Estrela abre loja oficial na Shopee para expandir e-commerce de brinquedos

A fabricante de brinquedos Estrela anunciou sua entrada na seção de lojas oficiais da Shopee, integrando-se a um grupo de mais de 800 grandes marcas presentes na plataforma. A parceria reflete a expansão do e-commerce no setor de brinquedos, que registrou um aumento superior a 60% nas vendas na Shopee em 2024, comparado ao ano anterior.

Com a iniciativa, a Estrela busca fortalecer sua presença digital e ampliar o alcance de seus produtos. “A Estrela, sempre atenta aos movimentos do varejo, compreendeu a importância crescente da Shopee na distribuição de brinquedos”, destaca Aires Fernandes, diretor de Marketing da empresa. A expectativa da fabricante é que a nova loja oficial impulsione as vendas online, com um crescimento estimado de pelo menos 15%.

Para Felipe Lima, responsável por Desenvolvimento de Negócios da Shopee, a parceria reforça a relevância do comércio eletrônico na conexão entre marcas e consumidores. “A chegada dessa grande marca amplia o portfólio do marketplace e melhora a experiência de compra, acompanhando a alta na demanda por brinquedos no digital”, afirma.

Brinquedos nostálgicos

A Estrela tem apostado no comércio eletrônico para o relançamento de brinquedos que ficaram na memória das crianças dos anos 80 e 90. Esse público, conhecido como “kidult”, é formado por adultos com poder de compra e interesse em itens nostálgicos. Ano passado, a marca relançou a boneca da Xuxa exclusivamente no próprio e-commerce, e o produto esgotou em menos de 24 horas.

O diretor de marketing da Estrela complementa ao dizer que marca tem utilizado o e-commerce principalmente para atingir esse público mais nostálgico. “Além da nossa coleção normal. Até porque, estrategicamente, não é interessante pra gente competir com as lojas físicas, que são os nossos clientes. Estamos alinhados com o novo movimento que surge no mundo do brinquedo, que são chamados ‘kidults’, que são os brinquedos que despertam gatilhos de felicidade para gerações que tiveram contato com esses brinquedos em décadas passadas, principalmente a partir das décadas de 90, 80, 90, 2000. Esses produtos são vendidos exclusivamente no ecommerce”, esclareceu.

A fabricante pretende lançar 15 produtos desta categoria para 2025. Os brinquedos mais queridos dessa linha nostálgica são os bonecos Falcon, a boneca Emília, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o Genius, o Pogobol, a coleção moranguinho e o autorama Ayrton Senna.

Fonte: “Estrela abre loja oficial na Shopee para expandir e-commerce de brinquedos – E-Commerce Brasil

 

Eficiência operacional: cinco passos para vender mais gastando menos em 2025

O mercado de e-commerce está mais competitivo do que nunca. Em 2024, o volume global de vendas online atingiu um recorde de US$ 6,3 trilhões, mas, paralelamente, o custo médio de aquisição de clientes subiu 60% em comparação aos cinco anos anteriores, segundo a Statista.

À medida que os custos de aquisição de clientes aumentam e as margens de lucro se estreitam, lojistas enfrentam o desafio de crescer de forma sustentável. Como equilibrar eficiência e resultados em um cenário tão desafiador? A resposta está na combinação de tecnologia e estratégia: ao adotar ferramentas de automação e alavancar o potencial dos dados, é possível transformar sua operação e maximizar resultados.

A eficiência operacional não é apenas uma questão de cortar custos, mas de otimizar recursos, aumentar a produtividade e criar experiências mais inteligentes para os clientes. Segundo a McKinsey, empresas que investem em digitalização e automação podem reduzir em até 20% seus custos operacionais enquanto aumentam as receitas em 15%. Para o e-commerce, isso significa uma oportunidade clara de escalar com sustentabilidade.

Neste artigo, apresentamos cinco passos estratégicos para quem quer não apenas sobreviver, mas prosperar em 2025. Do uso inteligente de dados à reestruturação da logística, cada dica foi elaborada para mostrar como pequenas mudanças podem gerar grandes impactos na sua operação. Vamos juntos explorar essas estratégias?

1. Automatize processos e ganhe tempo para pensar estrategicamente

Em muitos e-commerces, tarefas manuais, como gerar descrições de produtos, enviar e-mails de acompanhamento e emitir notas fiscais, consomem horas preciosas da equipe.

Essas atividades, além de desgastantes, aumentam o risco de erros operacionais. Mas e se você pudesse delegar tudo isso a uma máquina que nunca erra e está sempre disponível?

De acordo com a Moosend, o uso de automação para envio de e-mails pode recuperar até 25% dos carrinhos abandonados. Na Black Friday de 2024, lojistas que automatizaram esse processo viram suas vendas dispararem sem a necessidade de aumentar o investimento em campanhas ou contratar mais funcionários.

Além disso, funções automatizadas, como gatilhos de promoções personalizadas e campanhas sazonais, garantem que a mensagem certa chegue à pessoa certa, na hora certa. Relatórios do Salesforce indicam que empresas que utilizam automação de marketing registram um aumento médio de 20% na produtividade das equipes e de 30% na taxa de conversão.

Plataformas de ecommerce modernas oferecem soluções simples e eficientes para automatizar fluxos de trabalho, liberando a equipe para tarefas estratégicas e criativas.

2. Transforme dados em respostas para os desafios do seu e-commerce

Você sabe exatamente quais produtos estão parados no estoque? Ou quais canais trazem os clientes mais rentáveis? Se a resposta for “não”, é hora de olhar para os seus dados como o ativo mais valioso da sua operação.

Um estudo da McKinsey aponta que empresas que utilizam dados para embasar decisões conseguem aumentar a receita em até 15% e reduzir custos operacionais em 20%. Dashboards consolidados, como os integrados em soluções de gestão de e-commerce, permitem que você monitore KPIs em tempo real e tome decisões ágeis para melhorar o desempenho geral.

Imagine, por exemplo, que você é um lojista do setor de suplementos alimentares. Ao analisar os dados de seu CRM, identificou que clientes que compravam suplementos também estavam interessados em produtos de bem-estar. Ao ajustar suas campanhas de mídia paga, com a nova temática, você pode ver resultados significativos em aumento do ticket médio.

3. Personalize a experiência e conquiste clientes fiéis

Em um mercado competitivo, oferecer uma experiência genérica é praticamente o mesmo que ignorar o cliente. Personalização não é mais um diferencial, é uma necessidade.

Estudos da Epsilon mostram que consumidores têm 80% mais chances de comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas. Isso inclui desde recomendações baseadas no histórico de navegação até mesmo mensagens de carrinho e produto abandonado, incentivando a compra do produto de interesse com um cupom de desconto, por exemplo.

4. Invista em capacitação e retenção da sua equipe

A eficiência operacional não depende apenas de ferramentas tecnológicas; ela também exige uma equipe bem treinada e motivada. Profissionais que entendem como usar dados e automação de forma estratégica conseguem extrair o máximo das soluções tecnológicas e gerar resultados consistentes.

De acordo com a LinkedIn Learning, empresas que investem em treinamentos regulares para suas equipes veem um aumento de 24% na produtividade e uma redução significativa na rotatividade. Além disso, colaboradores engajados tendem a identificar oportunidades de melhoria em processos, otimizando ainda mais os recursos da empresa.

Ao garantir que sua equipe esteja alinhada com as novas tecnologias e boas práticas, você cria um ambiente de inovação e crescimento sustentável.

5. Reestruture sua logística e veja seus custos despencarem

O frete é, sem dúvida, um dos maiores desafios do e-commerce. Custos altos e atrasos podem minar a satisfação do cliente e reduzir sua margem de lucro. No entanto, integrar soluções tecnológicas de logística pode transformar esse cenário.

De acordo com a Statista, empresas que utilizam ferramentas de otimização logística conseguem reduzir os custos em até 12% ao ano. Por exemplo, tabelas dinâmicas de frete permitem que você escolha a opção mais econômica e eficiente para cada pedido. Plataformas de e-commerce com integração logística ou soluções proprietárias de entrega ajudam a negociar melhores condições e entregar mais valor ao cliente final.

Em suma, em 2025, a eficiência operacional será o maior trunfo para quem deseja se destacar no mercado. Pequenas mudanças em processos, impulsionadas pelo uso de dados e automação, podem trazer ganhos significativos em receita e redução de custos.

Plataformas modernas oferecem ferramentas acessíveis e poderosas para transformar sua operação. Comece hoje e esteja pronto para colher os frutos de um e-commerce mais ágil, inteligente e rentável no próximo ano.

Fonte:”https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/eficiencia-operacional-cinco-passos-para-vender-mais-gastando-menos-em-2025″

 

Black Friday: como organizar campanhas assertivas que elevem as vendas?

A menos de um mês para a Black Friday, muitas empresas já estão se preparando para alavancar suas vendas em uma das épocas mais esperadas do ano. Além do investimento indiscutível em uma boa estratégia de marketing para adquirir esses resultados, é necessário se atentar às estratégias de cobrança neste período, desenvolvendo abordagens amigáveis e assertivas que gerem uma experiência positiva e evitem, assim, riscos de inadimplência e demais prejuízos financeiros.

Até hoje, muitas pessoas ainda aguardam essa data para adquirir seus produtos desejados. Segundo dados divulgados em uma pesquisa da Dito em parceria com a Opinion Box, como prova disso, 43% dos consumidores pretendem gastar mais neste ano, contra apenas 9% que irão gastar menos do que em 2023.

Esse alto volume de buscas vem demandando, cada vez mais, um planejamento antecipado pelo mercado, através de campanhas exclusivas de marketing, reforços na logística e atendimento ao cliente, garantindo uma experiência satisfatória e fluída e, consequentemente, uma maior fidelização do comprador à marca. No entanto, até hoje, muitos erros acabam sendo cometidos nesse processo, comprometendo a conquista desses resultados pelos empreendimentos.

Erros comuns na Black Friday

Uma das dificuldades mais recorrentes das empresas nesta época tem sido a atualização cadastral. Muitas deixam de qualificar e manter seu mailing em dia e, com isso, perdem assertividade ao contatarem seus clientes, investindo dinheiro e tempo em mensagens que não chegarão ao destinatário desejado.

A excessividade em uma comunicação inapropriada também é, infelizmente, bastante comum. Diversos consumidores são impactados, diariamente, com um alto volume de mensagens que, por mais que sejam de marcas com as quais tenham o hábito de se relacionarem, podem gerar uma insatisfação e uma consequente perda de intenção de compras futuras. Imagine essa quantia extensa vinda de diferentes empresas, quão negativas podem se tornar para qualquer pessoa.

Esses comportamentos são extremamente prejudiciais para a imagem e prosperidade de qualquer negócio e, na Black Friday, podem impedir um aumento de vendas característico desta época. Aquelas que desejarem fazer parte desse movimento devem, além de se planejar antecipadamente, se preocupar em desenvolver um plano de cobrança assertivo a seu público-alvo, direcionando mensagens diretas e objetivas aos destinatários corretos para que os convertam e, ainda, criem uma experiência de compra positiva.

Estratégias eficazes de comunicação

No que tange aos dados cadastrais dos clientes, como exemplo, a qualificação dessas informações permite acionamentos mais assertivos, garantindo que a pessoa certa seja contatada para cada demanda. Existem serviços exclusivos de validação entre o CPF e número de celular diretamente na base cadastral das operadoras, pautados nas premissas do Open Gateway, os quais são de grande ajuda nesse sentido.

Para estreitar o contato entre as partes, implementar uma estratégia multicanal ampla entre voz e texto é uma peça importante visando se relacionar com o cliente no contato correto e de sua preferência. Uma comunicação adequada, tecnológica e com atendimento omnichannel preparado para as necessidades dos clientes eleva as chances de conversão na jornada de compras.

No mercado, existe uma série de canais inovadores e ricos em recursos visuais capazes de favorecer essa experiência, e que vão além dos canais mais “famosos”, como o WhatsApp e SMS. Um grande exemplo disso é o RCS Google, que permite identificação visual da marca com logo, contato, endereço, site e uma comunicação mais amigável através de cards, carrosséis, gifs e demais recursos que farão diferença na estratégia.

Por mais que esses recursos possam ser utilizados por qualquer negócio, é importante ter ciência de diferenças significativas dessas estratégias no online e offline. Isso porque, enquanto os e-commerces já dispõem de vantagens competitivas pelo maior impacto que essas ferramentas tendem a gerar por seu apelo visual, um dos grandes diferenciais das empresas físicas está em sua experiência sensorial e conexão pessoal.

Dessa forma, cada canal de comunicação deve ser muito bem pensado conforme essas características e preferências do público-alvo. Conheça, a fundo, o perfil de seu cliente e o que ele espera. Isso facilitará – e muito – que sua marca defina as melhores estratégias na Black Friday que elevem a conversão de vendas e os resultados nesta data tão promissora para o mercado.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/black-friday-como-organizar-campanhas-assertivas-que-elevem-as-vendas”

 

Lojas online faturaram R$ 88 milhões na semana do Dia do Consumidor

As pequenas e médias empresas do varejo online lucraram R$ 88 milhões com as vendas durante a semana do Dia do Consumidor, celebrado na última sexta-feira (15). O montante representa um aumento de 44% em comparação com 2023, quando o faturamento foi de R$ 61,2 milhões. Os dados são da análise feita pela Nuvemshop, que levou em conta as vendas realizadas de 11 a 17 de março de 2023 e 2024 por lojistas brasileiros.

No total, foram vendidos 1,3 milhão de produtos durante esse período, um aumento de 30% em relação ao ano passado. Os itens mais populares incluíram devocionais, granola, creatina, produtos para cabelo e perfumes. Os setores que tiveram melhor desempenho foram:

  • Moda (R$ 29 milhões);
  • Saúde & Beleza (R$ 8 milhões);
  • Acessórios (R$ 5,5 milhões).

O ticket médio por compra foi de R$ 244, seguindo a média das previsões feitas para o período. O cartão de crédito seguiu como o método de pagamento mais utilizado, respondendo por 49% de todas as transações, enquanto o PIX aumentou sua participação de 34% para 42,5%.

Em relação aos estados com maior faturamento, São Paulo liderou o ranking, com R$ 42,5 milhões, seguido por Minas Gerais (R$ 8 milhões), Rio de Janeiro (R$ 6,5 milhões), Santa Catarina (R$ 6,2 milhões) e Paraná (R$ 4,5 milhões).

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/lojas-online-faturaram-r-88-milhoes-na-semana-do-dia-do-consumidor”

 

Alta no e-commerce nos próximos anos traz oportunidades para novos lojistas

Números são animadores. Atacadista Estoquee traz alguns insights para quem quer iniciar e prosperar como lojista, dentro ou fora dos marketplaces

O cenário do varejo brasileiro está em constante evolução, impulsionado pelo crescimento do comércio, especialmente o eletrônico, e pela busca incessante por produtos de qualidade a preços acessíveis. Nesse contexto, a Estoquee, atacadista fornecedora de produtos multicategoria, tem se destacado como uma parceira estratégica para lojistas físicos e virtuais.

Mercado online crescente

No primeiro semestre de 2023, segundo dados da NielsenIQEbit, o Brasil registrou mais de 50 milhões de consumidores virtuais, um aumento de 6% em relação ao ano anterior. Essa tendência de crescimento deve continuar, com projeções otimistas para os próximos anos. Também em 2023, o faturamento do e-commerce no país atingiu R$ 185,7 bilhões, com um ticket médio de R$ 470,00, de acordo com levantamento da Abcomm. Esses números refletem a confiança dos consumidores no ambiente digital.

Quanto às perspectivas futuras, de acordo com dados da Statista, existe uma tendência ascendente no mercado de e-commerce no Brasil. A taxa de penetração no setor deve crescer 7,4% de 2023 até 2028.

Insights para quem deseja iniciar no varejo eletrônico

Segundo Graziela Fioraso Cestini, Gerente de Marketing e Digital da Estoquee, para obter sucesso no varejo, o comerciante precisa ter em mente alguns pontos. São eles:

Formalização do negócio: ela garante que a empresa esteja legalmente constituída. Isso traz credibilidade e segurança para os clientes, além de permitir o acesso a benefícios fiscais e jurídicos.

Escolha dos canais de venda: avaliação das melhores plataformas para comercializar os produtos. Existem diversas opções no mercado, como lojas virtuais próprias, marketplaces, redes sociais e aplicativos de mensagens. Cada uma tem suas vantagens e desvantagens, e o lojista deve escolher aquela que melhor se adapta ao seu público-alvo, produto e orçamento.

Precificação estratégica: definição de preços competitivos, considerando as possíveis margens de lucro. O lojista deve levar em conta os custos de produção, estoque, transporte, impostos, comissões e outros fatores que influenciam o valor final do produto. Além disso, deve pesquisar os preços praticados pela concorrência e pelo mercado, e oferecer diferenciais que agreguem valor ao produto, como qualidade, garantia, atendimento e pós-venda.

Meios de pagamento e envio: a oferta de opções flexíveis para os clientes facilita a compra. O lojista deve disponibilizar formas de pagamento variadas, como cartão de crédito, boleto, transferência, PIX e outros. Também deve oferecer opções de envio rápidas, seguras e econômicas, como Correios, transportadoras, motoboys e retirada na loja.

Presença nas redes sociais: o uso das redes sociais para divulgar os produtos e interagir com o público. As redes sociais são ferramentas poderosas para atrair, engajar e fidelizar clientes, além de gerar tráfego para o site ou loja virtual. O lojista deve criar perfis nas principais redes, como Facebook, Instagram, TikTok e YouTube, e produzir conteúdo relevante, informativo e atrativo para o seu nicho de mercado. Também deve responder aos comentários, dúvidas e sugestões dos seguidores, e aproveitar as ferramentas de vendas disponíveis nas redes.

Investimento em marketing digital: a adoção de estratégias como anúncios pagos e campanhas exclusivas. O marketing digital é essencial para aumentar a visibilidade, o alcance e as vendas do lojista online. O lojista deve investir em anúncios e campanhas em plataformas de Ads, segmentando o seu público e otimizando o seu retorno sobre o investimento.

Operando mais de 100 contêineres mensalmente, a atacadista Estoquee oferece os pilares que todo seller precisa para obter sucesso: produtos validados e virais para uma loja disruptiva, com qualidade e garantia; oferta de preço e negociação que um parceiro pode oferecer; produtos liberados no prazo que o seller desejar, podendo ser enviados diretamente para o full commerce das plataformas; e claro, estoque para a pronta entrega, com reposição e lançamentos a cada semana.

Sobre a Estoquee — Atacadista fornecedora de produtos multicategoria, com showroom em São Paulo, na Rua Cajuru, 691, no Belenzinho, atendendo lojistas físicos e virtuais de todo o Brasil. A empresa faz parte do Grupo Centex, que atua na cadeia de suprimentos internacional de armazenamento e logística expressa. Com mais de 20 anos de experiência no mercado brasileiro, a Estoquee oferece milhares de produtos de qualidade em categorias como Ferramentas, Fitness, Lazer, Escritório, Pet, Casa e mais, com preços competitivos e entrega rápida, sendo a parceira ideal para quem quer prosperar no varejo e ter altas margens de lucro.

Fonte: “https://www.segs.com.br/mais/economia/394326-alta-no-e-commerce-nos-proximos-anos-traz-oportunidades-para-novos-lojistas”

 

A ascensão do fulfillment: do opcional ao indispensável no sucesso do e-commerce

No dinâmico e moderno universo do e-commerce, a logística, uma vez considerada uma função secundária, emergiu como protagonista na jornada das empresas digitais.

Uma estratégia eficaz de fulfillment não apenas garante a satisfação do cliente, mas também fortalece a competitividade e sustentabilidade do negócio a longo prazo.

O fulfillment como estratégia vencedora

Em um mercado onde a eficiência é a moeda de troca, o fulfillment transcendeu sua posição inicial como uma escolha conveniente. Hoje, ele é uma estratégia indispensável para empresas que buscam não apenas sobreviver, mas prosperar no competitivo universo do e-commerce.

A importância da experiência do cliente

O fulfillment eficaz não se trata apenas de enviar produtos rapidamente. É sobre criar uma experiência de cliente que ultrapassa as expectativas. Desde a facilidade de compra até a entrega pontual, cada interação reflete a qualidade do fulfillment, transformando clientes satisfeitos em defensores da marca.

O impacto nas taxas de conversão

A velocidade e a confiabilidade do fulfillment têm um impacto direto nas taxas de conversão. Com consumidores cada vez mais exigentes, empresas que adotam práticas de fulfillment eficientes não apenas conquistam vendas, mas também constroem lealdade ao oferecer uma experiência de compra sem atritos.

Logística como diferencial competitivo

No cenário atual, em que produtos semelhantes estão a apenas um clique de distância, a logística se torna um diferencial competitivo crucial. Empresas que entendem o valor estratégico do fulfillment não apenas atendem às expectativas dos clientes, mas superam a concorrência ao oferecerem serviços logísticos ágeis e excepcionais.

A evolução tecnológica no fulfillment

O crescimento do fulfillment moderno é impulsionado pela tecnologia. Desde sistemas avançados de gestão de armazéns até a automatização de processos, a evolução tecnológica está redefinindo a eficiência do fulfillment, permitindo que as empresas otimizem operações, reduzam custos e superem desafios logísticos.

Fulfillment e escalabilidade

Além de garantir uma experiência de compra excepcional, o fulfillment bem-sucedido também é fundamental para a escalabilidade do negócio. À medida que a empresa cresce, é essencial que a infraestrutura logística acompanhe esse crescimento, garantindo que a operação seja capaz de lidar com um volume crescente de pedidos sem comprometer a qualidade do serviço.

Em resumo, o fulfillment deixou de ser uma simples etapa operacional e tornou-se um elemento central para o sucesso das empresas no comércio digital. Uma estratégia eficaz de fulfillment não apenas garante a satisfação do cliente, mas também fortalece a competitividade e sustentabilidade do negócio a longo prazo. Para as empresas que buscam prosperar no mundo online, investir em uma logística de fulfillment robusta e eficiente é mais do que uma escolha – é uma necessidade imperativa.

Fonte: “A ascensão do fulfillment: ao opcional ao indispensável no sucesso do e-commerce – E-Commerce Brasil (ecommercebrasil.com.br)

 

Expectativa é que faturamento da Black Friday cresça 12% em 2023, aponta Neotrust

A Neotrust divulgou, nesta quinta-feira (23), a primeira análise a Black Friday 2023. A expectativa, segundo Luiz Otávio Cambraia, head de Vendas da Neotrust, é que o faturamento cresça 12% entre hoje e domingo (26).

Com relação aos descontos, o aumento acontece gradativamente conforme a chegada da Black Friday 2023. De acordo com o levantamento, até às 15h desta quinta-feira (23), 33,9% dos produtos está com 10% ou mais de desconto em seu preço.

“A nossa expectativa é para uma superação de 2022. Contudo, acreditamos que uma possível dificuldade para este ano esteja em termos logísticos, com a vinda de produtos do Norte do país”, complementa.

A progressão da redução nos preços continua de forma descrescente quando falamos de 20% (19,4% dos produtos) e 40% (4,8% dos produtos) de desconto. O decréscimo nos valores, segundo a Neotrust, acontece desde o começo de novembro.

Os dados foram levantados na comparação com o preço real pago (após cupom ou promoção), analisando se ele foi maior ou menor que o preço de setembro deste ano.

Além disso, a pesquisa conta com análise de mais de 2,5 mil e-commerces e grandes varejistas na base da Neotrust.

Descontos por categoria

O desconto na precificação, como mostra a análise da Neotrust, pode variar para cada categoria. No mesmo retrospecto (até 15h de hoje), a categoria Beleza e Perfumaria lidera as promoções, com 44,3% dos produtos com preço reduzido de pelo menos 10% e 25,6% com redução de pelo menos 20%.

Outro destaque é a categoria Telefonia, com 48,3% dos produtos com preços reduzidos de pelo menos 10%, mas só 21,4% com redução maior que 20%.

A categoria Ar e Ventilação está na posição menos favorável, com apenas 8,% dos produtos apresentando um desconto mínimo de 10%.

PMES faturam R$ 1,5 bilhão no e-commerce durante 1° semestre, mostra Nuvemshop

O e-commerce foi peça fundamental na operação de pequenos e médios empreendedores (PMEs) brasileiras no primeiro semestre de 2023. Segundo pesquisa da Nuvemshop faturaram 25% a mais no online frente igual período no ano passado. Em números absolutos, a receita foi de R$ 1,5 bilhão.

No mesmo retrospecto, foram vendidos mais de 25 milhões de produtos no e-commerce brasileiro por PMEs. O resultado foi 16% maior que o registrado na primeira metade de 2022 (21,8 milhões).

De acordo com o levantamento, o valor médio pago por pedido chegou a R$ 248,10. O número de pedidos cresceu 20%, saindo de 5 milhões para 6 milhões neste ano.

“O varejo online é impulsionado pela conveniência para comprar, variedade de produtos, comodidade nas entregas em domicílio e a inovação tecnológica oferecida pelas lojas virtuais, constantemente se adaptando às necessidades dos consumidores”, afirma Guilherme Arantes, especialista em e-commerce da Nuvemshop.

A análise da Nuvemshop considerou vendas realizadas entre janeiro e junho de 2022 e 2023 dos lojistas brasileiros na plataforma.

Destaques entre os segmentos

O segmento de Joias teve aumento de cerca de 77% no faturamento, taxa de crescimento superior aos demais setores e movimentando R$ 55,5 milhões no período.

Além deste, Moda (R$548 milhões), Saúde & Beleza (R$128,5 milhões) e Acessórios (R$105,5 milhões) também se destacaram entre os segmentos com maiores faturamentos nos primeiros seis meses de 2023.

https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/pmes-e-commerce-primeiro-semestre-2023-nuvemshop

Novo estudo sobre o TikTok traz insights para utilizar o app a favor dos negócios

Mais uma vez a Opinion Box produz um estudo para entender a interação dos usuários com as empresas. Sim, no ano passado a empresa trouxe um documento para traçar estratégias de marketing no aplicativo. Já nesse novo, a pesquisa revelou que 68% das pessoas que utilizam a plataforma conheceram produtos nunca antes vistos no TikTok. Um fato curioso é que 52% dos respondentes disseram que gostariam que as marcas consumidas utilizassem mais a rede social.

Ao serem perguntados sobre a probabilidade de aproximação das pessoas das empresas a partir do TikTok, 75% dos usuários concordaram, sendo que 45% afirmam se sentir mais seguro ao adquiri produtos ou serviços recomendados por algum influenciador do app.

Formato de anúncio não é bem-vindo no TikTok
Diferente de outras redes sociais, o TikTok não é um lugar para pura e simplesmente anunciar. Isso porque, de acordo com o estudo, 72% das pessoas disseram não ter comprado nada a partir de cliques em anúncios.

Sobre o hábito de clicar em anúncios, as respostas foram:
* Raramente 33%
* Nunca 30%
* às Vezes 28%
* Frequentemente 6%
* Sempre 3%

Ainda assim, há outras formas de mostrar a sua marca/produto e ter retorno positivo sobre isso. Isso porque 41% dos usuários disseram que acompanhar e curtir os vídeos de marcas/empresas está entre as suas preferências dentro do app. Há, ainda, 31% que afirma usar o TikTok para assistir a reviews de produtos, nicho esse que pode ser aproveitado.

Relação com as marcas/influenciadores
Para entender a melhor forma de abordagem das empresas com seus consumidores no TikTok, a Opinion Box entrevistou ambos os lados, e concluiu que:
48% dos usuários seguem alguma empresa e marca;
64% seguem influenciadores;
16% tem perfil comercial na rede;
33% já compraram algum produto ou serviço no TikTok;
40% comprara. algo ou serviço por indicação de alguém no app;
36% deixaram de comprar algo por alguém ter falado mal dentro da plataforma;
53% gostariam que as marcas que eles consomem utilizassem mais o TikTok.

Além do TikTok
A fim de entender melhor o comportamento dos usuários, a pesquisa também questionou quais redes sociais eram acessadas além do TikTok.

As respostas foram as seguintes:
94% YouTube;
93% Instagram;
86% Facebook;
41% Twitter;
39% Pinterest;
35% LinkedIn;
15% Snapchat;
3% Outras.

Sobre o estudo
A pesquisadora reuniu 1.544 usuários do TikTok (13% das classes AB e 87% das CDE), sendo 48% na região Sudeste, 25% no Nordeste, 12% no Sul, 8% no Centro-Oeste e 7% no Norte. Destes, 53% pertencem ao sexo feminino, 47% masculino, nas respectivas idades:
* 18 a 29 anos – 31%;
* 30 a 49 anos – 44%;
* 50 anos ou mais – 25%.

Americanas (AMER3) vira lanterninha do e-commerce (para alegria da Amazon)

Desde que a Americanas (AMER3) divulgou inconsistências contábeis da ordem de R$ 40 bilhões que a levaram à recuperação judicial, a empresa testemunhou sua posição no e-commerce erodir diante de suas principais competidoras.

O dado é parte de um monitoramento elaborado pela consultoria em tecnologia Similarweb, e veiculado em relatório do banco de investimento UBS BB, divulgado no último dia 11.

De dezembro para janeiro, mês em que o rombo foi anunciado, o relatório do UBS BB mostra que a Americanas registrou uma redução de 14% para 10% no número de visitas web mensais de consumidores. Entre janeiro e fevereiro, há uma nova queda de 3% no tráfego.

Com isso, a varejista tutelada pelo trio Lemann-Sicupira-Telles amarga agora a última posição entre os maiores players de e-commerce do Brasil, com apenas 7% do tráfego disputado no varejo digital.

O cenário do UBS BB converge com o do Itaú em BBA, que aponta que, de 11 de janeiro até o fim de fevereiro, a companhia perdeu cerca de 57% do tráfego em seu site.

Para Fernando Ferrer, analista de varejo da Empiricus Research, a queda do tráfego gera um impacto reconhecido, mas difícil de ser quantitativamente estimado sobre o GMV (total de mercadorias vendidas) da varejista.

A Americanas ainda não divulgou os resultados do último trimestre de 2022 e não deu indicações de quando divulgará os números do primeiro trimestre deste ano, tornando mais difícil uma análise das linhas de negócio da companhia.

O que se sabe é que a companhia está enfrentando dificuldades com fornecedores e precisando pagar à vista pelos produtos dispostos no seu e-commerce, uma vez que as operações de risco sacado foram inviabilizadas.

Essa nova realidade traz uma diminuição da variedade de mercadorias vendidas, que, aliada à perda de prestígio da plataforma, acaba espantando o consumidor.

Amazon e Shopee puxam o tapete da AMER3, mas também de outras brasileiras
Apesar de catalisador, o colapso financeiro tornado público no início de 2023 não é o ponto inicial do declínio da empresa, em termos de predileção do público.

Em dezembro de 2021, a Americanas era a segunda maior empresa do setor de e-commerce, detendo 21% do total do tráfego online e perdendo apenas para o Mercado Livre (MELI34) — a empresa argentina é a líder consolidada do e-commerce brasileiro há mais de seis anos. Dois meses depois, a Americanas começou a cair, chegando ao fim de 2022 com uma fatia de apenas 10%.

A série histórica levantada no período mostra que Shopee (braço de e-commerce da chinesa Sea Limited) e, sobretudo, a Amazon (AMZO34) foram as principais beneficiadas pela derrocada da Americanas.

As fatias das brasileiras Magazine Luiza (MGLU3) e Via Varejo (VIIA3) permanecem relativamente inalteradas.

Para Ferrer, o crescimento da Amazon e da Shopee no Brasil se dá de maneira orgânica e está vinculado ao tamanho continental do mercado brasileiro, visto como uma grande oportunidade para os players internacionais que possuem caixa, infraestrutura e logística para competir por mais consumidores.

No caso da Amazon, os analistas ainda destacam a prática de descontos agressivos em datas especiais, como o Prime Day, que acabam conquistando o consumidor para a compra do grupo de produtos que é considerado uma especialidade da Americanas, qual seja, a linha de eletroeletrônicos.

Já para a Shopee, a aposta na venda de itens de baixo ticket vem rendendo frutos para a empresa no mercado brasileiro.

Mas o tempo bom para a Shopee pode estar acabando: a plataforma de e-commerce pode perder uma vantagem valiosa ante suas concorrentes, dada a intenção do governo em tornar obrigatória a taxação sobre compras importadas, incluindo aquelas inferiores a US$ 50 (o que compõe o maior ticket médio das gigantes asiáticas).

Se esta medida será o suficiente para reviver a AMER3 dos mortos ainda é algo a ser conferido.

Americanas tenta paz com credores
A Americanas tenta estender a bandeira branca com os principais credores no processo de recuperação judicial anunciado ainda em janeiro.

Segundo a varejista, a suspensão permitirá que as partes envolvidas foquem seus esforços na negociação de um plano de recuperação judicial aceitável para a maior parte dos credores e que ainda viabilize o futuro operacional da companhia.

A empresa diz esperar que “as negociações culminem em um plano que conte com o apoio da maior parcela possível dos credores da Americanas e que possa ser submetido a uma assembleia geral de credores dentro do prazo estabelecido pela legislação”.

Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Sicupira considerariam adicionar até R$ 2 bilhões ao valor inalterado de R$ 10 bilhões. O montante adicional seria realizado em duas parcelas separadas em uma data futura se a alavancagem da companhia crescer muito ou se a liquidez cair abaixo de um nível não especificado, segundo o comunicado.