Estudo de rentabilidade em marketplaces: comparando vendas entre Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu

O marketplace é o maior fenômeno digital da atualidade e é utilizado pela esmagadora maioria dos compradores digitais brasileiros. Seja pedindo comida ou comprando uma geladeira, os principais players do mercado utilizam o marketplace como estratégia em seus negócios.

Já é tradição que o começo de ano seja marcado por reajustes de tarifas desses ecossistemas, quase sempre capitaneadas pelo Mercado Livre, o atual “cara a ser batido” quando o assunto é venda pela internet. Inclusive comentei sobre esses reajustes no meu artigo da semana passada.

Cenários iniciais de venda

Atualmente, somente Amazon, Shopee e Magazine Luiza ainda demonstram algum fôlego de que é possível alcançar o gigante argentino em números de venda e brigar pelos clientes que parecem, cada dia mais, estarem acostumados com o jeito de comprar criado pelo Mercado Livre.

Por isso, resolvi apresentar neste artigo alguns cenários de vendas e das respectivas tarifas cobradas por cada um desses quatro marketplaces. A ideia é mostrar como é complexo realizar a precificação dentro desses canais e como as ferramentas logísticas desses marketplaces podem impactar na rentabilidade do vendedor.

Todos os nossos exemplos vão ser de um vendedor localizado na cidade de São Paulo, que possui regras e contrato padrão com todos os marketplaces. Vamos considerar que a venda ocorreu para um cliente que também se encontra em São Paulo e que, caso ele seja responsável pelos custos de envio, o valor do frete pago por ele será de R$ 9,90.

Nosso primeiro exemplo vai ser a venda de um carregador de celular, no valor de R$ 49,90.

Nesse primeiro cenário, podemos fazer algumas análises interessantes.

– O frete grátis é oferecido somente na Shopee. Para oferecer esse benefício, o seller precisa estar no modelo de comissão que cobra 20% sobre as vendas. Com isso, a Shopee se torna o canal menos rentável para o vendedor. Em compensação, torna-se o canal mais vantajoso para o comprador, já que o frete é gratuito.

– A Amazon é o canal mais rentável para o vendedor nesse cenário. Isso se deve principalmente à não aplicação da taxa fixa, que é cobrada por todos os demais players.

– Caso o seller opte por enviar o produto para o Full do Mercado Livre e o cliente comprador seja aderente ao serviço “Meli+” (programa de benefícios do Mercado Livre com custo mensal a partir de R$ 9,90), o frete grátis passa a ser aplicado para o produto (benefício de frete grátis para itens Full com valor acima de R$ 29 e entrega pré-programada para um dia específico da semana, o chamado “dia de entrega full”).

– Caso o seller tenha suporte para o serviço de entrega no mesmo dia, todos os marketplaces – exceto a Amazon – oferecem estrutura tecnológica e filtros em buscas para esse tipo de entrega.

Podemos concluir que a Shopee é o canal mais interessante para o comprador, pois oferece entrega grátis e no mesmo dia para o cenário em questão. Por não cobrar frete do comprador, o seller poderia até reajustar o preço do item para compensar a rentabilidade mais baixa e deixar a sua rentabilidade mais próxima à da Amazon, por exemplo.

Na Shopee, se a maioria dos produtos do vendedor tem preço de venda superior a R$ 59, é mais vantajoso entrar no modelo de comissão que cobra 14% sobre as vendas. Sendo assim, no exemplo do carregador, se optarmos por essa troca no modelo de comissão, mesmo reajustando o valor de venda do item de R$ 49,90 para R$ 59,00, ele vai continuar sendo o mais barato perante a concorrência (já que o frete é grátis para o comprador) e vai ser o mais rentável para o seller, que irá receber em sua conta o montante de R$ 46,74, valor que chega a ser 30% superior ao valor de repasse feito pelo canal menos rentável, o Magazine Luiza.

Para nosso segundo exemplo, vamos reajustar o valor do carregador de celular para R$ 80. Nesse cenário, entra em vigor a Política de Frete Grátis dos marketplaces.

O mesmo carregador, vendido pelo mesmo preço em todos os canais, pode gerar ao vendedor uma receita líquida muito diferente. Repare que o valor de repasse varia de R$ 42,65 no canal menos rentável, o Magazine Luiza, até R$ 64,80 no canal mais rentável, a Shopee.

A diferença de rentabilidade chega à marca impressionante de 52% mais repasse na comparação entre Magalu e Shopee.

Nesses quatro canais de venda, apenas Amazon e Magazine Luiza permitem que o seller trabalhe com sua logística própria. Entretanto, no Magazine Luiza, a taxa fixa de R$ 5,00 acaba inviabilizando essa opção para itens com valor de venda tão baixo, uma vez que essa taxa é parcial ou totalmente repassada para o comprador em forma de desconto no frete, deixando o valor de frete reduzido na logística do próprio Magalu. Como a taxa fixa de R$ 5,00 é cobrada mesmo que o seller utilize a logística dele, vamos considerar apenas a hipótese de uso da logística própria no canal Amazon.

Nesse cenário, o canal Amazon se torna o mais rentável, pois não há incidência de taxa fixa no pedido.

Por outro lado, o frete seria cobrado do cliente, deixando o valor final pago por ele mais alto do que em todos os demais canais.

Uma estratégia aqui seria reduzir o preço de venda no canal Amazon. Essa estratégia pode, por exemplo, atrair compradores que utilizam um buscador de preços e filtram pelo mais barato.

Pensando em manter uma rentabilidade parecida com a do melhor canal – no caso, a Shopee -, reajustamos o preço de venda no canal Amazon para R$ 76,00.

A estratégia pode capturar o cliente mais desatento, que não percebe que, mesmo aparentemente mais barato que a concorrência, no final das contas, a Amazon se torna o canal em que o produto vai ficar mais caro para ele…

Mas veja como é “louco” esse universo de precificação dos marketplaces.

Vamos reajustar o preço desse nosso carregador para R$ 180,00 e vamos manter o uso da logística própria do vendedor no canal Amazon.

Ao vender por R$ 170 e cobrar R$ 9,90 de frete do comprador, o item fica dez centavos mais barato que toda a concorrência e ainda é o canal mais rentável para o vendedor.

Isso acontece porque nessa categoria, na Amazon, a comissão final que compõe a taxa de venda é variável: de zero a R$ 100, a Amazon cobra 15% de taxa e, a partir de R$ 100,01, começa a cobrar 10%.

O vendedor mais desatento pode entender que, se o item é vendido por mais de R$ 100,01, a comissão a ser cobrada será de 10%. Mas não! No nosso exemplo, o item vendido por R$ 170 vai ter a cobrança de comissão.

Ou seja, meus amigos, no fim das contas, a comissão não é nem 10% nem 15%. A comissão real no nosso exemplo foi de 12,94%. No Mercado Livre, a comissão cobrada é de 13%; na Shopee, 14%, e no Magazine Luiza, 18%.

Se optarmos por utilizar a logística da Amazon, vamos pagar uma tarifa de frete de R$ 15,05, o que torna a Shopee o canal mais rentável.

Como último exemplo, vamos aumentar substancialmente nosso ticket médio e considerarmos a venda de um smartphone que está na casa dos R$ 2 mil. Já há algum tempo, a Shopee tem uma política de teto de comissão em R$ 100. Essa estratégia visa deixar os itens de valor mais alto com o melhor preço de mercado, já que os custos de comissão ficam reduzidos, a fim de criar no comprador o hábito de buscar itens de valor agregado maior no marketplace, e não só os itens mais “baratinhos”, como a empresa já se consolidou.

O teto de comissão da Shopee

Com o teto de comissão, a Shopee é disparada o canal mais rentável para os vendedores, entregando um repasse quase R$ 300 maior que o canal menos rentável.

Por ser um item de maior valor agregado, embutimos na comissão da Amazon a recém-criada “tarifa de parcelamento sem juros”, que é em um adicional de 1,5% na comissão cobrada do vendedor para que o item em questão aceite parcelamento sem juros nos cartões de crédito. Essa tarifa foi lançada pela empresa em 2024 e precisa ser ativada pelo seller para entrar em vigor. Sendo assim, a comissão efetiva da venda de um celular passa a ser de 13% + 1,5% = 14,5%.

Chegamos ao fim desse estudo com algumas observações a serem feitas:

– Em itens leves, o Magazine Luiza tem sido o canal menos rentável para se trabalhar atualmente. Não foi escopo desse estudo, mas, em itens mais pesados, a partir de 9kg, por ter uma tabela de frete melhor, o canal tende a ser mais rentável que os demais em itens acima de R$ 79;

– Por não cobrar tarifa de frete grátis dos vendedores e por ter um teto de comissão de R$ 100, a Shopee é o canal que tende a ser o mais rentável em todas as categorias, e principalmente para vendedores que possuem itens acima de R$ 59 e estão cadastrados no modelo de comissionamento de 14%;

– O Mercado Livre ganha destaque em itens entre R$ 30 e R$ 79 que estão no Full por oferecer frete grátis sem custos adicionais para os vendedores com clientes que estão no Meli+, o seu programa de fidelidade;

– A Amazon é o canal que possui maior flexibilidade em relação à utilização de logística do próprio vendedor, o que não obriga o vendedor a embutir o custo de frete grátis no preço final e gera valores artificialmente menores para os compradores, o que pode ser positivo em sites de buscas que filtram por menor preço.

Esse estudo foi feito para demonstrar algumas das possibilidades de precificação para marketplaces, mas tome ciência de que ainda há outros cenários não mapeados aqui. Por isso, sempre fique atento à sua precificação para evitar prejuízos.

Fonte: “Estudo de rentabilidade em marketplaces: comparando vendas entre Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu – E-Commerce Brasil

 

NA SUA CESTA: Mil lives por dia e entrega mais rápida — o plano de ataque da Shopee

Plataforma já atinge um em cada três brasileiros e não vê “qualquer sinal de desaceleração”; confira no novo podcast de EXAME.

Com apenas cinco anos de operação no Brasil, a Shopee alcançou números que impressionam e desafiam outras gigantes do e-commerce, como Magazine Luiza e até mesmo o Mercado Livre, que construiu uma liderança inconteste no país (detém cerca de 40% das vendas do setor).

A varejista de Singapura tem conseguido incomodar e, ao que tudo indica, tem ocupado a posição de principal ameaça ao reinado amarelo do varejo online brasileiro. Hoje, um em cada três brasileiros acessa mensalmente a plataforma e é ela quem lidera em usuários únicos mensais, com 50 milhões registrados, de acordo com dados da SimilarWeb.

As estimativas de mercado são de que o GMV (volume bruto das vendas) da Shopee tenha chegado a R$ 60 bilhões em 2024, dobrando as cifras de 2023.

Do lado dos vendedores, superou os 3 milhões de vendedores brasileiros cadastrados. Desses, um terço nunca tinha vendido online até entra na Shopee. E, apesar da origem asiática, 90% das vendas são de vendedores nacionais.

“O ano de 2024 foi excelente. Aumentamos nosso tráfego no aplicativo em 50% e solidificamos nossa presença no Brasil como o aplicativo mais acessado. Mas achamos que tem um espaço para continuar crescendo mais”, diz Rodrigo Farah, head de live commerce e marca da Shopee, em entrevista ao Na sua cesta, novo podcast do Exame INSIGHT.

Mesmo diante de um ambiente macroeconômico marcado por inflação e juros elevados, a Shopee mantém uma visão otimista para 2025. De acordo com Farah, a empresa não vê “números que indiquem qualquer desaceleração no crescimento”.

Por trás desse crescimento exponencial, estão estratégias que vão desde a aposta em gamificação do aplicativo, crescimento das publicações de live commerce até robustos investimentos em logística.

Corrida pela entrega rápida

A empresa conta com 12 centros de distribuição – sendo 11 no modelo cross-docking e 1 fulfillment –, além de mais de 150 hubs logísticos e 2 mil agências Shopee espalhadas pelo Brasil. São centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e, em dezembro, abriu seu primeiro ponto em Manaus.

A abertura do primeiro centro de distribuição fulfillment na região metropolitana de São Paulo, em setembro de 2024, marcou um avanço importante na estratégia de reduzir os prazos de entrega. Nesse modelo, a Shopee armazena produtos dos vendedores, diminuindo etapas logísticas e acelerando a entrega ao consumidor final, permitindo entregar no mesmo dia ou no dia seguinte.

“Entrega rápida é sinônimo de satisfação. Quando um pedido chega antes do esperado, o cliente não só fica feliz, mas também fidelizado”, destaca Farah.

Mas ganhar mais musculatura na estrutura logística ainda é um desafio para a asiática e um fator crucial na disputa por uma fatia maior no bole do e-commerce brasileiro.

O Meli, por exemplo, têm planos agressivos de expansão logística. Neste ano a plataforma argentina deve chegar a 21 CDs no país.

Vendedor na tela do celular

Pelas estimativas da varejista, 95% das vendas acontecem no celular, via aplicativo. Por isso, uma das principais apostas da Shopee tem sido o live commerce, ferramenta que une transmissões ao vivo e compras em tempo real diretamente no aplicativo e que tem feito da varejista uma das principais referências do tema no país.

“Não fazemos live commerce porque é legal, mas porque tem impacto real nas vendas. É uma das principais apostas da Shopee em 2025”, diz.

O modelo evoluiu de 50 transmissões diárias ao fim de 2023 para mais de 1 mil lives por dia em 2025. Hoje, a plataforma já tem 1,5 milhão de vendedores e 2 milhões de afiliados habilitados para a função.

Também capacitou mais de 500 mil empreendedores por meio do Centro de Educação ao Vendedor, criado em 2020. A iniciativa oferece treinamentos para ajudar vendedores a otimizar suas operações e tirar o máximo proveito do live commerce e outras ferramentas da plataforma.

A Shopee também tem investido pesado em marketing para consolidar a marca no Brasil. A companhia faz sucesso com as campanhas das datas duplas, ao estilo do já célebre dia dos solteiros, 11/11.

Embora não revele os valores, Farah diz que a empresa aumentou seu orçamento de marketing para 2025 em relação ao ano anterior. Uma das ações de maior destaque foi o patrocínio ao Flamengo, clube com a maior torcida do país, que também conta com uma loja oficial na plataforma.

A estratégia é clara, diz Farah: alcançar consumidores de todas as idades e classes sociais.

Fonte:”Para crescer mais no Brasil em 2025, a Shopee já tem suas apostas: Live Commerce, expansão logística e… o Flamengo | Exame INSIGHT

Magazine Luiza reajusta tarifas no marketplace e já cobra até 22% mais que Mercado Livre

Já virou tradição. Todo fim de ano, o Mercado Livre anuncia um reajuste nas tarifas de frete cobrada dos seus vendedores do marketplace em itens com valor acima de R$ 79. Os reajustes costumam calibrar as tarifas para mais ou para menos, de acordo com a estratégia para o ano seguinte desenhada pela companhia.

Dessa vez, os reajustes foram majoritariamente para cima, com exceção dos custos de coleta para envio de itens para os armazéns do Mercado Livre (o famoso “full”), que agora vão contar com redução de custos à medida em que se aumenta o volume de itens enviados. Todos os demais anúncios foram de incrementos de tarifas.

Reajustes nos custos de coleta

O destaque vai para a taxa fixa de R$ 6, que agora será escalonada e irá variar de acordo com o valor de venda do item, complicando os cálculos dos vendedores.

A categoria de Livros, na qual não existia a cobrança dessa tarifa, também passa a contar com a mesma dinâmica, com valores um pouco inferiores ao das demais categorias.

Os custos de retirada de estoque dos armazéns do Mercado Livre sofreram reajuste de 3% a 10%, enquanto os custos de frete grátis em pedidos acima de R$ 79 contaram com um reajuste médio de 3,7%.

No embalo do anúncio do Mercado Livre, o Magazine Luiza também anunciou reajustes em suas tarifas de Frete Grátis cobradas dos vendedores do seu marketplace.

Para conseguirmos comparar os custos com mais isonomia, consideramos a taxa fixa de R$ 5 cobrada pelo Magazine Luiza como parte do custo de frete, uma vez que, no Mercado Livre, essa mesma tarifa não existe quando a tarifa de frete grátis já é aplicada naquele determinado anúncio.

Comparação de fretes entre Magazine Luiza e Mercado Livre

Ao compararmos as tarifas de Magazine Luiza e Mercado Livre, podemos perceber que o Magalu tem um frete até 22% mais caro que o do Mercado Livre, e que essa diferença é maior nos itens mais leves, de até 4kg.

A logística do Magazine Luiza começa a ficar mais vantajosa em itens a partir de 5kg, em que praticamente está empatada com o valor cobrado pelo Mercado Livre na mesma faixa de peso.

Para itens mais pesados, o frete do Magalu torna-se a opção mais econômica, registrando uma diferença de até 20% no valor cobrado perante o principal concorrente digital.

Também é interessante observar que, entre os quatro grandes marketplaces, apenas o Magazine Luiza tem uma estratégia de frete grátis similar à do Mercado Livre.

Na Amazon, a grande maioria dos sellers utiliza logística própria ou serviço de fulfillment da companhia, o Amazon Prime. O serviço de coleta ou postagem nos Correios ainda é bem tímido na empresa americana.

Na Shopee, ainda não existe tarifa de frete grátis paga pelos lojistas de seu marketplace. Resta a expectativa de como será daqui em diante, com o lançamento oficial do serviço de fulfillment da empresa, ainda neste ano.

Fonte: “Magazine Luiza reajusta tarifas no marketplace e já cobra até 22% mais que Mercado Livre – E-Commerce Brasil

 

A logística por trás de grandes marketplaces

A logística de grandes marketplaces é uma operação altamente complexa que combina tecnologia de ponta, estratégias de gestão global e adaptação a regulamentações locais. Para atender a milhões de pedidos diários, as gigantes do e-commerce estruturam sistemas logísticos robustos que garantem escalabilidade, agilidade e eficiência em escala global.

A escalabilidade e a estabilidade em marketplaces

A escalabilidade e a estabilidade são pilares centrais para marketplaces globais como Shopee. Para lidar com milhões de acessos simultâneos, esses players contam com uma infraestrutura tecnológica avançada, capaz de integrar sistemas de pagamento, emitir documentos fiscais e garantir a segurança dos dados dos consumidores.

A emissão e a gestão de documentos fiscais, como notas fiscais eletrônicas e conhecimentos de transporte, são automatizadas para cumprir exigências legais em diferentes países, incluindo o Brasil. Essa automação não apenas reduz o risco de erros, mas também agiliza os processos, mesmo em períodos de alta demanda, como grandes eventos promocionais.

Além disso, ferramentas de monitoramento em tempo real, integradas ao GPS, desempenham um papel fundamental na operação. Elas permitem rastrear entregas, prever problemas e assegurar a eficiência do processo logístico, oferecendo maior transparência tanto para a empresa quanto para o consumidor final.

O desafio da adaptação às regulamentações locais

Um dos maiores desafios enfrentados por marketplaces globais é a necessidade de adaptar suas operações às regulamentações locais de cada país onde atuam. A Shopee e outros marketplaces utilizam tecnologias específicas para cada mercado, garantindo conformidade com legislações fiscais e regulatórias.

No Brasil, por exemplo, é essencial atender às exigências fiscais complexas, como o Diferencial de Alíquota (Difal) e a gestão de pedágios e CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte). A integração tecnológica permite que essas empresas gerenciem essas obrigações de maneira eficiente, evitando multas ou interrupções nas operações.

Além disso, a logística reversa, um dos maiores desafios do e-commerce, é otimizada com estratégias específicas. Ferramentas tecnológicas ajudam a agilizar o processo de devolução, desde o rastreamento do produto até a reintegração ao estoque, oferecendo maior conveniência ao consumidor.

A cotação e a contratação de fretes são processos que demandam alta eficiência para reduzir custos e manter a competitividade. Grandes marketplaces utilizam plataformas que analisam dados em tempo real para selecionar as melhores opções de transporte, levando em consideração fatores como custo, prazo de entrega e confiabilidade do transportador.

A gestão financeira das transportadoras, incluindo contas a pagar e receber, também é apoiada por tecnologia. Isso permite uma administração mais ágil e precisa dos recursos, o que é crucial em operações que envolvem múltiplos fornecedores e altos volumes de transações.

A logística por trás de grandes marketplaces é um exemplo claro de como a tecnologia transforma operações de grande escala em processos eficientes e escaláveis. A automação, o uso de dados em tempo real e a integração de sistemas globais são diferenciais que permitem a essas empresas atenderem às demandas crescentes de consumidores em todo o mundo.

À medida que o mercado de e-commerce continua a evoluir, a capacidade de inovar na logística será determinante para o sucesso dessas gigantes. Investir em tecnologias avançadas não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para garantir a sustentabilidade e o crescimento das operações.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/a-logistica-por-tras-de-grandes-marketplaces”

As estratégias que impulsionaram o crescimento da Shopee em 2024

Marketplace aumentou sua base de usuários em 30% no último ano. Veja os principais destaques da estretégia de crescimento:

O mercado de marketplaces no Brasil segue em alta, com a Shopee consolidando sua posição como uma das plataformas mais dinâmicas do setor. Em 2024, a empresa registrou um crescimento expressivo de 30%, impulsionado por inovação logística, estratégias de engajamento e a adoção crescente de métodos de pagamento digitais.

Além do aumento do número de usuários, a Shopee registrou um aumento de 50% no tráfego diário. No centro desse crescimento está a preferência dos brasileiros pelo Pix, que representou 55% de todas as transações realizadas na plataforma.

“O crescimento expressivo no número de novos usuários demonstra a força do nosso ecossistema. Observamos tendências claras de consumo, com destaque para a busca por praticidade, bem-estar e entretenimento”, diz Felipe Piringer, diretor de Marketing da Shopee.

De acordo com um relatório do Citi divulgado em outubro, com base em dados da SimilarWeb e SensorTower, a Shopee mantém sua posição como uma das líderes do mercado de marketplaces no Brasil, ficando atrás apenas do Mercado Livre em usuários ativos mensais (MAU, na sigla em inglês).

1. Facilidade de pagamento com Pix

A Shopee consolidou o Pix como o método de pagamento preferido na plataforma. Ao longo do ano, 55% das transações foram realizadas por meio dessa modalidade, que se destaca pela agilidade e praticidade. Essa aposta foi fundamental para atrair novos consumidores, especialmente em um país onde o Pix já é amplamente utilizado por diferentes faixas de renda.

2. Diversidade de produtos

Um dos maiores diferenciais da Shopee em 2024 foi sua ampla variedade de itens disponíveis. Entre os produtos mais vendidos destacaram-se smartphones, consoles PS5, fritadeiras elétricas, projetores 4K e bicicletas, mostrando a força das categorias de tecnologia e bem-estar.

A busca por conforto e praticidade também influenciou as preferências dos consumidores. Produtos como vestidos, tênis, fones de ouvido Bluetooth e mochilas estavam entre os mais procurados. Já a lista de itens mais favoritados pelos usuários incluiu itens para o lar, como jogos de lençol, mini liquidificadores, escovas de limpeza e mops giratórios, reforçando o apelo da Shopee para diferentes públicos e necessidades.

3. Eficiência logística

A logística foi outro ponto alto da estratégia da Shopee. Em 2024, a empresa registrou um aumento significativo na demanda pela entrega no dia seguinte. Produtos como smartphones, projetores, fones de ouvido e furadeiras lideraram as vendas nesta modalidade.

A eficiência da operação permitiu até mesmo uma entrega em menos de uma hora, estabelecendo um novo padrão de rapidez para o setor. Esse compromisso com agilidade reforçou a experiência do consumidor, tornando o processo de compra ainda mais atrativo.

Neste mês, a Shopee reforçou sua presença no Brasil com a inauguração de um novo hub logístico em Manaus, marcando sua expansão na região Norte. Com 12 centros de distribuição e mais de 150 hubs logísticos dedicados a produtos de vendedores brasileiros, a empresa segue investindo em infraestrutura para reduzir o tempo de entrega e melhorar a experiência de compra dos consumidores. A nova unidade no Amazonas amplia a rede de mais de 2.500 agências Shopee, que já facilitam o envio de pedidos em todo o país.

4. Engajamento por meio de lives

As transmissões ao vivo se tornaram uma peça-chave na estratégia da Shopee para engajar os usuários e aumentar as vendas. Em 2024, a plataforma registrou uma média de mil lives diárias, totalizando mais de 200 mil horas transmitidas ao longo do ano.

Em comparação com 2023, o número de visualizações aumentou seis vezes, enquanto curtidas dobraram e comentários quadruplicaram. Essa interação direta com vendedores e produtos aproximou os consumidores da experiência de compra, criando uma dinâmica mais personalizada e divertida.

5. Entretenimento como diferencial

Além das compras, a Shopee apostou no entretenimento como uma forma de manter os consumidores engajados. O tempo de uso dos jogos no aplicativo cresceu mais de 40% em 2024, destacando o sucesso da estratégia de gamificação.

Essa abordagem transformou a experiência do usuário, que passou a ver a plataforma não apenas como um local de compras, mas também como uma fonte de diversão e interação.

Fonte: “https://exame.com/negocios/as-estrategias-que-impulsionaram-o-crescimento-da-shopee-em-2024/”

Shopee lança programa Creator da Shô para microinfluenciadores com R$ 1 mil em benefícios

Iniciativa oferece suporte, visibilidade e recompensas para impulsionar a carreira de criadores de conteúdo, reforçando a estratégia no marketing de influência.

Os microinfluenciadores, com menos de 100 mil seguidores, têm conquistado cada vez mais espaço no marketing digital, graças à sua capacidade de criar conexões autênticas e engajadas com suas audiências. Fato é que o fenômeno tem levado empresas como HopeFinyAliExpressAnhanguera e, mais recentemente, a Shopee, a investirem em programas específicos para atrair e desenvolver esse perfil de criador de conteúdo.

Batizado de Creator da Shô, a nova iniciativa do gigante asiático do e-commerce, desenvolvida em parceria com a agência The Coachers, é voltada para microinfluenciadores que buscam profissionalizar suas carreiras e ampliar sua visibilidade digital.

O programa oferece aos participantes selecionados uma série de benefícios, incluindo mais de R$ 1 mil em saldo promocional para compras na Shopee, visibilidade nas redes sociais da marca – que contam com mais de 17 milhões de seguidores – e suporte especializado para o desenvolvimento de conteúdo.

Além disso, o influenciador que se destacar ao longo do programa poderá se tornar um embaixador da companhia, como Viih Tube e Franciny Elhke.

“Acreditamos no poder dos microinfluenciadores e na sua capacidade de se conectarem com o público de forma autêntica”, diz Felipe Piringer, head de marketing da Shopee, que alcançou 1 bilhão de produtos vendidos por empreendedores brasileiros em 2024.

“O Programa Creator da Shô visa contribuir com o fortalecimento da economia digital no Brasil e com o desenvolvimento desses talentos, sendo uma oportunidade para que eles se tornem referências em suas áreas de atuação”, complementa o executivo.

Segundo o relatório Estado do Marketing de Influenciadores no Brasil, publicado este ano pela HypeAuditor, a taxa de engajamento dos nano creators supera em 113% o engajamento de grandes influenciadores. O relatório aponta que eles costumam ter uma conexão mais forte com sua audiência, com engajamento médio de 3,2%, ante 1,5% daqueles com mais de 1 milhão de seguidores.

Ainda segundo Piringer, o objetivo do programa Creator da Shô é fornecer as ferramentas e o suporte necessário para que esses talentos possam se destacar, assim como apostar em nichos específicos de influência, alcançando diferentes públicos de forma estratégica.

“Os microinfluenciadores têm um papel fundamental no cenário atual, trazendo autenticidade e conexão genuína com suas comunidades. O programa é um passo importante para capacitar esses talentos, ajudando-os a transformar sua influência em oportunidades concretas”, complementa Maria Petry, fundadora da The Coachers.

As inscrições para o programa Creator da Shô estão abertas na plataforma da Shopee. Para participar, é necessário:

  • 1. Preencher um formulário online com as informações solicitadas.
  • 2. Ter o perfil analisado pela equipe da Shopee, que selecionará os participantes mensalmente com base nos dados de engajamento e na qualidade do conteúdo.
  • 3. Caso selecionado, o candidato será contatado pelo e-mail shopee@thecoachers.com.br para receber orientações sobre conteúdos, vouchers e recompensas.

Fonte: “https://exame.com/marketing/shopee-lanca-programa-creator-da-sho-para-micro-influenciadores-com-r-1-000-em-beneficios/”

 

 

Valor do ticket médio aumenta 17% no Natal 2024

A Shopee divulgou os resultados de sua pesquisa in-app sobre os hábitos de compra dos brasileiros para o Natal de 2024. O estudo revela que, em média, os entrevistados devem gastar R$526 em presentes, um aumento de 17% em relação ao valor médio de R$450 registrado no ano anterior.

Segundo a pesquisa, 91% dos consumidores afirmaram que a maioria dos presentes será destinada aos familiares. A categoria mais procurada é a de roupas femininas (52%), seguida por calçados (43%) e brinquedos e hobbies (37%). A pesquisa também mostrou que os consumidores devem presentear, em média, até 8 pessoas nesta data.

Em relação aos métodos de pagamento, o Pix se mantém como a principal escolha, com 55% de preferência entre os consumidores. O cartão de crédito ocupa a segunda posição, com 31% das respostas.

“Com um aumento de 17% no gasto médio com presentes em comparação a 2023, a pesquisa de intenção de compras de Natal demonstra que os consumidores estão mais confiantes e dispostos a investir mais. A escolha por roupas femininas, calçados e brinquedos reflete a continuidade das preferências por categorias tradicionais, mas também revela uma oportunidade para marcas focarem em produtos que atendam às necessidades”, comentou Felipe Piringer, head de Marketing da Shopee.

O estudo também apontou que 46% dos consumidores planejam suas compras natalinas com pelo menos três semanas de antecedência. Na hora da compra, o preço continua sendo o principal fator decisivo, apontado por 57% dos entrevistados, seguido pela vontade da pessoa presenteada (17%) e pela facilidade de encontrar o produto (15%). Além disso, 48% dos consumidores afirmaram que primeiro procuram pelo presente desejado, e só depois buscam a loja com a melhor oferta.

“O preço continua sendo o principal critério de decisão para a maioria das pessoas, o que reforça a importância de oferecer ofertas atraentes e competitivas. Além disso, a busca por produtos desejados é uma prioridade, sendo seguida pela escolha da loja com a melhor oferta, o que destaca a necessidade de um bom equilíbrio entre visibilidade e competitividade no mercado”, finalizou Piringer.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/valor-do-ticket-medio-aumenta-17-no-natal-2024”

Com Fut Fanatics, Shopee expande presença em esportes

A Shopee, marketplace que conecta consumidores e vendedores, anuncia a expansão da sua categoria esportiva com a chegada da Fut Fanatics na seção Lojas Oficiais, que já reúne mais de 800 grandes marcas. Com a novidade, os consumidores terão acesso fácil a uma nova e ampla seleção de um dos principais e-commerces esportivos do país, com mais de 14 mil itens, incluindo mais de 500 modelos de camisas de time.

A Fut Fanatics, que é especialista em artigos esportivos, também traz para os amantes de esportes, chuteiras, calçados, itens casuais e acessórios, atendendo ao público masculino, feminino e infantil.

A entrada da Fut Fanatics no marketplace está alinhada com a estratégia da empresa de atingir novos públicos e impulsionar o crescimento do seu negócio. “Enxergamos na Shopee um forte potencial de vendas e uma maneira eficaz de nos conectarmos com novos consumidores”, diz André Garcia, CEO da Fut Fanatics.

Novo espaço dedicado à esportes na Shopee
Além da chegada da Fut Fanatics, a Shopee continua a fortalecer sua categoria esportiva com o lançamento de um novo espaço no app dedicado a produtos relacionados à esportes e atividades físicas, como moda fitness, relógio inteligente, fones de ouvido, alimentos saudáveis, produtos de beleza, bicicletas e até itens para musculação e outras modalidades.

“A chegada da Fut Fanatics e do menu de esportes buscam atender uma demanda crescente por produtos relacionados à atividades físicas na plataforma. Itens de corrida, por exemplo, registraram um aumento de mais de 95% em vendas e mais de 85% em buscas entre janeiro e agosto de 2024 em relação ao ano passado”, comenta Felipe Lima, responsável por Desenvolvimento de Negócios da Shopee.

Sobre a Shopee
A Shopee é um marketplace que conecta vendedores e consumidores em uma experiência de compra fácil, segura e divertida. Lançada em 2015 em Singapura, a Shopee iniciou a operação local em 2020. Atualmente, a empresa conta com uma equipe de mais de 15 mil colaboradores e três escritórios na cidade de São Paulo. A empresa possui 12 centros de distribuição e mais de 150 hubs logísticos por todo o país, para atender as vendas dos seus mais de 3 milhões de vendedores brasileiros, que hoje são responsáveis por 90% das transações da plataforma.

A Shopee tem como compromisso ajudar marcas e empreendedores locais a se digitalizarem e terem sucesso no comércio eletrônico, contribuindo para a economia do país. A plataforma faz parte da Sea Limited (NYSE: SE), líder global de internet para consumidores, cuja missão é melhorar a vida dos usuários e pequenas empresas com tecnologia por meio de seus três negócios principais: Shopee, Garena e SeaMoney.

Fonte: “https://www.prnewswire.com/br/comunicados-para-a-imprensa/com-fut-fanatics-shopee-expande-presenca-em-esportes-302338390.html”

 

Shopee amplia operação logística para Manaus

A Shopee oficializou, nesta quinta-feira (19), a inauguração do seu primeiro hub logístico em Manaus. A novidade, voltada principalmente para a última milha, deve otimizar a logística do marketplace não só no estado, mas para toda a região Norte do país.

Além de operar agora em Manaus, a Shopee conta com mais dois centros logísticos em Palmas e Belém, duas capitais importantes nesta faixa do Brasil. A ação, vale lembrar, atinge tanto vendedores e quanto os consumidores da plataforma.

Estrutura logística

A Shopee soma, agora, 12 centros de distribuição (11 no modelo cross-docking e um fulfillment) espalhados pelo país. Entre as cidades este tipo de operação logística, estão:

  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Paraná
  • Minas Gerais
  • Bahia
  • Pernambuco
  • Goiás
  • Rio Grande do Sul

Em hubs logísticos, contando com o mais novo em Manaus, a companhia contabiliza mais de 150 postos voltados a primeira e última milha. Estes, por sua vez, são exclusivos para produtos de vendedores brasileiros.

De forma resumida, a jornada logística começa com a preparação da mercadoria pelo vendedor após a confirmação da compra. Os produtos são coletados nos espaços dos vendedores por veículos da primeira milha ou levados pelos lojistas em Agências Shopee (pontos de coleta). Deste gênero, são mais de 2,5 mil unidades.

A partir dai, os pedidos são encaminhados aos centros de distribuição, onde são separados e enviados aos hubs de última milha. Nesta etapa, as unidades ficam responsáveis por roteirizar e expedir a entrega para mais de 20 mil motoristas parceiros.

Compra no Amazonas

Dados internos da Shopee analisam que, mensalmente, dois em cada 10 amazonenses utilizam seu aplicativo. Em relação aos produtos mais buscados, informações dos últimos 40 dias mostram vestidos, fones de ouvidos, papetes femininas, papel de parede e árvore de natal em destaque.

Na lista de mais vendidos, os itens encontrados são fritadeiras elétricas, projetores, fones de ouvido, capas para colchão e caixas de som.

Fonte: “Shopee amplia operação logística para Manaus – E-Commerce Brasil

 

Shopee e Mercado Livre são os principais marketplaces nas favelas

Empresas lideram o ranking Top of Mind da categoria do Tracking das Favelas, realizado pela Nós — Novo Outdoor Social.

Quando se trata de compra em marketplaces nas favelas brasileiras, Shopee e Mercado Livre são líderes em Top of Mind. Os dados são da pesquisa Tracking das Favelas, realizada pela Nós — Novo Outdoor Social e publicada mensalmente com exclusividade por Meio & Mensagem.

A Shopee é a primeira colocada com 37,97% de citações, à frente do Mercado Livre, que teve 26,58%. O topo da lista inclui, ainda, Amazon (9,76%), Shein (5,27%) e Magalu (4,49%), única brasileira entre as cinco primeiras posições.

Nas quatro ondas do levantamento neste ano (realizadas em março, junho, agosto e novembro), tanto Shopee quanto Mercado Livre registraram tendências positivas em conhecimento e compra.

A Shopee também lidera, seguida pelo Mercado Livre, em recomendação, preferência e intenção de compra — indicador em que a Shein teve seu melhor desempenho, aparecendo em terceiro lugar.

Metodologia do Tracking das Favelas

Estudo contínuo feito com pessoas que residem nas favelas do Brasil. A coleta de dados é feita via aplicativo que já possui usuários previamente perfilados por classe social, gênero, idade e por localidade onde vivem, incluindo clusters específicos como as favelas. A pesquisa é feita com 800 pessoas que vivem em favelas com controle de cotas de gênero e idade. Por ser uma pesquisa via aplicativo, todas as respostas e usuários são validados automática ou manualmente, garantindo maior qualidade e agilidade de coleta. A margem de erro da pesquisa é de 3.5% com 95% de intervalo de confiança.

Fonte: “https://www.meioemensagem.com.br/marketing/shopee-e-mercado-livre-sao-os-principais-marketplaces-nas-favelas”