda é pequeno: o estudo identificou cerca de 150 casos de uso de GenAI no Brasil em negócios, excluindo chatbots.

“Embora esse número seja significativo para demonstrar que a GenAI gera valor real, ainda é pequeno em comparação com o milhão de empresas que operam no país”, explica Pedro Bicudo L. Maschio, distinguished analyst da ISG e autor do estudo. “Além disso, fornecedores e consultorias não oferecem uma visão clara dos custos operacionais após a incorporação da tecnologia em aplicações de negócios, pois é difícil estimar quantos prompts e tokens os usuários utilizarão ao empregar a tecnologia para atividades triviais”.

Outros desafios e a demanda por multicloud

Hoje, os MSPs gerenciam infraestrutura, mas apenas monitoram análises de IA. Diferente da análise tradicional, a IA generativa é cobrada por perguntas feitas (prompts e tokens), exigindo que os MSPs monitorem consumo, segurança, privacidade e otimizem custos, comparando opções em diferentes nuvens.

O relatório destaca que fornecedores de Consultoria e Serviços de Transformação registram maior demanda por arquiteturas multicloud, que combinam nuvens para otimizar cargas de trabalho. No entanto, o mercado ainda está assimilando esse conceito.

“Alguns clientes esperam que o multicloud permita mover aplicações e dados de forma dinâmica entre nuvens com base em variações de preço e descontos, o que é impraticável”, revela. “A migração entre nuvens exige refatoração de aplicativos, configuração de rede e transferência de dados, demandando tempo e recursos. Na prática, uma revisão de arquitetura avalia todas as opções de nuvem para definir a melhor distribuição, considerando escala, desempenho, conectividade, latência, ferramentas de segurança e restrições de licenciamento de software”.

Busca por parceiros facilita a abordagem

O relatório destaca que, em setembro de 2024, a Oracle anunciou sua parceria com a AWS, ampliando para os três principais hiperescaladores (AWS, Microsoft Azure e Google Cloud) a oferta de seus produtos, facilitando o design multicloud. A SAP também seguiu essa abordagem, integrando suas soluções às três plataformas.

Além disso, o setor público mostra crescente interesse na nuvem, pois os provedores atendem aos requisitos de soberania de dados. Os quatro principais hiperescaladores — AWS, Azure, Google Cloud e Oracle Cloud — já oferecem infraestrutura on-premises com controle de acesso rigoroso, residência de dados e criptografia avançada.

“Essas grandes empresas expandiram sua rede de parceiros no Brasil, atraindo diversos fornecedores independentes de software (ISVs) para desenvolver soluções e ampliar os serviços de nuvem no país. Com a rápida expansão da nuvem, ISVs de nicho podem crescer mais rapidamente e aumentar suas margens. Como resultado, um número crescente de ISVs busca desenvolver competências em nuvem”, explica o autor.

Para acelerar a demanda por nuvem, as companhias estão investindo em treinamento e educação, em parceria com clientes e MSPs, para capacitar usuários em IA, análise de dados e GenAI. Segundo eles, a adoção da GenAI e da nuvem ainda é limitada pela falta de especialistas qualificados.

“Os clientes frequentemente enfrentam dificuldades para entender e consolidar a cobrança da nuvem. A otimização FinOps é ainda mais complexa, pois envolve preço, custo e despesas, com o monitoramento do uso como elemento central. Para garantir controle, governança e conformidade, as empresas devem considerar a contratação de especialistas em FinOps”, finaliza.

Fonte: “Mercado brasileiro explora muito pouco GenAI nos negócios – Consumidor Moderno

Transformações no e-commerce: o que esperar do consumo digital em 2025

Em 2025, o mercado de e-commerce e plataformas digitais está prestes a dar um salto transformador, remodelando como consumimos e nos conectamos com marcas. À medida que o acesso ao mercado digital se torna cada vez mais acessível, as vendas online em canais próprios passam a ocupar um papel central nas estratégias de crescimento empresarial. Segundo a Opinion Box, mais de 56% dos brasileiros já afirmam comprar mais online do que em lojas físicas, evidenciando essa mudança de comportamento.

Essa tendência não é exclusiva do Brasil. Segundo o relatório The Global Payments Report 2022, da FIS, o mercado global de e-commerce deve crescer 55,3% até o final do ano que vem, alcançando um valor de transação de mais de US$ 8 trilhões. No Brasil, o cenário é ainda mais promissor, com previsão de aumento de 95% nas vendas online, alcançando um total de US$ 79 bilhões.

As justificativas para essas tendências de aceleração são diversas. Porém, quase todos esses fatores estão ligados às vantagens do comércio digital e do retail media, aos desafios da fidelização e das vendas em marketplaces, além da boa percepção desses elementos pelo público.

Inteligência artificial, pragmatismo e modelos de assinatura

A integração de tecnologias como a inteligência artificial (IA) é uma das principais apostas para o futuro. Em 2025, espera-se que a IA assuma um papel ainda mais relevante na personalização do atendimento e fidelização do cliente. Mas, nesse sentido, é importante pontuar que o mercado está acordando e entendendo que IA não serve apenas para chatbots. A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa e será fundamental para automatizar integrações complexas e normatizar dados, melhorando eficiência operacional e otimizando estoques, marketing e atendimento ao cliente. Precisamos ir além e utilizar soluções inovadoras para proporcionar mudanças que sejam, de fato, disruptivas e possamos ver seu impacto na prática.

Outro ponto urgente a ser abordado é o retorno do pragmatismo em decisões. O alto custo global de aquisição de capital impacta em larga escala o varejo, e as decisões serão cada vez mais pautadas pela garantia de retorno sobre o investimento. Existem muitas tecnologias disruptivas e metodologias inovadoras, porém os executivos deverão focar no que realmente muda o ponteiro do seu e-commerce e traz um retorno significativo, sempre com o olhar voltado para a última linha, ou seja, o fator-chave que realmente causa um impacto no faturamento ou na chegada de novos clientes.

Modelos de assinatura também se destacam como uma tendência aquecida para o novo ano. Essa modalidade, que combina conveniência para os consumidores com previsibilidade de receita para as marcas, tende a ser amplamente explorada por empresas que buscam fidelizar clientes e ampliar suas margens de lucro. Vantagens como descontos e brindes exclusivos ajudam a tornar assinaturas ainda mais atrativas, criando um ciclo virtuoso de valor para ambas as partes.

Retail media, omnicalidade e a reinvenção dos marketplaces

Já no campo das tecnologias de mídia, o retail mídia funcionará como uma verdadeira alavanca de rentabilidade. Um dos principais focos do varejo é transformar tráfego em receita e, para isso, o retail media (ou mídia de varejo) é essencial, pois utiliza infraestruturas físicas e digitais para vender espaço publicitário a marcas, gerando receitas com alta margem e otimizando o uso de dados primários. Para se ter uma ideia do impacto, com a ferramenta, os varejistas esperam um aumento de 10% no faturamento proveniente de retail media. No entanto, a margem de contribuição dessa fonte pode ultrapassar 6%, o que tem o potencial de dobrar o lucro de uma operação de varejo com um incremento de apenas 10% na receita.

A omnicalidade é mais um tópico que deve ser considerado, principalmente neste ano. Por mais que essa integração multicanal tenha como foco a fidelização de clientes, é necessário utilizar um CRM robusto e integrado, com uma fonte de dados única e uma abordagem de ‘composable marketing’ ou ‘comércio combinável’. O termo significa uma abordagem modular para construir e aprimorar lojas online permitindo experiências consistentes e personalizadas em todos os canais. Dessa forma, o e-commerce poderá utilizar sistemas especializados e pagar somente pelo uso de serviços que de fato utilizarem na operação.

Ainda no ambiente digital, é possível perceber a movimentação de grandes varejistas que têm unido esforços para integrar catálogos de sellers, ampliar a variedade de produtos e competir com marketplaces globais, criando uma rede mais forte e eficiente. O tamanho do mercado é considerável: os marketplaces representam 75% aproximadamente do mercado de e-commerce nacional, formando uma base semelhante a de um oligopólio e dominando o setor.

No entanto, as marcas que vendem nos marketplaces percebem que as situações estão ficando cada vez mais insustentáveis, uma vez que ser seller é ficar ‘à mercê’ de taxas altas, de modelos não sustentáveis de rentabilidade e de perda do maior ativo que um e-commerce pode ter: o seu o cliente

Os marketplaces normalmente representam mais de 60% das vendas online dos e-commerces, e 40% das vendas ou até menos são canais próprios. Sendo assim, para as empresas retomarem o controle, precisam inverter essa situação, distribuindo melhor o seu catálogo entre os marketplaces, de forma diluída e aumentando o investimento nos canais próprios.

O início do ano é um momento fundamental para planejar, experimentar e implementar soluções que vão além das expectativas de um consumidor cada vez mais conectado e ávido pelo ambiente virtual. Sendo assim, em um cenário em constante transformação, quem dita o futuro é quem tiver coragem de criá-lo.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/transformacoes-no-e-commerce-o-que-esperar-do-consumo-digital-em-2025”

 

Mercado B2B encontra no live commerce uma revolução digital

O mercado Business to Business (B2B) é apontado como o responsável por uma movimentação estimada em R$2,4 trilhões no Brasil, conforme apontam dados divulgados no relatório “Business-to-business Online”, idealizado pela E-Consulting.

Cerca de 2,5% dessas transações – índice estimado em R$61 bilhões – são realizadas via e-commerce. O dado aponta para um enorme potencial de crescimento de estratégias destinadas às melhorias das experiências no ambiente virtual.

Uma delas é a adoção de ferramentas digitais como o live commerce, que já transformou o setor B2C e agora  promete revolucionar as vendas entre empresas, otimizando interações e estabelecendo conexões mais significativas.

O live commerce é uma ferramenta ideal para a apresentação de produtos, permitindo que as empresas não apenas exibam itens em tempo real, mas também respondam a dúvidas, mostrem usos práticos e gerem engajamento de maneira interativa e dinâmica.

Essa abordagem, por ser mais envolvente e personalizada, aumenta as chances de conversão. Além disso, ao incorporar elementos de comunicação ao vivo, como chats, o live commerce estreita o vínculo entre as marcas e os consumidores, promovendo a confiança.

Na avaliação de Victor Okuma, Country Manager da Indigital, as transações B2B costumam envolver volumes maiores, negociações mais complexas e ciclos de vendas mais longos, além de priorizarem parcerias estratégicas de longo prazo. Nesse cenário, a confiança se torna um pilar essencial para o sucesso das negociações.

O live commerce traz transparência para o processo, aumentando a credibilidade das empresas e tornando as negociações e vendas mais ágeis, eficientes e seguras. Em um ambiente cada vez mais digital, onde a comunicação presencial é rara, essa ferramenta faz toda a diferença, conclui o Country Manager.

Alinhamento às novas tendências

A transformação digital tem possibilitado maior personalização e automação de processos, tornando a experiência mais eficiente tanto para fornecedores quanto para compradores. Impulsionado pelo crescimento das plataformas de e-commerce empresariais e por soluções tecnológicas que facilitam a integração entre empresas, o live commerce acompanha de perto as novas tendências digitais.

Nesse contexto, o uso de recursos visuais e interativos no ambiente digital ganha ainda mais relevância. 95% dos compradores entrevistados pela Brightcove na pesquisa “B2B Video Marketing: The Power Of Video In The B2B Buyer’s Journey” afirmam que o vídeo teve um papel essencial em sua jornada de compra.

Para Victor Okuma, o sucesso do live commerce depende da integração de tecnologias voltadas à atração e retenção do público, além da conversão efetiva das vendas. Ele explica que estratégias omnichannel são fundamentais antes, durante e depois das transmissões ao vivo, garantindo uma comunicação integrada em diferentes canais.

Notificações enviadas aos convidados pelo celular antes da live, bem como lembretes de promoções disparadas automaticamente pelo whatsapp durante a transmissão, são exemplos de  ações que potencializam a conversão, utilizando a inteligência artificial para otimizar esses processos.

Fonte: “https://mundodomarketing.com.br/mercado-b2b-encontra-no-live-commerce-uma-revolucao-digital”

25 tendências para transformar o futuro do armazém em 2025

Com a rápida evolução tecnológica e mudanças nas cadeias de suprimentos, empresas precisam se adaptar para manter a eficiência e a competitividade.

O mundo da armazenagem e logística está em constante evolução. Com a rápida adoção de novas tecnologias e as mudanças nas demandas do mercado, manter-se atualizado deixou de ser uma opção e tornou-se uma necessidade.

Pensando nisso, a Kardex compilou um relatório exclusivo com 25 insights de especialistas para ajudar você a navegar pelos desafios e oportunidades de 2025.

Quer ter uma ideia do que você pode encontrar neste conteúdo? Confira alguns destaques das tendências que estão remodelando o setor:

boom da Inteligência Artificial

A IA não é mais apenas uma promessa; ela está redefinindo a cadeia de suprimentos. A análise preditiva e a automação impulsionadas por IA permitem que empresas otimizem desde o gerenciamento de estoque até o atendimento de pedidos.

O resultado? Maior eficiência, redução de custos e capacidade de adaptação a mudanças em tempo real.

Reshoring e Nearshoring em alta

Trazer a produção para mais perto dos centros de distribuição não é só uma questão de economia. É sobre resiliência. Empresas que adotam essa estratégia estão investindo em automação para equilibrar os custos e garantir agilidade no atendimento, mesmo frente a interrupções globais.

A revolução dos robôs inteligentes

De robôs colaborativos a soluções de Robótica como Serviço (RaaS), a automação nunca esteve tão acessível. Com modelos baseados em assinatura, agora é mais fácil integrar tecnologia de ponta e escalar conforme a demanda.

Sustentabilidade no centro da estratégia

Clientes e reguladores estão exigindo práticas mais ecológicas. Desde embalagens sustentáveis até o uso de tecnologia para reduzir desperdícios, as empresas que priorizam o meio ambiente estão conquistando uma vantagem competitiva.

Zonas multiuso e armazenamento vertical

Com os custos imobiliários em alta, otimizar cada metro quadrado é essencial. Soluções como zonas de uso múltiplo e sistemas automatizados de armazenamento vertical estão ajudando empresas a aumentar a capacidade sem expandir a área física.

QUER SABER MAIS?

Esses são apenas alguns dos temas explorados no relatório “25 Opiniões de Especialistas”. Prepare-se para transformar a forma como você encara o futuro da armazenagem com insights práticos e estratégias inovadoras.

Baixe o relatório completo agora e esteja à frente das tendências que vão moldar 2025.

https://info.kardex.com/pt-br/asset/warehouse-insights/25-opinioes-especialistas-armazem?new_dynamic_lead_source=Content+Download&new_dynamic_detailed_lead_source=warehouse-insights-25+Expert+Thoughts-casa-PT-2025&utm_campaign=AMER-CASA-Warehouse+Optimization&utm_source=referral&utm_medium=Mundo+Log%C3%ADstica+eBlast+-+Feb+2025&utm_content=25+Thoughts+PDF

Desbloqueando o poder do BI para impulsionar o sucesso no e-commerce

No e-commerce, onde cada clique, visualização e interação conta, o uso inteligente de dados é o diferencial entre quem apenas opera e quem lidera. Ao longo da minha jornada, observei como a integração de Business Intelligence (BI), Customer Relationship Management (CRM) e Conversion Rate Optimization (CRO) pode transformar dados em ações e levar ao crescimento exponencial. Ainda assim, é evidente que muitas empresas subaproveitam as oportunidades que essas ferramentas oferecem.

O BI como alicerce para decisões estratégicas

O Business Intelligence tem revolucionado a forma como enxergamos nossos negócios. Por meio dele, é possível traduzir montanhas de dados brutos em informações claras e utilizáveis. Por exemplo, dados de comportamento de navegação podem apontar o melhor momento para uma campanha, enquanto análises de vendas revelam produtos com maior potencial de cross-sell.

Ainda mais impactante é o uso de dashboards que oferecem um retrato instantâneo da saúde do negócio. Esses painéis integrados permitem identificar tendências, corrigir problemas antes que se tornem críticos e ajustar estratégias rapidamente. Essa capacidade de prever e reagir é essencial em um mercado tão competitivo como o de e-commerce.

CRM: mais que relacionamento, conexão com dados

Se o BI nos ajuda a entender o macro, o CRM nos conecta ao micro: cada cliente é tratado como indivíduo. Essa não é apenas uma questão de criar relacionamento, mas de coletar informações essenciais que permitem compreender desejos, comportamentos e preferências.

No meu cotidiano, vejo como o CRM permite identificar oportunidades quase invisíveis à primeira vista. Um cliente que abandona frequentemente o carrinho em uma etapa específica pode estar enfrentando uma barreira que precisa ser eliminada. Já perfis recorrentes de compras são ideais para upselling e ofertas personalizadas que aumentam ticket médio.

Integrar CRM com BI é como enxergar o quebra-cabeça inteiro e também cada peça individualmente. Dados conectados nos colocam no lugar do cliente, ajudando a antever suas necessidades antes mesmo que ele as verbalize.

CRO: onde dados se transformam em resultados

Um site com grande tráfego mas baixas conversões é como uma loja física lotada onde poucos clientes realmente compram. É aqui que o CRO entra como ferramenta crucial. A otimização da taxa de conversão não apenas amplia resultados financeiros, mas também melhora diretamente a experiência do cliente.

Um exemplo prático que pude acompanhar foi a identificação de um ponto de atrito em uma etapa específica do checkout, na qual muitos clientes desistiam. Com dados do BI e o CRM, conseguimos redesenhar essa etapa para simplificar o fluxo, reduzindo drasticamente as taxas de abandono.

O uso de ferramentas de CRO deve ser uma prática constante e iterativa. Testes A/B, por exemplo, permitem validar hipóteses e descobrir abordagens que mais impactam o público-alvo. Ajustes são aplicados, monitorados e reavaliados em um ciclo contínuo de melhoria.

Transformando dados em vantagem competitiva

O real valor dessa combinação não está apenas em coletar e analisar informações, mas em agir sobre elas. Com BI, CRM e CRO integrados, criamos um ecossistema no qual todas as decisões são orientadas por dados e direcionadas à experiência do cliente.

Essa abordagem transforma resultados e redefine relações comerciais, criando laços mais duradouros e resultados mais consistentes. Cada cliente deixa de ser apenas um número em um relatório e passa a ser visto como uma peça essencial para o crescimento.

Convido você a refletir: estamos verdadeiramente aproveitando o potencial que esses dados nos oferecem? O poder do BI, somado à riqueza do CRM e à precisão do CRO, pode ser o que nos separa de nossos concorrentes.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/desbloqueando-o-poder-do-bi-para-impulsionar-o-sucesso-no-e-commerce”

 

 

 

A hiperpersonalização ainda não atingiu seu grau máximo

Com o avanço da tecnologia e da IA, varejo aposta em hiperpersonalização para aumentar fortalecer o relacionamento com os clientes.

Nos últimos anos, a hiperpersonalização tem se tornado um dos pilares fundamentais para o varejo. Com o avanço da tecnologia e a capacidade de análise de dados, empresas do setor passaram a investir fortemente na ciência de dados para aprimorar a experiência do consumidor e potencializar suas vendas.

Os avanços em Inteligência Artificial (IA) e na capacidade de processamento de dados permitiram uma revolução na maneira como os varejistas interagem com seus clientes. Antes, a abordagem de vendas era baseada em métodos tradicionais, com pouca personalização. Agora, com a coleta e análise inteligente dos dados, é possível identificar padrões de comportamento e oferecer experiências mais personalizadas.

Atualmente, com os avanços das ferramentas de CRM, o sistema pode identificar o comportamento no consumidor, por exemplo, em um shopping, conforme explica Raphael Carvalho, CEO da Spot Metrics. Quando um consumidor tem a necessidade de comprar um produto específico, a tecnologia pode reconhecer esse padrão e auxiliar na experiência de compra.

Interações personalizadas

A utilização estratégica dos dados também possibilita a personalização das interações entre vendedores e clientes. Quando um consumidor busca um produto específico e não o encontra no momento, a tecnologia pode avisá-lo assim que o item voltar ao estoque. Isso não apenas melhora a satisfação do cliente, mas também aumenta as taxas de conversão.

“O algoritmo com IA, inclusive, pode sugerir para o vendedor o próximo contato com o cliente. Esse contato não terá relação com venda, mas sim para saber sobre a experiência com o produto, se atendeu à expectativa. Esse tipo de gatilho é o que mais gera vendas”, explica.

Ainda de acordo com executivo, a hiperpersonalização tem um impacto direto nas vendas, ajudando os vendedores a criarem vínculos mais fortes com os consumidores. “Nosso sistema gera, em média, um aumento de 27% na receita das marcas que o utilizam. Isso mostra como a hiperpersonalização pode tornar a relação entre marcas e consumidores mais próxima e humanizada”, ressalta.

Essa personalização também se reflete na comunicação. O varejo precisa encontrar um equilíbrio entre abordagem eficiente e interação natural. Um atendimento muito insistente pode afastar clientes, enquanto uma abordagem mais sutil e personalizada pode aumentar a fidelização.

“Em um mundo onde o e-mail marketing tem um custo irrisório e o SMS é barato, o atendimento personalizado por um vendedor é um dos canais mais eficazes para fidelizar clientes”, pontua.

Os desafios da hiperpersonalização regional

O Brasil é um país de dimensões continentais, com diferenças culturais e comportamentais marcantes entre suas regiões. Isso representa um desafio para empresas que desejam implementar estratégias de hiperpersonalização.

No Brasil, esse tipo de estratégia costuma ser mais focada no eixo Rio-São Paulo, onde estão concentradas muitas empresas. Mas, o país é maior do que isso. Personalizar para um país tão plural, onde o público do Nordeste é diferente do público do Sudeste, é um grande desafio. Essa característica deve ser levada em conta na estratégia de personalização para que o consumidor não se sinta pressionado ou desconsiderado.

“Aprendemos com as interações. Em geral, o cliente do Sul é menos permissivo com mensagens do vendedor. Já no Norte e Nordeste, as pessoas são mais relacionais. Então, é necessário refletir características sociológicas dentro do software, e com a ajuda de Inteligência Artificial”, comenta.

Como transformar dados em insights acionáveis

O executivo ressalta que, para que a hiperpersonalização seja eficaz, é essencial que as empresas consigam transformar os dados coletados em ações concretas. Isso envolve a integração de diversos canais de coleta de informação e a utilização de Inteligência Artificial para gerar insights relevantes.

Um dos pontos citados é a rede de wi-fi do shopping. Apesar de o celular do consumidor não estar conectado, ela enxerga o aparelho. Assim, é identificada a jornada feita no local. Através disso, é possível saber o que o cliente gosta ou consumiu naquela visita. Assim, esse comportamento é entendido e colocado em um banco de dados.

Com a análise adequada desses dados, as marcas podem antecipar as necessidades dos consumidores e oferecer experiências mais personalizadas. Por exemplo, se um cliente comprou um presente para sua sogra em um determinado período, o sistema pode sugerir uma nova opção de presente meses depois, antes de uma nova data comemorativa.

“Os dados podem ser capturados de várias maneiras, seja por ERP, PDV ou site. Isso tudo nos dá muitas informações. Assim, posso saber, por exemplo, que essa cliente ficou interessada em uma camisa de seda, estampada. Ao unir dados estruturados da marca e dados desestruturados da loja ou do vendedor, como isso gera insight em venda? Ao comunicar uma nova coleção, já filtramos os produtos que fazem sentido para ela. Isso gera venda, pois conseguimos ativar gatilhos personalizados”, relata.

Governança de dados

Dentro da coleta e análise de dados, as empresas ainda precisam ter cuidado para que tudo ocorra de forma ética. O primeiro passo é ter um ambiente seguro. É importante ainda saber a origem da base, para evitar problemas. “É necessário ter uma camada de governança de acesso a dados”, pontua. “O varejista deve estar atento. Vazar um dado é um problema grande, que pode impactar toda a operação”, acrescenta.

E, em tempos de novidades constantes em um cenário em que a Inteligência Artificial muda constantemente, Raphael frisa que a hiperpersonalização ainda não atingiu seu grau máximo. Além disso, as empresas devem estar preparadas para um futuro cada vez mais digital.

“Nessa jornada de digitalização, as empresas têm ocupado camadas diferentes. O varejo deve se posicionar escolhendo o parceiro correto, e com uma governança de dados forte. Como está mudando, não existe uma plataforma estacionária. O varejista precisa se desenvolver como phygital – físico e digital“, finaliza.

Fonte:”https://consumidormoderno.com.br/hiperpersonalizacao-ia-consumo/?utm_campaign=news_42&utm_medium=email&utm_source=RD+Station”

IA, governo e mais: os planos de Mark Zuckerberg para a Meta em 2025

Clima tenso em primeira reunião geral vazada, traz perguntas polêmicas de colaboradores, planos ambiciosos para a Inteligência Artificial própria e novas políticas da companhia.

“Será um ano intenso, então apertem os cintos. Temos muito a fazer. Estou animado com isso”, disse Mark Zuckerberg aos funcionários da Meta, no término da primeira reunião geral do ano que já começou sem segredos – o encontro segue com o motivo para seu vazamento ainda como um mistério.

Mas, apesar do “ânimo” manifestado por Zuckerberg, o líder não escondeu seu descontentamento e prometeu demitir o responsável por tornar públicas as informações da agenda, segundo o portal nova-iorquino The Verge.

“Tentamos ser realmente abertos e então, tudo o que eu digo vaza. É uma droga”, esbravejou, mostrando aborrecimento com a falta de privacidade e o controle das narrativas da empresa.

Nova dinâmica

De qualquer forma, as tensões já tinham sido antecipadas pelo próprio RH, que avisou que, pela primeira vez, as regras da reunião seriam mudadas. “Pularemos perguntas que achamos que podem ser improdutivas”, comunicaram.

Nesse novo cenário, as perguntas mais votadas não foram classificadas e os comentários foram desabilitados durante a transmissão ao vivo. Mesmo sem a abertura para as questões “improdutivas”, o que não faltou foram pontos polêmicos levantados.

Alguns deles, relativos às novas políticas que assombram os corredores da companhia, como o retorno definitivo ao trabalho presencial – desmentido por Zuckerberg, que deverá manter a flexibilidade do modelo híbrido – e os planos iminentes de demissão por baixo desempenho.

Em relação a este último o executivo foi cirúrgico. “O melhor a fazer é arrancar o band-aid de uma vez”.

A Inteligência Artificial na “reunião secreta”

O executivo manteve o alinhamento com Donald Trump ao reforçar projetos ambiciosos com vistas para uma supremacia norte-americana em Inteligência Artificial.

“Agora temos uma oportunidade de ter uma parceria produtiva com o governo dos Estados Unidos e vamos aproveitar isso. Acho que é a coisa certa a fazer porque há várias áreas onde temos objetivos comuns que farão com que a gente possa servir melhor nossa comunidade, promovendo os interesses do nosso país juntos”, afirmou.

Óculos inteligentes

O líder da Meta manteve as projeções já mencionadas sobre Inteligência Artificial e os óculos inteligentes desenvolvidos em parceria com a Ray-Ban, revelando que as vendas ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades em 2024 – um dado inédito para a empresa.

“Nosso desafio é saber se conseguiremos dobrar esse número ou mesmo quintuplicá-las para 5 milhões ainda este ano”, disse e complementou. “Nós, essencialmente, criamos esta categoria e, embora os concorrentes ainda não tenham surgido de forma expressiva, sabemos que isso vai acontecer. Por isso, precisamos usar este momento para expandir rapidamente o alcance dos óculos Meta AI e aproveitar ao máximo esta oportunidade”.

Llama

Zuckerberg falou do Llama, sistema de IA da Meta que já conta com cerca de 700 milhões de usuários ativos por mês e busca se equiparar ao ChatGPT. O bilionário se mostrou confiante de que esse número deverá ultrapassar a marca de um bilhão ainda em 2025.

“Temos o compromisso de disponibilizar um produto de ponta, sem custos para o usuário, que possa competir de igual para igual com as melhores soluções de IA disponíveis no mercado”, disse.

O que chamou atenção mesmo foi a calma do líder demonstrada diante dos modelos de IA chineses. O CEO parecia mais preocupado em “ressuscitar” a relevância da plataforma que o lançou para o mundo – o Facebook.

Moderação e minorias

Entre as pautas consideradas polêmicas, as perguntas endereçadas ao CEO passaram pelas mudanças promovidas pelas nas políticas de moderação de conteúdo das plataformas da Meta e o fim dos programas de diversidade e inclusão na companhia – tendência já anunciada por outras companhias entre o fim do ano passado e o início de 2025.

A resposta para alguns questionamentos foi “vamos tentar abordar todos os principais tópicos, mas, onde estamos agora, há um monte de coisas que eu acho que são destruidoras de valor para eu falar, então, eu simplesmente não vou falar sobre elas”.

Mas, sobre o tema equidade, afirmou que “não pode fazer coisas que beneficiem grupos específicos”, mas que “provavelmente trará de volta” o treinamento sobre preconceito inconsciente para funcionários. Momento em que Janelle Gale, chefe de RH da Meta, interviu: “Temos tolerância zero para assédio ou discriminação de qualquer tipo”, disse, afirmando que “a empresa vai celebrar o Mês da História Negra e continuará recrutando um amplo grupo” de talentos.

Quanto às alterações relacionadas às moderações de conteúdo, que, segundo críticos, viabilizam comentários preconceituosos nas redes sociais, Zuckerberg justificou a decisão argumentando que as políticas anteriores da empresa limitavam excessivamente a liberdade de expressão em suas plataformas.

“Francamente, estávamos muito fora do mainstream. Quando dizemos que alguém pode dizer algo em nossos serviços, isso não significa necessariamente que concordamos com essa coisa. Significa apenas que queremos ser uma plataforma onde as pessoas podem discutir coisas”.

Fonte: “IA, governo e mais: os planos para a Meta em 2025

Casas Bahia moderniza marketplace com IA generativa e reduz tarefas manuais em 50%

Grupo Casas Bahia deu um importante passo na modernização de seu marketplace ao implementar o projeto “Enriquecimento de Catálogo”, com o uso da inteligência artificial generativa do Google Cloud. A iniciativa resolveu desafios operacionais significativos, como o cadastro diário de cerca de 300 mil novos produtos, garantindo consistência e qualidade nas informações apresentadas aos consumidores.

Antes da implementação, a plataforma enfrentava problemas de inconsistências nas descrições e classificações dos produtos, o que prejudicava a busca e a tomada de decisão de compra. Hoje, com a IA generativa, 95% dos produtos cadastrados são corretamente classificados em categorias apropriadas, e atributos detalhados, como dimensões, capacidades e resoluções, são preenchidos automaticamente. O sucesso desse processo já alcança 90%, melhorando a experiência do consumidor e otimizando modelos de busca e recomendação na plataforma.

Automação atinge metade dos cadastros

Um dos avanços mais notáveis é que 50% dos cadastros não dependem mais de revisões manuais para atender às exigências de órgãos reguladores. Antes, equipes precisavam corrigir manualmente casos críticos, mas a automação progressiva já reduziu essa necessidade, com expectativa de alcançar quase 100% de automação em breve.

“Todos os dias, buscamos criar soluções que ampliem nossa capacidade de oferecer uma dedicação total ao cliente. A parceria com o Google Cloud tem gerado resultados consistentes, impulsionada pelo uso de tecnologias de IA preditiva e generativa, que desempenham um papel fundamental em fortalecer essa missão”, afirma Filipe Jaske, Diretor Executivo de Tecnologia do Grupo Casas Bahia.

Impacto para colaboradores e parceiros

A automatização das tarefas repetitivas também trouxe benefícios significativos para os colaboradores. Com menos recursos humanos alocados na gestão do catálogo, as equipes passaram a focar em atividades estratégicas, fortalecendo a operação do marketplace.

Além disso, a tecnologia facilita o cadastro de novos produtos pelos parceiros, melhorando a competitividade no mercado. “Este projeto proporciona ganhos para toda a cadeia, desde parceiros até consumidores, ao facilitar processos e otimizar a experiência de compra”, ressalta Jaske.

IA transforma o varejo

A adoção da IA generativa foi estratégica, escolhida pela sua escalabilidade, integração com os sistemas existentes e desempenho confiável. “O projeto exemplifica como a inteligência artificial pode transformar os desafios operacionais de grandes varejistas, criando um ambiente mais eficiente e preparado para o futuro do marketplace“, explica Silvia Somazz, Head de Varejo no Google Cloud.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/casas-bahia-moderniza-marketplace-com-ia-generativa-e-reduz-tarefas-manuais-em-50”