Três tendências para o futuro do varejo

Customização, foco na experiência e automação serão alguns dos elementos comuns em lojas em 2030

No mundo do varejo, uma discussão tem sido cada vez mais recorrente nos últimos anos: como o setor deve se atualizar e se manter relevante no futuro? Um estudo elaborado pela consultoria CB Insights traz previsões de como o varejo deve parecer em 2030. A pesquisa aponta, entre outras coisas, três tendências para as lojas do futuro.

Pequenos depósitos robotizados
O sistema de micro centros de distribuição, baseado em espalhar pequenos depósitos em locais urbanos e acessíveis, é uma das principais tendências para o futuro do varejo. Segundo a consultoria, essa tendência vai andar lado a lado com um processo de robotização.

O estudo indica que os pequenos depósitos serão instalados em locais com muito tráfego, como aeroportos e academias, e integrados com veículos e drones autônomos que farão o último trecho da entrega de produtos comprados online.

Customização
Em 2030, as vendas do varejo podem também ser muito mais customizadas do que atualmente, aponta a pesquisa. Isso pode acontecer graças à evolução da impressão 3D, que oferece a possibilidade de produção de customizados em escala e em tempo real.

Experiências e serviços
Oferecer experiências e serviços necessários para seus clientes é outra tendência para as lojas do futuro, de acordo com a consultoria, que aposta que os varejistas vão competir diretamente com instituições de ensino na oferta de cursos relacionados a seus produtos.

Além disso, as lojas também oferecerão serviços para públicos específicos, como mães e idosos. Outra tendência nesse sentido é o estabelecimento de parcerias entre estabelecimentos comerciais e outras marcas, que aproveitarão o excesso de espaço nas lojas para oferecer experiências, criando oportunidades de conexão com compradores.

Fonte: epocanegocios.globo.com

Fintech Olivia começa a testar no Brasil versão beta de sua plataforma

Startup de inteligência artificial que ajuda o usuário a gastar melhor começa a liberar convites para acesso antecipado

A assistente financeira Olivia lança, nesta quarta-feira (3), a versão beta de sua plataforma no Brasil. Os convites serão liberados gradativamente para usuários que queiram testar a plataforma antes de seu lançamento oficial, previsto para o segundo semestre deste ano.

Atualmente, a lista de espera para o teste do aplicativo que auxilia o usuário a economizar já ultrapassa a marca de 12 mil inscrições. Interessados em conhecer a plataforma devem se inscrever pelo site. O aplicativo é gratuito.

A Olivia usa inteligência artificial e economia comportamental para conhecer os hábitos de consumo de cada cliente. Na prática, uma vez logado na plataforma, um robô pede permissão para acessar os dados bancários do usuário e aprender, assim, com seus hábitos de compras.

Com o uso e o tempo, a Olivia passa a conhecer cada indivíduo e começa a auxiliá-lo em um planejamento financeiro personalizado. A inteligência artificial chega a prever as próximas compras e encontra as melhores formas de “esticar” o salário, por meio de uma gestão mais eficiente das finanças.

Ela consegue ainda dizer quanto o usuário pode gastar diariamente, sugere investimentos e até faz recomendações personalizadas de como economizar. Todas as conexões são criptografadas e as pessoas podem escolher a que tipo de dados a Olivia pode ou não ter acesso.

Fonte: startse.com

Inteligência artificial cria três vezes mais empregos do que destrói nos EUA

inteligência artificial é uma tecnologia que está transformando o mundo, mas que muitas vezes faz as pessoas temerem por seus empregos. Um estudo da McKinseyapoia essa tese e prevê que 30% dos trabalhadores serão substituídos por algoritmos de IA. No entanto, até agora, esta tendência não se consolida na prática.

Muito pelo contrário: uma pesquisa realizada pela empresa de vagas de emprego ZipRecruiter, conduzida ao longo de 2018 nos EUA, constatou que a inteligência artificial criou três vezes mais empregos do que destruiu. As vagas relacionadas à tecnologia que mais cresceram foram de cientistas de dados sênior, com 340% mais empregos do que em 2017.

As outras posições que tiveram maior aumento no ano passado foram: desenvolvedor de apps mobile (186%), especialista em SEO (180%), desenvolvedor web (179%) e gestor de marketing para mídias sociais (163%). Do outro lado, as vagas que foram substituídas com o desenvolvimento da IA foram: fiscal de trânsito (-35%), digitador/datilógrafo (-33%), supervisor postal (-21%), operadores de switch de televisão (-20%) e operadores de máquinas têxteis (-19%).

Outra tese defendida pelas previsões da McKinsey, de que a IA pode aumentar a polarização econômica, ainda não é real na prática. O estudo da ZipRecruiter constata que empregos da classe média, que requerem ensino médio completo, cresceram mais do que vagas que pedem graduação em cursos universitários. No entanto, empregos de alta especialização relacionados diretamente com IA cresceram 379%, e este valor está aumentando ano a ano.

O estudo afirma que parte dos resultados se devem ao fato de que, hoje, as iniciativas de mais sucesso com inteligência artificial ainda são aquelas que usam a tecnologia em parceria com trabalhadores humanos. Enquanto esta tendência existir, é difícil imaginar que empregos sejam extintos sem que surjam novas posições para trabalhar em conjunto com os algoritmos.

A ZipRecruiter também realizou estudos específicos em diferentes áreas afetadas pela IA, como saúde, agricultura, educação e transporte. Em todas as áreas, os impactos da tecnologia são positivos e criaram mais empregos do que extinguiram. Em relação a drones, por exemplo, há um crescimento acelerado na demanda em áreas como engenharia (1488%), finanças e seguradoras (1216%) e pesquisa e desenvolvimento (657%).

O estudo foi conduzido de modo interdisciplinar, com análise de dados de mais de 50 milhões de vagas de emprego, pesquisas guiadas com 11 mil empregados e desempregados e 500 empregadores, além de uma investigação qualitativa dos impactos da inteligência artificial em diversas áreas dos EUA.

Tag: Tecnologia

Fonte: startse

Startup usa Inteligência Artificial para criar seguro de automóveis por minuto

A aposta da Onsurance, startup da área de seguros – as chamadas insurtechs – é no seguro por demanda, um modelo de negócio em seguros que já funciona em outros países, ainda recente no Brasil e que, rapidamente vem ganhando adeptos da proteção inteligente que possibilita gerar até 80% de economia no fim do mês.

Trata-se de um seguro de automóvel, que o proprietário ativa apenas quando necessário. Se o carro está na garagem, ele não precisa pagar por esse tempo, porque o veículo está fora de risco. O mesmo acontece com a moto no estacionamento da empresa. Assim, o usuário desativa o seguro e deixa de pagar enquanto o veículo não está exposto ao perigo.

Ricardo Bernardes, CEO da empresa, enxerga essa virada rumo à cultura dos serviços por demanda como uma oportunidade de questionar também outras relações de negócios. Afinal, se nós não assistimos televisão como antigamente, não usamos banco como antigamente, não nos deslocamos pela cidade como antigamente, “por que temos que pagar seguros como antigamente? Nossa relação com seguradoras não pode ser engessada”, pontua.

Graças a esses questionamentos e à telemetria, esse modelo de negócio tornou-se possível. A tecnologia que transmite dados remotamente a partir de um pequeno dispositivo instalado no carro define o perfil comportamental de direção do condutor, por meio de inteligência artificial,  e o valor a ser pago pelo seguro é definido após análise.

“Não faz mais sentido um estudante, solteiro, que utiliza o carro apenas nos finais de semana, pagar mais pelo seguro de um automóvel — como acontece hoje em dia com seguros tradicionais. Na Onsurance, o que vale é a atitude ao volante, as características individuais do condutor, e não o perfil sociocultural do cliente”, explica Bernardes.

A dinâmica consiste em utilizar o celular para ativar e desativar o serviço contratado quando necessário, permitindo que se pague somente pelo tempo em que efetivamente utilizou-se o seguro.

O cliente compra créditos que serão debitados por minuto enquanto estiverem ativos. Os créditos não expiram e o cliente tem controle total dos valores gastos e do saldo disponível na palma da mão, a qualquer hora, por meio do chat de uma rede social no celular – Android ou iOs.

O foco da Onsurance é atingir indivíduos que usam seus automóveis por poucos períodos de tempo, e nesse grupo também estão pessoas que possuem mais de um veículo, porém optam por segurar apenas um deles.

Como o seguro on demand funciona como um celular pré-pago, os clientes compram créditos de seguro que vão para uma carteira de seguros conectada ao condutor e não ao automóvel. Dessa forma, as pessoas podem optar por qual veículo da frota/tipo de seguro vão utilizar os créditos. “Funciona como uma carteira de seguro com flexibilidade para qualquer bem”, esclarece Bernardes.

Fonte: logisticabrasil.com

Tag: Financeiro

As mil “faces” do reconhecimento inteligente

Além do uso já muito disseminado de prevenção e segurança, o reconhecimento facial também tem sido adotado como uma ferramenta comum e útil para personalizar o atendimento de clientes frequentes que visitam as lojas. Dispositivos inteligentes, como câmaras em gôndolas de supermercado ou até óculos, ajudam a determinar preferências dos compradores por determinadas características dos produtos expostos. Tudo isso em tempo real.

No Brasil, essa realidade não está longe e algumas redes começam a testar sistemas de reconhecimento facial que permitem verificar as reações dos clientes de forma que a loja ajuste a disposição de seus produtos ou vitrines para se tornarem mais atrativas e aumentarem as vendas. Restaurantes e outros estabelecimentos também têm usado a tecnologia como um atrativo a mais para atender às expectativas do consumidor 4.0. Como, uma cadeia de restaurantes fast food na China em que softwares de reconhecimento digital estão embutidos nos menus e podem não só reconhecer os clientes, como seus pratos preferidos e, com isso, oferecer opções personalizadas. Nada de cartões fidelidade nem logins demorados para ser atendido – o pagamento também é feito pelo reconhecimento facial.

Hoje, a detecção de emoções pode tanto avaliar um sentimento despertado por uma determinada marca ou campanha publicitária e contribuir para um teste de produto, como para identificar pessoas que dão sinais de agressividade em aeroportos e outros locais púbicos de forma a ajudar serviços de segurança a detectar agressores potenciais. A consultoria MarketsandMarkets estima que o reconhecimento facial nas lojas já movimenta mais de US$ 3,3 bilhões no varejo e o valor investido deve se aproximar US$ 8 bilhões em 2022.

Na Ásia, que lidera a pesquisa, desenvolvimento e uso da ferramenta no mundo, lojas de departamentos já estão identificando clientes pelo reconhecimento facial, recorrendo a seus próprios registros ou a qualquer outro canal social acoplado. Da mesma forma, o reconhecimento facial é empregado para exibir anúncios segmentados em displays inteligentes que combinam com as preferências e hábitos daquele cliente. Mas ainda que seja a primeira vez que aquela pessoa entra na loja, é possível segmentar a publicidade dirigida a ela nos displays digitais com base em sua idade, gênero e outras características faciais.

A identificação pelo reconhecimento facial consiste na análise de determinados pontos da face de uma pessoa. O mesmo processo serve para mapear as relações entre esses mesmos pontos de modo a detectar emoções. Juntamente com as chamadas “microexpressões”, é possível ao software reconhecer emoções mais simples, como surpresa, alegria, raiva, tristeza, desgosto e outras. Um dos primeiros usos dessa
utilidade foi uma campanha publicitária do enxaguante bucal Listerine que produziu um aplicativo de alerta sonoro para pessoas cegas saberem que estavam sorrindo para elas.

A tecnologia do reconhecimento facial veio para ficar, ainda mais mediante à necessidade de agradar o consumidor, que virou o centro do negócio mediante à transformação digital. A tecnologia permite às redes de varejo reconhecerem os hábitos de consumo de seus clientes somente pela expressão, potencializando a experiência do consumidor.

Tag: Tecnologia

Fonte: ecommercenews.com.br

Uber Eats realiza testes de entrega de comida com drones

O Uber Eats está testando a primeira aplicação comercial de drones em áreas urbanas de alta densidade. No último ano, a empresa e a cidade de San Diego, nos Estados Unidos, venceram a licitação da Federal Aviation Administration (FAA) para testar a realização de entregas de comida com drones. A Uber realizará seus primeiros testes com os clientes para demonstrar como será o futuro da entrega de alimentos.

Combinando a tecnologia do Uber Elevate com a rede e a experiência em logística do Uber Eats, a entrega de alimentos por drone aumentará as opções culinárias dos clientes e reduzirá os prazos de entrega. Este serviço é impulsionado pelo Elevate Cloud Systems, um novo, sistema de gerenciamento de espaço aéreo que rastreia e guia voos de drones desde a decolagem até o pouso, de forma independente.

Quando o drone decolar do restaurante, carregando pedidos, o Elevate Cloud Systems notificará os entregadores parceiros do aplicativo nas proximidades para que eles se dirijam a um local de retirada. A visão de futuro da empresa é alavancar também a rede de motoristas parceiros da Uber para que esses locais de retirada possam ser veículos estacionados sobre os quais os drones pousariam com segurança.

A expectativa é que os aprendizados gerados pela distribuição de alimentos por drones também contribuirão para a criação da futura rede de compartilhamento de viagens aéreas da Uber Elevate.

“Temos trabalhado em estreita colaboração com a FAA para garantir que atendemos aos requisitos e priorizamos a segurança”, disse Luke Fischer, chefe de Operações de Voo do Uber Elevate. “A partir daí, nossa meta é expandir a entrega por meio de drones do Uber Eats para que possamos oferecer mais opções a mais pessoas ao toque de um botão. Achamos que a Uber está em uma posição única para enfrentar esse desafio, pois pode aproveitar a rede de restaurantes e entregadores parceiros de Eats, bem como a experiência e tecnologia de aviação do Uber Elevate.”

A fase inicial de testes em San Diego foi feita com o McDonald’s e será ampliada para incluir outros restaurantes parceiros do app, ao final deste ano, incluindo o Juniper e Ivy, conhecido pela alta gastronomia.

Fonte: newtrade.com

A inteligência artificial (AI) já faz parte da sua vida

A Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) não é tão nova quanto parece, ela começou a ser desenvolvida em 1950. Mas nos últimos anos, a tecnologia tem ganhado notoriedade por conta de iniciativas de grandes representantes como IBM, Microsoft e Zendesk. Hoje, 72% das empresas em todo o mundo usam AI em uma ou mais áreas de negócios, segundo estudo encomendado pela SAS, Intel e Accenture.

Um exemplo muito simples de aplicação da AI são os chatbots dos diferentes sites de e-commerce como Magazine Luiza, Saraiva etc. Entretanto, os bots são apenas uma das inúmeras aplicações dessa tecnologia. Todos os benefícios da AI ainda precisam ser conhecidos, uma vez que ela será chave para adoção de outras tecnologias e para escalar negócios.

No IT Forum+, evento organizado pela IT Mídia, será realizado na Praia Forte, Bahia, de 14 a 17 de agosto de 2019, Mario Vieira, gerente de Analytics da Cervejaria Ambev e Fabio Pachalski, coordenador de Sistemas de Informação na AESC falarão sobre cases ligados à implementação de AI, benefícios e como eles deram os primeiros passos nessa jornada.

Fonte: itforum365

Bird lançará bicicleta elétrica em sua frota

A Bird, startup de mobilidade, adicionará bicicletas elétricas em suas frotas. Segundo a empresa, o veículo, chamado Cruiser, será lançado ainda este ano em “mercados selecionados”. A bicicleta terá uma bateria de 52V com autonomia de até 80 km por carga. Além disso, terá freios a disco, assento acolchoado e uma tela LCD que mostrará informações de velocidade e carga restante.

Por enquanto, a Bird não compartilhou informações sobre os preços das viagens e em quais locais o serviço será lançado. Em seu site oficial, a empresa apenas afirma que o veículo “oferecerá uma nova maneira de explorar a cidade”.

Fonte: startse

Drone entrega encomenda em novo sistema automatizado na China

A entrega por meio de drones vem sendo desenvolvida já há vários anos por diversas empresas e agora a DHL Express e Ehang lançam o primeiro sistema totalmente automatizado de entregas com veículos aéreos. A ideia é atender startups e outros grupos em expansão, que precisam de agilidade na entrega de pacotes de pequeno porte.

Tudo funciona de uma forma bem simples, a partir de uma rota personalizada, criada exclusivamente para os clientes da DHL, em um raio de aproximadamente 8 quilômetros, nas proximidades de Liaobu e Dongguan, na província de Guangdong, na China. O usuário vai até a central de despacho, identifica o serviço que vai utilizar e suas credenciais e depois insere o material de até 5 quilos em uma caixa específica para isso.

Em seguida, um veículo não tripulado (UAV) avançado, da série Falcon, da Ehang, usa inteligência artificial e outros dados de localização para reduzir o tempo normal de entrega, de 40 minutos, para apenas 8 minutos. O drone possui vários sistemas de emergência para o caso de imprevistos — como no caso de uma tempestade repentina — e é possível acompanhá-lo durante todo o trajeto em tempo real.

Para receber, é possível fazer sua identificação por meio de reconhecimento facial, leitura de digitais e escaneamento de cartão. Os custos, segundo as próprias empresas, podem ser reduzidos em até 80% por delivery e a solução é considerada verde pelo baixo consumo de energia e emissão de carbono. A ideia agora é expandir para outras cidades chinesas e, nos próximos anos, atender também outros países asiáticos.

Fonte: TecMundo

Startup alemã testa aeronave que promete ser o ‘Uber voador’

Uma startup alemã chamada Lilium realizou seu primeiro teste de decolagem de aeronave elétrica autônoma, que promete operar como um serviço sob demanda. O voo experimental foi breve, com o veículo decolando verticalmente por alguns segundos e depois aterrissando, mas já prenuncia um novo conceito de transporte urbano.

Com capacidade para acomodar até 4 passageiros, o veículo poderá transportá-los pelos ares em uma velocidade máxima de 300 quilômetros por hora. Assim, o pequeno jato da Lilium reduzirá longas trajetórias para apenas poucos minutos. A ideia é que ele funcione como os aguardados carros voadores das histórias de ficção científica, mesmo que esteticamente lembre mais um avião.

Lançamento para 2025

O primeiro teste da companhia foi feito no modo autônomo, porém o táxi aéreo terá um piloto e poderá ser solicitado via aplicativo, assim como o Uber. Até que isso seja uma realidade, a Lilium fará melhorias na aeronave e iniciará processos de licenciamento para voos na Europa e nos Estados Unidos. O plano é lançar o serviço aéreo sob demanda até 2025.

Ainda não é possível ter uma noção de quanto esse tipo de transporte poderá custar ao usuário final, devido ao fato de a aeronave ainda estar sendo desenvolvida. Enquanto isso, a startup terá vários desafios pela frente, tanto em termos de tecnologia quanto de concorrência.

Segundo o site The Verge, existem mais de 100 programas de veículos elétricos voadores em andamento no mundo. Nesse grupo estão gigantes do setor, como Airbus, Boeing e Bell Helicopter — que tem parceria com a própria Uber.

Fonte: Tecmundo