Com bicicletas, J&T Express quer reduzir volume mensal de emissões de CO2 em até 50%

De acordo com a companhia, expectativa é que bicicletas sejam usadas em 10% de todas as entregas realizadas no Brasil até o final deste ano.

A J&T Express investiu na expansão das operações com foco no uso de bicicletas como meio de transporte. Segundo a companhia, a iniciativa tem como objetivo melhorar a eficiência das entregas que atualmente são feitas por motocicletas. Com as bikes, a meta é reduzir emissões mensais de CO2 em até 50% em nove das unidades regionais da companhia.

A expectativa é que o uso de bicicletas atinja 10% de todas as entregas realizadas no Brasil até o final deste ano.

Atualmente, a J&T Express conta com uma frota de mais de 590 bicicletas, com uso concentrados nas regiões Norte e Nordeste do país. De acordo com a companhia, são entregues 150 mil pacotes mensalmente por meio desse modal.

O intuito é aumentar o número de bicicletas para cerca de 1,2 mil nos próximos meses, ampliando esse modelo no Sudeste do país.

“De acordo com estimativas calculadas pela nossa equipe de Redes, devemos diminuir nosso volume diário de emissão de CO2 em cerca de 5 mil kg, graças ao aumento da frota de bicicletas em circulação”, explicou o responsável pela Gestão de Redes da J&T Express Brasil, Eduardo Caires.

Segundo o executivo, a companhia prevê duplicar a quantidade de bicicletas utilizadas em entregas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pará, Goiás, Ceará e Bahia. “Já em Minas Gerais e no Maranhão, onde esse modal ainda é pouco utilizado, o número de entregadores com bicicletas deve crescer dez vezes, até dezembro de 2024”, disse.

Amazon recebe autorização para operar drones além do campo de visão nos EUA

Gigante do e-commerce expande programa de entregas com drones após aprovação da FAA.

A Amazon anunciou que a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a operação de seus drones de entrega “além da linha de visão”, permitindo que a empresa expanda seu programa de entregas com drones.

Essa aprovação histórica elimina a necessidade de observadores em solo para monitorar os drones durante o voo, abrindo caminho para entregas mais eficientes e em áreas mais amplas.

A aprovação da FAA veio após a Amazon demonstrar que seus drones são capazes de detectar e evitar obstáculos no ar, além de apresentar outras informações técnicas e realizar demonstrações de voo diante de inspetores federais.

As demonstrações incluíram voos na presença de aviões, helicópteros e até mesmo um balão de ar quente, comprovando a capacidade dos drones de navegar com segurança em diferentes cenários.

Amazon irá expandir de imediato área de entregas por drones

Com a autorização, a Amazon pretende expandir imediatamente suas operações na área de College Station, no Texas, onde as entregas por drones foram lançadas em 2022. A empresa também planeja ampliar suas operações para outras localidades nos Estados Unidos, estabelecendo as bases para um futuro em que as entregas por drones se tornem uma realidade em todo o país.

A Amazon tem grandes ambições para seu programa de entregas por drones, com a meta de entregar 500 milhões de pacotes por ano até o final da década. A aprovação da FAA representa um marco importante para a empresa, que busca revolucionar a forma como as encomendas são entregues, oferecendo um serviço mais rápido, eficiente e sustentável.

A decisão da FAA também é vista como um passo significativo para o desenvolvimento da indústria de drones nos Estados Unidos. A aprovação da operação além da linha de visão pode abrir portas para novas aplicações comerciais de drones, impulsionando a inovação e o crescimento do setor. No entanto, questões como privacidade e segurança ainda precisam ser cuidadosamente avaliadas à medida que a tecnologia avança.

Correios vai instalar lockers para moradores de áreas alagadas receberem encomendas

Serão instaladas 10 no Rio Grande do Sul a partir da próxima semana.

Os Correios irão iniciar na próxima semana a instalação de 10 lockers, em português, armários inteligentes, para que os moradores de áreas alagadas ou inacessíveis do Rio Grande do Sul possam receber suas encomendas.

“Vamos instalar nossos lockers em locais estratégicos, como farmácias e shoppings, para que as pessoas tenham uma forma rápida, segura e acessível de receber suas encomendas. Além de estarmos atuando na logística de entrega dos donativos do Brasil todo para o Rio Grande do Sul, seguimos buscando formas de continuar chegando a cada cidadã e a cidadão do estado”, afirma o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos.

As áreas que irão receber os armários serão divulgadas no site dos Correios assim que os equipamentos estiverem disponíveis.

Correios orienta sobre o uso
Para acessar os lockers dos Correios é preciso seguir um passo a passo. Primeiro, o destinatário deve fazer o cadastro no “Meu Correios”, que pode ser abaixado como aplicativo ou acessado pelo site.

Na loja virtual ou no ato da postagem, é preciso informar no endereço de entrega o CEP do locker, não esquecendo de inserir o número do CPF ou CNPJ no campo de complemento do endereçamento. O destinatário pode acompanhar toda a movimentação da encomenda por meio do aplicativo Correios.

Quando a encomenda chegar ao locker, o destinatário receberá, por SMS, por e-mail ou pelo app, uma notificação com o código de acesso. Para retirar a entrega, bastará apresentar o código recebido ao terminal, que o armário libera o acesso ao compartimento onde está a encomenda. É um processo ágil que dura segundos.

Megaestrtura para ajudar o Rio Grande do Sul
Desde o início das inundações que afetam o Rio Grande do Sul, o Correios organizou uma megaestrutura para levar ajuda os moradores das cidades impactadas pelas enchentes.

A estatal se preparou para receber e transportar gratuitamente alimentos da cesta básica, material de higiene pessoal, material de limpeza seco, roupas de cama e de banho e ração para pet sem nenhum custo aos doadores. A empresa se comprometeu, ainda, a doar itens de vestuário e utensílios domésticos.

A ação integrada entre as superintendências estaduais dos Correios por iniciativa conjunta da Diretoria Executiva da estatal e do Ministério das Comunicações, pasta à qual a empresa está vinculada e que atua no grupo de crise criado para enfrentar a situação. Das 400 agências presentes no estado, 86 ficaram inoperantes devido às enchentes.

DHL Supply Chain turbina operação no Brasil com parcerias e melhoria logística

Com investimento de R$ 1 bilhão, empresa alemã de logística faz parceria com a brasileira Levu Air Cargo para aumentar a capacidade da operação nacional.

A linha de negócio Suplly Chain da DHL fechou em maio um contrato para entrega de 6 toneladas de carga, que foi movimentada internamente no Brasil. Com pouco espaço nos aviões, o montante foi dividido em seis voos, de companhias aéreas diferentes e, consequentemente, em dias e horários alternados. Demorou um dia apenas para negociar os espaços nas aeronaves. Teve ainda negociação com o cliente para retirada da carga de maneira fracionada no local de saída e, posteriormente, organização de todo o processo de recebimento e armazenamento do material no destino, além do alinhamento da entrega ao destinatário.

Foi uma operação de quatro dias entre a retirada no ponto A e entrega no ponto B. Gerou uma ruptura na expectativa do cliente, custos mais altos, ineficiência de processo e maior emissão de CO2. É um exemplo que mostra a dificuldade da atividade logística no País, que tem um de seus principais fatores a falta de capacidade do modal aéreo brasileiro.

Para avançar na solução dessa dor, a DHL, companhia, líder global em armazenagem e distribuição, fez uma parceria com a Levu Air Cargo, companhia aérea cargueira nacional.
• O investimento total é de R$ 1,01 bilhão, sendo R$ 480 milhões da DHL e R$ 530 milhões da Levu.
• Serão quatro aviões que entrarão em operação gradativamente até 2026, o primeiro deles em operação agora, um A321, com capacidade para 27 toneladas.
• Se aquele contrato para entrega das 6 toneladas fosse fechado hoje, a carga seria imediatamente embarcada e a entrega feita em 24 horas.

“Estimamos crescer pelo menos 12% ao ano com esse projeto. É um passo importante e extremamente necessário para o mercado de carga aérea no Brasil.”
Solon Barrios, VP de Transportes da DHL Supply Chain

Vice-presidente de Transportes da DHL Supply Chain, Solon Barrios deposita grande expectativa nessa iniciativa. “Estimamos crescer pelo menos 12% ao ano com esse projeto. É um passo importante e extremamente necessário para o mercado de carga aérea no Brasil”, disse o executivo à DINHEIRO, sobre o negócio que está sendo desenhado há dois anos.

As outras três aeronaves Airbus — mais um A321 e dois A330, com capacidade para 59 toneladas — serão colocadas na pista por etapas. Devido à alta demanda do segmento, o segundo avião que só seria disponibilizado no próximo ano, entra em operação já no segundo semestre deste ano. Até o final de 2025 começam os transportes com o terceiro, e a quarta unidade não tem data exata, porque vai depender de como o mercado se comportará.

Os parceiros projetam transportar até 4 mil toneladas por mês no primeiro ano de operação, podendo chegar a 10 mil toneladas em 2025. Os principais mercados alvo são de cargas de material de saúde (em especial o farmacêutico), eletroeletrônicos, automotivo e perecíveis. Além disso, por serem aeronaves exclusivamente cargueiras, poderão levar produtos mais pesados, de dimensões maiores e cargas perigosas das classes 1 a 9, com exceção da 7, relacionada ao transporte de material radioativo.

Para materiais com controle de temperatura em conexão rodoviária, a parceria de entrega é com a Polar, empresa do Grupo DHL.

“A elevada rentabilidade nos permite investir continuamente na nossa rede, sustentabilidade, digitalização e capacidades de comércio eletrônico.”
Tobias Meyer, CEO global da DHL

As rotas dos aviões da Levu atuarão no eixo Norte-Nordeste-Sudeste.
• Inicialmente, serão voos diários de Viracopos (Campinas/SP) a Manaus (AM) e três saídas por semana de Viracopos a Recife (PE). No mapa brasileiro, esse escopo forma um pêndulo.
• E já no segundo semestre é acrescentada a rota Viracopos-Belém (PA)-Manaus, o que é tratado como triângulo pela DHL.

“Esse é basicamente nosso plano de viagem. Mas muito provavelmente devemos também abrir voos para outras unidades federativas, o que vai depender do comportamento do mercado”, disse Barrios, ao destacar que, a partir da parceria, também haverá conexão com as remessas internacionais transportadas por outras unidades de negócios da DHL, como a Global Forwarding e a Express, o que vai facilitar processos de importação e exportação de mercadorias.

União da alemã DHL com a brasileira Levu Air Cargo é passo importante para o setor nacional de transporte de mercadorias pesadas.

Além dos aviões, a DHL avança na preparação da infraestrutura de suas bases nos aeroportos que fazem parte do projeto. Foram abertas filiais em Manaus, Belém e Campinas (onde era o antigo Terminal da Lufthansa) e ampliou o espaço no Recife. “Continuamos investindo para garantir a confiabilidade em todo o ecossistema. O avião é apenas um elo da cadeia”, disse o vice-presidente da companhia logística de origem alemã.

DHL abriu uma filial no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), onde era o antigo Terminal da Lufthansa.

“O Brasil é visto como um dos principais motores que estão alavancando o crescimento da nossa divisão de Supply Chain.” A frase de Solon Barrios não é exagero. As oportunidades apresentadas no mercado nacional e os investimentos da DHL no País corroboram com a análise do executivo. É esperada uma evolução dos resultados em território brasileiro, enquanto globalmente a empresa registrou queda na receita em 2023, que fechou em 81,8 bilhões de euros — lucro líquido de 3,67 bilhões de euros. Em 2022, a receita foi recorde, de 94,4 bilhões de euros, com lucro líquido de 5,35 bilhões de euros. A divisão de Supply Chain é responsável por 20,6% das vendas totais — as outras quatro linhas de negócios são Express (29,7%), Global Forwarding Freight (22,1%), Post & Parcel Germany (20,1%) e E-commerce (7,6%).

O CEO global da DHL, Tobias Meyer, foi realista ao avaliar o cenário em seu posicionamento sobre os resultados da companhia no ano passado. Segundo o executivo, o ano de 2023 foi caracterizado por uma economia global fraca e, acima de tudo, por um comércio global reticente. Mesmo nessas condições, as metas do ano foram atingidas. “A nossa elevada rentabilidade nos permite investir continuamente na nossa rede, sustentabilidade, digitalização e nas nossas capacidades de comércio eletrônico e melhorar ainda mais a qualidade para os nossos clientes”, disse Meyer. “Estamos muito bem posicionados para as oportunidades e desafios de 2024.”

Na expansão e modernização da frota intercontinental, a companhia assinou contratos com a Boeing entre 2018 e 2022 para adquirir 28 aeronaves B777. Até o final do ano passado, 22 encomendadas entraram em serviço. As seis restantes serão entregues em 2024 e 2025.

Além disso, ao longo de 2023 a DHL seguiu com o aumento da malha aérea com a adição de novas linhas diretas de serviços, o que incluiu uma perna na América do Sul.

Os voos dedicados de Miami a São Paulo (VCP) foram estendidos para incluir também a Argentina. A DHL Air UK expandiu suas operações B777 de três para sete cargueiros. A DHL Air Austria adicionou dois B767-300 às suas operações. O hub regional localizado em Atlanta (EUA), inaugurado em 2022, reforçou a capacidade nas Américas. Já o hub global em Cincinnati (EUA) continua recebendo investimentos para uma instalação de manutenção de aviação de última geração. Na região Ásia-Pacífico, três A330-300 foram adicionados pela Air Hong Kong à sua frota. Oriente Médio e África também tiveram avanços. Nos últimos sete anos, foram 22,8 bilhões de euros aplicados em Capex. Uma ação lógica para garantir sustentabiliddade nos negócios, que tem o Brasil como rota estratégica para a companhia.

J&T Express investe R$ 330 mil em serviço de entregas com drones no Litoral Norte de São Paulo

Transportadora deve realizar nove mil entregas por essa nova modalidade, até o mês de julho, na rota entre os municípios de Caraguatatuba e Ilhabela.

A J&T Express Brasil anunciou o lançamento do novo serviço de entregas com o uso de drones no Litoral Norte de São Paulo, destinado ao segmento de logística expressa para o e-commerce. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Speedbird Aero, startup de drone delivery, e contou com um investimento de R$ 330 mil.

A expectativa da transportadora é realizar a entrega de até nove mil encomendas, entre os meses de maio e julho, por meio dessa nova modalidade, chegando a um volume de aproximadamente 15 mil pacotes entregues com drones, até setembro. O projeto-piloto da empresa será implementado no trecho entre os municípios de Caraguatatuba e Ilhabela, com uma capacidade diária de manuseio de até 150 encomendas.

De acordo com o responsável pela Gestão de Redes da J&T Express Brasil, Eduardo Caires, nesse primeiro momento de testes, a transportadora pretende alcançar uma média mensal de três mil pacotes entregues com o auxílio de RPAs, em um percurso dividido em três etapas. “A ideia é que os drones partam da base de operações da J&T em Caraguatatuba e pousem em um ponto de coleta em Ilhabela, onde os pacotes serão retirados por um entregador, que ficará responsável por essa última parte do trajeto (last mile), em que a encomenda é encaminhada até a residência do consumidor final”, explicou o executivo.

“Após a retirada do volume pelo entregador, no ponto de coleta de Ilhabela, a RPA retorna automaticamente para nossa base em Caraguatatuba. Dessa forma, otimizamos e reduzimos significativamente o tempo de entrega, sem prejuízo aos nossos colaboradores e clientes. Além disso, com ajuda dos drones, conseguimos cobrir a travessia entre os dois municípios, que pode durar até seis horas em períodos de alta temporada, em um intervalo de apenas oito minutos”, complementou Caires.

De acordo com a companhia, além da agilidade no processo de entrega e da diminuição do tráfego e dos engarrafamentos em centros urbanos, os benefícios trazidos pela utilização de drones em processos de logística expressa também incluem a redução das emissões de CO2 na atmosfera e a ampliação do atendimento a locais de difícil acesso por via terrestre.

MERCADO DE DRONES NO BRASIL
De acordo com pesquisa da consultoria Emergen Research, ainda no ano de 2020, o mercado de entrega por drones já era avaliado em US$ 553,6 milhões, com perspectivas de movimentar mais de US$ 18,6 bilhões até 2028. Para a alemã Drone Industry Insights (Droneii), especializada em pesquisas do setor, a taxa de crescimento anual do mercado mundial de RPAs deve ficar em 13,8%, entre 2020 e 2025, quando deve chegar à marca de US$ 43 bilhões.

No Brasil, o faturamento anual estimado para o segmento é de US$ 373 milhões. Com isso, a expectativa é de que o setor dos drones siga gerando novos empregos, especialmente nas áreas de tecnologia da informação e desenvolvimento de softwares, em vista da elevação dos requisitos de serviço que esse novo modelo de entregas deve trazer ao mercado logístico.

Last mile: como otimizar a última milha do seu e-commerce

Explore a importância do last mile para o sucesso do seu e-commerce, incluindo estratégias inovadoras para aumento da taxa de conversão e da retenção.

Explore a importância do last mile para o sucesso do seu e-commerce, incluindo estratégias inovadoras para aumento da taxa de conversão e da retenção.
A importância do last mile no e-commerce
O comércio eletrônico transformou a maneira como consumimos produtos, oferecendo conveniência, variedade e preços competitivos.

No entanto, a eficiência de todas as etapas da entrega, especialmente a última, conhecida como “last mile”, é crucial para a satisfação do cliente e o sucesso do e-commerce.

Esta matéria explorará a importância do last mile, desde sua definição até as soluções inovadoras que podem aprimorar essas fases da logística.

As três etapas que envolvem os processos logísticos das compras online
A logística do e-commerce pode ser dividida em três etapas principais: first mile, middle mile e last mile. Cada uma delas desempenha um papel fundamental na cadeia de suprimentos, afetando diretamente as estratégias, a eficiência, os custos e a satisfação do cliente.

First mile
First mile é a etapa inicial do processo de entrega, que começa com a coleta do produto do estoque do fabricante, da loja virtual ou do armazém de parceiros, e termina com a chegada do item ao centro de distribuição ou armazém.

Esta fase é crucial para garantir que os produtos estejam disponíveis para envio, envolvendo a preparação, o embalo e a primeira etapa do transporte.

Middle mile
Middle mile é a conexão entre o armazém do vendedor ou fabricante e o centro de distribuição dos operadores logísticos envolvidos nesse processo. Esta etapa foca na transferência eficiente de produtos em grandes volumes, otimizando o processo de distribuição para garantir que os itens cheguem ao local correto antes da entrega final. A eficiência aqui pode reduzir significativamente os custos operacionais e o tempo de entrega.

Last mile
O last mile é a última etapa do processo de entrega, quando o produto sai do centro de distribuição local, ou seja, mais próximo do destinatário, até o destino final: as mãos do cliente. É a parte mais visível para o consumidor e, frequentemente, a mais complexa e dispendiosa da cadeia logística. Desafios como o tráfego urbano, a precisão do endereço e as expectativas de entrega rápida tornam esta fase crítica para a satisfação do cliente.

Mas, afinal, qual a origem do termo last mile?
A origem do termo surgiu com a indústria de telecomunicações, descrevendo a dificuldade de conectar a rede de serviços ao consumidor final.

No contexto do e-commerce, o conceito foi adaptado para representar o processo final da entrega, destacando-se como uma das partes mais críticas na logística, devido aos desafios únicos que apresenta.

Benefícios em otimizar o last mile das operações de e-commerce
A otimização do last mile oferece vários benefícios, incluindo:

– Redução de custos;
– Aumento da eficiência;
– Maior aproximação com o cliente;
– Melhoria na satisfação do cliente.

Estratégias eficazes podem resultar em entregas mais rápidas, redução de erros e um aumento significativo da lealdade do cliente.

Impactos do last mile na operação de um e-commerce
A eficiência do last mile afeta diretamente a operação de um e-commerce, impactando o custo e o tempo de entrega.

Uma gestão ineficiente pode resultar em atrasos, aumentar as despesas de transporte e diminuir a satisfação do cliente, afetando negativamente a reputação da empresa.

Impactos do last mile na experiência do usuário
A experiência do usuário é influenciada pela eficiência do last mile.

Entregas rápidas e sem complicações aumentam a satisfação do cliente, enquanto atrasos e problemas podem levar à insatisfação e à perda de clientes.

Uma estratégia bem executada pode ser um diferencial competitivo importante no mercado de e-commerce.

Soluções inovadoras para aprimorar a última milha do seu e-commerce
Empresas que oferecem soluções completas de atendimento podem suportar operações logísticas completas, com armazenamento, atendimento de pedidos e integração aos demais serviços de entrega e logística reversa.

Essas soluções são ideais para empresas que atuam no comércio eletrônico por meio de site próprio ou marketplaces, permitindo que um único operador logístico seja capaz de fornecer todo o suporte necessário.

Escolha de parceiros logísticos que tenham capilaridade para otimizar a last mile da sua operação
Selecionar parceiros logísticos com ampla rede de distribuição e expertise em last mile é crucial para otimizar essa etapa.

Parceiros com capilaridade podem oferecer soluções mais eficientes e flexíveis, adaptando-se às necessidades específicas de cada e-commerce.

Fulfillment: a solução integrada para otimizar o processo logístico
A solução fulfillment suporta operações logísticas completas, com armazenagem, atendimento de pedidos e integração aos demais serviços de entrega e logística reversa. É a melhor escolha para empresas que atuam no comércio eletrônico, seja em site próprio ou marketplaces, pois poderão otimizar a resolução de todas as etapas do processo logístico facilitando a operacionalização das vendas online e reduzindo custos.

Entregas no mesmo dia
Em um mercado de consumo que exige rapidez, as opções de entrega em poucas horas, com acompanhamento em tempo real e interação entre destinatário e entregador, são excelentes para quem tem pressa em receber sua encomenda.

Segundo pesquisas, muitos consumidores desejam pagar a mais por entregas rápidas ou no mesmo dia, demonstrando uma clara preferência por soluções de entrega que minimizem o tempo de espera. Por exemplo, uma pesquisa realizada pela PwC revelou que 64% dos consumidores estariam dispostos a pagar mais por uma entrega no mesmo dia.

Implementação das estratégias de última milha
A implementação de estratégias de última milha é decisiva para o sucesso de qualquer operação de e-commerce. A matéria destacou a importância das três etapas logísticas – first mile, middle mile e last mile – e como cada uma contribui para a cadeia de suprimentos.

No entanto, é a última milha que mais impacta diretamente a percepção do cliente sobre a marca, transformando a etapa logística de entrega em um elemento estratégico para diferenciação competitiva.

A chave para uma implementação bem-sucedida envolve não apenas a escolha de parceiros logísticos com capacidade comprovada, mas também a busca constante por inovação e adaptação às novas tecnologias e expectativas dos consumidores.

Com o e-commerce em constante crescimento, empresas que priorizam e investem na otimização da última milha estão melhor posicionadas para conquistar e reter clientes, garantindo não só a satisfação, mas também a lealdade a longo prazo.

Dux Logistics inaugura hub logístico e armazém de distribuição em São Paulo

Durante o ano de 2023, a companhia focou em um escopo operacional para a transportadora: ganhar malha, capilaridade e market share nos produtos de first e last mile.

A Dux Trucking, divisão de transporte rodoviário e aéreo nacional da Dux Logistics, anunciou a inauguração de um novo hub logístico e centro de distribuição em São Paulo. Entre os investimentos, está a aquisição estratégica de veículos leves e pesados e a inauguração de um armazém de cargas, com mais de 1,7 mil m² de área útil em condomínio logístico localizado a 10 minutos do aeroporto de Guarulhos, em uma das principais rodovias do país e com acesso a outras vias como Rodoanel, Dutra e Ayrton Senna.

Além disso, a inauguração de um novo escritório operacional com capacidade para cerca de 60 funcionários. A torre de controle e o setor de Gerenciamento de Riscos também receberam investimentos significativos. A empresa investiu em mais duas bases operacionais e no aumento do quadro de motoristas da empresa, com a possibilidade de abertura de mais vagas no decorrer do ano.

Durante o ano de 2023, a companhia focou em um escopo operacional para a transportadora: ganhar malha, capilaridade e market share nos produtos de first e last mile, entregas em veículos dedicados, armazenagem, cross-docking, saída de aeroportos, DTA e cargas projeto.

Fonte: “https://mundologistica.com.br/noticias/dux-logistics-inaugura-hub-logistico-e-armazem-em-sp”

 

Como melhorar a Última Milha diante dos desafios e oportunidades?

A entrega de um produto ao cliente é um processo complexo que envolve diversas etapas, desde a fabricação até a distribuição. Mas a etapa mais crítica é a última milha, o trecho final entre o centro de distribuição local e o endereço do cliente. Nessa etapa, o produto sai de um ambiente controlado e padronizado para um ambiente imprevisível e variável, onde podem ocorrer problemas variados, desde trânsito e acidentes até avarias, greves ou ausência do cliente.

Por isso, as empresas precisam investir em soluções que otimizem a última milha. Ela é a etapa que mais impacta a experiência do cliente. Uma entrega rápida, eficiente e segura pode gerar fidelidade e confiança, enquanto uma atrasada, danificada, ou perdida leva a insatisfação e reclamações. Por isso, a última milha é, ao mesmo tempo, desafio e oportunidade para as empresas que querem se destacar em um mercado competitivo.

Neste contexto, a chamada entrega de última milha (LMD – Last Mile Delivery) é um fator crucial para o sucesso das cadeias de suprimentos, demandando flexibilidade e criatividade. O foco é proporcionar uma experiência satisfatória, dirimir custos e se destacar.

Alguns insights

Com base em dados de um estudo da Gartner, compartilho algumas ideias com quem busca superar as dificuldades das operações de última milha.

Foco no Cliente

Ao adotar estratégias centradas no cliente e impulsionadas pela tecnologia, é importante lembrar um mercado fragmentado, com tecnologia fragmentada, atende diversos casos de uso e ofertas de serviços de entrega. É necessário enfrentar as pressões de custo, que resultam na segmentação dos custos de entrega, com novos serviços premium e planos de entrega. Além disso, é necessário preservar a reputação da marca, investindo em capacidades tecnológicas que aprimorem a experiência do cliente.

Um dos principais desafios do LMD é garantir a satisfação do cliente em todas as etapas do processo, desde o momento do pedido até a entrega final. Para isso, é essencial oferecer transparência, flexibilidade e conveniência ao cliente, permitindo que ele acompanhe o status do seu pedido, escolha o horário e o local de entrega mais adequados, e receba o seu produto em perfeitas condições. Além disso, é importante coletar e analisar os dados e o feedback do cliente, para identificar as suas necessidades, preferências e expectativas, e assim melhorar continuamente o serviço de entrega.

Superando obstáculos 

A otimização da última milha B2B, por meio de soluções que sejam apropriadas às demandas específicas B2B, está entre as recomendações para os líderes de tecnologia de cadeia de suprimentos que são responsáveis pela última milha.

Outro ponto é a priorização da tecnologia focada no cliente e que melhora sua experiência, tão fundamental para a proteção da marca e interações positivas.

Também é essencial digitalizar a experiência, usando soluções de entrega de última milha que possibilitam roteamento, reservas, rastreamento e comunicação digital.

Já na hora de avaliar os fornecedores, é preciso definir os requisitos comerciais e avaliar as capacidades, considerando os tipos de frotas, geografias e serviços de entrega.

Como avançar na Entrega de Última Milha

Vale lembrar que o mercado de aplicativos de LMD é dinâmico, fragmentado e sempre afetado pelas exigências dos clientes e novos modelos de negócios. É preciso contar com soluções inteligentes e integradas para otimizar o planejamento, a execução e o monitoramento das entregas.

Imperativo estratégico: Future-Proofing 

future-proofing é uma estratégia que visa antecipar e se adaptar às mudanças futuras que podem afetar o negócio. Na entrega de última milha, ela envolve planejar e implementar soluções que possam atender às demandas crescentes e variadas dos consumidores, bem como aos desafios ambientais, sociais e regulatórios.

Algumas das possíveis soluções para o future-proofing na entrega de última milha se relacionam ao tipo de veículo, otimização de as rotas e horários de entrega, integração dos canais online e offline, opções de retirada ou devolução, e tecnologias como inteligência artificial, blockchain e internet das coisas.

Excelência na Última Milha

Nesse cenário, é importante contar com tecnologia de Last Mile para automação e suporte a serviços para redução de custos, refinamento estratégico da entrega, sempre mantendo uma supervisão centrada no engajamento do consumidor e na Última Milha.

Fonte: “Como melhorar a Última Milha diante dos desafios e oportunidades? – Selia Fullcommerce

Eu Entrego encerra 2023 com 20 mi de entregas realizadas e prevê dobrar o volume em 2024

A empresa também criou uma plataforma para viabilizar o equilíbrio entre entregadores e lojistas.

A Eu Entrego, logtech brasileira de entregadores autônomos, alcançou a marca de 20 milhões de entregas em 2023, além de 1 milhão de entregadores parceiros, e projeta dobrar o volume em 2024. A companhia também apresentou crescimento de 42% em sua receita após o rebranding, isto é, o reposicionamento da marca, que contribuiu com 6 milhões do total de entregas realizadas. Para este ano, a previsão é abranger 600 municípios de diferentes perfis.

Com a identidade visual renovada, a Eu Entrego traduziu o DNA da empresa, baseado em modernidade, tecnologia e inovação, no slogan “Segura, rápida e inteligente”. A empresa tem como meta tornar-se uma referência em conteúdo tanto para motoristas quanto para o mercado de varejo, com respostas reais aos desafios do segmento.

“Para a construção da personalidade da marca, o rebranding traz elementos que se comunicam com a capacidade da companhia de solucionar problemas logísticos, efetuar as entregas com segurança e dentro do prazo, proporcionar a melhor experiência, atender às necessidades dos profissionais envolvidos na operação e, no final, fidelizar o cliente”, explica Vinicius Pessin, o CEO da logtech.

Empresas e entregadores

A Eu Entrego criou sua própria plataforma para viabilizar o equilíbrio entre entregadores e lojistas, garantindo frete adequado para o empresário e remuneração justa aos entregadores, o que levou a 90% de sucesso nas entregas, segundo a empresa.

Para fazer uso da ferramenta, os entregadores se cadastram no portal em uma aba exclusiva e contam com vantagens, como o repasse quinzenal das rotas diretamente em suas contas bancárias e notificações de entregas na região de atuação escolhida. Como autônomos, eles têm liberdade para definir horários mais flexíveis, controlar ganhos e atender grandes varejistas.

“Somos avaliados pelos entregadores como uma das melhores soluções de entrega devido ao custo-benefício entre repasse e atendimento. Há diversos colaboradores que querem entrar na plataforma em todas as regiões do País”, ressalta Pessin.

Já as empresas têm acesso a um sistema de rastreamento que transmite informações detalhadas de toda logística. A Eu Entrego ainda possui serviços de entregas expressas rápidas, com envios no mesmo dia, e devoluções simplificadas.

Otimização de trajetos

Com algoritmo próprio para criar rotas e geolocalização, a empresa destaca que oferece trajetos otimizados e a gestão da rota dos entregadores.

A partir dessa tecnologia, surge o sistema Envoy, uma plataforma de gestão last mile – logística traçada entre o centro de distribuição até o consumidor final – que habilita os varejistas a administrar operações escaláveis com mais economia e eficiência. A ferramenta é flexível e adapta-se às necessidades específicas de cada cliente, mantendo todas as funcionalidades e, principalmente, os aprendizados coletados ao longo da jornada na gestão de uma grande base de entregadores autônomos.

Pessin conta que a plataforma usa painéis de business intelligence, que significa um tipo de solução sofisticada para o gerenciamento e visualizados de dados. Dessa forma, os clientes atendidos têm informações sobre a operação em tempo real.

Fonte: “Eu Entrego encerra 2023 com 20 mi de entregas realizadas e prevê dobrar o volume em 2024 – Mercado&Consumo (mercadoeconsumo.com.br)

First mile: O que é e sua importância na logística de transporte

A etapa inicial da cadeia logística, conhecida como first mile, ou primeira milha, é a coleta direta de mercadorias dos fornecedores ou locais de produção.

Essa fase desempenha um papel crucial na dinâmica logística. Isso porque ela influencia na eficácia operacional e na pontualidade nas entregas. Além disso, também impacta na redução de custos e, principalmente, contribui para a satisfação dos clientes.

Mas, como tornar esta etapa logística eficiente na empresa?

Ao longo deste conteúdo, trazemos para você o que é first mile e sua importância para a logística de transporte. Acompanhe até o final!

O que é First Mile

first mile é a fase inicial da cadeia de abastecimento logística, que compreende a coleta, transporte inicial e consolidação de produtos a partir do ponto de origem até o primeiro ponto de distribuição.

Essa etapa crítica envolve a coleta de mercadorias de fornecedores, fabricantes ou locais de produção.

Também envolve a integração eficiente nos processos logísticos, abrangendo atividades como:

  • embalagem;
  • classificação;
  • transporte inicial.

O sucesso na gestão da first mile é fundamental para otimizar a eficiência operacional.

Qual a importância do First Mile para a operação logística de transporte

A First Mile desempenha um papel crucial na operação logística de transporte, pois representa o ponto de partida da cadeia de suprimentos. Por isso, ele influencia significativamente a eficiência global do processo.

Uma gestão eficaz da primeira milha contribui para vários aspectos fundamentais da operação logística, a destacar:

  • maior eficiência operacional;
  • redução de custos;
  • cumprimento de prazos;
  • melhor adaptação às mudanças na demanda;
  • maior satisfação do cliente.

Diferença entre: first mile, middle mile e last mile

As expressões “first mile”, “middle mile” e “last mile” são termos utilizados para descrever diferentes etapas da cadeia de suprimentos. Porém, cada uma delas têm suas características específicas.

Aqui estão as principais diferenças entre elas:

First mile (primeira milha)

Como adiantamos, a first mile é a fase inicial da cadeia de suprimentos. Abrange desde a coleta de produtos no ponto de origem até o ponto de consolidação ou primeiro ponto de distribuição.

Possui como atividades principais:

  • coleta de mercadorias;
  • embalagem;
  • classificação inicial;
  • transporte inicial para um ponto central.

Middle mile (milha do meio)

A middle mile corresponde à fase intermediária entre a primeira e a última milha.

Essa etapa corresponde à movimentação dos produtos do ponto de consolidação para instalações de distribuição regionais.

As atividades principais da middle mile correspondem ao transporte de grandes volumes de mercadorias entre diferentes centros de distribuição, hubs logísticos ou pontos de consolidação.

Last mile (última milha)

A last mile representa a etapa final da cadeia de suprimentos. Envolve a entrega dos produtos do ponto de distribuição regional até o destino final do consumidor.

Entre as atividades principais estão a entrega direta ao cliente, de modo geral caracterizada por volumes menores. Também envolve maior complexidade nas rotas e necessidade de precisão e pontualidade.

Quais etapas logísticas estão inseridas no first mile

A fase de primeira milha na logística abrange várias etapas essenciais desde a origem dos produtos até o ponto de consolidação ou primeiro ponto de distribuição.

Aqui estão algumas das principais etapas logísticas inseridas no first mile:

  • Coleta de mercadorias: envolve a coleta física de produtos a partir dos fornecedores, fabricantes ou locais de produção.
  • Embalagem inicial: inclui a preparação inicial dos produtos para transporte, garantindo que estejam devidamente protegidos e prontos para o movimento.
  • Classificação e separação: o agrupamento e classificação inicial dos produtos com base em critérios como destino, tipo ou tamanho, facilitando o processo de consolidação.
  • Rotulagem e documentação: a aplicação de rótulos de remessa e preparação de documentos necessários para o transporte eficiente dos produtos.
  • Transporte inicial: movimentação inicial dos produtos do ponto de origem para o primeiro ponto de consolidação, que pode ser um centro de distribuição, hub logístico ou outro local de consolidação.
  • Rastreamento e monitoramento: implementação de sistemas de rastreamento e monitoramento para acompanhar o status e a localização dos produtos durante o transporte inicial.
  • Gestão de inventário: a atualização dos registros de inventário para refletir as mudanças na localização e movimentação dos produtos.
  • Comunicação e coordenação: estabelecimento de comunicação eficaz com todos os parceiros logísticos envolvidos na “First Mile” para garantir uma coordenação adequada.
  • Gestão de qualidade: inspeção e garantia da qualidade dos produtos durante a fase inicial, identificando possíveis problemas antes do transporte.
  • Conformidade com regulamentações: assegurar que todos os aspectos do transporte inicial estejam em conformidade com regulamentações locais e internacionais.

Como otimizar a first mile e garantir eficiência nessa etapa

A gestão adequada da first mile estabelece uma base sólida para melhorias em etapas da logística no transporte, contribuindo para uma operação logística mais eficiente e fluida.

A seguir, separamos algumas etapas para otimizar a primeira milha na sua empresa:

Planejamento eficiente de rotas e itinerários

Um planejamento eficiente de rotas e itinerários é essencial para otimizar a operação. Ao utilizar sistemas de roteirização, é possível minimizar a distância percorrida e o tempo de viagem. Dessa forma, você reduz custos e melhora a pontualidade na entrega.

Gestão adequada de estoque e armazenamento

Uma gestão eficaz de estoque e armazenamento na primeira milha é fundamental. Portanto, implemente estratégias para reduzir o tempo de espera nos armazéns, como o uso de sistemas de gestão como um WMS.

Isso garante que os produtos estejam prontos para o transporte, minimizando a movimentação desnecessária e melhorando a eficiência.

Uso de Sistemas de Gerenciamento de Transporte (TMS)

A implementação de sistemas de gerenciamento de transporte (TMS) é fundamental para a otimização do first mile.
Um TMS eficiente oferece funcionalidades como:

  • otimização de rotas;
  • rastreamento em tempo real;
  • agendamento de transporte.

Aplicativos e ferramentas para monitoramento e rastreamento de cargas

Utilize aplicativos e ferramentas avançadas para monitorar e rastrear cargas em tempo real.

Essas soluções proporcionam visibilidade instantânea, permitindo ajustes proativos e melhorando a precisão na previsão de chegada. Isso resulta em uma cadeia de suprimentos mais responsiva e eficiente.

Automação de processos e uso de Inteligência Artificial

A integração de tecnologias de automação e inteligência artificial agiliza tarefas como classificação de produtos, geração de documentos e tomada de decisões.

Isso reduz erros, acelera o fluxo de trabalho e aprimora a eficiência geral da operação logística.

Ao integrar essas práticas no first mile, você não apenas otimiza essa fase crítica da cadeia de suprimentos, mas também estabelece uma base sólida para melhorias nas etapas, contribuindo para uma operação logística mais eficiente e resiliente.

Fonte: “First mile: O que é e sua importância na logística de transporte – OpenTech (opentechgr.com.br)