Plataformas de entregas com rede de PUDOs trazem eficiência à logística do e-commerce

Com o aumento da demanda do e-commerce, surgem também desafios logísticos que podem impactar diretamente a jornada do consumidor e os índices de satisfação atribuídos aos varejistas. Nesse cenário, as plataformas de entregas se tornam fundamentais para otimizar processos, reduzir custos e melhorar a eficiência operacional do comércio eletrônico.

As plataformas de envio automatizam e simplificam a gestão de entregas, permitindo que principalmente empreendedores individuais e pequenas e médias empresas integrem diferentes transportadoras em uma única plataforma, ou mesmo que tenham acesso a uma transportadora de capilaridade nacional através de plataforma própria. Isso possibilita um fluxo de trabalho mais organizado e eficiente, garantindo que os pedidos sejam processados e despachados rapidamente.

Com essa automação, há uma redução significativa no tempo para calcular fretes, gerar etiquetas e rastrear encomendas, resultando em entregas mais rápidas e maior satisfação dos embarcadores e consumidores. Há diminuição de erros no envio, evitando custos extras com reenvios e reembolsos devido a endereços incorretos ou problemas na distribuição.

O uso de uma plataforma de envios, além de evitar os custos extras, proporciona redução de custos operacionais, pois permite que os sellers, ou varejistas e empreendedores, comparem diferentes opções de transportadoras e escolham a mais econômica e eficiente para cada destino. Além disso, muitas dessas plataformas possuem acordos com as transportadoras, que oferecem tarifas mais competitivas do que as encontradas individualmente pelos varejistas, em condições semelhantes às encontradas nas plataformas das transportadoras.

Considerando a entrega parte crucial da experiência da compra online, contar com um serviço de envio eficiente é fundamental para que os clientes acessem seus pedidos dentro do prazo esperado, reduzindo a insatisfação e aumentando a taxa de fidelização.

Mais eficiência em pontos parceiros de bairro

Nesse quesito, é importante estar apoiado em transportadoras que, em suas operações, possuam uma rede nacional de PUDOs – pontos comerciais parceiros de bairro que oferecem o Pick up e o Drop Off – bem estruturada e capaz de trazer mais eficiência ao processo logístico do e-commerce.

Como uma das soluções logísticas OOH (Out Of Home), as redes de PUDOs vinculadas às plataformas agregam mais conveniência e tecnologia aos despachos, já que reforçam o relacionamento entre os sellers e compradores, por conta da proximidade do ponto de postagem com a residência ou o local de trabalho. Também democratizam o acesso às grandes transportadoras e ajudam a “desestressar” o atual modelo logístico dos grandes centros urbanos.

Através dos PUDOs, os sellers postam rapidamente o produto vendido nesses pontos logísticos, que funcionam além do horário comercial – normalmente, aos sábados -, oferecendo um intervalo maior de tempo para o acesso dos usuários.

Essa solução é bastante utilizada na Europa, representando cerca de 25% das entregas do e-commerce. No Brasil, já é escolhida por 12% dos consumidores brasileiros, com tendência de crescimento, segundo a última pesquisa E-Shopper Barômetro 2024, do Grupo Geopost e Jadlog.

Com ela, o consumidor, o empreendedor individual ou o pequeno varejista digital se tornam protagonistas do processo logístico, e passam a contar com uma solução que oferece inúmeras outras vantagens, como tarifas mais econômicas em comparação ao home delivery e menos emissões de carbono devido à menor quantidade de veículos circulando. Além disso, os PUDOs são ótimas opções para a logística reversa do e-commerce, garantindo conveniência ao usuário e melhorando sua experiência de compra.

Muito embora tenha havido um recente desfalque nas redes de PUDOs que operam no país, é importante destacar que essa solução OOH chegou para ficar, e será cada vez mais utilizada devido à praticidade que oferece. Atreladas às plataformas de envios, essas soluções colaboram para que embarcadores de todos os tamanhos sejam mais competitivos e eficientes. Ou seja, são uma excelente alternativa tanto para os clientes quanto para o crescimento sustentável do negócio e do e-commerce.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/plataformas-de-entregas-com-rede-de-pudos-trazem-eficiencia-a-logistica-do-e-commerce”

TikTok Shop deve chegar ao Brasil em abril

A ferramenta de comércio eletrônico da ByteDance no Brasil será gerenciada pela mesma equipe do México, onde o TikTok Shop já funciona.

O TikTok Shop, plataforma de compras integrada ao popular aplicativo de vídeos curtos, está prestes a desembarcar no Brasil em abril deste ano. A informação foi divulgada pelo site de notícias chinês DSB, que revelou que a operação brasileira será gerenciada pela mesma equipe responsável pelo México, onde o recurso já foi implementado com sucesso.

A chegada do TikTok Shop ao Brasil representa uma nova era para o comércio eletrônico no país, integrando vendas diretamente aos criadores de conteúdo. Essa estratégia permite que usuários adquiram produtos enquanto assistem a vídeos ou transmissões ao vivo, tornando o processo de compra mais dinâmico e interativo.

Como funciona o TikTok Shop que chegará ao Brasil?
No TikTok Shop, as vendas podem ocorrer de diversas formas: por meio de vídeos no feed, transmissões ao vivo ou pelo recurso Vitrine, que permite aos clientes comprarem diretamente no perfil do criador ou vendedor ao clicar no ícone de sacola. Essa funcionalidade oferece uma experiência de compra integrada e fluida, alinhada às tendências de consumo atuais.

O modelo de unir a descoberta de novos produtos com a facilidade de compra já se mostrou eficaz na China. Por lá, o aplicativo Douyin, versão chinesa do TikTok, movimenta milhões de dólares por meio de transmissões ao vivo e recomendações de produtos. Essa experiência bem-sucedida serve como referência para a expansão da plataforma em outros mercados.

Concorrência com grandes players do e-commerce
A entrada do TikTok Shop no Brasil pode representar uma ameaça ao domínio de plataformas de e-commerce consolidadas, como o Mercado Livre, que lidera o mercado no país e no México. Neste último, a estratégia de expansão do TikTok Shop baseou-se em uma abordagem agressiva, atraindo vendedores com condições vantajosas, como 90 dias sem comissão e frete gratuito por tempo limitado, para impulsionar o crescimento inicial.

Nos Estados Unidos, a plataforma já atraiu mais de 500 mil vendedores e alcançou US$ 100 milhões em um único dia durante a Black Friday de 2024. Um relatório de tendências de consumo de 2025 da Coefficient Capital e de Dan Frommer, do The New Consumer, indicou que 45% dos entrevistados compraram itens de moda, vestuário e beleza pelo TikTok Shop, enquanto 44% adquiriram produtos de beleza e cuidados pessoais.

Expectativas para o mercado brasileiro

A expectativa é que o TikTok Shop repita esse sucesso no mercado brasileiro, oferecendo novas oportunidades para criadores de conteúdo, vendedores e consumidores. Com uma base de usuários engajada e crescente no país, a plataforma tem potencial para se tornar um importante player no e-commerce nacional, transformando a maneira como os brasileiros consomem e interagem com marcas e produtos.

Além disso, a integração de compras ao vivo e recomendações de influenciadores pode impulsionar ainda mais as vendas, criando uma experiência de compra mais personalizada e envolvente. Essa tendência, conhecida como live shopping, já é popular em outros mercados e tem tudo para conquistar os consumidores brasileiros.

Com a chegada do TikTok Shop, o mercado de e-commerce no Brasil se torna ainda mais competitivo, incentivando outras plataformas a inovarem e melhorarem seus serviços. Quem ganha com isso são os consumidores, que terão à disposição mais opções e experiências de compra diferenciadas.

Fonte: https://www.mundoconectado.com.br/redes-sociais/tiktok-shop-deve-chegar-ao-brasil-em-abril/

Mercado Livre fica entre os 10 apps mais baixados no mundo

Em um ranking feito pela Adjust em parceria com a SensorTower, o Mercado Livre ficou entre os 10 aplicativos de e-commerce com mais downloads no mundo em 2024.

Com a 10ª colocação, o player latino-americano cresceu em 2024 e, neste ano, projeta novos investimentos em moda e supermercados, principalmente.

O ranking completo:

1. Temu
2. SHEIN
3. Meesho
4. Amazon
5. Shopee
6. Flipkart
7. Alibaba.com
8. AliExpress
9. Shopsy
10. Mercado Livre

Entre as companhias citadas, temos a presença de mais da metade — sem contar o Mercado Livre — dentro do ecossistema brasileiro de e-commerce. Representantes asiáticos, como Temu e SHEIN, por exemplo, enxergam grandes oportunidades com o consumidor nacional.

Além destes, Amazon e Shopee também colocam o Brasil em alta estima, bem como o AliExpress, que no ano passado firmou uma parceria comercial com a Magalu.

Aplicativos na América Latina e Brasil
No recorte Mobile Trends 2025, pesquisa da Adjust, alguns dados sobre aplicativos globalmente também chamam a atenção. É o caso de uma projeção de US$ 2,5 trilhões em receita em mobile commerce em 2025, alta de 213% na comparação com 2024. Até o momento, a categoria representa 73% das vendas globais em e-commerce, que até 2027 devem ultrapassar US$ 8 trilhões, de acordo com a pesquisa.

Na América Latina, os aplicativos de e-commerce cresceram 43% em instalações e 14% no número de sessões. Os números superam a média global, que teve altas de 17% nas instalações e 34% nas sessões.

O levantamento também aponta que o Brasil se destacou no cenário mobile, ficando em terceiro lugar mundial no número de downloads de aplicativos, com mais de 9,4 bilhões de instalações. Em termos de faturamento, o país ocupou a 11ª posição, arrecadando aproximadamente US$ 1,6 bilhão.

Dados gerais
A duração média das sessões em aplicativos de e-commerce caiu levemente, de 10,3 minutos para 10,23 minutos, com a Europa liderando o ranking com 11,33 minutos. A América Latina foi a única região a apresentar crescimento nesse indicador, passando de 8,44 para 8,57 minutos.

Nos EUA, as compras por ativação por voz devem alcançar um valor de mercado de US$ 34 bilhões até 2034.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/mercado-livre-fica-entre-os-10-apps-mais-baixados-no-mundo-veja-a-lista

A confiança na IA generativa está crescendo – o que isso significa para o e-commerce?

O impacto da IA generativa no e-commerce: o futuro da experiência de compra.

O mercado de e-commerce está passando por uma transformação silenciosa, mas poderosa: a integração da inteligência artificial (IA) generativa na jornada do consumidor. E se você ainda não está prestando atenção a isso, pode estar perdendo uma das maiores oportunidades dos últimos anos.

Uma nova pesquisa da plataforma Attest mostra que a confiança dos consumidores na IA está aumentando rápido. Nos Estados Unidos, cerca de dois terços da população já utilizou ferramentas de IA generativa, e impressionantes 70% confiam nas informações que recebem delas, em níveis similares às buscas tradicionais no Google.

Mas como isso impacta o e-commerce no Brasil?

IA como assistente de compras: o novo comportamento do consumidor
A pesquisa revelou que quase metade dos consumidores nos EUA usa IA para pesquisar produtos antes de comprar. No Brasil, onde o e-commerce já é altamente influenciado por recomendações, reviews e redes sociais, essa tendência tem um potencial gigantesco.

O consumidor brasileiro é conhecido por ser mais conectado e influenciado por opiniões digitais. Agora, imagine um cenário em que, em vez de buscar informações no Google ou perguntar em grupos de WhatsApp, ele simplesmente consulta uma IA personalizada, que já entende suas preferências, orçamento e histórico de compras.

Se você tem um e-commerce, essa é a hora de explorar assistentes virtuais, chatbots inteligentes e IA para recomendações personalizadas.

Oportunidade para o marketing digital: IA como criadora de engajamento
Se você trabalha com marketing digital, a pesquisa também traz boas notícias: a percepção dos consumidores sobre campanhas publicitárias geradas por IA está melhorando. Em 2024, 34% dos consumidores reconheciam que a IA poderia ajudar a criar campanhas mais criativas. Em 2025, esse número subiu para 38%. Isso significa que os consumidores estão cada vez mais abertos a interações e conteúdos gerados por inteligência artificial.

No Brasil, onde campanhas humanizadas fazem sucesso, a IA pode ser usada para personalizar ainda mais as mensagens, criando segmentações extremamente refinadas. Imagine um chatbot que, além de responder a dúvidas, sugere produtos com base no que o consumidor já comprou e no que ele provavelmente precisará no futuro. Esse nível de personalização já está ao alcance.

Mas e a busca tradicional? O Google ainda tem espaço?
Se você é um lojista que aposta forte em SEO e Google Ads, pode estar se perguntando se a ascensão da IA vai impactar suas estratégias. A boa notícia é que, por enquanto, a pesquisa mostra que o comportamento de busca tradicional ainda se manterá forte. Cerca de 56,6% dos consumidores disseram que vão continuar usando os mecanismos de busca na mesma frequência, e 27,4% afirmam que usarão ainda mais.

Isso significa que a IA está chegando como um complemento, e não uma substituição imediata. No entanto, é crucial que os e-commerces brasileiros comecem a integrar ambas as abordagens: otimização para buscas tradicionais e experiências personalizadas baseadas em IA.

A hora de integrar a IA ao e-commerce é agora
Os dados são claros: a confiança na IA generativa está crescendo, e os consumidores estão cada vez mais confortáveis em usá-la no dia a dia, inclusive para compras online. Se você tem um e-commerce e ainda não está investindo em IA, pode estar perdendo terreno para quem já entendeu que essa tecnologia veio para ficar.

Agora é a hora de experimentar chatbots inteligentes, recomendações automatizadas e personalização de experiências. Seu concorrente já pode estar fazendo isso.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/a-confianca-na-ia-generativa-esta-crescendo-o-que-isso-significa-para-o-e-commerce

Magalu vai unificar vice-presidências de Plataforma e Negócios

O objetivo, segundo o varejiosta, é acelerar a evolução de sua plataforma digital.

O Magalu informou mudanças em sua estrutura organizacional, com o objetivo de acelerar a evolução de sua plataforma digital. Assim, as vice-presidências de Plataforma e de Negócios, até então sob gestões distintas, serão unificadas sob a liderança de André Fatala.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa destaca que Eduardo Galanternick, um dos responsáveis pelo crescimento do e-commerce do Magalu – que saltou de R$ 2 bilhões para R$ 46 bilhões em GMV (Volume Bruto de Mercadorias) na última década – contribuirá com a transição em curso.

Segundo a varejista, Andre Fatala, que nos últimos 15 anos tem sido um dos pilares da transformação digital do Magalu, assume a nova posição com a responsabilidade de expandir e integrar as áreas de Marketplace, Marketing e Ads, antes lideradas por Galanternick, às áreas de Tecnologia e Cloud, que já estavam sob sua gestão.

“A união das vice-presidências se dá em um momento em que muitos processos e decisões de negócios estão sendo automatizados e executados por sistemas de software, algoritmos e, principalmente, por modelos de inteligência artificial. Andre Fatala tem ampla experiência tanto no desenvolvimento quanto na aplicação desses sistemas, além de um conhecimento profundo do DNA do Magalu”, ressalta a empresa.

O Magazine Luiza diz que depois da construção do Ecossistema Magalu, acredita que essa nova estrutura será importante para acelerar o crescimento de maneira sustentável e fortalecer os serviços para parceiros e sellers, além de continuar desempenhando um papel relevante na digitalização do varejo brasileiro e na construção de uma infraestrutura digital robusta para o País.

Com a nova estrutura, o Magalu passa a operar com duas vice-presidências estratégicas: vice-presidência de Plataformas, liderada por André Fatala; e vice-presidência de Varejo Lojas Físicas e Logística, liderada por Fabricio Garcia, que mantém o foco na gestão da operação de varejo 1P (estoque próprio) do Magalu e na área de logística da empresa.

Marketplace

Para reforçar ainda mais a vice-Presidência de Plataformas e impulsionar o crescimento do marketplace, o Magalu anuncia a chegada de Ricardo Garrido como diretor executivo de Marketplace.

“Com uma trajetória de nove anos na Amazon, traz consigo uma vasta experiência e um profundo conhecimento do mercado de e-commerce”, diz. Na Amazon, Garrido foi responsável por importantes lançamentos e crescimento no Brasil, como o Kindle e a Alexa, tendo liderando o marketplace do e-commerce nos últimos quatro anos.

Garrido será responsável pelas áreas Comercial, Desenvolvimento de Sellers, Advanced Analytics e Magalu Entregas do Marketplace, além de incorporar o time de tecnologia voltado para a plataforma Magalu. Com isso, Daniel Vincenzi assume como CTO do Marketplace.

A empresa também traz Marielle Paiva, ex-Neon e Red Ventures, que irá assumir a recém-criada diretoria de Growth na vice-presidência de Plataformas, com foco no crescimento da base de clientes e na otimização dos investimentos em marketing e conversão.

Fonte:

Carnaval impulsiona faturamento do varejo, que cresce 13,1% em 2025

O faturamento do varejo brasileiro registrou alta de 13,1% durante o Carnaval de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024.

Os dados são do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que analisou o desempenho entre 28 de fevereiro e 5 de março de 2025 e comparou com o intervalo de 9 a 14 de fevereiro de 2024. O levantamento considera valores nominais, ou seja, o valor bruto das vendas realizadas no período.

O comércio eletrônico também teve alta no período devido ao aumento da procura por acessórios como brincos, bandanas e tiaras, que aqueceram as vendas dos pequenos e médios empreendedores. Os produtos cadastrados como fantasias tiveram um faturamento de R$ 700 mil, um valor 29% maior do que o atingido em 2024.
Supermercados lideram crescimento

Entre os segmentos analisados, o destaque foi para supermercados e hipermercados, que cresceram 25,9%. Setores diretamente ligados à folia, como turismo e transporte (+3,5%) e alimentação – bares e restaurantes (+3,0%), também registraram alta. Por outro lado, o setor de recreação e lazer apresentou uma leve queda de 0,6%.

“O fato de o Carnaval ter caído no início de março favoreceu o varejo. Com o pagamento de salários e vales-alimentação no início do mês, houve maior poder de compra, principalmente nos supermercados”, explica Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo.
Crescimento por capital

Entre as capitais conhecidas por atrair foliões no Carnaval, Rio de Janeiro liderou o crescimento de faturamento, com alta de 15,5%. Em seguida aparecem:

São Paulo (+12,0%);
Florianópolis (+11,6%);
Recife (+7,8%);
Salvador (+5,6%);
Belo Horizonte (+4,2%).

Supermercados e hipermercados cresceram principalmente em:

Recife (+29,3%);
Rio de Janeiro (+29,1%);
Salvador (+24,3%);
São Paulo (+23,5%);
Florianópolis (+20,5%);
Belo Horizonte (+16,3%).

Turismo e transporte registrou os seguintes crescimentos:

Rio de Janeiro (+18,6%);
Florianópolis (+15,0%);
Recife (+11,4%);
Belo Horizonte (+8,6%);
Salvador (+5,6%);
São Paulo (+2,9%).

Bares e restaurantes tiveram alta principalmente em:

São Paulo (+4,6%);
Florianópolis (+4,4%);
Salvador (+3,5%);
Rio de Janeiro (+2,7%);
Recife (+0,2%);
A única retração foi em Belo Horizonte (-6,4%).

Recreação e Lazer registrou resultados mistos:

Alta: Belo Horizonte (+8,4%), Salvador (+3,8%), Rio de Janeiro (+2,5%);
Queda: Florianópolis (-10,7%), Recife (-9,5%), São Paulo (-9,0%).

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/carnaval-impulsiona-faturamento-do-varejo-que-cresce-131-em-2025

Shopee inaugura ‘Casa Shô’ e trabalha grandes marcas

A Shopee oficializou, na última semana, a primeira edição da Casa Shô na cidade de São Paulo. O espaço conta com afiliados e presença de empresas com loja oficial dentro da plataforma. A estreia também serviu como formato de relacionado de usuários com as principais novidades das marcas para o Dia do Consumidor, em 15 de março.

De acordo com o comunicado da Shopee, companhias como Salon Line, L’Óreal Paris e Garnier, Hering, WAP, Madesa, Nívea e Dako estarão representadas no local. Além de ofertas para a data comercial, também contam com experiências imersivas relacionadas com seus produtos.

“É uma oportunidade de estreitar a relação com os parceiros. A Casa Shô é uma iniciativa que nos ajuda a mostrar aos afiliados o que estamos fazendo”, afirma Roberto Moreira, diretor de Marketing da Salon Line.

Experiência híbrida

Para Felipe Piringer, head de Marketing da Shopee, a iniciativa também materializa a experiência de compra digital do usuário em algo palpável. “Queremos proporcionar uma experiência que demonstre o potencial do nosso programa de afiliados e fortaleça o relacionamento entre todos os envolvidos no ecossistema Shopee”, complementa.

O Programa de Afiliados da Shopee, que chegou a R$ 5 milhões de pessoas cadastradas, remunera participantes que divulgam produtos da plataforma por meio de links personalizados em suas redes sociais. Outro formato explorado com este grupo é o do live commerce, carro-chefe da plataforma asiática.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/shopee-inaugura-casa-sho-e-trabalha-grandes-marcas

Live commerce: a revolução do e-commerce e seu potencial no Brasil

O live commerce tem emergido como uma das estratégias mais impactantes para o varejo digital. O formato, que combina transmissões ao vivo com a possibilidade de compra instantânea, nasceu na China e rapidamente se tornou uma peça-chave para marketplaces e marcas que buscam engajamento e conversão de vendas em tempo real.

Como o live commerce está revolucionando as vendas online e por que essa estratégia pode ser o futuro do e-commerce no Brasil.

Enquanto o live commerce já movimenta centenas de bilhões de dólares anualmente na China, no Brasil, o modelo ainda está em desenvolvimento. No entanto, à medida que plataformas como Shopee, Amazon Live e TikTok Shop investem mais nesse formato, lojistas e indústrias de e-commerce precisam entender como essa estratégia pode ser incorporada ao seu mix de vendas.

O conceito de live commerce surgiu na China em 2016, quando o Alibaba introduziu transmissões ao vivo na plataforma Taobao. A ideia era conectar vendedores e consumidores de maneira interativa, permitindo que dúvidas fossem resolvidas em tempo real e que o senso de urgência impulsionasse as compras.

Desde então, o modelo evoluiu rapidamente e se consolidou como uma das principais formas de venda digital na China. Hoje, plataformas como Douyin (versão chinesa do TikTok), Kuaishou e Pinduoduo lideram esse movimento, transformando o live commerce em um hábito de compra diário para milhões de consumidores.

Os números demonstram a força desse modelo:

– O mercado de live commerce na China movimentou US$ 700 bilhões em 2023.

– Estima-se que 20% de todas as vendas online globais serão feitas por meio desse formato até 2026.

– Grandes varejistas e marcas internacionais já adotam essa estratégia para impulsionar conversões e fidelizar clientes.

Na China, os live sellers (apresentadores das transmissões) se tornaram verdadeiros influenciadores, com equipes profissionais de produção, roteiros bem estruturados e longas jornadas de trabalho. Algumas marcas exigem que suas lojas realizem transmissões diárias de até 15 horas, tamanha é a importância dessa estratégia para as vendas.
Live commerce no Brasil: uma estratégia ainda em construção

Diferentemente do que ocorre na China, o live commerce no Brasil ainda é tratado por muitas marcas como um evento pontual, e não como uma estratégia contínua de vendas. Grandes varejistas como Magalu, Americanas e Casas Bahia já realizam transmissões ao vivo para apresentar ofertas, mas a frequência ainda está longe da rotina consolidada no mercado asiático.

Alguns desafios para a massificação do live commerce no Brasil incluem:

1. Infraestrutura e conectividade – enquanto a China possui internet de alta velocidade amplamente disponível, o Brasil ainda enfrenta desigualdades no acesso, especialmente fora dos grandes centros urbanos.

2. Cultura de consumo – os consumidores brasileiros ainda não estão tão acostumados a comprar diretamente de lives como os chineses, que veem esse formato como algo natural do dia a dia.

3. Profissionalização do setor – na China, já existem cursos universitários específicos para formar especialistas em live commerce. No Brasil, o setor ainda está amadurecendo.

Apesar desses desafios, os primeiros sinais de crescimento do live commerce no Brasil são animadores. À medida que plataformas como TikTok, Kwai, Shein e Shopee investem cada vez mais no formato, espera-se que o modelo ganhe escala e se torne um canal relevante de vendas.
Por que o live commerce é tão eficaz?

O sucesso do live commerce não é um fenômeno isolado. Existem fatores estratégicos e psicológicos que fazem com que esse modelo converta muito mais do que o e-commerce tradicional:

– Engajamento em tempo real – diferentemente de uma página de produto estática, o live commerce permite que consumidores interajam diretamente com os vendedores, tirem dúvidas e sintam-se mais seguros para comprar.

– Menos objeções de compra – como os produtos são demonstrados ao vivo, o cliente consegue visualizar sua aplicação, entender melhor seus benefícios e superar eventuais receios antes de finalizar a compra.

– Urgência e escassez – Estratégias como promoções-relâmpago e estoques limitados são amplamente utilizadas nas transmissões ao vivo, incentivando a compra imediata.

O resultado dessa combinação é um aumento expressivo na taxa de conversão, que pode ser até dez vezes maior do que em um e-commerce tradicional.
Oportunidades para o e-commerce brasileiro: como aplicar o live commerce?

Para lojistas, indústrias e marketplaces brasileiros, o live commerce representa uma oportunidade estratégica para alavancar as vendas. Algumas formas de aplicar essa tática incluem:

– Uso de influenciadores – no Brasil, os consumidores são altamente engajados com criadores de conteúdo. Parcerias com influenciadores digitais podem aumentar o alcance e a credibilidade das lives.

– Foco em categorias de alto apelo visual – moda, beleza, eletrônicos e acessórios são segmentos que performam muito bem no live commerce, pois os consumidores valorizam demonstrações ao vivo.

– Adoção de um calendário recorrente – em vez de tratar as lives como ações isoladas, as marcas devem construir uma programação contínua de transmissões, fidelizando uma audiência recorrente.

– Personalização e interatividade – recursos como cupons exclusivos para quem assiste à live, sorteios e enquetes aumentam a participação e criam um senso de comunidade entre os espectadores.
O live commerce é o futuro do e-commerce?

O live commerce já provou seu valor na China e começa a ganhar tração no Brasil. Embora o modelo ainda esteja em fase de adaptação ao mercado nacional, tudo indica que sua adoção será cada vez maior, especialmente à medida que plataformas como TikTok, Kwai e Shopee expandirem seus investimentos na região.

Para empresas que já atuam no e-commerce, a adoção do live commerce não deve ser vista como uma tendência passageira, mas sim como um novo canal de vendas e relacionamento com o consumidor. Lojistas que saírem na frente e estruturarem uma estratégia sólida de transmissões ao vivo poderão obter uma vantagem competitiva significativa.

Seja no B2B, B2C ou D2C, o live commerce pode se tornar um fator decisivo para aumentar conversões, reduzir objeções de compra e construir uma base fiel de clientes. A questão não é mais “se” o Brasil adotará esse modelo, mas sim “quando” e “como” ele se consolidará no mercado nacional.

O futuro das vendas online já está acontecendo. O posicionamento estratégico e a adaptação ao comportamento do consumidor definirão quais empresas irão liderar essa transformação no Brasil.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/live-commerce-a-revolucao-do-e-commerce-e-seu-potencial-no-brasil

Shopee amplia logística em Goiás com novo centro de distribuição em Aparecida de Goiânia

A Shopee inaugurou um novo centro de distribuição em Aparecida de Goiânia, fortalecendo sua rede logística na Região Metropolitana.

O espaço vai operar no modelo crossdocking, em que os produtos coletados por parceiros logísticos são organizados e rapidamente encaminhados para entrega, sem necessidade de armazenamento.

De acordo com Rafael Flores, head de Expansão e Malha Logística da Shopee, a abertura do hub é um movimento estratégico para aproximar a empresa dos pontos de coleta no Distrito Federal e em Goiás.

Entre os produtos mais vendidos na região estão kits de pesca, protetores de ouvido, drones e rádios comunicadores. A unidade em Aparecida de Goiânia já gerou 120 empregos e se soma a outros três hubs da Shopee no estado, localizados em Goiânia, Anápolis e Rio Verde.

Fonte: https://expresso360.com.br/shopee-amplia-logistica-em-goias-com-novo-centro-de-distribuicao-em-aparecida-de-goiania/

Dropshipping deve crescer 22% ao ano e movimentar US$ 1,25 trilhão até 2030

Veja como o dropshipping está se tornando um mercado bilionário e descubra as oportunidades para fornecedores que querem se destacar nesse crescimento acelerado.

O dropshipping está prestes a entrar em uma fase de expansão acelerada. De acordo com a consultoria Grand View Research, a venda sem estoque deve apresentar uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 22,0% entre 2025 e 2030.

Com um tamanho de mercado estimado em US$ 464,44 bilhões em 2025, a previsão é de que o segmento atinja a impressionante marca de US$ 1,253 trilhão ao final da década.

Em termos de crescimento, isso representa um aumento de US$ 788 bilhões em apenas cinco anos, sinalizando grandes oportunidades para aqueles que souberem se posicionar corretamente e diversificar os canais de distribuição.

Afinal, essa dinâmica abre portas para expandir a atuação dentro do Brasil sem precisar se preocupar com as complexidades do comércio internacional, como tarifas de importação, prazos de envio longos e flutuações cambiais.

No país, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) projeta que o e-commerce movimentará R$ 234,91 bilhões este ano, reforçando a importância das vendas online na economia nacional.

Oportunidade para fornecedores: infraestrutura e competitividade

No contexto do dropshipping, quando falamos em fornecedores, estamos nos referindo a empresas como fábricas, distribuidoras ou atacadistas que produzem ou distribuem os produtos vendidos pelas lojas virtuais.

Portanto, eles têm um papel estratégico, pois são os responsáveis por armazenar, separar e enviar os produtos diretamente aos consumidores finais, sem que os lojistas precisem manter um estoque físico.

Para se destacar nesse cenário, é essencial que esses fornecedores tenham uma infraestrutura logística bem estruturada, que envolve:

– Centros de distribuição estrategicamente localizados, para reduzir os prazos de entrega;

– Sistemas de gestão de estoque integrados, para garantir que os pedidos sejam atendidos de forma precisa e eficiente;

– Automação de processos, como o uso de tecnologia para rastreamento de pedidos e otimização da separação e expedição, que permite um fluxo de trabalho mais rápido e reduz a chance de erros.

Além disso, contar com parceiros logísticos especializados permite expandir a área de atuação sem comprometer a eficiência. Empresas que investem nesses aspectos conseguem atender a uma demanda crescente e se posicionar de maneira mais competitiva.

O crescimento do dropshipping nacional

Embora o dropshipping tenha se popularizado com fornecedores internacionais, a necessidade de entregas mais rápidas e simplificadas tem impulsionado a venda sem estoque nacional.

Afinal, operando localmente, é possível reduzir prazos de entrega e melhorar o atendimento ao cliente, fatores decisivos para superar a importação direta.

Vale ressaltar que o fortalecimento do dropshipping dentro do Brasil apresenta benefícios para todos os stakeholders:

– Fornecedores: o modelo de dropshipping nacional oferece maior previsibilidade na demanda, permitindo planejar melhor a produção e evitar excessos de estoque ou rupturas;

– Lojistas: a parceria com fornecedores do Brasil garante redução de custos de frete e prazos mais curtos, pontos cruciais para melhorar a experiência do cliente e, consequentemente, a taxa de conversão;

– Consumidor: prazos de entrega mais rápidos aumentam a satisfação e a fidelização. Portanto, a expansão do dropshipping não é apenas uma estatística animadora, mas um reflexo de uma mudança real na forma como os consumidores compram.

Essa é uma oportunidade única e valiosa para fornecedores nacionais se posicionarem como líderes nesse mercado bilionário, mas para isso será necessário investir em infraestrutura, tecnologia e eficiência logística.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/dropshipping-deve-crescer-22-ao-ano-e-movimentar-us-125-trilhao-ate-2030