Alíquota do ICMS sobre compras internacionais sobe de 17% para 20%

Aumento entra em vigor nesta terça-feira em 10 Estados.

A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado no recebimento de compras internacionais subirá de 17% para 20% a partir desta terça-feira (1º), em dez estados.

O aumento do ICMS para compras internacionais foi aprovado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em dezembro do ano passado. Cada estado ficou de decidir se aprova, ou não, o aumento.

A alíquota será aumentada nos estados do Acre, de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, da Paraíba, do Piauí, do Rio Grande do Norte, de Roraima e de Sergipe. Na prática, a medida deve impactar compras feitas em sites internacionais.

Ao decidir pelo aumento, o Comsefaz argumentou que a nova alíquota também busca alinhar o tratamento tributário aplicado às importações ao praticado para os bens comercializados no mercado interno, “criando condições mais equilibradas para a produção e o comércio local”.

De acordo com o comitê, a decisão levou em conta as alíquotas modais já praticadas pelos estados.

“O objetivo é garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil. Com isso, os estados pretendem estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”, disse o comitê.

Fonte: “https://mercadoeconsumo.com.br/01/04/2025/ecommerce/aliquota-do-icms-sobre-compras-internacionais-sobe-de-17-para-20/”

Azul Cargo Express tem crescimento notável no e-commerce, com aumento de 35% nas entregas em 2024

A Azul Cargo Express, a unidade de logística da Azul Linhas Aéreas, viveu um crescimento notável no segmento de e-commerce, com um aumento de 35% nas entregas e operações em 2024.

A capacidade operacional da unidade alcançou 40 mil volumes diários, garantindo entregas em até dois dias para as regiões mais distantes do Brasil. Essa evolução consolidou a Azul Cargo como líder de mercado no setor, representando atualmente 37% de suas receitas totais de carga.

Os resultados positivos são atribuídos a investimentos estratégicos em parcerias com grandes players do mercado, além de inovações inéditas para atender à crescente demanda dos clientes por serviços de e-commerce.

Um dos principais fatores para a agilidade na distribuição e entrega dos pacotes foi a implementação de sorters, equipamentos específicos utilizados na triagem e processamento automatizado de pacotes. Essa tecnologia, pioneira no setor aéreo do Brasil, permite realizar todas as etapas de pesagem, cubagem e triagem de maneira mais rápida e eficiente.

No ano passado, a Azul Cargo Express também expandiu sua rede com a abertura de mais de 80 novas unidades em diversas cidades e estados brasileiros, totalizando mais de 350 lojas e terminais. Essa expansão garante a interligação entre grandes centros urbanos e regiões remotas, alcançando 5 mil municípios e abrangendo 96% da população brasileira.

A unidade de logística da Azul tem se mostrado resiliente, mantendo suas operações durante a pandemia e sendo fundamental no transporte de vacinas e equipamentos médicos pelo país. Para continuar essa trajetória de crescimento no e-commerce, a Azul Cargo planeja novos investimentos e inovações para o ano de 2025.

Izabel Reis, diretora da Azul Cargo, prevê que a participação do e-commerce nas receitas da empresa pode subir de 37% para 50% em 2025, se o crescimento atual se mantiver.

Esse crescimento será impulsionado pela chegada de duas aeronaves A321P2F, que representam a estreia dos primeiros cargueiros Airbus na frota da companhia. Esses novos aviões têm capacidade para transportar até 50% mais volume de carga e 39% mais peso em comparação com a frota anterior, aumentando assim a eficiência operacional.

Além disso, a eficiência dos novos aviões, que pode resultar em uma redução de 27% no consumo de combustível por tonelada transportada, permitirá à Azul minimizar as emissões de CO₂, contribuindo para um compromisso crescente com a sustentabilidade.

Fonte: “https://aeroin.net/azul-cargo-express-tem-crescimento-notavel-no-e-commerce-com-aumento-de-35-nas-entregas-em-2024/”

 

Total Express chega a mais de 4 mil cidades e reduz prazos de entrega em todo o país

Um dos destaques é a região Sul, onde dezenas de cidades passaram a ser atendidas diretamente, com redução de 25% nos tempos de entrega.

A Total Express anunciou uma nova expansão de sua rede logística, atingindo agora 4.156 cidades em todos os estados do Brasil. Com essa ampliação, a empresa fortalece a posição como a maior rede privada de entregas e coletas do país, além de reduzir significativamente os prazos em mais de 20 mil trechos, beneficiando diretamente mais de 500 municípios.

Um dos destaques é a região Sul, onde dezenas de cidades passaram a ser atendidas diretamente, com redução de 25% nos tempos de entrega. Essa mudança agiliza o serviço e amplia as oportunidades tanto para consumidores quanto para empresas locais, especialmente no setor de e-commerce.

Segundo o diretor de Estratégia Comercial da Total Express, Fernando Magnoler, a expansão foi planejada ao longo de seis meses. “Nesse tempo, foram analisadas todas as rotas de transferência, conexões entre as mais de 30 bases de triagem e entrega, transferências secundárias para os interiores e renegociados os prazos de entrega com distribuidores e entregadores.”

O executivo destacou que a ampliação para mais de 4 mil cidades traz uma série de desafios, que vão desde a transferência dessa carga para todos os estados até o motorista da cidade destino. “Para atender o Norte do país, desde 2022 a Total conta com a sua própria aeronave, que garante autonomia e confiabilidade para alcançar regiões mais distantes. Além disso, a nossa presença em todos os estados, com mais de 20 filiais e 120 bases parceiras, especialistas no atendimento naquela região, garante proximidade com o consumidor final”, explicou.

A Total Express também declarou ter investido na criação do time Gestão de Comunidade de Entregadores, composto de mais de 5 mil motoristas ativos. O programa inclui gamificação, campanhas, clube de vantagens e outras ações focadas em, entre outros objetivos, reduzir o faturamento e garantir a estabilidade do nível de serviço.

“Além disso, desenvolvemos uma série de novas tecnologias que melhoram a qualidade e prazo de entrega, como a cerca de geolocalização, mensagens em tempo real e um aplicativo de fácil navegabilidade e estabilidade”, descreveu Magnoler. “E durante todo o ano, um time de especialistas em logística regional mantém um comitê de abrangência, identificando oportunidades locais para adequação de prazo e abertura de novos CEPs.”

De acordo com a companhia, a expansão reflete o compromisso com maior agilidade e eficiência operacional, promovendo entregas mais rápidas, seguras e acessíveis para negócios de todos os portes.

Definindo como um “balcão único”, Magnoler explicou que a Total Express dispõe de uma solução completa para os PMEs. “Oferecemos desde o armazenamento até a entrega final e a logística reversa. Coletamos em clientes que possuem desde 1 único volume até centenas de milhares por dia. E o nosso atendimento em 100% do território, sendo mais de 4 mil cidades com atendimento direto, é uma vantagem competitiva”, declarou.

Fonte: “Total Express reduz prazos de entrega em todo o país

Empresa de logística vai investir R$ 200 mi para intensificar importações da indústria em Sumaré-SP

Outros R$ 60 milhões serão destinados ao terminal de Rondonópolis (MT) para acompanhar o aumento do fluxo no mercado interno.

Até 2030, a Brado vai investir R$ 260 milhões nos terminais de Sumaré (SP) e Rondonópolis (MT), com a maior parte do valor, R$ 200 milhões, destinada à unidade do interior paulista.

Os investimentos fazem parte do projeto “Carrossel” e estarão concentrados no aumento da capacidade estática do terminal, bem como na infraestrutura logística, visando contribuir diretamente para a eficiência de descarga dos caminhões em Sumaré.

Hoje a unidade de Sumaré é capacitada para receber 150 caminhões/dia, a expectativa é que esse número salte para 400 caminhões/dia nos próximos anos.

“As melhorias vão abrir um novo mercado com grande potencial: a importação de insumos para as indústrias da região, no fluxo Santos – Sumaré. Será o principal investimento da Brado nos próximos 5 anos”, diz Luciano Johnsson, CEO da Brado.

Nova logística para o desenvolvimento regional
Composta por 90 municípios, entre eles Sumaré, a Região Administrativa (RA) de Campinas é a maior contribuinte para a riqueza industrial do Brasil, conforme estudo da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), baseado na Pesquisa Industrial Anual (PIA) do IBGE.

Em 2021, a RA de Campinas respondeu por 11,8% do Valor de Transformação Industrial (VTI) do país, que atingiu cerca de R$ 2,2 trilhões.

A importação entre Santos e Sumaré será realizada na rota de retorno das operações de exportação do maior porto da América Latina, tornando-se uma alternativa multimodal para agilizar o fluxo de contêineres.

O terminal da Brado em Sumaré é um entroncamento ferroviário, conectando não apenas as regiões Centro-Oeste e Norte aos portos de Santos e Itaguaí (RJ), mas também os portos entre si e o agro à indústria.

O negócio contou ainda com a consultoria da empresa JC Platero, que forneceu orientação técnica e estratégica durante o processo.

O restante do investimento em Sumaré será aplicado em obras de construção de escritório, armazéns e ampliação de áreas de pátio e habilitação do terminal para operar como Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex).

Em Rondonópolis, está prevista a ampliação do pátio. Em ambos os terminais haverá implementação de sistemas e ferramentas de tecnologia para suportar o crescimento das operações.

Fonte: “Empresa de logística vai investir R$ 200 mi para intensificar importações da indústria em Sumaré-SP | Exame

 

 

 

 

 

 

 

 

TikTok Shop chega ao Brasil e impõe novos desafios logísticos, aponta CEO da Emiteaí

Na avaliação do executivo, a plataforma tem o potencial de transformar o e-commerce, mas o sucesso dependerá diretamente da capacidade de entregar rapidez, eficiência e confiabilidade.

A TikTok Shop deve iniciar as operações no Brasil em abril, integrando compras diretamente à plataforma. A novidade traz desafios logísticos, exigindo uma operação eficiente e em conformidade com a legislação brasileira.

De acordo com o CEO da EmiteaíEwerton Caburon, a expectativa do consumidor atual não é apenas receber o produto, mas sim recebê-lo rápido e com segurança. A TikTok Shop terá que estruturar uma operação logística altamente eficiente para atender a essa demanda”, explicou.

A TikTok Shop não venderá apenas produtos, mas criará um novo comportamento de compra. Millennials e a Geração Z estão acostumados a respostas instantâneas e à conveniência, tornando a agilidade logística um fator crítico para o sucesso da plataforma. Segundo dados do Reclame Aqui, atrasos na entrega estão entre as principais reclamações do e-commerce. Qualquer plataforma que queira liderar esse setor precisa garantir que a eficiência na entrega seja tão fluida quanto a experiência de compra.

DOCUMENTAÇÃO FISCAL: BUROCRACIA OU DIFERENCIAL COMPETITIVO?

Para assegurar a regularidade no transporte de mercadorias, a legislação brasileira exige a emissão de documentos fiscais como CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais). Além disso, podem ser necessários documentos específicos, dependendo do estado, município ou do tipo de carga transportada.

“Automatizar a emissão e o envio desses documentos aos motoristas com apenas alguns cliques traz mais agilidade e previsibilidade ao processo, reduzindo riscos de atrasos, multas e retenção da mercadoria”, destacou Caburon. Segundo ele, a TikTok Shop precisará estruturar sua operação para atender a esses requisitos sem comprometer a velocidade das entregas.

LOGÍSTICA URBANA: A CHAVE PARA O SUCESSO

Com um fluxo constante de compras acontecendo em tempo real, a logística urbana precisa se tornar mais estratégica. Para isso, algumas soluções são essenciais:

  • Hubs de distribuição em pontos estratégicos, reduzindo distâncias e tempos de entrega.
  • Uso de tecnologia para cotação de fretes, roteirização e rastreamento inteligente, garantindo eficiência no transporte e transparência na informação.
  • Parcerias com transportadoras especializadas, que já possuem infraestrutura ágil e adaptada a diferentes regiões para atender a capilaridade da logística brasileira.

MODELOS INOVADORES DE ENTREGA: A TIKTOK SHOP PODE IR ALÉM DO TRADICIONAL?

Segundo a Emiteaí, a TikTok Shop tem a oportunidade de adotar estratégias que vão além da logística tradicional. Entre as tendências que podem ser exploradas, estão:

  • Entrega no mesmo dia ou no dia seguinte, utilizando dark stores e centros urbanos.
  • Crowdshipping, um modelo inovador que permite que motoristas autônomos realizem entregas de forma descentralizada.
  • Lockers e pontos de retirada, que aumentam a eficiência, reduzem custos e oferecem mais conveniência aos consumidores.

TRIBUTAÇÃO E DESAFIOS ALFANDEGÁRIOS: TRANSPARÊNCIA E PREVISIBILIDADE

Caso a TikTok Shop expanda sua oferta para produtos importados, será essencial criar estratégias para lidar com tributação e prazos alfandegários. “A transparência sobre taxas e encargos será um diferencial competitivo. Uma logística bem estruturada evita frustrações e garante a confiança do consumidor”, afirmou Caburon.

A TikTok Shop tem o potencial de transformar o e-commerce, mas seu sucesso dependerá diretamente da capacidade de entregar rapidez, eficiência e confiabilidade. “A velocidade da compra precisa se refletir na velocidade da entrega, e isso exige investimentos sérios em tecnologia, conformidade fiscal e estratégias logísticas inovadoras”, ressaltou o especialista.

As marcas que conseguirem integrar essas soluções e oferecer uma experiência impecável ao consumidor sairão na frente nesta revolução digital.

Fonte: “TikTok Shop chega ao Brasil e impõe novos desafios logísticos

Natura ‘mergulha’ em estratégia envolvendo marketplaces

Durante o Congresso Moda e Beleza 2025, Camila Dellarole Demasi, head de E-commerce D2C, Marketplace e Retail Media da Natura & Avon, compartilha os resultados positivos da estratégia da companhia no Mercado Livre. Desde sua entrada, a Natura contabilizou crescimento de 20 pontos percentuais nas buscas pela marca.

Segundo a executiva, a relevância desse canal se dá, principalmente, na ampliação da base de consumidores da empresa, além de complementar a estratégia de vendas e potencializar ações de retail media. No cenário mais amplo, a companhia acompanha um movimento do consumidor que começou durante a pandemia e se estendeu nos últimos anos.

De acordo com a head, o segmento de beleza, especialmente após a pandemia, teve aumento expressivo de 38% nas vendas online no Brasil.

“O país oferece um vasto espaço para o desenvolvimento de novas oportunidades digitais, considerando sua imensidão geográfica e diversidade de consumidores. Para os próximos anos, os canais especializados, como os marketplaces, tendem a crescer de forma significativa e são considerados modelos de negócios promissores”, diz.

Segundo Camila, a alta frequência de usuários nesses ambientes se traduz em uma audiência qualificada, fator fundamental para empresas que buscam aumentar sua visibilidade e engajamento. Portanto, o modelo de loja própria dentro do marketplace, como fez a Natura, tem sido uma ferramenta eficaz para dar presença à marca e aumentar vendas.

Futuro

A executiva comenta que a Natura & Avon planeja expandir sua presença para outros marketplaces além do Mercado Livre. A ideia, além de ampliar a cesta de oportunidades, é continuar coletando dados e insights para personalizar estratégias e melhorar a experiência do consumidor.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/natura-mergulha-em-estrategia-envolvendo-marketplaces”

Fraudes no e-commerce: como o lojista pode se proteger nas vendas online?

Nos últimos anos, a preocupação com as fraudes no e-commerce se tornaram um problema crescente no Brasil, uma vez que as transações online são parte relevante do cotidiano de consumidores cada vez mais ativos e digitalizados. Um levantamento feito pela OLX estimou que os brasileiros sofreram prejuízos que totalizam R$ 3 bilhões em fraudes no comércio digital em 2024, sendo que 46% dos golpes aplicados foram representados por pagamentos falsos.

Outro estudo conduzido pela Equifaz BoaVista joga luz a mais um fator preocupante para os lojistas: houve um crescimento de 3,5% na incidência de fraudes no e-commerce nacional, com um estrondoso número de 7,25 milhões de tentativas fraudulentas ao longo de 2024. O aumento dessas ações criminosas indica que existe um alto nível de sofisticação desses golpes, praticados por pessoas que sabem manipular plataformas de compra e pagamentos, além de se atualizarem constantemente sobre o comportamento de compra dos consumidores e saberem muito bem como e quando agir.

Os desafios das fraudes no e-commerce

Para garantir uma experiência de compra segura e evitar dores de cabeça, é fundamental que os lojistas adotem práticas eficazes de segurança digital que sejam amplamente capazes de proteger as compras online e minimizar os riscos de fraude.

Um dos principais exemplos de recursos que podem ajudar a controlar esse problema é o orquestrador de pagamento, por atuar como uma camada intermediária entre plataforma de e-commerce e as instituições financeiras, operadoras de cartão e sistemas de pagamento, garantindo que todo o processo seja seguro e regular ao prevenir o lojista de pagamentos negados. O recurso também garante que o dono de uma loja virtual tenha o controle total das estratégias de segurança por meio de soluções antifraude e alertas de chargeback, garantindo o aumento das taxas de conversão e a redução de riscos durante as transações.

Como a tecnologia pode ajudar na prevenção

A implementação de ferramentas de automação e machine learning também contribui para que o lojista se atualize sobre os comportamentos fraudulentos recorrentes em seu negócio. Por meio do uso da inteligência artificial, é possível analisar essas irregularidades em movimentações financeiras anteriores, de forma a identificar suas características e impedir que elas aconteçam no futuro, sem oferecer riscos de trava para compras que são efetuadas de forma regular. Para transações de maior risco, cabe ao empreendedor considerar o uso da autenticação de dois fatores, especialmente em casos de mudanças de endereço ou grandes compras.

Por fim, cabe ressaltar que todos esses recursos servem para que os lojistas e seus times consigam solucionar essas questões com autonomia e praticidade. O atual panorama do e-commerce no Brasil e no mundo presume que a tecnologia possa trabalhar em sinergia com a inteligência humana no combate às fraudes e na pavimentação de uma estrada mais segura e confiável para as vendas online .

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/fraudes-no-e-commerce-como-o-lojista-pode-se-proteger-nas-vendas-online”

Loja do Mecânico chega à cidade de São Paulo com primeira loja em Interlagos

A rede está presente em São Paulo e Minas Gerais, operando com lojas próprias.

A varejista especializada em ferramentas e máquinas Loja do Mecânico segue em expansão com a abertura de sua primeira unidade na cidade de São Paulo. Para estrear na capital paulista, a região escolhida foi o bairro de Interlagos, na Zona Sul, na Avenida Interlagos.

A rede está presente em São Paulo e Minas Gerais, operando com lojas próprias. Com essa inauguração, a Loja do Mecânico soma 19 unidades físicas, que oferecem produtos para diferentes serviços, desde pequenos acessórios até grandes equipamentos voltados para os setores automotivo, marcenaria, construção civil e outras áreas profissionais.

“Estamos muito felizes em poder levar a nossa experiência de mais de 30 anos para a cidade de São Paulo, em uma localização estratégica como Interlagos. Levaremos uma grande variedade de sortimento para atender todos os segmentos e também uma experiência omnichannel para maior comodidade dos nossos clientes, a partir de agora é possível comprar no site ou no app e retirar na própria loja”, afirma Márcio Silva, diretor de Vendas da Loja do Mecânico.

Aprimoramento das operações omnicanal

Em parceria com a Zebra Technologies, a Loja do Mecânico implementou soluções para oferecer uma experiência de compra consistente tanto nas lojas físicas quanto digitais, além de possibilitar a atualização de informações em tempo real para tomadores de decisão e funcionários.

Com essa reformulação tecnológica, a varejista reduziu em 13% o tempo de preparação dos pedidos. Considerando o volume diário de mais de 6 mil pedidos, essa melhoria aumentou a eficiência e elevou a satisfação do cliente em 19%.

A Loja do Mecânico também aprimorou suas operações omnicanal, otimizando os processos logísticos e, consequentemente, aprimorando a experiência do cliente. A integração das lojas físicas e virtuais em uma única plataforma garantiu uma experiência de compra sem fricções, enquanto a digitalização das unidades permitiu o compartilhamento de informações em tempo real, tanto para os tomadores de decisão quanto para os colaboradores.

Fonte: “https://mercadoeconsumo.com.br/31/03/2025/noticias-varejo/loja-do-mecanico-chega-a-cidade-de-sao-paulo-com-primeira-loja-em-interlagos/”

Logística emergencial cresce com soluções personalizadas B2B

Empresa do setor investe na versatilidade e personalização do atendimento urgente no transporte de cargas para crescer em meio ao cenário econômico complicado.

Diferentemente de 2024, em que as empresas de logística decolaram na esteira do crescimento da produção industrial, puxado pela indústria de transformação que cresceu 3,7%, o ano de 2025 em seu primeiro trimestre já dá sinais de um panorama econômico mais cauteloso para as companhias.

De acordo com o Relatório Focus do Banco Central, a inflação começou o ano estimada em 5,66%, acima do teto da meta prevista de 4,5%. A alta taxa de juros (SELIC), elevada recentemente para 14,25%, também exerce um impacto significativo sobre as atividades operacionais e financeiras das empresas. Além disso, o aumento nas tarifas de importação pelos EUA adicionou ainda mais pressão sobre as cadeias de suprimentos.

Segundo o especialista em logística emergencial e de alta performance, Marcelo Zeferino, CCO da Prestex, se em um cenário de crescimento, como foi o de 2024, o principal desafio da logística era reduzir o lead time de produção (o tempo desde o momento em que uma ordem de serviço é criada até se tornar um produto acabado e entregue ao cliente final), neste novo cenário econômico de 2025 as empresas precisarão de uma dose extra de resiliência, previsibilidade e muito planejamento para crescer.

Focada no transporte de cargas emergencial e de alta performance B2B, atendendo principalmente à indústria de transformação, a operadora logística Prestex vem pautando seu modelo de negócios na capacidade de adaptação às oscilações econômicas dos clientes. “A Prestex trabalha com soluções customizadas para tirar as empresas do sufoco nas urgências extremas de logística, seja em um cenário de crescimento ou de desafio econômico”, destaca o CCO da empresa, Marcelo Zeferino.

O transporte de carga emergencial é caracterizado pela necessidade imediata de entrega, geralmente em resposta a uma imprevisibilidade como uma demanda inesperada, uma parada de produção, quebras de máquinas, até um desastre natural ou emergência na área de saúde, as quais requerem uma resposta rápida e flexível.

O executivo da Prestex explica que são utilizadas rotas alternativas e alta performance tecnológica, geralmente combinando o uso do modal aéreo com o rodoviário, para garantir que suprimentos críticos como medicamentos, maquinários, peças, alimentos ou água, cheguem rapidamente ao destino, evitando prejuízos significativos para a indústria.

Com este modelo de negócios focado na resiliência e versatilidade do mercado e gestão interna voltada para a capacitação e investimento nos recursos humanos e tecnológicos, a Prestex colhe os frutos de um crescimento sustentável nos últimos anos. Entre 2023 e 2024, a empresa contabilizou cerca de 1.300 novos clientes, ampliou suas bases de atendimento em território nacional, próximas aos principais aeroportos, e investiu em tecnologia para crescer.

A companhia finalizou o ano de 2024 perto de 130 mil operações, índice 27% superior que em 2023. Seu OTD (on-time delivery /índice de entregas no prazo) também cresceu, batendo os 99%. As regiões com maiores participações nos resultados da empresa foram o Sudeste (72%), o Nordeste (13%) e o Sul (11%). Para 2025, a Prestex prospecta manter a liderança no segmento de logística emergencial.

“A Prestex carrega consigo, desde a sua fundação há 22 anos, a inquietude para inovação. Buscamos a todo momento desafiar o óbvio e levar provocações ao mercado, a fim de desenvolver novas soluções para uma logística ultrarrápida”, afirma o CCO Marcelo Zeferino. Para 2025, a empresa busca expandir sua rede de parceiros, visando reduzir ainda mais o tempo de resposta das entregas, com foco no serviço ultraexpresso.

MARATONA SUPPLY CHAIN – Nos dias 14 e 15 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a Prestex estará presente em uma das maiores maratonas de supply chain, compartilhando um dos cases de sucesso no tema: “Onde o futuro se encontra com a estratégia”. O evento, organizado pela Live University/Inbrasc, será o ponto de encontro de milhares de profissionais em supply chain, logística e compras para debates, trocas de experiências e casos práticos.

Fonte: “https://www.oreporterregional.com.br/noticia/97486/logistica-emergencial-cresce-com-solucoes-personalizadas-b2b”

 

 

Dropshipping é ilegal no Brasil? Veja as regras antes de entrar nesse mercado bilionário

dropshipping tem se tornado uma alternativa popular para empreendedores que desejam atuar no e-commerce sem a necessidade de manter um estoque físico.

No entanto, a falta de regulamentação específica no Brasil gera dúvidas entre os mais conservadores, que questionam a legalidade do modelo, seus riscos tributários e a responsabilidade do varejista perante o consumidor.

Segundo a Grand View Research, o mercado global de dropshipping deve atingir US$ 1.253,79 bilhão até 2030, com um crescimento anual de 22%.

O crescimento do setor é impulsionado tanto pela digitalização do comércio quanto pela entrada de grandes players como Amazon, AliExpress e Mercado Livre, que estruturaram seus marketplaces para permitir operações no modelo dropshipping.

Além disso, algumas plataformas especializadas vêm desempenhando um papel fundamental ao conectar lojistas a fornecedores nacionais e internacionais confiáveis, garantindo uma operação mais segura e transparente.

O dropshipping e o Código Civil Brasileiro

O dropshipping não possui regulamentação específica no Brasil, mas sua validade jurídica é respaldada pelo Código Civil, que permite a celebração de contratos atípicos

artigo 425 do Código Civil estabelece que: “É lícito às partes estipular contratos atípicos, observadas as normas gerais fixadas neste Código.”

Isso significa que, mesmo sem uma legislação específica, o dropshipping pode ser formalizado por meio de contratos empresariais bem estruturados, desde que respeite as normas gerais do comércio e da proteção ao consumidor. Sendo assim, geralmente o modelo pode ser enquadrado como:

– Contrato de compra e venda complexa: o lojista adquire o produto do fornecedor apenas após realizar a venda ao consumidor final;

– Contrato de intermediação comercial: o lojista apenas facilita a transação, sem comprar ou armazenar mercadorias.

A formalização adequada por meio de contratos claros é essencial para evitar disputas comerciais e garantir segurança jurídica às partes envolvidas.

Dropshipping é uma prática legal no Brasil?

O dropshipping não é ilegal. A Constituição Federal garante a livre iniciativa e a liberdade econômica, permitindo qualquer atividade comercial, desde que respeite as normas legais e regulatórias vigentes. Portanto, para operar dentro da legalidade, o lojista deve:

– Ter um CNPJ ativo e regularizado;
– Emitir nota fiscal para todas as vendas;
– Cumprir o Código de Defesa do Consumidor, assegurando direitos básicos como devolução, garantia e suporte ao cliente;
– Recolher os tributos devidos, evitando riscos de autuações fiscais.

O não cumprimento dessas exigências pode acarretar sanções administrativas e tributárias, além de comprometer a credibilidade do negócio.

Responsabilidade civil do lojista no dropshipping

Um dos maiores desafios jurídicos do dropshipping é a responsabilidade do lojista perante o consumidor. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que todos os participantes da cadeia de fornecimento podem ser responsabilizados.

artigo 12 do CDC determina que: “O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.”

Isso significa que, mesmo sem armazenar ou fabricar os produtos, o lojista pode ser responsabilizado se o fornecedor não cumprir suas obrigações. Entre os principais riscos estão:

– Atrasos na entrega;
– Produtos defeituosos ou diferentes do anunciado;
– Problemas com garantias e devoluções.

Para reduzir esses riscos, algumas plataformas especializadas em dropshipping oferecem suporte na escolha de fornecedores, permitindo que lojistas tenham mais controle sobre a confiabilidade dos parceiros comerciais.

Tributação no dropshipping: obrigações e riscos fiscais

A tributação do dropshipping é um dos aspectos mais complexos do modelo, pois envolve tanto vendas nacionais quanto importações. Os principais tributos aplicáveis são:

– ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): imposto estadual cobrado sobre a circulação de produtos dentro do Brasil e sobre mercadorias importadas. A alíquota varia de estado para estado;
– PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social): tributos federais que incidem sobre o faturamento das empresas, com alíquotas variáveis conforme o regime tributário;
– IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): incidem sobre o lucro da empresa e variam conforme o porte e o regime tributário adotado;
– IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): aplicável em casos de importação direta de mercadorias para revenda.

Regime tributário e impacto no dropshipping

A escolha do regime tributário pode impactar diretamente a lucratividade do negócio. As principais opções são:

– Simples Nacional: voltado para pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões/ano. Possui alíquotas simplificadas, mas pode não ser vantajoso para negócios que realizam importação;
– Lucro Presumido: aplicável para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões/ano, com tributação fixa sobre a receita bruta;
– Lucro Real: obrigatório para empresas de grande porte e para aquelas que desejam pagar impostos com base no lucro líquido.

Além disso, a tributação sobre importações deve ser considerada. O programa Remessa Conforme, da Receita Federal, simplifica a tributação para compras internacionais feitas por consumidores finais, mas lojistas que atuam com dropshipping devem analisar se ele se aplica ao seu negócio ou se é necessário adotar outro modelo de importação e tributação.

Dessa maneira, o auxílio de um contador e/ou advogado pode ser necessário para garantir o correto recolhimento de tributos e evitar penalidades fiscais.

Conclusão

dropshipping não é ilegal no Brasil, mas sua operação exige planejamento e conformidade legal para evitar riscos jurídicos e tributários.

A ausência de regulamentação específica não significa que a atividade esteja isenta de regras – lojistas devem cumprir normas do Código Civil, do Código de Defesa do Consumidor e das legislações tributárias aplicáveis. Portanto, para operar com segurança, é necessário:

– Formalizar a empresa e emitir notas fiscais;
– Trabalhar com fornecedores confiáveis, preferencialmente conectados a plataformas especializadas;
– Cumprir as normas do Código de Defesa do Consumidor, assegurando um suporte adequado ao cliente;
– Adotar boas práticas tributárias, evitando autuações fiscais;
– Avaliar se o modelo de importação adotado está regular, considerando programas como o Remessa Conforme e outras obrigações alfandegárias.

Se bem estruturado, o dropshipping pode ser um modelo de negócios seguro e rentável. No entanto, sua viabilidade depende de gestão tributária eficiente, contratos bem definidos e fornecedores confiáveis.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/dropshipping-e-ilegal-no-brasil-veja-as-regras-antes-de-entrar-nesse-mercado-bilionario”