Frete Rápido, ANYMARKET e YAV Digital protagonizam tarde imersiva no setor de Moda e Beleza

Na última terça-feira (25), a Frete Rápido, em parceria com o ANYMARKET e YAV Digital, realizou o workshop: “Imersão Moda e Beleza: Estratégias, Logística e Marketing para Escalar nos Marketplaces”.

O evento, que aconteceu na Escola Superior de E-Commerce (ESECOM), em São Paulo, reuniu profissionais renomados de grandes marcas, onde falaram sobre as principais tendências que moldarão o futuro do setor Moda e Beleza.

O papel da logística na experiência de compra nos marketplaces

Clóvis Rodrigues, Diretor de Operações e Co-fundador da Frete Rápido, apresentou como a logística desempenha um papel crucial em toda a jornada de compra nos marketplaces, impactando diretamente a experiência do consumidor. Desde a pré-venda, a tecnologia logística possibilita uma gestão unificada, integrando diferentes unidades de negócios e garantindo maior controle sobre os pedidos. A boa performance do cálculo do frete é um diferencial para garantir opções otimizadas e prazos reduzidos para aumentar a taxa de conversão.

No pós-venda, a personalização do rastreamento se torna uma estratégia poderosa para fidelização. Ao manter o cliente informado em tempo real sobre o status da entrega, as marcas reduzem demandas no SAC e fortalecem o relacionamento com o consumidor. Além disso, a gestão de imprevistos permite antecipar possíveis problemas nas entregas, garantindo mais eficiência operacional, proatividade e satisfação do cliente.

A utilização de uma boa Torre de Controle com Análise Preditiva também é essencial para garantir uma boa experiência de compra, transformando dados em insights estratégicos e proporcionando mais visibilidade, eficiência e previsibilidade nas operações. Com essas soluções, a logística deixa de ser apenas um suporte operacional e passa a ser um diferencial competitivo nas operações de marketplaces.

Automação aliada a estratégia comercial em marketplace

Ana Marchi, especialista de Marketplaces no ANYMARKET, destacou a importância da automação e de uma estratégia comercial eficiente na gestão de produtos em marketplaces. Além de cadastrar produtos, é essencial criar anúncios estratégicos com inteligência artificial para melhorar descrições, títulos e categorização, otimizando tempo e aumentando a relevância das ofertas.

A precificação inteligente através de automação permite ajustar preços com base no comportamento do mercado e configurar campanhas que otimizam a conversão. Investir em publicidade nos marketplaces pode aumentar as vendas em até 30% e alcançar o público certo.

A gestão de estoque, com foco na sincronização em tempo real e no estoque compartilhado, reduz riscos de over-selling e cancelamentos. A estratégia de direcionamento de pedidos para centros de distribuição otimiza custos e prazos de entrega.

Uma gestão assertiva de pré e pós-venda é fundamental para garantir uma boa reputação para as marcas. A automação na comunicação, assim como a integração entre atendimento, estoque e vendas, é fundamental para manter a confiança do consumidor e melhorar os resultados.

Mercado marketplace e suas oportunidades

Vitor Isper, diretor da YAV Digital, apresentou as principais oportunidades no mercado de marketplaces, destacando seu papel estratégico para marcas que buscam crescimento e a importância de definir o marketplace como um canal de vendas ou uma vitrine para expandir a base de clientes.

Entre as oportunidades, Vitor destacou o crescimento do modelo Direct-to-Consumer (D2C), o social commerce com vendas via TikTok e WhatsApp, e a importância da experiência de entrega (last mile). A escolha entre marketplaces generalistas e de nicho também impacta os resultados e exige planejamento.

O impacto da concorrência asiática, como Shopee, Temu e AliExpress, também foi um dos pontos cruciais abordados na palestra, além da entrada da TikTok Shop no Brasil, que reforça o papel das redes sociais no consumo.

Dominar os marketplaces em 2025 exige visão estratégica, tecnologia e adaptação às novas tendências do mercado digital. A eficiência na operação de marketplaces, com integração de plataformas e automação logística são essenciais para dominar o setor.

Painel Imersão Moda e Beleza + Convidados
O final do evento foi marcado por um painel interativo com profissionais renomados de grandes marcas: Luiz Baião, Gerente de Operações E-commerce da Mondial; Karina Maria, Gerente de Farmer e Hunting da Magalu; e Felipe Bernardo, Head de E-commerce e Growth da Boca Rosa. Durante o painel, os executivos debateram as principais estratégias, novidades e tendências para o segmento de Moda e Beleza em 2025.

Luiz Baião, da Mondial, apresentou como a marca distribui seus produtos entre os marketplaces e o e-commerce próprio, além das principais estratégias aplicadas em cada canal. Luiz também explorou a importância da diversificação de SKUs para conquistar novos clientes e escalar as vendas, além de apresentar a estratégia por trás da linha de produtos realizada em parceria com a influenciadora e embaixadora da marca, Juliette Freire.

Karina, da Magalu, destacou a força do setor de Moda e Beleza nos marketplaces. Segundo a Pesquisa Consumo de Moda no Brasil, do Opinion Box e E-commerce Brasil, o segmento é o 2° maior no e-commerce brasileiro, com um faturamento de R$ 7,1 bilhões, ficando atrás apenas dos eletrodomésticos. O Brasil já ocupa a 9ª posição no mercado global de roupas e acessórios. Karina apresentou as principais estratégias e tendências para alavancar ainda mais as vendas do setor, como o poder das redes sociais para facilitar o acesso a informações e inspirações, a agilidade na entrega e a criação de conteúdo personalizado.

Felipe, da Boca Rosa, compartilhou como a marca se tornou referência no setor, explorando a autenticidade e diferenciação da marca, além do storytelling como ferramenta de conexão, engajamento e humanização. A marca já se consolidou como uma das que mais cresce no segmento de cosméticos no Brasil, e se tornou uma referência e uma das preferidas pelos consumidores.

Quer escalar as vendas, reduzir custos e ter mais eficiência na sua operação? Acesse os sites:

Frete Rápido, líder em TMS para e-commerce na América Latina.
ANYMARKET, hub de integração com marketplaces.
YAV Digital, Gestão completa para E-commerce e Marketplaces.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/frete-rapido-anymarket-e-yav-digital-protagonizam-tarde-imersiva-no-setor-de-moda-e-beleza

4 estratégias para turbinar o faturamento nos marketplaces

Promoções, benefícios, preços competitivos e otimização de anúncios são algumas das estratégias.

Pesquisa realizada pela Americanas, em parceria com o portal E-Commerce Brasil, sobre o impacto dos marketplaces nos negócios dos lojistas, revela que  79,3% dos entrevistados atribuem o crescimento de suas empresas à entrada nestes canais. Outro insight importante do levantamento é que apenas 19,5% não percebe mudanças significativas. Na mesma linha, a dedicação aos marketplaces aparece como um diferencial estratégico, com 53,7% dos lojistas mobilizando equipes inteiras para gerenciar suas vendas.

“Os marketplaces se tornaram uma peça-chave no e-commerce, conectando milhões de vendedores e compradores, concentrando grande parte das transações digitais no Brasil, oferecendo conveniência e diversidade. No entanto, para se destacar nesse ambiente cada vez mais competitivo, não basta apenas cadastrar produtos: é essencial dominar estratégias específicas para aumentar a visibilidade e converter mais demanda”, afirma Juliana Vital, global chief revenue officer na Nubimetrics.

E é pensando no atual momento do setor,  que a especialista separou 4 maneiras de  turbinar o faturamento nos marketplaces:

1. Otimização de anúncios
“Para atrair a atenção do consumidor, é indispensável criar anúncios claros, atrativos e bem posicionados. Isso inclui usar palavras-chave relevantes nos títulos e descrições, escrever textos completos e detalhados e apostar em imagens de alta qualidade que mostrem detalhes e usos do produto. Esses fatores aumentam a relevância das publicações nos mecanismos de busca das plataformas”, aponta a profissional.

2. Promoções e benefícios especiais
De acordo com dados da pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira”, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 71% dos consumidores brasileiros aguardam ansiosamente por promoções para adquirir itens de maior valor.

Logo, oferecer vantagens como frete grátis, descontos e garantias estendidas pode ser decisivo para conquistar o cliente. “É importante analisar quais produtos ou categorias podem oferecer essas condições sem comprometer a lucratividade do negócio”, complementa a especialista.

3. Sazonalidade e datas comerciais
“Planejar ações promocionais para datas importantes, como Black Friday, Dia das Mães ou Natal, é essencial para aproveitar períodos de alta demanda. Além disso, entender a sazonalidade de cada categoria permite antecipar tendências e preparar estoques adequados”, enfatiza a CRO da Nubimetrics.

4. Preços competitivos
Segundo o estudo Consumer Survey 2023, da Mirakl, para 93% dos consumidores do e-commerce, o valor é decisório na hora da compra.

“Mesmo sendo um dos principais fatores na decisão de compra, ser competitivo não significa necessariamente ter o menor preço. É preciso analisar o mercado, os custos e a percepção de valor do cliente para definir preços que sejam atrativos e garantam rentabilidade. Ferramentas de inteligência artificial ajudam a acompanhar as flutuações e ajustar a precificação de forma estratégica”, finaliza Juliana Vital.

Diante o crescimento e popularização dos marketplaces no Brasil, destacar-se nesse setor exige mais do que apenas presença digital. A combinação de ações inteligentes pode ser determinante para impulsionar o faturamento dos sellers e conquistar a preferência do consumidor. Para os vendedores, investir em estratégias bem planejadas é o caminho para aproveitar todo o potencial desse setor.

Fonte: “https://www.terra.com.br/economia/meu-negocio/4-estrategias-para-turbinar-o-faturamento-nos-marketplaces,713858c274ee0d08bd978d8988c4dba42nyb5893.html”

 

 

 

 

Análise do e-commerce no Brasil em janeiro de 2025

A Conversion lançou o Relatório Setores do E-commerce no Brasil  com dados e análise do e-commerce brasileiro em janeiro de 2025. 

Listamos alguns destaques dessa edição:

5 dos 10 maiores e-commerces no Brasil são asiáticos
No mês de janeiro, os 5 maiores e-commerces asiáticos no Brasil receberam mais de meio bilhão de acessos brasileiros. Esse dado – apoiado pelo crescimento de 68% em acessos do setor de importados em comparação com janeiro de 2024 – mostra uma tendência que observamos no último ano e segue para 2025: o domínio cada vez maior dos e-commerces asiáticos dentro do mercado brasileiro

5 gigantes asiáticos no Brasil ultrapassam o meio bilhão de acessos
em janeiro

Somadas, Shopee, Temu, Samsung, Shein e AliExpress chegaram a impressionantes 639 milhões de acessos no mês de janeiro. Entre elas, a chinesa Temu é a grande protagonista quando o assunto é crescimento. A empresa cresceu 38,5% em janeiro – com um aumento de 39,7 milhões de visitas em relação a dezembro de 2024.

Importados crescem 68% em um ano

Além de ser o grande destaque no top 10 geral, a Temu alavancou o setor de importados como um todo. O setor, que cresceu 15% no último mês, contou com 92% de participação da gigante chinesa para esse crescimento.

O Relatório completo Setores do E-commerce no Brasil -Fevereiro 2025 com dados de Janeiro 2025, já está disponível na Bilbioteca do RadarIC+. Para acessar, faça o login no site do RadarIC+ ( https://radaric.correios.com.br/) e clique aqui  .

Fonte:
https://lp.conversion.com.br/relatorio-setores-ecommerce

Por que os lojistas devem migrar para o varejo híbrido?

Nos últimos anos, temos assistido a uma transformação acelerada no comportamento do consumidor, impulsionada pela digitalização e pelas mudanças nas preferências de compra. O varejo híbrido, que combina operações físicas e digitais, não é apenas uma tendência passageira, mas uma evolução natural do mercado. Esse modelo tem se consolidado como essencial para a competitividade das empresas, permitindo que varejistas de todos os portes expandam suas atuações e alcancem novos públicos de maneira mais eficiente.

A adesão crescente aos marketplaces tem sido um dos principais motores dessa mudança. Esses ambientes digitais oferecem infraestrutura, tecnologia e visibilidade para lojistas, permitindo uma expansão de atuação sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Além disso, possibilitam a expansão geográfica, já que, enquanto uma loja física atende regionalmente, o marketplace permite alcançar consumidores em todo o Brasil. O consumidor moderno busca personalização, praticidade e agilidade. Segundo estudos recentes realizados pela Wake, em parceria com o Opinion Box, mais de 79% dos consumidores preferem comprar em plataformas que oferecem uma experiência unificada entre os canais digital e físico, reforçando a necessidade de integração omnichannel.

A força da estratégia omnichannel

Outro fator decisivo é a necessidade de uma estratégia omnichannel bem estruturada. Hoje, os consumidores não fazem mais distinção entre o mundo físico e o digital. Eles querem liberdade para iniciar uma compra online e finalizar na loja física, ou vice-versa. Empresas que entendem e se adaptam a esse comportamento têm uma vantagem competitiva significativa. Os consumidores querem conveniência e fluidez na experiência de compra. O varejo híbrido, aliado à força dos marketplaces, proporciona isso ao integrar estoques, ampliar opções de pagamento e garantir entregas ágeis.

Além disso, a adoção de tecnologias como inteligência artificial e análise de dados tem sido fundamental para personalizar a experiência do cliente e aumentar as taxas de conversão de vendas. Os marketplaces também investem significativamente em tecnologia mobile, visando facilitar a navegação dos usuários. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mais de 50% das compras online no Brasil são realizadas por meio de smartphones, evidenciando a importância de plataformas otimizadas para dispositivos móveis.

Como os lojistas podem se destacar

Compreender o perfil do consumidor e oferecer soluções alinhadas às suas preferências fortalece a relação entre marcas e clientes, gerando mais fidelização e recorrência de compras. Essas ferramentas possibilitam desde a recomendação de produtos baseada no histórico de compras até a otimização de estoques, tornando a operação mais eficiente.

Para se destacar nesse cenário, os lojistas podem aproveitar a estrutura já existente dos marketplaces, que oferecem soluções logísticas eficientes, garantindo entregas rápidas e seguras sem a necessidade de investimentos próprios. Além disso, estratégias de fidelização, como programas de cashback, cupons exclusivos para diferentes canais e um atendimento personalizado, são disponibilizadas pelo próprio marketplace, ajudando a manter os consumidores engajados e ampliando as oportunidades de vendas.

Com a expectativa de crescimento contínuo das vendas digitais e a consolidação de novos hábitos de consumo, o varejo híbrido se posiciona como a melhor resposta para os desafios do setor. Investir na integração entre canais, na experiência do cliente e em soluções tecnológicas é um passo fundamental para acompanhar essa tendência. Quem ainda não iniciou essa transição precisa agir agora para não perder relevância no mercado. O futuro do varejo já chegou – e ele é híbrido.

Fonte: “Por que os lojistas devem migrar para o varejo híbrido? – E-Commerce Brasil

Mercado de arte brasileira cresce no e-commerce, mas esbarra na adoção de tecnologias digitais

mercado de arte online tem crescido rapidamente nos últimos anos, impulsionado pela pandemia de COVID-19 e pela crescente digitalização do comércio. Em 2021, por exemplo, as vendas de obras de arte no comércio eletrônico atingiram um recorde de US$ 13,5 mil milhões, representando um aumento de 72% em relação ao ano anterior. Para este ano, o setor prevê continuidade no crescimento e estima atingir US$ 20 milhões em vendas.

A sétima edição da Pesquisa Setorial do Mercado de Arte no Brasil, realizada pela Act Arte, encomendada pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) em parceria com a ApexBrasil, traz um panorama sobre esse mercado que gradualmente está ganhando espaço no país. Mesmo lançada em 2025, os resultados se referem a 2023, ano de recuperação da pandemia. A última edição da pesquisa foi publicada em 2018.

A pesquisa entrevistou 76 galerias de arte e 45 profissionais do setor, incluindo artistas, colecionadores, consultores, representantes de feiras, casas de leilão e curadores.

Cenário atual

Apesar do crescimento, o mercado de arte online ainda enfrenta o desafio da falta de familiaridade com o mercado de arte “institucional”, a dificuldade de avaliar a qualidade e a autenticidade das obras de arte no ambiente digital e a necessidade de construir relações de confiança entre compradores e vendedores.

Existe uma variedade de plataformas de comércio eletrônico que oferecem uma ampla variedade de obras de arte para venda, desde pinturas e esculturas até fotografias e arte digital. Entre as mais populares, estão:

  • Artnet
  • Artsy
  • Saatchi Art
  • Paddle8
  • Artfinder

O perfil dos compradores é heterogêneo, com diferentes níveis de experiência e conhecimento sobre arte. No entanto, o estudo observou um crescimento na quantidade de jovens consumidores desse mercado, com idade entre 25 e 40 anos. As mulheres representam cerca de 40% dos compradores.

Quando perguntados, os respondentes informaram que a paixão pela arte, o investimento e a decoração de interiores são alguns dos motivos para aquisição das obras. Entre outros fatores para a preferência do canal, estão a conveniência, a acessibilidade e a variedade de obras de arte disponíveis online.

Principais canais de compra

Apesar do crescimento das vendas no e-commerce, a experiência presencial ainda predomina no mercado de arte. Em 2023, 42% do Valor Geral de Vendas (VGV) das galerias veio de transações presenciais, um declínio em relação aos 55% registrados em 2018. Parte dessa redução foi compensada pelo aumento das vendas online diretas, que passaram de 8% em 2018 para 20% em 2023, impulsionadas pelo uso de plataformas digitais após a pandemia.

As feiras de arte continuam sendo um canal relevante, representando 25% do VGV para feiras nacionais e 9% para internacionais. Algumas galerias relataram que até 55% de suas vendas ocorreram em feiras internacionais, demonstrando sua importância para determinados negócios. Já as vendas por marketplaces de terceiros tiveram impacto reduzido, representando apenas 1% do total.

Embora as plataformas digitais tenham avançado, as galerias com maior faturamento ainda dependem menos desses canais, que são mais utilizados para transações de menor valor. Além disso, a retenção de clientes adquiridos digitalmente permanece um desafio. O estudo indica que o futuro pode trazer maior relevância para os marketplaces, conforme compradores se familiarizem com esse ambiente.

Fonte: “Mercado de arte brasileira cresce no e-commerce, mas esbarra na adoção de tecnologias digitais – E-Commerce Brasil

 

Nordeste em foco: CDs formam polo logístico na região

e-commerce brasileiro têm se conectado cada vez mais ao Nordeste nos últimos anos. Hoje, com uma série de Centros de Distribuição (CDs), pode-se dizer que a região é uma das mais valiosas em termos de logística no país.

De acordo com Arlan Rodrigues, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste (Fetranslog/NE), essa “migração” das marcas ao Nordeste não é por acaso. Isso porque sua localização fortalece, por exemplo, o comércio cross border.

“O Nordeste está em um lugar estratégico, principalmente por estar próximo a grandes portos, como de Suape (PE) e Salvador. Além disso, com melhorias na rodovia, o processo logístico por meio das estradas também ficou melhor nos últimos anos”, cita.

Em 2024, previu um total de R$ 6,19 bilhões em recursos dedicados a obras de infraestrutura nas rodovias e ferrovias nordestinas. A Bahia recebeu R4 2,4 bilhões dessa quantia, enquanto Pernambuco ficou com R$ 670 milhões.

“As empresas estão reconhecendo o potencial da região para otimizar suas operações logísticas e, consequentemente, reduzir custos e ampliar a competitividade no mercado nacional e internacional”, complementa Rodrigues.

Histórico

Netshoes foi a primeira empresa a chegar à região, com um CD inaugurado em novembro de 2012, em Recife. No entanto, hoje, uma série de companhias de e-commerce olham para a região, montando um planejamento específico para sua atuação nesta parte do país.

Veja como estão cada uma delas:

Shopee

Conhecida justamente pela agilidade e eficiência logística, a singapurense conta com CDs em Salvador e Recife.

Amazon

Em 2023, a gigante norte-americana ?abriu um CD em Itaitinga (CE), além de mais um no ano passado, também em Recife.

Mercado Livre

São três CDs do marketplace espalhados pelo Nordeste brasileiro, ocupando Lauro de Freitas (BA), Camaçari (BA) e Cabo de Santo Agostinho (PE). Até o final de 2025, Simões Filho (BA) e Itaitinga (CE) receberão equipamentos logísticos do mesmo porte.

Terminal de Cargas

Além das estruturas voltadas ao e-commerce, a logística nordestina comemorou, no início de 2025, um anúncio do Governo da Paraíba sobre o novo Terminal Logístico Rodoviário de Cargas. A implementação, conquista do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado da Paraíba (Setce/PB) e da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste (Fetranslog/NE), promete otimizar operações logística e contribuir com o desenvolvimento econômico do estado e região.

O terminal estará nas proximidades do Arco Metropolitano de João Pessoa, localidade considerada estratégica para facilitar o acesso aos principais centros urbanos da Paraíba e as rotas que interligam o estado ao restante do Nordeste.

Fonte: “Nordeste em foco: CDs formam polo logístico na região – E-Commerce Brasil

Estudo de rentabilidade em marketplaces: comparando vendas entre Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu

O marketplace é o maior fenômeno digital da atualidade e é utilizado pela esmagadora maioria dos compradores digitais brasileiros. Seja pedindo comida ou comprando uma geladeira, os principais players do mercado utilizam o marketplace como estratégia em seus negócios.

Já é tradição que o começo de ano seja marcado por reajustes de tarifas desses ecossistemas, quase sempre capitaneadas pelo Mercado Livre, o atual “cara a ser batido” quando o assunto é venda pela internet. Inclusive comentei sobre esses reajustes no meu artigo da semana passada.

Cenários iniciais de venda

Atualmente, somente Amazon, Shopee e Magazine Luiza ainda demonstram algum fôlego de que é possível alcançar o gigante argentino em números de venda e brigar pelos clientes que parecem, cada dia mais, estarem acostumados com o jeito de comprar criado pelo Mercado Livre.

Por isso, resolvi apresentar neste artigo alguns cenários de vendas e das respectivas tarifas cobradas por cada um desses quatro marketplaces. A ideia é mostrar como é complexo realizar a precificação dentro desses canais e como as ferramentas logísticas desses marketplaces podem impactar na rentabilidade do vendedor.

Todos os nossos exemplos vão ser de um vendedor localizado na cidade de São Paulo, que possui regras e contrato padrão com todos os marketplaces. Vamos considerar que a venda ocorreu para um cliente que também se encontra em São Paulo e que, caso ele seja responsável pelos custos de envio, o valor do frete pago por ele será de R$ 9,90.

Nosso primeiro exemplo vai ser a venda de um carregador de celular, no valor de R$ 49,90.

Nesse primeiro cenário, podemos fazer algumas análises interessantes.

– O frete grátis é oferecido somente na Shopee. Para oferecer esse benefício, o seller precisa estar no modelo de comissão que cobra 20% sobre as vendas. Com isso, a Shopee se torna o canal menos rentável para o vendedor. Em compensação, torna-se o canal mais vantajoso para o comprador, já que o frete é gratuito.

– A Amazon é o canal mais rentável para o vendedor nesse cenário. Isso se deve principalmente à não aplicação da taxa fixa, que é cobrada por todos os demais players.

– Caso o seller opte por enviar o produto para o Full do Mercado Livre e o cliente comprador seja aderente ao serviço “Meli+” (programa de benefícios do Mercado Livre com custo mensal a partir de R$ 9,90), o frete grátis passa a ser aplicado para o produto (benefício de frete grátis para itens Full com valor acima de R$ 29 e entrega pré-programada para um dia específico da semana, o chamado “dia de entrega full”).

– Caso o seller tenha suporte para o serviço de entrega no mesmo dia, todos os marketplaces – exceto a Amazon – oferecem estrutura tecnológica e filtros em buscas para esse tipo de entrega.

Podemos concluir que a Shopee é o canal mais interessante para o comprador, pois oferece entrega grátis e no mesmo dia para o cenário em questão. Por não cobrar frete do comprador, o seller poderia até reajustar o preço do item para compensar a rentabilidade mais baixa e deixar a sua rentabilidade mais próxima à da Amazon, por exemplo.

Na Shopee, se a maioria dos produtos do vendedor tem preço de venda superior a R$ 59, é mais vantajoso entrar no modelo de comissão que cobra 14% sobre as vendas. Sendo assim, no exemplo do carregador, se optarmos por essa troca no modelo de comissão, mesmo reajustando o valor de venda do item de R$ 49,90 para R$ 59,00, ele vai continuar sendo o mais barato perante a concorrência (já que o frete é grátis para o comprador) e vai ser o mais rentável para o seller, que irá receber em sua conta o montante de R$ 46,74, valor que chega a ser 30% superior ao valor de repasse feito pelo canal menos rentável, o Magazine Luiza.

Para nosso segundo exemplo, vamos reajustar o valor do carregador de celular para R$ 80. Nesse cenário, entra em vigor a Política de Frete Grátis dos marketplaces.

O mesmo carregador, vendido pelo mesmo preço em todos os canais, pode gerar ao vendedor uma receita líquida muito diferente. Repare que o valor de repasse varia de R$ 42,65 no canal menos rentável, o Magazine Luiza, até R$ 64,80 no canal mais rentável, a Shopee.

A diferença de rentabilidade chega à marca impressionante de 52% mais repasse na comparação entre Magalu e Shopee.

Nesses quatro canais de venda, apenas Amazon e Magazine Luiza permitem que o seller trabalhe com sua logística própria. Entretanto, no Magazine Luiza, a taxa fixa de R$ 5,00 acaba inviabilizando essa opção para itens com valor de venda tão baixo, uma vez que essa taxa é parcial ou totalmente repassada para o comprador em forma de desconto no frete, deixando o valor de frete reduzido na logística do próprio Magalu. Como a taxa fixa de R$ 5,00 é cobrada mesmo que o seller utilize a logística dele, vamos considerar apenas a hipótese de uso da logística própria no canal Amazon.

Nesse cenário, o canal Amazon se torna o mais rentável, pois não há incidência de taxa fixa no pedido.

Por outro lado, o frete seria cobrado do cliente, deixando o valor final pago por ele mais alto do que em todos os demais canais.

Uma estratégia aqui seria reduzir o preço de venda no canal Amazon. Essa estratégia pode, por exemplo, atrair compradores que utilizam um buscador de preços e filtram pelo mais barato.

Pensando em manter uma rentabilidade parecida com a do melhor canal – no caso, a Shopee -, reajustamos o preço de venda no canal Amazon para R$ 76,00.

A estratégia pode capturar o cliente mais desatento, que não percebe que, mesmo aparentemente mais barato que a concorrência, no final das contas, a Amazon se torna o canal em que o produto vai ficar mais caro para ele…

Mas veja como é “louco” esse universo de precificação dos marketplaces.

Vamos reajustar o preço desse nosso carregador para R$ 180,00 e vamos manter o uso da logística própria do vendedor no canal Amazon.

Ao vender por R$ 170 e cobrar R$ 9,90 de frete do comprador, o item fica dez centavos mais barato que toda a concorrência e ainda é o canal mais rentável para o vendedor.

Isso acontece porque nessa categoria, na Amazon, a comissão final que compõe a taxa de venda é variável: de zero a R$ 100, a Amazon cobra 15% de taxa e, a partir de R$ 100,01, começa a cobrar 10%.

O vendedor mais desatento pode entender que, se o item é vendido por mais de R$ 100,01, a comissão a ser cobrada será de 10%. Mas não! No nosso exemplo, o item vendido por R$ 170 vai ter a cobrança de comissão.

Ou seja, meus amigos, no fim das contas, a comissão não é nem 10% nem 15%. A comissão real no nosso exemplo foi de 12,94%. No Mercado Livre, a comissão cobrada é de 13%; na Shopee, 14%, e no Magazine Luiza, 18%.

Se optarmos por utilizar a logística da Amazon, vamos pagar uma tarifa de frete de R$ 15,05, o que torna a Shopee o canal mais rentável.

Como último exemplo, vamos aumentar substancialmente nosso ticket médio e considerarmos a venda de um smartphone que está na casa dos R$ 2 mil. Já há algum tempo, a Shopee tem uma política de teto de comissão em R$ 100. Essa estratégia visa deixar os itens de valor mais alto com o melhor preço de mercado, já que os custos de comissão ficam reduzidos, a fim de criar no comprador o hábito de buscar itens de valor agregado maior no marketplace, e não só os itens mais “baratinhos”, como a empresa já se consolidou.

O teto de comissão da Shopee

Com o teto de comissão, a Shopee é disparada o canal mais rentável para os vendedores, entregando um repasse quase R$ 300 maior que o canal menos rentável.

Por ser um item de maior valor agregado, embutimos na comissão da Amazon a recém-criada “tarifa de parcelamento sem juros”, que é em um adicional de 1,5% na comissão cobrada do vendedor para que o item em questão aceite parcelamento sem juros nos cartões de crédito. Essa tarifa foi lançada pela empresa em 2024 e precisa ser ativada pelo seller para entrar em vigor. Sendo assim, a comissão efetiva da venda de um celular passa a ser de 13% + 1,5% = 14,5%.

Chegamos ao fim desse estudo com algumas observações a serem feitas:

– Em itens leves, o Magazine Luiza tem sido o canal menos rentável para se trabalhar atualmente. Não foi escopo desse estudo, mas, em itens mais pesados, a partir de 9kg, por ter uma tabela de frete melhor, o canal tende a ser mais rentável que os demais em itens acima de R$ 79;

– Por não cobrar tarifa de frete grátis dos vendedores e por ter um teto de comissão de R$ 100, a Shopee é o canal que tende a ser o mais rentável em todas as categorias, e principalmente para vendedores que possuem itens acima de R$ 59 e estão cadastrados no modelo de comissionamento de 14%;

– O Mercado Livre ganha destaque em itens entre R$ 30 e R$ 79 que estão no Full por oferecer frete grátis sem custos adicionais para os vendedores com clientes que estão no Meli+, o seu programa de fidelidade;

– A Amazon é o canal que possui maior flexibilidade em relação à utilização de logística do próprio vendedor, o que não obriga o vendedor a embutir o custo de frete grátis no preço final e gera valores artificialmente menores para os compradores, o que pode ser positivo em sites de buscas que filtram por menor preço.

Esse estudo foi feito para demonstrar algumas das possibilidades de precificação para marketplaces, mas tome ciência de que ainda há outros cenários não mapeados aqui. Por isso, sempre fique atento à sua precificação para evitar prejuízos.

Fonte: “Estudo de rentabilidade em marketplaces: comparando vendas entre Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu – E-Commerce Brasil

 

A logística por trás de grandes marketplaces

A logística de grandes marketplaces é uma operação altamente complexa que combina tecnologia de ponta, estratégias de gestão global e adaptação a regulamentações locais. Para atender a milhões de pedidos diários, as gigantes do e-commerce estruturam sistemas logísticos robustos que garantem escalabilidade, agilidade e eficiência em escala global.

A escalabilidade e a estabilidade em marketplaces

A escalabilidade e a estabilidade são pilares centrais para marketplaces globais como Shopee. Para lidar com milhões de acessos simultâneos, esses players contam com uma infraestrutura tecnológica avançada, capaz de integrar sistemas de pagamento, emitir documentos fiscais e garantir a segurança dos dados dos consumidores.

A emissão e a gestão de documentos fiscais, como notas fiscais eletrônicas e conhecimentos de transporte, são automatizadas para cumprir exigências legais em diferentes países, incluindo o Brasil. Essa automação não apenas reduz o risco de erros, mas também agiliza os processos, mesmo em períodos de alta demanda, como grandes eventos promocionais.

Além disso, ferramentas de monitoramento em tempo real, integradas ao GPS, desempenham um papel fundamental na operação. Elas permitem rastrear entregas, prever problemas e assegurar a eficiência do processo logístico, oferecendo maior transparência tanto para a empresa quanto para o consumidor final.

O desafio da adaptação às regulamentações locais

Um dos maiores desafios enfrentados por marketplaces globais é a necessidade de adaptar suas operações às regulamentações locais de cada país onde atuam. A Shopee e outros marketplaces utilizam tecnologias específicas para cada mercado, garantindo conformidade com legislações fiscais e regulatórias.

No Brasil, por exemplo, é essencial atender às exigências fiscais complexas, como o Diferencial de Alíquota (Difal) e a gestão de pedágios e CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte). A integração tecnológica permite que essas empresas gerenciem essas obrigações de maneira eficiente, evitando multas ou interrupções nas operações.

Além disso, a logística reversa, um dos maiores desafios do e-commerce, é otimizada com estratégias específicas. Ferramentas tecnológicas ajudam a agilizar o processo de devolução, desde o rastreamento do produto até a reintegração ao estoque, oferecendo maior conveniência ao consumidor.

A cotação e a contratação de fretes são processos que demandam alta eficiência para reduzir custos e manter a competitividade. Grandes marketplaces utilizam plataformas que analisam dados em tempo real para selecionar as melhores opções de transporte, levando em consideração fatores como custo, prazo de entrega e confiabilidade do transportador.

A gestão financeira das transportadoras, incluindo contas a pagar e receber, também é apoiada por tecnologia. Isso permite uma administração mais ágil e precisa dos recursos, o que é crucial em operações que envolvem múltiplos fornecedores e altos volumes de transações.

A logística por trás de grandes marketplaces é um exemplo claro de como a tecnologia transforma operações de grande escala em processos eficientes e escaláveis. A automação, o uso de dados em tempo real e a integração de sistemas globais são diferenciais que permitem a essas empresas atenderem às demandas crescentes de consumidores em todo o mundo.

À medida que o mercado de e-commerce continua a evoluir, a capacidade de inovar na logística será determinante para o sucesso dessas gigantes. Investir em tecnologias avançadas não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para garantir a sustentabilidade e o crescimento das operações.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/a-logistica-por-tras-de-grandes-marketplaces”

As lições de sucesso das maiores cabeças do varejo no mundo

Por Samanta Sallum 

“A disposição para o fracasso é a chave para a inovação” – Doug Herrington, CEO das Lojas Amazon.

“Quando te convidam para um foguete, você não pergunta qual assento. Você entra” –  Azita Martin, vice-presidente e gerente-geral de varejo da Nvidia.

“A fidelidade do cliente é a falta de algo melhor. Você simplesmente não pode continuar fazendo para sempre aquilo que funcionou uma vez”, John Furner, CEO da Walmart nos EUA

“Nós criamos a felicidade todos os dias. Confiança e autenticidade fortalecem a marca” – Lisa Baldzicki, vice-presidente dos Produtos Disney.

“As marcas têm o máximo de oportunidade quando avançam no máximo de autenticidade” – Joshua Schulman, CEO da Burberry.

Tendências e previsões de mercado 

Encerra-se hoje o NRF (National Retail Federation), maior e mais influente evento de varejo do mundo. Reunindo líderes mundiais do setor, o encontro aponta inovações, tecnologias e estratégias que estão moldando o futuro do consumo em escala global. A programação começou no domingo no Javits Center, em Nova York (EUA).

Protagonismo de IA e de marketplaces

Entre as previsões do NRF para 2025, o protagonismo dos agentes de IA no varejo, com as vendas influenciadas digitalmente ultrapassando 60%. Shein, Temu, TikTok e Amazon são frequentemente citados como os maiores disruptores do varejo. Todas são marketplaces. Especialistas preveem um crescimento acelerado nesse segmento, com mais varejistas entrando na disputa. Empresas como Kroger, Macy’s, Nordstrom e Michael’s já estão se movimentando.

Experiências imersivas nas lojas físicas

As lojas físicas continuarão sua revitalização em 2025. São consideradas essenciais para impulsionar a retenção, aquisição de clientes, identidade de marca e fidelização. As lojas físicas de hoje precisam oferecer experiências imersivas que não podem ser reproduzidas online, além de destacar a identidade única das marcas. Esses espaços geram confiança e lealdade por meio de conexões pessoais e criam uma comunidade em torno da marca.

Cultura do cuidado para reter talentos

Uma das referências empresariais que tiveram falas no evento, Abubakarr Bangura, um dos vice-presidentes da Target, reforçou a importância da cultura do cuidado e do crescimento para retenção de talentos. Target tem mais de 2 mil lojas nos EUA.  Bangura começou como estagiário, em 2004, e hoje é o gestor de mais de 80 unidades da empresa.

Fonte:”https://blogs.correiobraziliense.com.br/capital-sa/2025/01/14/as-licoes-de-sucesso-das-maiores-cabecas-do-varejo-no-mundo/”

Magalu Ads automatiza anúncios de vendedores no Google; veja como funciona

Os vendedores do marketplace do Magalu agora contam com uma nova oportunidade para expandir o alcance dos anúncios de seus produtos. Nesta segunda-feira (13), a varejista apresentou uma integração do Magalu Ads para automatizar a criação e gerenciamento de anúncios de campanhas nas plataformas de publicidade do Google.

A solução é inédita no mercado brasileiro e gira em torno do Performance Max, também conhecido no mercado publicitário como PMax, que aproxima os diversos canais do Google, como o buscador, YouTube, Gmail, Shopping e mais, para distribuir os anúncios.

Dessa forma, ao criar uma campanha, o anunciante consegue distribuí-la automaticamente em todos os canais do Google de uma só vez.

Ao integrar os dois sistemas, o seller pode usar as informações do Magalu Ads para criar campanhas publicitárias automaticamente na plataforma do Google. Além disso, a aproximação oferece o desenvolvimento de relatórios detalhados e sugestões para garantir os melhores resultados.

Com a automatização, a expectativa é que os vendedores do marketplace tenham um aumento na visibilidade e nas vendas. A melhoria dos retornos sobre os investimentos em campanhas é outra vantagem do lançamento.

“O Magalu Ads é muito importante para a estratégia da empresa, e a integração com o Google sofistica ainda mais nossa entrega para os sellers”, explica a diretora do Magalu Ads, Célia Goldstein. “A gente vem escalando de forma exponencial nosso alcance e esse tipo de iniciativa é complementar ao nosso portfólio.”

Distribuição gradual

A estreia da integração entre os sistemas será realizada gradativamente, uma vez que somente uma base selecionada de sellers têm acesso à novidade nesse primeiro momento.

“O PMax for Marketplaces está disponível para uma base selecionada de 500 sellers e também para compra no Google Ads”, explica a companhia. “Nos próximos meses o Magalu Ads oferecerá o produto de forma acessível para toda sua base de sellers.”

Fonte: “https://canaltech.com.br/mercado/magalu-ads-automatiza-anuncios-de-vendedores-no-google-veja-como-funciona/”