Inteligência artificial vai gerenciar startup brasileira

Plataforma vai gerir ações administrativas e automatizar até a entrega do “cafezinho” em reuniões.

DATA H, startup brasileira de inteligência artificial (AI) da área de saúde, cibersegurança e processamento de linguagem natural, iniciou uma nova fase do seu projeto mais desafiante: o Ziggy Stardust, plataforma de inteligência artificial capaz de gerir uma empresa. A nova fase do Ziggy está focada na gestão de projetos e ajudará no trabalho das equipes da companhia, localizadas em diferentes partes do mundo.

O nome é inspirado na obra de David Bowie e tem os seus motivos. “Ziggy Stardust foi um marco da ópera rock. Um álbum que conta uma única história da primeira a última música. Na empresa, a plataforma fará o mesmo”, afirma Evandro Barros, CEO e cofundador da DATA H. Ele detalha: “O nosso Ziggy Stardust é a junção de todas as soluções de inteligência artificial desenvolvidas pela DATA H e será o responsável pela completa a gestão da empresa. Isso abarca desde ações da área administrativa até a entrega autônoma do cafézinho, quando iniciamos uma reunião”.

Com esse nível de automação, ninguém saberá tanto da empresa quanto o Ziggy, o que deve proporcionar um nível de eficiência operacional nunca visto. A meta da startup é atingir 70% de autonomia até o final de 2020. Ou seja, grande parte das decisões empresariais será feita por algoritmos que terão a capacidade de se adequar ao mercado de forma muito mais rápida que os executivos.

No entanto, isso não é novo na DATA H. O conceito nasceu no início da empresa, em 2016, com o nome Human Torrent. “Agora já conseguimos unir tecnologias capazes gerir risco de projetos, eficiência de desenvolvimento etc, de uma maneira em que humanos não conseguiriam, de forma efetiva”, observa Celso Azevedo, cofundador e CTO da startup.

O Ziggy, além de orientar os desenvolvedores e cientistas, cruza dados internos e externos para determinar o risco e as mensurações de um projeto. Sua base de dados leva em consideração dados de rede, modelos de código, reuniões de equipe e até comportamento de usuários tudo isso sendo processado em um poderoso conjunto de GPUs que equivalem a mais de 20 mil notebooks.

Fonte: computerworld.com

Blockchain vai mudar mesmo o mercado financeiro?

Bob McDonald, professor de finanças da Kellogg School, destaca que a blockchain tem atributos que podem alterar radicalmente o sistema financeiro global.

O mercado das criptomoedas está cada vez mais em evidência, só que ainda existem muitas pessoas que possuem incertezas sobre o setor. Porém, quem vem ganhando muito destaque e se torna objeto de interesse de empresas e desenvolvedores é a blockchain, tecnologia que está por trás de vários ativos digitais.

Se pensarmos em uma curta definição para blockchain, podemos dizer que trata-se de uma tecnologia que dá segurança e confiabilidade à troca e ao armazenamento de informações entre participantes de uma rede, de modo que nós podemos dispensar intermediários ou a presença de uma entidade centralizadora.

Ou seja, para resumir ainda mais, a blockchain funciona como um livro de registros que guarda informações de forma segura e inviolável.

Blockchain e seus benefícios

A tecnologia que é usada no Bitcoin e em outras criptomoedas pode trazer inúmeras vantagens para inúmeros setores, como tornar operações mais rápidas, seguras e baratas. Um exemplo: em uma entrevista à Época Negócios, a chefe de projetos de blockchain do governo da Holanda, Marloes Pomp, afirmou que a tecnologia ajudou o governo a reduzir burocracias de 13 semanas para 13 minutos, já que cidadãos não vão precisar mostrar ao estado documentos emitidos pelo próprio estado.

Ou seja, graças ao uso de blockchain, o governo holandês consegue dar agilidade para operações que antes poderiam gerar uma espera de praticamente um trimestre, resolvendo a questão em menos de meia hora! Agora, imaginem essas mudanças aplicadas ao mercado financeiro?

Pois bem, elas já vem acontecendo e beneficiando diversas instituições, inclusive algumas do mercado tradicional. Recentemente o banco HSBC anunciou que teve uma redução de 25% nos custos de transação graças a um sistema baseado em blockchain para operações realizadas no mercado Forex.

Fonte: startse.com