Por que os lojistas devem migrar para o varejo híbrido?

Nos últimos anos, temos assistido a uma transformação acelerada no comportamento do consumidor, impulsionada pela digitalização e pelas mudanças nas preferências de compra. O varejo híbrido, que combina operações físicas e digitais, não é apenas uma tendência passageira, mas uma evolução natural do mercado. Esse modelo tem se consolidado como essencial para a competitividade das empresas, permitindo que varejistas de todos os portes expandam suas atuações e alcancem novos públicos de maneira mais eficiente.

A adesão crescente aos marketplaces tem sido um dos principais motores dessa mudança. Esses ambientes digitais oferecem infraestrutura, tecnologia e visibilidade para lojistas, permitindo uma expansão de atuação sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Além disso, possibilitam a expansão geográfica, já que, enquanto uma loja física atende regionalmente, o marketplace permite alcançar consumidores em todo o Brasil. O consumidor moderno busca personalização, praticidade e agilidade. Segundo estudos recentes realizados pela Wake, em parceria com o Opinion Box, mais de 79% dos consumidores preferem comprar em plataformas que oferecem uma experiência unificada entre os canais digital e físico, reforçando a necessidade de integração omnichannel.

A força da estratégia omnichannel

Outro fator decisivo é a necessidade de uma estratégia omnichannel bem estruturada. Hoje, os consumidores não fazem mais distinção entre o mundo físico e o digital. Eles querem liberdade para iniciar uma compra online e finalizar na loja física, ou vice-versa. Empresas que entendem e se adaptam a esse comportamento têm uma vantagem competitiva significativa. Os consumidores querem conveniência e fluidez na experiência de compra. O varejo híbrido, aliado à força dos marketplaces, proporciona isso ao integrar estoques, ampliar opções de pagamento e garantir entregas ágeis.

Além disso, a adoção de tecnologias como inteligência artificial e análise de dados tem sido fundamental para personalizar a experiência do cliente e aumentar as taxas de conversão de vendas. Os marketplaces também investem significativamente em tecnologia mobile, visando facilitar a navegação dos usuários. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mais de 50% das compras online no Brasil são realizadas por meio de smartphones, evidenciando a importância de plataformas otimizadas para dispositivos móveis.

Como os lojistas podem se destacar

Compreender o perfil do consumidor e oferecer soluções alinhadas às suas preferências fortalece a relação entre marcas e clientes, gerando mais fidelização e recorrência de compras. Essas ferramentas possibilitam desde a recomendação de produtos baseada no histórico de compras até a otimização de estoques, tornando a operação mais eficiente.

Para se destacar nesse cenário, os lojistas podem aproveitar a estrutura já existente dos marketplaces, que oferecem soluções logísticas eficientes, garantindo entregas rápidas e seguras sem a necessidade de investimentos próprios. Além disso, estratégias de fidelização, como programas de cashback, cupons exclusivos para diferentes canais e um atendimento personalizado, são disponibilizadas pelo próprio marketplace, ajudando a manter os consumidores engajados e ampliando as oportunidades de vendas.

Com a expectativa de crescimento contínuo das vendas digitais e a consolidação de novos hábitos de consumo, o varejo híbrido se posiciona como a melhor resposta para os desafios do setor. Investir na integração entre canais, na experiência do cliente e em soluções tecnológicas é um passo fundamental para acompanhar essa tendência. Quem ainda não iniciou essa transição precisa agir agora para não perder relevância no mercado. O futuro do varejo já chegou – e ele é híbrido.

Fonte: “Por que os lojistas devem migrar para o varejo híbrido? – E-Commerce Brasil

O Full Commerce ainda resolve as deficiências da indústria e do varejo no digital?

Há 15 anos atrás, o Full Commerce nasceu da necessidade da indústria em atingir o cliente final, o famoso D2C, atuando como um parceiro especializado em trazer escala e eficiência para a operação digital. Hoje, essa semente amadureceu, a terceirização não é mais uma demanda latente, e sim, uma viabilizadora de muitas marcas no digital. Então, podemos sim dizer que o Full Commerce resolve as deficiências da indústria e do varejo no comércio online. E é isso que vou comprovar para você neste artigo.

Solucionando o caminho até o cliente

Segundo a projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce pode atingir um faturamento de R$ 224.70 bilhões até o final de 2025. Logo, não tem como o mercado não ficar sedento por essa fatia de lucratividade. Porém, o caminho até o tão sonhado pedaço de bolo, com a cereja em cima, não é tão doce assim. E mais, ele ainda pode causar um pico de glicemia se a ansiedade por conquistá-lo não for muito bem planejada.

Nessa analogia, então, o Full Commerce entraria como um nutrólogo, um especialista que vai saber receitar os “remédios” certos para que a ingestão de “açúcar” não afete a saúde das marcas no digital a curto, médio e, especialmente, longo prazo. Saindo da esfera médica, e trazendo para a nossa realidade do varejo digital, as empresas terceirizadas atuam em cada ponto da jornada de compra com o enfoque de ganho de performance e rentabilidade.

O varejo e a indústria precisam de margem, assim como precisam reduzir custos de logística, de armazenamento, de plataforma, de marketing… Tudo com a máxima eficiência para que o negócio, como um todo, ganhe escala e não seja impactado por deslizes no meio do caminho. Para amarrar cada ponta dessa colcha de retalhos que é o e-commerce, o modelo Full Commerce se torna uma solução que viabiliza o sucesso das marcas no digital.

Porque é estratégico terceirizar a operação de e-commerce

A matemática é simples. Os custos de ter uma operação interna são enormes. Um time completo de logística, marketing, meios de pagamento, tecnologia, sistemas de segurança e antifraude, dados e inteligência artificial, queima muito caixa, que poderia estar sendo investido no desenvolvimento de produtos ou em outros fatores que contribuem com o core business.

Ao mesmo tempo, muitas empresas já contam com diversos pontos da operação que já são terceirizados. Se você faz suas entregas por meio dos Correios ou de alguma transportadora, isso já é uma etapa terceirizada. Então, porque não centralizar essa terceirização em apenas um prestador de serviços, que vai ter a visão completa da jornada de compra? Por ter uma visão 360º, inclusive, as estratégias e as possíveis correções de rota podem ser ajustadas em sincronia, tendo a consciência de que cada mudança pode mudar o direcionamento da etapa seguinte, e também da anterior.

Provavelmente, você já deve ter se deparado com uma situação onde há vários parceiros executando cada processo da venda online, e nenhum deles sabe dos objetivos ou das ações dos outros. Aqui, as chances de um afetar o trabalho do outro é ainda maior e se torna ainda mais crítica no momento do fechamento das contas no fim do mês. Tudo isso pode ser evitado no Full Commerce e, cá entre nós, ninguém quer perder vendas e muito menos clientes devido a uma operação que apresenta falhas.

 Full Commerce não é o futuro, é o presente necessário

Entenda que o modelo de Full Commerce é o “agora” que faz toda a diferença no ganho de eficiência, escala e margem no digital, tanto para a indústria quanto para o varejo de vários segmentos, seja luxo, grocery & drinks, moda, beauty, farma, etc. Só assim, é possível ter uma estratégia conjunta e integrada entre todos os canais de vendas, do e-commerce próprio ao marketplace.

No final, o que está em jogo é o relacionamento da sua marca com o consumidor, e no poder que essa relação tem em gerar fidelização. E isso depende de escolhas bem feitas e de especialistas em cada ponto do fluxo de vendas.

Fonte: “https://abcomm.org/noticias/o-full-commerce-ainda-resolve-as-deficiencias-da-industria-e-do-varejo-no-digital/”

Aeroporto de Viracopos inaugura área especial para pacotes do e-commerce

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), iniciou nesta semana um serviço especial de recepção de mercadorias do e-commerce que deve agilizar o recebimento de remessas expressas em toda a região Sudeste do país. O TECEX Viracopos iniciou a operação com quatro empresas especializadas que ocupam uma área exclusiva dentro do Terminal de Carga visando tramitar os pacotes de importações.

O local terá um fluxo diferenciado e todos os operadores são habilitados no Programa de Remessa Conforme, da Receita Federal. O TECEX de Viracopos vai abrigar 04 empresas e funcionará 24h durante os sete dias da semana. Um teste piloto no local foi realizado com sucesso no dia 15/01 pela empresa PHX.

O Programa Remessa Conforme é um programa implementado pela Receita Federal do Brasil em 2023, designado para simplificar o processo de importação e reformular o sistema de tributação para compras internacionais.

A expectativa da Gerência Comercial de Carga de Viracopos é que o local possa receber aproximadamente 70 mil pacotes por dia nesta primeira fase da operação.

O aeroporto já prepara novas áreas para ampliar o TECEX nos próximos meses e, assim, poderá abrir espaço para que outras empresas também possam aderir ao sistema especial de remessas expressas destinados à região Sudeste, principalmente para o Estado de São Paulo.

“Nossa expectativa é que o pacote de remessa expressa seja liberado em poucas horas, para ser entregue com segurança e agilidade aos clientes das respectivas empresas que operam no TECEX de Viracopos”, disse a diretora Comercial de Viracopos, Maria Fan.

Segurança e monitoramento

O TECEX Viracopos vai operar com três equipamentos de raio X dedicados exclusivamente para as operações de remessas expressas do e-commerce. O local é monitorado 24 por dia por câmeras de segurança e conta com espaços segregados para inspeção, retenção e apreensão, que será fiscalizada pelos órgãos públicos anuentes e administrada pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos.

O e-commerce, ou comércio eletrônico, é o processo de compra e venda de produtos e serviços pela internet. O termo se refere a transações realizadas por meio de computadores, celulares, tablets e outros dispositivos móveis.

O TECEX de Viracopos teve o alfandegamento aprovado pela Receita Federal no final de 2024 e o início das operações ainda no presente mês é bastante oportuno em razão do feriado chinês que resulta em um aumento importante da demanda.

“Algumas empresas da área de e-commerce já estão procurando o aeroporto interessadas em áreas para aderir ao TECEX de Viracopos e o aeroporto já iniciou as obras para expandir o serviço nos próximos meses, podendo consolidar Viracopos como um dos principais centros de distribuição de remessas expressas na região Sudeste do país”, completou a gerente Comercial de Carga de Viracopos, Marina Giffu.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas totais registradas no e-commerce brasileiro foram de R$ 185,7 bilhões em 2023, aumento de 10% em relação ao período anterior. De acordo com dados da instituição, foram 395,1 milhões de pedidos e, para 2024, a projeção, ainda a ser formalizada, é de atingir R$ 205,1 bilhões, com 418,6 milhões de compras.

Fonte: “Aeroporto de Viracopos inaugura área especial para pacotes do e-commerce | default

E-commerce pode faturar perto de R$ 235 bilhões em 2025

Com resultados positivos em 2024, gerando R$ 204,3 bilhões, as expectativas para o e-commerce neste ano são ainda melhores. Com o mercado crescendo, alinhado a maior confiança dos consumidores com o digital, a projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) é que o faturamento de 2025 chegue a R$ 234,9 bilhões.

De acordo com a entidade, o ticket médio do ano pode alcançar R$ 539,28, enquanto o volume de pedidos chegaria a 435,6 milhões. Ao todo, 94,05 milhões de consumidores serão responsáveis pelo número.

De acordo com a associação, outros fatores também estão influenciando o bom ambiente do e-commerce. Entre eles, estão o lançamento do real digital (Drex), desenvolvido pelo Banco Central (BC), e a ampliação das opções de pagamento digital.

“A transformação digital é irreversível. O e-commerce segue evoluindo com inovação, novas tecnologias e uma experiência de compra cada vez mais personalizada. O crescimento consistente do setor fortalece o varejo como um todo e amplia as oportunidades para pequenos e grandes negócios”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Como foi 2024?

Já no ano passado , a alta do e-commerce também foi notável, segundo balanço da ABComm. Com faturamento — citado no início da notícia — crescendo 10,5% em relação a 2023, o setor registrou 414,9 milhões de pedidos, além de R$ 492,40 em ticket médio e 91,3 milhões compradores online.

Mais a fundo no perfil geral do consumidor, a ABComm mostra liderança das mulheres entre os consumidores.

Além disso, em termos regionais, o Sudeste consolidou-se como a localidade macro mais ativa em transações digitais, com o estado de São Paulo liderando o volume de vendas. A classe C destacou-se como a faixa econômica que mais fez compras virtuais.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-commerce-pode-faturar-perto-de-r-235-bilhoes-em-2025”

 

E-commerce fatura R$ 204,3 bilhões no Brasil em 2024

Com R$ 204,3 bilhões arrecadados, o e-commerce brasileiro cresceu 10,5% em 2024 em relação ao ano anterior. Além do faturamento positivo, foram 414,9 milhões de pedidos contabilizados, representando ticket médio de R$ 492,40. Ao todo, o número de compradores online chegou 91,3 milhões. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

No quesito social, os dados macro mostram as mulheres liderando as compras no e-commerce. Além disso, a região Sudeste foi a mais ativa em transações digitais, com destaque para São Paulo em volume de vendas no ano.

A classe C foi a faixa econômica com maior destaque, o que, segundo a associação, mostra a força do acesso à tecnologia e inclusão financeira.

Projeções para 2025

Com o fortalecimento do e-commerce e a crescente confiança dos consumidores no ambiente online, a ABComm espera um faturamento de R$ 234,9 bilhões nesse ano. O ticket médio deve alcançar R$ 539,28 e volume de pedidos pode chegar a 435,6 milhões, impulsionado por 94,05 milhões de compradores.

De acordo com a instituição, alguns fatores norteiam as projeções otimistas. Entre eles, estão o lançamento do Drex (real digital), desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, além da ampliação das opções de pagamento digital esperada para o restante de 2025.

“A transformação digital é irreversível. O e-commerce segue evoluindo com inovação, novas tecnologias e uma experiência de compra cada vez mais personalizada. O crescimento consistente do setor fortalece o varejo como um todo e amplia as oportunidades para pequenos e grandes negócios”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Fonte: “E-commerce fatura R$ 204,3 bilhões no Brasil em 2024 – E-Commerce Brasil

 

Shoppings preveem aumento de 6,9% nas vendas no Natal e movimentação acima de R$ 6 bi

A previsão é de que as vendas somem R$ 6,02 bilhões.

O período de Natal deve registrar uma movimentação intensa nos shoppings centers brasileiros, com crescimento estimado de 6,9% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), realizado entre os dias 2 e 10 de dezembro.

A previsão é de que as vendas somem R$ 6,02 bilhões, enquanto o fluxo de visitantes aumente 6%, impulsionado por estratégias como ampliação de horários de funcionamento e campanhas promocionais.

Entre as principais iniciativas dos shoppings, destacam-se os formatos “Ganhe e Concorra” (52%), “Compre e Ganhe” (23%) e sorteios (20%). O modelo Ganhe e Concorra cresceu em popularidade em relação a 2023, quando apenas 35% dos empreendimentos adotaram a estratégia.

Campanhas Compre e Ganhe oferecem brindes como panetones e chocotones (48%), enquanto os sorteios têm prêmios como carros (49%) e vales-compras (10%).

A Abrasce também aponta que o ticket médio neste Natal deve alcançar R$ 217,34, representando um aumento de 5% em comparação aos R$ 207,04 de 2023. As categorias mais procuradas pelos consumidores são: vestuário (88%); perfumaria e cosméticos (80%) e calçados (70%). Com horários estendidos e ações promocionais, os shoppings esperam consolidar o Natal como a data mais lucrativa do ano para o varejo.

E-commerce otimista

O e-commerce brasileiro deve movimentar R$ 23,33 bilhões em vendas neste Natal de 2024, o que representa um aumento de 9,91% em relação aos R$ 21,23 bilhões registrados em 2023, segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Neste ano, o ticket médio para as compras deve subir para R$ 639, com expectativa de 36,48 milhões de pedidos durante o período. Em 2023, o ticket médio foi de R$ 611, e o número de pedidos totalizou 34,74 milhões.

“Estamos otimistas de que as vendas de Natal em 2024 irão superar nossas projeções, refletindo o crescente engajamento dos consumidores no comércio eletrônico. O segmento continua a conquistar espaço no mercado, especialmente em datas comemorativas, pela praticidade, economia e diversidade de opções que oferece. A facilidade de comparar preços, aproveitar promoções e realizar compras com poucos cliques tem sido o diferencial decisivo para o público”, destaca Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/16/12/2024/noticias-varejo/abrasce-shoppings-preveem-aumento-de-69-nas-vendas-no-natal-e-movimentacao-acima-de-r-6-bi/”

 

 

E-commerce brasileiro deve movimentar R$ 23,33 bilhões em vendas no Natal

Ticket médio deve ser de R$ 639; expectativa é de 36,48 milhões de pedidos durante o período.

O e-commerce brasileiro deve movimentar R$ 23,33 bilhões em vendas neste Natal de 2024, o que representa um aumento de 9,91% em relação aos R$ 21,23 bilhões registrados em 2023. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que considera o período que se estende desde o início da Black Friday até o dia 24 de dezembro.

Neste ano, o ticket médio para as compras deve subir para R$ 639, com expectativa de 36,48 milhões de pedidos durante o período. Em 2023, o ticket médio foi de R$ 611, e o número de pedidos totalizou 34,74 milhões.

“Estamos otimistas de que as vendas de Natal em 2024 irão superar nossas projeções, refletindo o crescente engajamento dos consumidores no comércio eletrônico. O segmento continua a conquistar espaço no mercado, especialmente em datas comemorativas, pela praticidade, economia e diversidade de opções que oferece. A facilidade de comparar preços, aproveitar promoções e realizar compras com poucos cliques tem sido o diferencial decisivo para o público”, destaca Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Como aumentar as vendas no e-commerce no Natal

No e-commerce brasileiro, além das categorias principais, como celulares, eletrodomésticos, eletrônicos, brinquedos e moda, o segmento de cosméticos está entre os que mais cresceram em número de buscas nos últimos meses.

Para potencializar ainda mais o faturamento neste Natal, a ABComm sugere que os varejistas utilizem canais digitais pagos, redes sociais, e-mail marketing e mensagens de WhatsApp, entre outras estratégias de divulgação e venda de produtos.

A ABComm destaca ainda que o Natal, por ser uma época de muitas vendas, também levanta alertas sobre possíveis fraudes. A entidade, em colaboração com especialistas do mercado, enfatiza que os consumidores devem desconfiar de preços extremamente baixos e sempre priorizar sites confiáveis.

Fonte: “https://mercadoeconsumo.com.br/13/12/2024/ecommerce/e-commerce-brasileiro-deve-movimentar-r-2333-bilhoes-em-vendas-no-natal/”

Sustentabilidade entra na pauta das empresas de logística

Uso de bicicletas, treinamento de motoristas, faturas simplificadas, caixas reutilizáveis e sacolas recicláveis minimizam o impacto da operação da J&T Express no mundo.

O transporte de mercadorias é um pilar essencial dos tempos modernos, impulsionado especialmente na pandemia, que consolidou o e-commerce como um dos principais hábitos de consumo. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apontam mais de 600 mil sites de comércio eletrônico registrados no país em 2023. Mesmo com a retomada das compras em lojas físicas, o Brasil segue entre os países com maior expectativa de crescimento no comércio eletrônico no mundo, segundo a Insider Intelligence.

As empresas de logística têm se beneficiado deste aumento crescente da demanda por entregas, mas precisam estar preparadas para cumprir com sua responsabilidade ambiental. “A sustentabilidade do negócio exige uma operação que minimize o uso de recursos não renováveis em toda a cadeia logística”, afirma Rodrigo Dora, gerente de Auditoria e ESG da J&T Express.

No que diz respeito à gestão ESG, a J&T Express destacou no seu Relatório de Meio Ambiente, Social e Governança (ESG), os esforços e as principais realizações de 2023 em governança corporativa, proteção ambiental, produtos e serviços, segurança da informação, proteção da privacidade e desenvolvimento de funcionários. Reunindo informações de todos os países onde opera, um dos destaques do relatório são as práticas de baixo carbono que permeiam toda a operação, desde coleta e transporte até a reciclagem. Medidas como o uso de etiquetas eletrônicas, sacolas recicláveis e reciclagem de embalagens são exemplos da estratégia em alguns países para minimizar os impactos ambientais da operação. Em 2023, globalmente, a empresa utilizou cerca de 25,6 milhões de sacolas de transporte reutilizáveis, em mais de 1,1 bilhão de ocasiões.

Outra iniciativa adotada globalmente é o modelo de transporte verde, que integra gestão de consumo de combustível, otimização de energia e treinamentos para motoristas. No último ano, foram incorporados à frota global 150 veículos movidos a gás natural liquefeito e 63 veículos de direção inteligente para rotas de longa distância.

No Brasil, um projeto utiliza bicicletas nas entregas da J&T Express. Atualmente, o projeto conta com 458 entregadores ciclistas em operação. Graças à melhoria na eficiência e na otimização das entregas, cada entregador transporta, em média, 17 pacotes por dia, totalizando aproximadamente 187 mil pacotes entregues mensalmente (considerando 24 dias de operação).

O uso de bicicletas de carga, além de sustentável, tem se mostrado altamente eficiente. Estudos como o relatório The Promise of Low Carbon Freight indicam que elas podem ser, em média, 1,61 vezes mais rápidas do que veículos motorizados em áreas urbanas, contribuindo para evitar a emissão de toneladas de dióxido de carbono.

Buscar a liderança em logística verde se traduz também em práticas para identificar riscos e oportunidades para mitigar e se adaptar às mudanças climáticas. Por isso, a J&T Express também desenvolveu um sistema global de gestão de mudanças climáticas alinhado às recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).

“Nosso objetivo é inovar na cadeia logística, reduzir o impacto ambiental das operações e inspirar outras empresas a adotar iniciativas sustentáveis. Queremos ser protagonistas na logística verde, construindo um futuro mais responsável e sustentável para o setor e para os nossos clientes”, conclui Dora.

Fonte: “https://www.terra.com.br/noticias/sustentabilidade-entra-na-pauta-das-empresas-de-logistica”

 

 

 

 

 

Marketplaces de nicho crescem entre consumidores e sellers

O e-commerce se consolidou entre os brasileiros nos últimos anos, com destaque para os marketplaces. Inicialmente, a diversidade de produtos em um único site ajudou as plataformas generalistas a chamar a atenção do público e dos vendedores. Agora, as plataformas nichadas crescem entre quem deseja aproveitar os benefícios de um marketplace especializado em um único segmento.

Os sites generalistas funcionam como shoppings centers repletos de produtos de todos os tipos. Já os que se concentram em algum nicho se assemelham mais a uma grande loja dedicada a determinado setor. Um exemplo é a RD Saúde Markeplace, que atua em saúde, bem-estar e beleza.

Em comum, os modelos generalistas e nichados de marketplace compartilham a preferência dos consumidores pelas plataformas de grandes empresas, como a RD Saúde, dona das redes Raia e Drogasil e maior companhia do varejo farmacêutico do país. As marcas de peso dão mais segurança aos consumidores para resolver problemas e imprevistos que possam surgir nas compras on-line.

A 42ª edição do relatório Webshoppers, produzido pela consultoria NielsenIQ, dá uma dimensão da força dos marketplaces no comércio digital. De acordo com a pesquisa, 78% de todo o faturamento do e-commerce vem desse tipo de plataforma. Para os sellers, um dos benefícios das plataformas segmentadas é a facilidade de atingir consumidores que estão decididos a comprar. Por exemplo, o cliente que deseja comprar um hidratante ou um perfume entra no marketplace segmentado sabendo que ali vai encontrar o que precisa.

“Para garantir ao consumidor que ele encontre o que procura na nossa prateleira infinita fazemos uma forte curadoria de sellers e produtos. Além disso, as estratégias de marketing digital da plataforma têm um direcionamento melhor aos consumidores de saúde, bem-estar e beleza. Até por isso, a taxa de conversão acaba sendo maior do que a das plataformas generalistas”, explica a gerente da RD Saúde Marketplace, Mariana Mantovani.

O e-commerce brasileiro deve faturar R$ 205 bilhões em 2024, de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). A tendência neste fim de ano é de crescimento nas vendas, mas é preciso estar atento aos desejos do consumidor para aproveitar essa onda positiva. “O cliente quer o menor preço, quer receber em casa com o menor custo possível e o quanto antes. O tipo de produto até pode mudar, mas esses anseios são sempre os mesmos”, explica Maressa Fernandes, coordenadora da RD Saúde Marketplace.

Para potencializar os negócios na época de festivas ou em qualquer outro período do ano, o primeiro passo é cumprir uma combinação de fatores: produtos de qualidade, bons preços, frete competitivo e pontualidade no prazo de entrega. Com essas regras de ouro e um canal que valorize o seu tipo de produto, o seller terá grandes chances de vender bem e fidelizar os novos clientes.

Fonte: “Marketplaces de nicho crescem entre consumidores e sellers – E-Commerce Brasil

 

Consumidores preferem cupons de desconto geral e frete grátis na Black Friday

Pesquisa revela os tipos de vouchers que mais atraem consumidores em um setor com potencial de R$ 205 bilhões em 2024.

A poucas semanas da Black Friday, 77,5% dos consumidores preferem cupons válidos para qualquer compra no site da loja parceira, segundo uma pesquisa feita pela plataforma Eu Amo Cupons, que divulgou um levantamento sobre os vouchers mais buscados pelos consumidores.

Os cupons de frete grátis aparecem como preferência para 10% dos brasileiros, seguidos pelos códigos de desconto para primeira compra, com 7% das escolhas. Os 5,5% restantes correspondem a cupons para produtos específicos, como “desconto para Playstation 5”.

“O tipo de produto ou serviço influencia na escolha. Há uma mudança de comportamento quando o objeto de desejo é um item grande como um eletrodoméstico, cujo custo da entrega costuma ser mais alto. Nesses casos, geralmente vale mais a pena optar pelo frete grátis”, afirma Rogério Vairo, criador do Eu Amo Cupons.

Além de permitir economia, o uso de cupons de desconto oferece ao consumidor uma experiência que mistura percepção de recompensa e exclusividade, além de abrir espaço para negociações. No comércio eletrônico, por meio dos códigos promocionais, o consumidor pode atingir um valor diferenciado, por exemplo.

“É satisfatório conseguir um valor diferenciado e especial, além de ter a percepção de economia, de enxergar a diferença de preços ao aplicar o cupom”, afirma Vairo.

Os cupons de primeira compra também merecem atenção por sua oportunidade única de uso. “As lojas oferecem esses tickets para atraírem novos clientes, enquanto as outras promoções ajudam a fidelizá-los”,  explica Vairo.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o comércio eletrônico brasileiro pode alcançar um faturamento de R$ 205,11 bilhões em 2024, representando um aumento de 10,45% em relação ao ano anterior, o que demonstra o potencial de fidelização dessas táticas.

Beleza

Na categoria de beleza, seis em cada dez consumidores buscam cupons válidos para qualquer compra no site parceiro, 26% optam por vouchers de primeira compra e, empatados em terceiro lugar, 6,22% escolhem entre cupons de brindes e de frete grátis.

Os brindes também são atrativos para o público, com cerca de 80% dos e-commerces dessa área oferecendo um vale presente em troca de um valor mínimo de compra.

“Quando não encontram os cupons que desejam, os usuários optam por outros que oferecem brindes em troca de um valor mínimo de compra”, aponta Vairo.

Fonte: “Consumidores preferem cupons de desconto geral e frete grátis na Black Friday – Mercado&Consumo