ITI: Mercado de certificação digital é assunto de encontro entre ITI e ANCD

O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI recebeu hoje, em sua sede, em Brasília, representantes da Associação Nacional de Certificação Digital – ANCD e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – Camara-e.net, para o debate de ações que possibilitem a ampliação e a modernização do mercado de certificação digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.

O presidente-executivo da ANCD, Egon Schaden, o conselheiro vice-presidente da Associação, Márcio Nunes, e o vice-presidente do Conselho de Administração da Camara-e.net, Leonardo Elias, apresentaram propostas para a diminuição dos custos que envolvem a emissão do certificado digital e para massificação do uso da tecnologia, ações que tornariam o mercado da certificação digital mais dinâmico.

Para o aprofundamento das propostas apresentadas, o diretor-presidente do ITI, Marcelo Buz, solicitou que as entidades encaminhem ao Instituto dados e informações. “Vamos analisar tudo que nos for encaminhado, para verificar quais ações podem ser colocadas em prática”, explicou Buz, que ressaltou ainda que todas os processos de modernização deverão atender aos quesitos de segurança, fundamentais para a ICP-Brasil. Participaram do encontro ainda os assessores técnicos da presidência do ITI, Eduardo Lacerda e Ruy Ramos, e a assessora do diretor-presidente do Instituto, Ângela Maria.

Fonte: clipping.cservice

Já ouviu falar em D2C? Veja porque a indústria está partindo para o e-commerce

Quem trabalha no ambiente digital já se acostumou com a “sopa de letrinhas” que envolve o e-commerce. Conceitos como B2C, que representa a negociação entre empresa e consumidor final, e B2B, que representa os negócios realizados entre as próprias empresas, já estão consolidados entre os profissionais. Entretanto, outros temas estão crescendo nos últimos anos e transformando o ecossistema do setor ao redor do mundo. É o que está acontecendo com o D2C, modalidade em que os fabricantes (as indústrias) comercializam seus produtos diretamente para o usuário, sem a necessidade de utilizar as revendas e distribuidores para isso.

Pesquisa conduzida pela Bringg, por exemplo, relata que 87% das indústrias apontam que o D2C é altamente relevante tanto para o produto quanto para os consumidores. Além disso, quase metade deles (47%) está utilizando esse canal para aumentar seus lucros. É uma estratégia que realmente está dando certo. Um levantamento da Market Realist indica que a Nike, uma das gigantes dos materiais esportivos, deve aumentar suas vendas nesse formato de US$ 9 bilhões em 2017 para US$ 16 bilhões em 2020.

Em tradução livre, a sigla D2C significa “direto ao consumidor”, ou em inglês, “direct to consumer”. Refere-se aos negócios e transações feitas entre indústria, franqueados, importadores e distribuidores e o consumidor final, sem intermediários dentro de sua cadeia. É uma estratégia que cresceu graças, sobretudo, ao avanço da Internet e do comércio eletrônico, uma vez que aumentou a eficiência e diminuiu os custos envolvidos anteriormente, como a criação de um ponto de venda físico. Dessa forma, pequenas e médias indústrias podem ingressar neste canal sem fragilizar a relação com o consumidor final e seus clientes B2B.

As ferramentas disponíveis para fazer vendas na internet permitem que a empresa exponha todos os seus produtos, atue em diferentes canais online, mensure dados, atraia o consumidor, entenda seus hábitos e estreite o relacionamento com ele. Isso proporciona um diferencial competitivo importante, pois diminui a complexidade dos processos da corporação ao mesmo tempo em que aumenta os ganhos de tempo e recurso. Além disso, amplia o marketshare por representar mais um canal de venda, oferece uma melhor experiência com os consumidores e, principalmente, reduz os custos diretos e indiretos envolvidos no negócio.

Entretanto, apesar das vantagens, a estratégia de investir em D2C exige uma série de cuidados por parte das indústrias. A principal delas é justamente não prejudicar o relacionamento com seus revendedores. Uma forte presença nesse canal pode colocar em risco a venda no varejo. O ideal é ter táticas diferenciadas para cada uma delas, evitando a concorrência desleal. Duas dicas para evitar atritos com a rede de revendas e distribuidores são: optar, inicialmente, pela venda de produtos que ainda não estão disponíveis nas lojas físicas, ou seja, lançamentos, tornando possível medir a performance de uma nova coleção antes mesmo dela chegar nas lojas; e recorrer à venda de produtos de outlet, remanufaturados ou fora de linha.

Além disso, o D2C só é viabilizado quando a empresa consegue fazer a integração do ERP (sistema de gestão) com o e-commerce e os marketplaces, oferecendo um maior controle sobre a estratégia em cada canal e garantindo que não haja qualquer obstáculo para as vendas diretas. Outro ponto que exige planejamento é a logística, que deve ser específica e segmentada para atender este público, caracterizado por pequenas encomendas. Sem falar, evidentemente, da questão tributária e do marketing diferenciado para vendas ao usuário.

Quando bem planejada e executada, a participação da indústria no e-commerce traz inúmeros benefícios para a marca, aumentando seus lucros de forma contínua. O importante é entender que, independentemente do canal escolhido, o segredo do sucesso é um só, ou seja, o foco no relacionamento com o público-alvo. Seja na venda direta ou indireta, o ponto chave para um bom desempenho é oferecer uma boa experiência ao consumidor.

Fonte: ecommercenews.com.br

Via Varejo quer reverter prejuízo com maior foco online e novo mix de itens

No quarto trimestre de 2018, controladora das Casas Bahia e Ponto Frio apresentou perdas de R$ 267 milhões; aporte na estabilidade dos sistemas virtuais pode impulsionar vendas neste ano

Após registrar prejuízo líquido de R$ 267 milhões no quarto trimestre de 2018, a Via Varejo – controladora das Casas Bahia e Ponto Frio – terá como foco no primeiro semestre deste ano a busca por maior competitividade com uma reformulação no mix de produtos e redução do nível de ruptura nas plataformas online.

“Para 2019, trabalharemos em quatro pilares principais: crescimento das receitas dos canais online e offline, melhoria na operação de e-commerce, implementação de um processo de redução de despesas que não afete a experiência de compra e, por fim, a continuidade das estratégias omnichannel”, argumentou o diretor financeiro da companhia por meio de teleconferência ao mercado ontem (20), Felipe Negrão.

De acordo com o executivo, a previsão de investimento para este ano está entre R$ 550 milhões e R$ 600 milhões – praticamente em linha com o capex do ano passado. “Uma das nossas alavancas será o desenvolvimento de um mix que favoreça nossa margem e também que compense nosso posicionamento agressivo nas ofertas. Para isso, vamos dar enfoque em duas categorias: móveis e eletrodomésticos”, explica ele.

Nesse sentido, o executivo lembra que esse segmento de produto pode trazer maior competitividade em termos de preço para a companhia tendo em vista que a Via Varejo tem uma fábrica própria da categoria. Já os eletrodomésticos, segundo ele, auxiliam no crescimento da margem.

Segundo o balanço da companhia, o modelo recentemente implementado nomeado de “Retira Rápido” avançou 9,1 pontos percentuais entre 2017 e 2018, atingindo 17% de penetração nas vendas realizadas. Em contrapartida, o Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia sofreu queda de 1,9 p.p. no confronto do quarto trimestre de 2018 com o mesmo período do ano anterior – atingindo R$ 1,2 bilhão.

“O último trimestre é extremamente importante para a nossa operação, ainda mais pelos eventos sazonais, como Black Friday e Natal”, afirmou o presidente do Grupo GPA – controlador da Via Varejo, Peter Estermann, lembrando que as margens obtidas nessas datas ficaram abaixo do esperado, impactando diretamente os resultados trimestrais.

Ainda segundo Estermann, um dos gargalos que devem ser resolvidos neste ano diz respeito à estabilidade no sistema dos aplicativos e e-commerce, uma vez que essas áreas “impactam diretamente na performance dos negócios”.

Na avaliação do líder de renda variável da assessoria de investimentos Monte Bravo, Bruno Madruga, os ajustes que vêm sendo feitos nos sistemas online serão fundamentais para auxiliar na equalização mais assertiva de estoques.

“Já existe uma evolução nas vendas das lojas físicas da companhia, tendo em vista que antes a falta de alinhamento entre as plataformas online e as operações físicas prejudicava o ajuste de estoques”, declarou Madruga.

Além disso, o analista lembra que a aposta da companhia em eletrodomésticos pode estar voltada sobretudo para a linha branca. “Existe um ciclo de cinco em cinco anos no qual as pessoas tendem a trocar os eletrodomésticos de suas casas. Inclusive, o último estímulo para essa categoria de bens foi realizado pelo governo Dilma, há cinco anos. A Via Varejo pode se beneficiar dessa sazonalidade”, complementou Madruga.

Serviços financeiros

Outra frente de atuação da companhia para a recuperação das vendas deve se dar em relação aos serviços financeiros. “Temos revisado também as estratégias de meios de pagamento para todos os produtos, ajustando o parcelamento e concessão de crédito de acordo com cada categoria”, afirmou Negrão.

Segundo o balanço trimestral da companhia, a inadimplência no crediário apresentou recuo de 13,1% no quarto trimestre de 2018 para 10,8% me relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: clipping.cservice

O marketplace vai morrer?

Em nossos eventos de Retailtrends, levando o conteúdo da NRF 2019 para outras capitais, um dos temas que estou levando ao palco é o da questão do Blockchain, tema que abordei recentemente em um outro artigo.

É certo dizer, por exemplo, que a Blockchain irá trazer para o varejo nos próximos anos uma revolução similar ao impacto da Internet no varejo ainda na virada do século.

Se você ainda não tem ideia do que significa o termo, de forma simplista, é uma tecnologia que permite que uma informação seja totalmente descentralizada, através da encriptação e distribuição dessa informação em toda a rede, sendo hoje considerado o modelo mais seguro e confiável para a gestão de dados.

Por adotar um modelo descentralizado, um dos mercados digitais que irá transformar profundamente será o dos marketplaces, tão em voga, e até mesmo considerados saturados nos dias de hoje. É difícil conversar com alguma marca do varejo e indústria que tenha presença online e que se não tem, não está pensando ou começando a desenvolver algo na linha do marketplace.

Pode ser um caminho ruim, pela velocidade que irá ser considerado ultrapassado. Os modelos de hoje necessitam um intermediário, um servidor ou local que armazene e realize todas as transações entre anunciantes (quando não é a marca direta) e compradores.

O mercado e a demanda de mercado irão forçar rapidamente as empresas a adotarem ou se adaptarem ao novo padrão. Questões como segurança das informações, velocidade de transações, ou mesmo uma avaliação mais consistente de quem vende e quem compra nesses ambientes virtuais poderão rapidamente transformar o mercado e a maneira como atuamos hoje.

As marcas que trabalham hoje de forma híbrida, tanto vendendo de maneira própria os produtos, quanto operando também como marketplace, como por exemplo Amazon, Magazine Luiza, Americanas, entre outras, podem ter impactos menores. Empresas como Mercado Livre, Elo 7, e demais que não operam diretamente com a venda ou distribuição, poderão sentir mais os impactos.

Uma das tecnologias que surgem através da blockchain e podem forçar o mercado a novos modelos, é o chamado Ink Protocol, algo como uma assinatura ou perfil que pode ser utilizado em diversas plataformas. A segurança da blockchain funciona para certificar a reputação de um determinado vendedor (como nos casos dos marketplaces), ou consumidor (pensando em bancos, seguros, financeiras, entre outros) entre as plataformas que fizerem uso da tecnologia.

Já há modelos hoje no ar operando em blockchain, como o Open Baazar, que permite o contato direto, sem intermediários, entre vendedores e consumidores. Uma das vantagens desse tipo de formato é que as empresas se tornam instantaneamente globais, favorecendo inclusive o comercio cross-border, que ultrapassa fronteiras e hoje se faz tão desejado pelos varejistas.

Fonte: clipping.cservice

E-commerce, geração Z e a nova forma de vender pela internet

Em 2018, o cenário do comércio eletrônico nacional e internacional foi surpreendente: ao redor do globo, destacaram-se a China, com uma queda de 7,6%, e os Estados Unidos, com uma alta de 13,2% em relação ao período anterior.

No Brasil, independentemente da instabilidade política, econômica e social, o e-commerce alcançou um aumento de 10,6%, no que se refere aos compradores digitais de 2017, chegando a 73 milhões.

Além disso, o mobile definitivamente se tornou uma realidade — conforme previsto no ano passado —, pois as visitas (66%) e as vendas (53,8%) por dispositivos móveis ultrapassaram as feitas por desktop.

Mas e para 2019, o que esperar? A seguir, confira as três principais tendências que servirão de guia para a elaboração das estratégias deste ano.

1. Geração Z e vídeo marketing

De acordo com a ONU, a geração do século 21 ultrapassará a dos millennials (ou Y, nascidos entre a década de 80 e 2000) em 2019, e representará 32% da população mundial.

Distintamente do posterior, que acompanhou o surgimento da internet, o grupo Z já cresceu em contato com os recursos tecnológicos e todas as suas facilidades: smartphones, tablets e redes sociais.

Com isso, a geração 21 desenvolveu novas habilidades e necessidades ao longo dos anos, como o desejo de se identificar e a busca pela autenticidade — primordialidades constantemente promovidas pelo marketing de influência.

Essa abordagem de marketing tem como centro uma figura conhecida atualmente como influenciador digital, que dialoga com tais interesses por meio de vídeos (e mais recentemente, através de podcasts).

Segundo o Think with Google, o YouTube é acessado diariamente por pessoas de 14 a 18 anos e se transformou no 2º maior destino para consumo audiovisual no Brasil (ficando atrás apenas da TV Globo). Para mais, segundo a Search Engine People, um vídeo é capaz de aumentar o tráfego orgânico em até 157%.

Imagina, então, o que uma estratégia de vídeo marketing poderá fazer por um negócio! Investir nessa aposta se tornou algo indispensável para quem deseja alcançar mais conversões, especialmente se o público-alvo for a geração Z.

2. Consolidação das vendas pelas redes sociais

Ao longo dos últimos anos, as mídias começaram a modificar suas propostas com o objetivo de facilitar ainda mais o redirecionamento de tráfego às lojas virtuais e a consolidação das vendas.

Como exemplo mais recente, temos o Instagram: iniciou permitindo links no perfil (e depois nos Stories para contas verificadas) e, em março de 2018, lançou o Instagram Shopping — funcionalidade de compra por meio de etiquetas nas fotos do feed.

De acordo com o NuvemCommerce 2019, 21% das vendas do ano passado foram realizadas pelas redes sociais — o Instagram foi responsável por 59% delas, o Facebook por 37%, o YouTube por 3% e o Pinterest por 1%.

Ademais, o número do Instagram entre os semestres variou de 61,2 a 72,9% — alcançando um aumento de 12,7%. Já o Facebook, inversamente, oscilou de 55.2% a 33.2%, fechando 2018 com uma queda de 22%.

Assim, fica evidente que, para alavancar as conversões de um e-commerce, as redes sociais são ferramentas essenciais de divulgação (orgânica e paga) e ideais para uma apresentação mais autêntica e visual.

3. Era da assistência

Além do omnichannel, que tem como propósito integrar atendimento, gestão e marketing nos meios online e offline, é importante considerar que atualmente estamos vivemos a era da assistência.

As buscas no Google, por exemplo, já não são mais feitas a partir de palavras-chave aleatórias e, sim, por questionamentos individuais: “qual marca, produto ou serviço é melhor para mim” e “qual eu devo usar (ou comprar)”.

Os sistemas de recomendações estão em alta: Spotify, YouTube e Netflix, por exemplo, se destacam no mercado por rapidamente assimilarem nossos gostos e sugerirem músicas, vídeos, seriados e filmes similares.

Assistentes virtuais, como a Cortana da Microsoft e a Siri da Apple, se tornaram necessidade para compreender o público-alvo. Através de informações construídas por meio desses bots, é possível solucionar as dúvidas dos clientes, bem como descobrir os seus hábitos e em qual etapa do funil se encontram.

A partir de 2019, segundo a Adobe, 31% das empresas irão investir em automação (16% a mais que no ano passado). Portanto, também vale a pena conferir esse novo tipo de interface conversacional que poderá revolucionar o atendimento ao cliente e fazer marcas se sobressaírem em meio ao varejo brasileiro e mundial.

Fonte: ecommercebrasil.com

Empresa de logística utiliza bicicleta e patinete elétrico como modalidades de entrega em SP

A partir deste mês, a B2log, www.b2log.com, startup de logística especializada em e-commerce, começa a operar com uma nova modalidade de entrega utilizando patinetes elétricos e bicicletas. A ideia surgiu para atender a demanda das regiões da capital paulista com trânsito intenso. “85% das nossas frotas são de carros de passeio, dependendo da região, um entregador pode levar de 40 minutos a 1 hora entre trajetos que poderia fazer em 15 minutos”, diz Juca Oliveira, CEO e founder da companhia. “Somos pioneiros no serviço de entrega com patinete elétrico. Queremos oferecer praticidades e continuar entregando um serviço de qualidade aos nossos parceiros”, completa.

A iniciativa prevê trabalhar com entregadores autônomos que deverão se cadastrar no aplicativo da B2Log para receber o itinerário das corridas. A expectativa, segundo Juca, é dobrar o número de entregas feitas no mesmo dia em que o consumidor compra seu produto na loja virtual, que hoje representam 20% da demanda.

A empresa possui em seu portfólio clientes como Dafiti, Netshoes, Decathlon, Ricardo Almeida, Livraria Cultura, Shop2gether, Kanui, Tricae, Rihappy, MyShoes, Emporionaka, Vestem, Trousseau, Longerie, Oqvestir, Mob, Synapcom, entre outros.

De acordo com Juca, essa modalidade trará benefícios ainda maiores aos seus parceiros de e-commerces, aumentando a satisfação de seus consumidores finais.

Fonte: logweb.com

2019: Na contramão da crise, lojas online continuam a prosperar!

Uma das características do mundo online é a constante renovação, e com a área de e-commerce não é diferente. A previsão indica que 2019 será lucrativo para o setor, e qualquer varejista que queira sobreviver neste mercado precisará manter-se em dia com as tendências – mesmo que (ainda) não possua uma loja virtual.

Afinal, se existem duas palavras com potencial para definir o ano que se inicia, elas são “integração” e “inteligência”. O e-commerce é o canal com maior crescimento no mundo e, diante disso, as lojas físicas assumem um novo papel e precisam se adaptar a essa nova realidade.

Cada vez mais, as lojas físicas se unem às lojas virtuais e se configuram como espaço de experimentação e de encantamento. É comum que o cliente queira conhecer o produto “ao vivo” para depois optar pela aquisição online.

Nesse sentido, a Amazon tem oferecido a chance de experimentar os cosméticos que despertam o interesse do consumidor, aumentando as chances de fidelização. O serviço está em teste, mas logo deve estar disponível no mercado.

Outra tendência é o Pickup and Drop off Points (PUDOs) ou pontos de retirada. Após a compra online, o cliente opta pela modalidade de entrega “click & collect”, elegendo um dos pontos de retirada que sejam mais convenientes, ou a própria empresa tem pontos estratégicos, além das próprias lojas físicas.

O modelo, já maduro nos países nórdicos e nos EUA, oferece como vantagem a maior agilidade de entrega e valor do frete mais baixo. Claro que há entraves pensando no contexto brasileiro, mas ainda que cause estranhamento, o sistema otimiza a movimentação logística, podendo diminuir os custos, e ainda compartilha de uma visão sustentável ao reduzir o fluxo de entregadores no trânsito, cujos veículos emitem mais CO2 do que as entregas em caixas postais.

A jornada dos consumidores permanecerá multicanal com o mobile alterando significativamente o comportamento do cliente. A integração dos diferentes canais e a existência de times multidisciplinares para trabalhar com eles é primordial; não pode haver pontos de fricção no caminho percorrido pelo consumidor, e devem ser usadas novas tecnologias para tornar a vida dele ainda muito mais fácil. O comércio eletrônico ainda tem muito a evoluir nesse sentido. De acordo com os dados que foram apresentados durante a edição desse ano da NFR, nos Estados Unidos, 78% dos varejistas ainda não oferecem uma experiência única em seus canais, e perdem cerca de US$ 24 bilhões por ano devido a más experiências dos seus clientes com o uso de dispositivos móveis.

Neste ano, a integração das redes sociais ao e-commerce se intensificará. O Instagram e Facebook apresentaram, em meados de 2018, essa funcionalidade criando um novo canal de venda. Com bons resultados, a proposta foi adotada por grandes marcas, mas principalmente por e-commerces menores e startups, já que permite criar estratégias de divulgação de acordo com o tamanho do negócio.

Além disso, a personalização seguirá em alta. Os dados apontaram que 91% dos consumidores são mais propensos a comprar com marcas que os reconhecem e lembram, e, com isso, oferecem ofertas mais relevantes. No entanto, ao mesmo tempo em que o interesse em personalização avança, cresce também a preocupação dos consumidores com o uso de seus dados.

Assim, a política de segurança de informações será ainda mais criteriosa. Compartilhar dados dos clientes sem a devida transparência gerou escândalos para as gigantes de tecnologia. Por outro lado, isso oferece uma janela para que os varejistas analisem as próprias condutas adotadas, que permitam a colaboração entre varejo e marca, já que para elas é valioso receber insights dos clientes para as decisões de investimento em produtos.

Fonte: ecommercenews.com.br

Varejistas devem ir “além da última milha” para superar modelos de entrega ineficientes e não rentáveis

Um novo estudo do Instituto de Pesquisas da Capgemini ressalta que o investimento do setor varejista nas entregas de “last mile” ou “última milha – a etapa final no caminho das compras online, antes que o produto chegue para o cliente – é primordial para descobrir novas formas de receita com as entregas. O relatório constatou que 97% das organizações acreditam que os atuais modelos de entrega de “last mile” não são sustentáveis para implementação em larga escala em todos os locais, e ainda apontou que os custos com o frete grátis não poderão ser mantidos, a menos que os gastos sejam reduzidos por meio de automação.

O estudo “The Last-Mile Delivery Challenge: Giving Retail and Consumer Product Customers a Superior Delivery Experience Without Impacting Profitability” (em livre tradução: “O Desafio da Entrega de Última Milha: Proporcionando aos Clientes do Varejo e de Bens de Consumo uma Experiência de Entrega Excepcional sem Afetar a Rentabilidade”) contou com a participação de mais de 2.870 consumidores, além de 500 executivos de supply chain, empresários e líderes do setor.
Os principais insights do relatório incluem:
– Oportunidades lucrativas residem em obter uma melhor experiência de “última milha” por meio da automação: com o armazenamento e a classificação de produtos representando um terço dos custos da cadeia de suprimentos, há uma oportunidade significativa com a automação. Ao reconhecer essa oportunidade, 89% das organizações estão investindo na mecanização e automação dos centros de distribuição para agilizar o atendimento e as entregas.

– Atualmente, 40% dos clientes compram mantimentos online pelo menos uma vez por semana: número que pode chegar a 55% até 2021. Dentre os 40% dos clientes que consideram os serviços de entrega essenciais para a compra de alimentos e produtos de mercearia, um em cada cinco deles (20%) prepara-se para mudar de varejista caso esse benefício não seja fornecido. A evolução do comportamento do consumidor também está estimulando o aumento no “imediatismo” das compras: 59% dos clientes compram produtos online quando precisam, em vez de esperar até o final de semana para comprar na loja física.

– Entregas de “última milha” rápidas e eficazes incrementam os gastos e a fidelidade do cliente: felizmente, 74% dos compradores satisfeitos pretendem aumentar seus gastos em até 12% com os varejistas nos quais compram com frequência. Com a grande maioria (82%) dos clientes compartilhando experiências positivas com amigos e familiares e pouco mais da metade deles (53%) demonstrando a disposição de adquirir uma assinatura paga para obter um bom serviço de entrega. No entanto, apesar de 55% dos clientes falarem que a oferta de serviços de entrega expressos (em até duas horas) aumentariam sua fidelidade, apenas 19% das empresas fornecem essa facilidade atualmente, em comparação com os 59% dos varejistas que oferecem um prazo de entrega superior a três dias.

– 65% dos clientes usam serviços alternativos de entrega – tais como o Google Express, Instacart ou Ocado – para obter serviços melhores do que os dos varejistas tradicionais: o relatório concluiu que os consumidores não estão satisfeitos com o cenário atual das entregas de “última milha”, especialmente devido aos preços altos (59%), a indisponibilidade de entrega no mesmo dia (47%) e aos atrasos (45%), fatores determinantes para a “insatisfação com o serviço de entrega”. Quase a metade (48%) dos clientes insatisfeitos deixaria de comprar de um supermercadista se não estivesse satisfeito com a entrega, e os que se manteriam fiéis reduziriam os gastos em 45%.

Ao comparar e contrastar atitudes entre varejistas e clientes, o relatório identificou as seguintes tendências:

Atualmente, as organizações estão onerando os clientes com apenas 80% do custo total de entrega, e essas mesmas entregas são a parte mais cara da cadeia de suprimentos: o relatório apontou que 97% das organizações acreditam que os atuais modelos de entrega de “última milha” não são sustentáveis para implementação em grande escala em todas as localidades. E, como tal, devem ser vistas como um investimento-chave para 2019, com apenas 1% dos clientes dispostos a absorver o custo total decorrente das entregas.

Apesar dos baixos custos de entrega serem uma alta prioridade para a metade de todos os clientes, apenas 30% dos varejistas os consideram desta forma para suas organizações. Se quase três quartos (73%) dos consumidores afirmam que ter horários convenientes disponíveis é mais importante do que receber entregas rapidamente, apenas 19% das empresas classificam essa capacidade como prioritária.

No entanto, a pesquisa descobriu que os clientes estão abertos a experimentar opções de entrega no regime “coletivo”: em troca de um incentivo – sendo o estímulo mais popular o monetário. Com 55% deles dispostos a entregar produtos a moradores de sua vizinhança e 64% considerando indiferente se a entrega seria feita por um funcionário da loja de varejo, por particulares ou por terceiros. Na verdade, 79% dos clientes estão dispostos a entregar esses produtos a um preço inferior ao custo atual praticado pelos varejistas para entregá-los.

O relatório finaliza com as seguintes recomendações para o sucesso das entregas de “última milha”:

– Otimizar os locais de atendimento: aumentar em 50% as entregas baseadas em lojas poderia potencialmente elevar as margens de lucro em até 9%. As “dark stores” – postos de varejo com layouts de loja, destinados apenas a atender pedidos online – também podem processar altos volumes de entrega e são 23% mais baratos do que as lojas convencionais para entregas no mesmo dia. Além disso, se 30% das remessas e devoluções forem encaminhadas por meio de acordos de cobrança de arrecadação de pacotes, as companhias poderão esperar um aumento de 8% nas margens de lucro.

– Automatizar as opções de entrega: o relatório conclui que a automação dos centros de distribuição pode aumentar o lucro em até 14%, reduzindo custos de pedidos e remessas das lojas. Além disso, a automação oferece uma série de benefícios, incluindo redução dos erros de atendimento e gerenciamento de devoluções – que representam 26% do custo de entrega.

Tim Bridges, Líder do Setor Global de Bens de Consumo, Varejo e Distribuição na Capgemini, afirmou: “Atualmente, os clientes não estão satisfeitos com a qualidade dos serviços de remessas, nem dispostos a arcar com o custo total da entrega de “última milha”. Portanto, o dilema enfrentado pelos varejistas é fornecer serviços de entrega de “last mile” que os clientes valorizem, sem prejudicar a própria lucratividade. Se feita corretamente, sua experiência pode conquistar a satisfação do cliente, os revendedores podem ganhar com a fidelidade, aumentar o valor de compra e a frequência, enquanto mitigam o risco de lucratividade com a automação e otimização dos locais de atendimento”.

Metodologia de Pesquisa
O Instituto de Pesquisas da Capgemini realizou um estudo preliminar que contou com a participação de 2.874 consumidores de cinco países da Europa e América do Norte em outubro de 2018. Executivos de 500 varejistas de alimentos e empresas de bens de consumo também foram ouvidos. A Capgemini, então, conduziu entrevistas com líderes do setor e empresários proeminentes, examinando o impacto da entrega de “último milha” no que tange aos custos, fidelidade e lucratividade.

Fonte: ecommercenews.com.br

Varejistas precisam adotar apps agora ou enfrentarão a obsolescência

A mudança para uma sociedade dominante em tecnologia alterou a forma como os consumidores interagem com os varejistas e gastam dinheiro. Na esteira dos recentes fechamentos de grandes marcas e da crescente presença de gigantes do comércio eletrônico, as empresas agora estão em alerta máximo e enfrentam uma pressão crescente para adotar o modelo omnishopper para se manterem competitivas.

No estudo da Criteo intitulado Análise do E-Commerce no Mundo referente ao terceiro trimestre de 2018, os dados indicam que promover um aplicativo e adotar uma estratégia de marketing omnichannel é a chave para o sucesso contínuo. Três tendências surgiram neste competitivo mercado global, moldando as estratégias de varejo e o futuro das vendas nos mundos físico e online.

  1. Crescimento do mobile

Os consumidores têm uma variedade de opções para atender às suas necessidades de compra, incluindo a Internet, o desktop ou telefone celular, e as tradicionais lojas de rua ou shoppings centers. Mas um canal tem ganhado destaque – ainda dentro dos dispositivos móveis, os aplicativos. Os consumidores foram cativados pelos smartphones e suas capacidades cada vez maiores, bem como os tamanhos de tela e conveniências. Por sua vez, mais e mais compradores gastam dinheiro usando um aplicativo. Nunca foi tão importante para os varejistas aproveitarem essa oportunidade para alcançar os consumidores em seus próprios aparelhos.

O número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre. As transações na web e em apps cresceram a um ritmo constante, à medida que os consumidores se acostumaram mais a fazer compras por meio de celulares. Essa tendência foi impulsionada pela transição de telas menores e de menor resolução para as maiores e mais legíveis. Como os telefones de bolso se tornaram mais capazes, os consumidores gastam cada vez menos tempo com os tablets. Menos de uma em cada cinco vendas de celulares agora é feita em um tablet. Isto ocorre provavelmente pelo fato de que fazer compras em um smartphone ser possível em quase todos os lugares, enquanto os tablets, devido à falta de conectividade móvel e portabilidade, não são tão onipresentes.

A ascensão do canal de compras móveis é cada vez mais evidente em todos os países do mundo, de acordo com os dados de que dispomos. No Brasil, a participação das vendas por smartphones aumentou 41% nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos, cresceu 14% só no ano passado. Em outros exemplos, as transações móveis são responsáveis por 40% das compras na América do Norte e até 52% na Ásia.

  1. Promoção ativa de aplicativos de compras

É essencial que os varejistas reconheçam o papel dos dispositivos móveis na jornada dos compradores e aproveitem seus aplicativos. Entre aqueles que desenvolvem e promovem seus apps, as compras móveis já representam 63% de todas as transações. Se você acha que não precisa de um aplicativo porque as compras online, seja pelo navegador do dispositivo móvel ou desktop, são suficientes, pense novamente. As compras por aplicativos têm taxas de conversão três vezes maiores que no navegador, seja no celular ou tablet, e quase duas vezes maiores do que as feitas pelos computadores.

Se você está presente somente no ambiente online, o efeito da promoção de aplicativos é ainda maior. Varejistas exclusivamente online que promovem seus aplicativos veem que 31% de todas as transações são feitas somente por esse canal. Compare isso com os 21% de transações que os varejistas tradicionais registram em seus canais de compra no aplicativo.

  1. Varejistas omnichannel

Os varejistas tradicionais ainda têm outro incentivo para promover seus apps – compras na loja. Embora as compras no aplicativo estejam se tornando mais importantes, isso não significa que as lojas físicas estejam morrendo. Os compradores continuam desfrutando de uma experiência na loja e da conveniência das compras online. Os varejistas podem criar opções em aplicativos móveis que tenham recursos na loja, como encontrar onde a loja mais próxima está ou acessar promoções.

O benefício não para apenas na primeira venda. Com uma abordagem omnichannel, os varejistas podem coletar mais de quatro vezes a quantidade de dados de vendas de um determinado consumidor, otimizando as vendas futuras e o marketing, obtendo sucesso a curto prazo.

Todos os dados que temos sobre compras em dispositivos móveis e a experiência omnichannel demonstram a importância de alavancar celulares e tablets no atual cenário de varejo. Isso torna seu produto mais acessível, sua loja mais conveniente e seu marketing mais direto. É a maneira mais rápida de tornar sua marca ainda mais relevante para seus clientes, tanto online quanto na loja.

Fonte: ecommercenews.com.br

Estudo revela comportamento do consumidor de e-commerce

A ascensão da tecnologia e a facilidade de comprar com apenas um clique tem atraído cada vez mais o consumidor brasileiro para o comércio eletrônico

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABComm, estima-se que o faturamento das vendas deste segmento chegue a R$ 79,9 bilhões em 2019, representando crescimento de 16% com relação a 2018. Para mapear as principais tendências deste mercado, a Nuvem Shop, plataforma de e-commerce que atua na América Latina, responsáveis por mais de R$ 275 milhões em vendas por ano, acaba de realizar a quarta edição do NuvemCommerce – Relatório Anual de comércio eletrônico – 2018. O estudo é baseado no comportamento dos consumidores brasileiros e diz muito sobre os rumos deste mercado.

Segmentos

De acordo com o estudo, o segmento de Moda e Vestuário foi o que dominou o mercado de e-commerce em 2018, seguido de Saúde e Beleza, Acessórios, Comidas e Bebidas, e por fim, Eletrônicos. Com relação ao número de vendas, o segmento de Moda e Vestuário representa 38% das transações, Outros segmentos 17,9%, Saúde e Beleza 12,4%, Acessórios 11,5% e Casa e Jardim 4,9%.

Além disso, o levantamento indica que o meio de pagamento mais utilizado pelos consumidores em 2018 foi o PagSeguro – 46,8%, seguido de Mercado Pago – 15,8% e Wirecard – 13,9%. Em relação ao frete, os Correios representaram 58% das vendas, frete personalizado – 34,6% e retirada física – 4,1%.

Com relação ao número de vendas, o segmento de Moda e Vestuário representa 38% das transações, Outros segmentos 17,9%, Saúde e Beleza 12,4%, Acessórios 11,5% e Casa e Jardim 4,9%

Mobile X Desktop

A enorme expansão do mercado de dispositivos móveis tem impulsionado cada vez mais o comércio eletrônico. Essa tendência afeta diretamente os e-commerces, que precisam adaptar-se aos novos hábitos de consumo. De acordo com o relatório da Nuvem Shop, em 2017 as vendas via desktop eram superiores – 55%, em relação às transações mobile – 45% e as visitas às lojas online através de dispositivos móveis representavam 69%, enquanto o desktop era responsável por 31%. Contudo, em 2018, o cenário inverteu-se e 53,8% das transações foram realizadas via mobile e 46,2% por desktop e 66% das visitas às lojas foram via dispositivos móveis e 34% pelo desktop.

Além disso, segundo o estudo, em 2018, os segmentos de Moda & Vestuário, Saúde & Beleza e Acessórios foram os que mais venderam via mobile. “Nota-se que o m-commerce é uma tendência que já está atingindo a maioria dos consumidores pela facilidade e praticidade. Por isso, os consumidores estão ganhando cada vez mais confiança para realizar suas transações via dispositivos móveis e os lojistas precisam estar atentos para adaptarem seus sites para uma versão que comporte não apenas o desktop, mas também o mobile”, explica Alejandro Vazquez, Co-fundador da Nuvem Shop.

Redes Sociais

As vendas por meio das redes sociais representaram 21% do total de transações no ano de 2018. Além disso, oito em cada dez visitas e uma em cada quatro vendas foram geradas por meio destes canais, especialmente via Instagram e Facebook. Entretanto, o Instagram foi o grande campeão em vendas e representou 59% das transações, enquanto o Facebook ficou em 37%, o Youtube em 3% e o Pinterest em 1%. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais usuários no Instagram, perdendo apenas para os Estados Unidos, e segundo o Sebrae, esta é a rede social que mais cresce no mundo, contando atualmente com mais de 500 milhões de contas.

A pesquisa revelou também que 47,9% dos e-commerces percebem o aumento de visitas e vendas quando utilizam as redes sociais de maneira orgânica para divulgação, mas 40%, apesar de utilizar as redes, ainda não tem esta percepção. Ademais, 10,3% não utiliza as redes sociais para esta finalidade, mas pretende empregar esta estratégia no futuro. Por fim, apenas 1,8% não se interessam pela utilização desses canais como estratégia de vendas.

Campanhas de Marketing

O NuvemCommerce – Relatório Anual de comércio eletrônico – 2018 apontou que 12,1% dos lojistas fazem uso do e-mail marketing como estratégia de vendas, e consequentemente, notam o aumento de visitas ao site e nas vendas. Contudo, 18,2% utilizam este recurso, mas não percebem um crescimento no engajamento em seus canais. Além disso, 58,8% dos e-commerces ainda não utilizam e-mail marketing, mas pretendem no futuro e 11,5% não tem interesse em empregar esta estratégia.

Com relação aos anúncios pagos, a maioria dos lojistas utiliza o Facebook Ads – 50,9%, Instagram Ads – 46,7%, Google Ads – 27,9% e outros meios – 9,1%, já 30,3% não investem em anúncios pagos. Com relação aos canais utilizados para atendimento, o WhatsApp – 88,5% é o canal mais utilizado pelos e-commercers, seguido do e-mail – 77%, redes sociais – 73,3%, telefone – 55,2%, Facebook Messenger – (50,3%, Chat Online – 29,7%, Skype – 3% e outros canais – 8,5%. “Os consumidores estão atentos em relação às ofertas e sempre em busca de um atendimento personalizado. Assim, é fundamental criar estratégias consistentes para superar as expectativas dos consumidores. Esse é o grande segredo para impulsionar e garantir o sucesso de um negócio”, finaliza Vazquez.

Fonte: clipping.cservice