Economia e conveniência: o que os usuários buscam na Shopee

Aqui mesmo na Consumidor Moderno já falamos algumas vezes sobre a “Era da Conveniência”. Os consumidores hoje buscam no e-commerce comprar o produto que desejam, a um preço justo e receber em sua casa o mais rápido possível, na data e hora escolhidas por eles. Uma pesquisa feita pela Shopee vem confirmar esse comportamento, pelo menos entre os consumidores brasileiros que utilizam a plataforma.

Uma pesquisa feita com 12 mil usuários revelou que 74% dos clientes da Shopee consideram que a plataforma de comércio eletrônico deixa a vida mais fácil porque permite economizar. No mesmo levantamento, 63% dos usuários responderam que escolheram o marketplace pela comodidade de comprar o que precisam sem sair de casa na hora que quiserem.

A variedade de produtos também foi citada pelos clientes como um dos diferenciais da plataforma (84%). Além disso, 74% dos consumidores citam que as promoções recorrentes são um fator relevante na hora que decidem efetuar uma compra no aplicativo. Podemos destacar ainda, o fato de muitos usuários recorrem à Shopee como forma de fazer uma renda extra a partir da revenda de produtos.

“Trazemos uma experiência de compras diferente com foco no app, com facilidade de acesso, variedade de produtos de vendedores brasileiros e internacionais, além de muitos benefícios para os usuários economizarem e se divertirem”, comenta Felipe Piringer, responsável pelo marketing da Shopee.

Outro ponto relevante que vale ser destacado é que a maioria dos consumidores busca na Shopee itens de moda (29%), por incrível que pareça, a maior parte deles acessam a plataforma já tendo um produto em mente (79%). Depois de ítens para renovar o guarda-roupa, os produtos mais buscados por brasileiros na Shopee são equipamentos de segurança para casa e/ou escritório (14%), seguido de perto por acessórios para veículos (11%).

O levantamento feito pela Shopee mostrou que os estados em que a plataforma faz mais no país, ou seja, que tem maior número de vendas são: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná. De acordo a pesquisa, mais de 64% dos compradores afirmam que a Shopee mudou a maneira de comprar online. “Temos um compromisso com o Brasil e queremos desenvolver o ecossistema de e-commerce no país”, afirma Felipe.

Revenda: fonte de renda extra
Como falamos, alguns consumidores recorrem à Shopee para comprar ítens a baixos preços, revender e com isso conseguir levantar uma renda extra. Cerca de 5% dos entrevistados declararam adquirir produtos na plataforma com essa finalidade. Mais da metade dos usuários da Shopee que usam o Marketplace dessa forma, adquirem produtos da categoria Moda (56%). Em seguida vem a categoria de Eletrônicos (32%) e Beleza (30%).

É legal lembrar que a Shopee foi lançada no Sudeste Asiático e em Taiwan em 2015 e iniciou suas operações no Brasil em 2019, com uma equipe local na cidade de São Paulo. A plataforma global de comércio eletrônico conecta compradores, marcas e vendedores, capacitando qualquer pessoa a comprar e vender em qualquer lugar e a qualquer momento.

O marketplace oferece uma experiência fácil, segura e envolvente, com uma ampla variedade de produtos de vendedores brasileiros e internacionais, apoiados por pagamentos e logística integrados.

O modelo Shopee: ‘Nossa busca é vender o que não se acha em outros lugares’

A Shopee, plataforma de e-commerce nascida em Singapura, vai distribuir cerca de R$ 6 milhões em cupons de desconto para promover a sua primeira grande liquidação do ano, chamada 2.2, que acontece na semana que vem.

A marca, no Brasil há 3 anos e meio, tem investido forte nas promoções e no compartilhamento de memes e ofertas via redes sociais. Atualmente, a Shopee tem mais de 15 milhões de fãs nas redes sociais, sendo 9 milhões deles apenas no Instagram.

Para entender como a marca cria conteúdo para diferentes plataformas, o UOL Mídia e Marketing conversou com Felipe Piringer, responsável pelo marketing da companhia. Confira:

Quantos produtos e quantas marcas parceiras estão atualmente na plataforma?

Focamos no modelo 3P – ou seja, atuamos como um marketplace. Nossa busca é ter a maior variedade possível de produtos, para vender coisas que o consumidor não acha em outros lugares.

No Brasil, hoje temos mais de 30 categorias de produtos, com mais de 2 milhões de vendedores registrados, sendo 85% deles locais. Na Shopee Oficial, temos parceiros como Nivea, L’Oreal, Heineken, Nestlé, Fast Shop e Pão de Açúcar, por exemplo.

Essa parceria com multinacionais traz mais reputação para a marca?

Eu acho que é um composto. Estar lá permite que você apresente, comunique seus produtos para uma grande base de usuários (a marca não abre este número).

As marcas têm diversas ferramentas para se apropriar do nosso consumidor, como as lives. Em julho, completamos 3 anos com vendedores locais no Brasil. A gente ainda está construindo nossa marca.

Além de campanhas com famosos, como Xuxa, Larissa Manoela e Barões da Pisadinha, como a Shopee tem usado estratégias locais de conteúdo para ampliar seu alcance e engajamento com os consumidores? Qual o grande foco para 2023?

O que buscamos é sempre ter ações de marketing criadas no Brasil, para os brasileiros. Isso faz com que a gente se conecte com os consumidores de forma alegre, simples e social.

Estes são os grandes pilares das nossas campanhas. A gente sempre busca embaixadores e celebridades que se encaixam nesse perfil, mas estamos sempre atrás de novos parceiros e novos nomes que queiram construir uma comunicação legal com a gente.

Nessa conversa com os consumidores, ter um bom timing, para estar no meio dos assuntos, é importantíssimo. Vocês possuem uma equipe interna que toca isso? Como é o ritual de aprovação daquilo que precisa ir para o ar de forma urgente?

Eu acho que o marketing tem que se comunicar o produto. No nosso caso, é um aplicativo – mas que é bem alegre, com jogos e promoções. Para a marca se conectar com o público, nossa proposta é ser alegre. Mas, como empresa, temos que ser o mais transparente possível com o consumidor. Batemos 9 milhões de seguidores no Instagram com esse propósito, com essa transparência.

Como a marca atua como influenciadora, indo além de ‘vender’ produtos? Como inovar, como ir além, dessa presença?

Cada canal tem sua linguagem. Temos pessoas diferentes responsáveis para cada canal, até para entender como o usuário gosta de se comunicar com a gente. Além disso, cada vez fica mais curto o tempo de resposta.

“Temos que ser os primeiros a comunicar uma mudança, uma novidade.

Antigamente, isso demorava semanas. Passou para dias e, agora, fazemos algo em minutos, sempre de forma alegre, simples e social. Até por isso, o budget tem que ser flexível – não podemos engessar os processos.

E como vocês têm atuado dentro do marketing de influência? Cupons e descontos são chave para também atrair influenciadores?

Os cupons são as coisas que os clientes mais pedem. Sempre que fechamos alguma parceria, temos algo especial para dar em troca. As moedas, por exemplo (que podem virar descontos) são maneiras de ir além da experiência de compra.

É uma forma de engajar com o usuário, de apresentar outras funções do aplicativo. Isso vai bem além da experiência de compra, agrega para uma jornada mais alegre e que valoriza a retenção do consumidor dentro aplicativo. É muito importante o consumidor ver o valor de estar ali com a gente.

Lives da Shopee fazem tráfego em lojas crescerem até 70%

Varejista online fez mais de 750 transmissões, que tiveram 10 milhões de visualizações, em 2022.

A plataforma de comércio eletrônico Shopee promoveu, em 2022, mais de 750 transmissões ao vivo por meio da ferramenta Shopee Lives, que começou a ser usada em março do ano passado. Segundo a empresa, alguns lojistas que tiveram produtos exibidos nas sessões chegaram a ter 70% de aumento no tráfego na comparação com um dia normal. As vendas chegaram a representar 30% do total de um dia.

“Começamos a testar a ferramenta, que já era utilizada em outros países em que a Shopee opera, no início do ano passado e fomos aprimorando a tecnologia que é nossa para a realidade local. O resultado vem nos surpreendendo e é mais um recurso que oferecemos para consumidores terem mais benefícios para economizar e para nossos vendedores alavancarem suas vendas e ganharem visibilidade em nosso app”, conta Felipe Piringer, responsável pelo Marketing da Shopee no Brasil.

São Paulo, 24 de janeiro de 2023 – A Shopee, plataforma de comércio eletrônico que conecta vendedores, marcas e consumidores, tem inovado na forma como engaja seus usuários e uma das estratégias é o uso de transmissões ao vivo para venda e entretenimento direto do app do marketplace.

Desde março de 2022, quando teve início o uso da ferramenta, as Shopee Lives têm agradado tanto consumidores como vendedores que além de ganharem mais visibilidade para suas lojas viram suas vendas aumentarem durante as sessões. Alguns lojistas que tiveram produtos exibidos nas sessões chegaram a ter 70% de aumento no tráfego em sua loja comparado a um dia normal e as vendas chegaram a representar 30% do total de um dia.

A maior audiência foi entre as Shopee Lives foi da Festa Junina, com mais de 22 mil pessoas assistindo simultaneamente. As lives com mais vendas foram a Super Shopee Live em 9.9, apresentada pelo Lusca Vivot e um adm da Shopee. Além disso, os itens mais vendidos em 2022 por meio das lives foram fritadeira elétrica, consoles PlayStation 5 e XBOX S 2020, itens de decoração e casa, como jogo de lençol de cama de casal, e de moda, como bota galocha feminina.

Como as lives funcionam
As Shopee Lives são executadas por um time interno da plataforma e, em grandes campanhas, com o suporte de uma produtora parceira. Elas permitem que os consumidores façam compras enquanto assistem às transmissões e se divertem com enquetes de engajamento em tempo real.

Os produtos exibidos e com ofertas exclusivas podem ser colocados no carrinho sem que o consumidor precise sair da sessão. A Shopee afirma que o sistema é fácil de ser gerenciado pelos vendedores, que também podem fazer o acompanhamento do desempenho da ação.

A Shopee destaca que, com as lives, o empreendedor ganha exposição, constrói uma comunidade com troca de mensagens ao vivo, mostra mais detalhes e funcionalidade do seu produto, aumenta o tráfego de sua loja e, consequentemente, alavanca vendas. O time da Shopee oferece treinamentos, divide as melhores práticas e assiste às lives para ajudar os vendedores a entregarem sempre a melhor qualidade aos consumidores.

“As transmissões trouxeram novos seguidores para a loja, proporcionando uma grande oportunidade de interação direta. Também tivemos uma boa conversão de vendas. Além disso, consideramos ser uma excelente forma de trabalharmos mais a credibilidade da marca Personale Magazine no marketplace”, afirma Anselmo Mansur, da Loja Personale Magazine.

Três tipos de lives
Atualmente, a Shopee promove três tipos diferentes de lives. As Shopee Lives são realizadas geralmente duas vezes por semana e são apresentadas por influenciadores fixos e convidados ou colaboradores do marketplace. As apresentações são dos produtos mais pedidos na plataforma e são oferecidos cupons adicionais de desconto e de frete grátis, além de ofertas exclusivas.

As lives do Esquadrão Shopee são realizadas diariamente por uma equipe de influenciadores contratados pela empresa. Eles fazem as transmissões direto do perfil pessoal de cada um no app da Shopee e são especialistas em assuntos específicos como cuidados com a pele, maquiagem, moda, lifestyle ou eletrônicos.

Existem, ainda, as lives conduzidas pelos vendedores. O recurso está em fase piloto para teste e liberado apenas para alguns empreendedores gerenciados e lojas de grandes marcas da seção Shopee Oficial. Em breve, a ferramenta estará disponível para mais lojistas.

Shopee qualifica vendedores para acelerarem negócios no site

O negócio de Victor de Souza cresceu mais de 10 vezes no último ano e meio. Seu faturamento, mesmo em tempos de crise, se multiplicou por 30. A história da Pano a Pano, marca do empreendedor que vende panos de prato parece igual a muitas outras – o desejo do negócio próprio que começou de porta em porta e cresceu no boca a boca. Mas a guinada veio para Victor quando ele decidiu entrar no marketplace e a partir daí aprender mais sobre as ferramentas para expandir seu negócio.

Após cinco anos no negócio, por indicação de um amigo, Victor criou uma loja na Shopee, plataforma de comércio eletrônico que conecta vendedores, marcas e consumidores, para aumentar seu alcance. Hoje o vendedor virou empresário, já são mais de 10 milhões de unidades vendidas, duas mil peças vendidas por dia só na Shopee.

“Pulamos muitas etapas no nosso negócio. Agora, tenho o sonho de tornar a empresa ainda maior e gerar mais empregos. Quero fazer a diferença e ajudar outras pessoas a transformarem suas vidas também com o empreendedorismo. A Shopee me possibilita chegar lá”, afirma Victor.

Capacitação constante para alavancar vendedores

Os treinamentos oferecidos pela Shopee são gratuitos para todos os empreendedores locais que vendem ou desejam vender na plataforma. O objetivo é ajudá-los a aumentar as vendas das lojas online, mas também estimular a profissionalização de seus negócios. Mais de 60 mil vendedores já passaram pelos cursos que a Shopee disponibiliza.

O conhecimento adquirido na Shopee ajudou a Victor a organizar sua empresa melhor – tanto do ponto de vista do marketing, com estratégias para tornar a loja mais atrativa quanto com ferramentas de gestão e análise de métricas e indicadores.

“Os cursos são baseados em conceitos de dados e estratégias de relacionamento, atendimento e tráfego, com aulas que proporcionam uma visão de negócios”, explica Felipe Lima, head de Desenvolvimento de Negócios na Shopee.

Há cursos recorrentes que ensinam como deixar as lojas mais atrativas para os consumidores e há cursos sazonais. “O mais recente foi o Como Vender Mais na Black Friday, em que foram passadas dicas de como se preparar para a data com antecedência. Os conteúdos ensinaram como alavancar as vendas, como embalar os produtos corretamente e como fidelizar os clientes no pós-venda. Dessa forma, preparamos os vendedores para ganhar eficiência durante uma data com grande demanda”, exemplifica Felipe Lima.

Novembro foi um sucesso

Ao contrário do comércio em geral, que teve um resultado decepcionante na Black Friday deste ano, Victor vendeu quase 5 vezes mais somente no dia 25, resultado próximo do registrado em outra data importante alavancada pela Shopee, o 11/11.

“Tivemos um resultado excelente em novembro, e saber como investir melhor em ads, por exemplo, impactou muito as vendas. Coisas que aprendi nas qualificações da Shopee”, afirma Victor, que não quer parar por aí.

“Este ano fiz um desafio comigo mesmo e tenho lido ou ouvido dois livros por semana. Quanto mais aprendo, vejo que tenho muita coisa para aprender”, revela o empreendedor, que além de buscar conhecimento, quer colocar os ensinamentos em prática. Victor tem como meta dobrar o tamanho de sua empresa, Rubber Soul, e expandir a marca Pano a Pano em outras categorias promissoras, como toalhas.

Com três galpões, 30 funcionários e 60% de produção própria, o horizonte é otimista para Victor, que sonha alto. “Quero um dia ter 100 mil funcionários, gerar empregos, crescer e produzir, fazer diferença. Um dia posso chegar lá”, ambiciona.

Recursos para alavancar vendas

Além dos treinamentos e cursos de capacitação, os vendedores da Shoppe têm outros recursos para alavancagem de vendas, como Leve Mais, Pague Menos, Ofertas Relâmpago, Promoções e Cupons de vendedor, Combos, Shopee Ads Programa de Fretes e a possibilidade de oferecer brindes aos consumidores.

“Com essas ferramentas os vendedores aumentam sua exposição na plataforma, fidelizam os clientes ao oferecer benefícios personalizados, ajudando a gerar mais vendas”, explica Felipe Lima. A plataforma ainda possui canais de discussão exclusivos para todos os vendedores Shopee no Facebook e Telegram, onde recebem diariamente dicas para o sucesso dos negócios.

Liquidação de Natal: Shopee prepara promoções especiais com produtos até 70% de desconto

A Shopee anunciou que irá promover uma série de ações de Liquidação de Natal, dos dia 01 até 13 de dezembro, para atrair o público, próximo ao período de festas de final de ano. O destaque vai para o dia 12 de dezembro (12/12), quando a plataforma de comércio promete R$ 5 milhões de reais em cupons para os usuários, ofertas adicionais de frete grátis e produtos com até 70% de desconto.

Partindo do dia 01 de dezembro – esta quinta-feira -, o Marketplace irá dar aos consumidores recompensas resgatáveis todos os dias, até o dia 12. A Shopee também irá disponibilizar R$ 1 milhão em cupons de descontos exclusivos amanhã, para abrir suas ações de Natal. “Nossos usuários poderão aproveitar a 12.12 Liquidação de Natal para realizar as compras com conveniência, variedade e economia”, comentou Felipe Piringer, responsável pelo marketing da Shopee.

Cartinhas de natal na Shopee

Durante o período de 01 a 12 de dezembro, a Shopee também irá disponibilizar uma seção do site chamada “Cartinhas de Natal”, onde é possível apadrinhar uma criança para comprar um presente pedido por ela. Ao todo, são mais 900 cartas escritas por crianças de 4 a 12 que listaram opções de presentes em seus recados. O cliente do app que desejar participar da ação poderá comprar e escolher o que deseja dar de presente, um ou mais produtos pedidos, e finalizar o pedido. Será possível ainda deixar uma mensagem para a criança atendida.

O projeto é um movimento da Shopee em parceria com a ONG Projeto Orsi, que promove o movimento social Natal Solidário. Os presentes serão entregues pelo voluntariado corporativo da Shopee no dia 22 de dezembro, em parceira com a ONG.

Ofertas em supermercados

Outra novidade anunciada pela plataforma de compra e vendas é a abertura de uma seção de ofertas de produtos de supermercados. Segundo a empresa, a partir do dia 06 de dezembro haverá uma ala separada para as promoções de produtos de supermercados, contado com a participação de lojas conhecidas, como Dia Supermercados e Oba Hortifrúti, por exemplo. O marketplace promete cupons diários de descontos também em sua nova seção.

Black Friday Shopee terá R$ 11 milhões em cupons e frete grátis

A Shopee anunciou que terá, no total, R$ 11 milhões em cupons durante os períodos de venda em novembro. Na Black Friday Antecipada, serão R$ 6 milhões em vouchers de desconto a partir da próxima sexta-feira (11), enquanto no próprio dia da Black Friday, 25 de novembro, serão mais R$ 5 milhões. A empresa também promete cupons de frete grátis.

Os cupons oferecidos poderão ser utilizados tanto para lojistas nacionais quanto para compras internacionais. Vale considerar que os cupons de frete grátis são válidos apenas no aplicativo para pedidos acima de R$ 29 e com fretes de até R$ 20. No dia 11/11, clientes poderão encontrar produtos com até 50% de desconto.

Felipe Piringer, responsável pelo Marketing na Shopee, ressalta que nas duas datas a empresa vai “concentrar muitos benefícios para que os nossos consumidores possam economizar e adiantar suas compras de fim de ano com o máximo de economia e conveniência”.

Shopee grátis por um ano
Além de ações com influenciadores, como as lives, e de comerciais na TV, a Shopee também sorteará três clientes para ganharem um ano grátis dentro do comércio eletrônico. Cada sorteado terá R$ 500 em compras por semana durante o período de 12 meses, totalizando R$ 6 mil individualmente.

Para participar do sorteio, o consumidor precisa adquirir os bilhetes da sorte. Cada bilhete, diz a empresa, vale cinco “Moedas Shopee” e pode ser adquirido até 12/11. O primeiro sorteio será nesse mesmo dia, enquanto os outros dois prêmios serão sorteados no dia 19/11. A Shopee ressalta que cada bilhete adquirido será válido para todos os sorteios.

Qual será o próximo destino dos gigantes do comércio eletrônico da China?

O comércio eletrônico chinês cresceu muito dentro do país, e agora, os três gigantes do comércio eletrônico da China, Alibaba, Jingdong e Pinduoduo, decidiram expandir para outros mercados.

O Alibaba expandiu seus negócios no exterior mais cedo com suas plataformas de comércio eletrônico no exterior como AliExpress, Lazada e Trendyol. O “Jingdong Global Trade”, da Jingdong, que abriu oficialmente para operação em 18 de junho de 2022, concentra-se nos mercados da América do Norte e do Sudeste Asiático.

O gigante chinês do comércio eletrônico Pinduoduo lançou oficialmente sua plataforma de comércio eletrônico internacional Temu, em 1º de setembro. Temu significa “Team Up, Price Down”, em português quer dizer quanto mais pessoas compram, menor é o preço.

A primeira parada de Temu no exterior são os Estados Unidos. Atualmente, as versões PC e App da Temu foram lançadas principalmente para atender aos hábitos de consumo dos consumidores americanos que preferem usar o PC para compras on-line.

Em comparação com a versão chinesa do Pinduoduo, o estilo da página da Temu é mais conciso, e a qualidade das imagens dos produtos é maior. Além das letras Temu, o logotipo laranja também apresenta vestidos, cavalos de brinquedo, saltos altos e padrões de bagagem, em linha com as principais categorias atuais da Temu.

Temu se concentra em toda a gama de categorias. As categorias do site oficial incluem jóias e acessórios, roupas femininas, moda infantil, casa e jardim, artigos para animais de estimação, calçados e bolsas, produtos eletrônicos, produtos de beleza, material de escritório, entre outros.

De acordo com a Administração Geral de Alfândega da China, a escala das importações e exportações transfronteiriças de comércio eletrônico da China atingiu 1,98 trilhão de yuans em 2021, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Entre elas, as exportações foram de 1,44 trilhão de yuans, um aumento de 24,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Entretanto, alguns vendedores chineses têm estado numa situação difícil nos últimos dois anos devido à influência das políticas e da conformidade das plataformas gigantes de comércio eletrônico no exterior. Neste contexto, os vendedores eletrônicos transfronteiriços começaram a explorar os layouts de múltiplas plataformas.
Tencent, NetEase e outros grandes players do circuito de jogos estão visando o mercado europeu. No início de setembro deste ano, a Tencent tornou-se acionista da Ubisoft, uma grande fabricante francesa de jogos. Quase ao mesmo tempo, a NetEase anunciou sua aquisição do estúdio de jogos francês Quantic Dream, que deu à NetEase Games seu primeiro estúdio europeu.

Recentemente, a Tencent adquiriu 49,9% das ações da maior acionista da Ubisoft, a Guillemot Brothers, que é dirigida pela Guillemot, por 300 milhões de euros (US$ 303,6 milhões), enquanto a empresa chinesa procura expandir sua presença no mercado internacional de jogos. Desta forma, aumentou sua participação na Ubisoft de 5% para 9,99%, tornando-se acionista majoritária.

A NetEase e sua rival Tencent têm intensificado seus esforços no exterior à medida que o mercado doméstico de jogos chinês abranda em meio a uma regulamentação mais rigorosa. Somente este ano, a NetEase montou estúdios de jogos no Japão e nos Estados Unidos.

De acordo com o “2022 Overseas Ecological Development Report of Chinese Enterprises”, 74% das empresas têm presença comercial no Sudeste Asiático, 65% na Europa e 62% na América do Norte, tornando estas três regiões o “p ponto mais expandidos” pelas empresas chinesas que vão ao exterior. Entre elas, Singapura, como centro comercial e financeiro do sudeste asiático, tornou-se o principal destino de muitas empresas para ir ao exterior.

A América Latina, que antes era “negligenciada seletivamente” por muitos grandes fabricantes, agora está ficando cada vez mais quente a cada dia.

Para as empresas chinesas, a América Latina substituiu o Sudeste Asiático há alguns anos como o novo campo de batalha para a criação de riqueza no exterior. Em particular, impulsionados por muitos pequenos empresários varejistas, Brasil, México, Argentina, Chile e outras regiões da América Latina se tornaram novas fronteiras para fazer negócios.

Anteriormente, os principais mercados do SHEIN eram a América do Norte, Europa e Oriente Médio, e o mercado brasileiro era uma das prioridades estratégicas da SHEIN em 2022.
De acordo com o portal de notícias, Neofeed, a SHEIN executou o plano de expansão do mercado brasileiro passo a passo. Em dezembro do ano passado, Xu Yangtian, fundador da SHEIN, foi ao Brasil para inspecionar a cadeia de fornecimento de vestuário brasileira, e reuniu-se com os principais fornecedores de vestuário locais para avaliar a viabilidade da produção de produtos de vestuário no Brasil. A SHEIN assinou um acordo de confidencialidade com duas fábricas.

Como um passo no plano de expansão, a SHEIN estabeleceu uma filial no Brasil e contratou funcionários para explorar a localização, incluindo o pagamento via PIX e boletos.

Os dados mostram que em 2021, o aplicativo da SHEIN foi instalado 23,8 milhões de vezes no Brasil. Além disso, de acordo com estimativas do relatório do BTG Pactual, a SHEIN ganhou quase US$ 400 milhões no Brasil.

Por que o Shopee escolheu o Brasil e cortou seus negócios locais no Chile, Colômbia e México?
E Shopee também acelerou sua presença na América Latina. A Shopee entrou no mercado brasileiro pela primeira vez em 2019. De acordo com o Valor Econômico, a Shopee abriu cinco novos centros de distribuição no Brasil no primeiro semestre deste ano, que estão localizados em São João do Meriti, Campinas (Campinas, Ribeirão Preto, Contagem e Santana do Parnaíba.)

É evidente que a Shopee está deixando todo o mercado indiano e europeu e focando para a América Latina. Isto é em parte para melhorar os processos de envio e os prazos de entrega no futuro. Por outro lado, tanto a escolha do mercado mais amplo quanto o investimento na melhoria da logística e da distribuição são provas de que não é fácil realmente abrir “novas fronteiras na América Latina”.

Não faz muito tempo, segundo a Reuters, em 8 de setembro, a Shopee encerrou todas as suas operações na Argentina e fechou as operações locais no Chile, Colômbia e México para se concentrar em um modelo transfronteiriço. Entretanto, a equipe da Shopee no mercado brasileiro não será afetada e o negócio continuará a operar.

Comércio eletrônico chinês: ShopeeO fato é que os países latino-americanos do Chile, México e Argentina têm um padrão de vida mais alto do que o Brasil e há muito tempo têm plataformas locais de comércio eletrônico ocupando território. Varejistas tradicionais locais como Falabella e Cencosud, por exemplo, estão aumentando sua presença e marketing on-line.

Embora o mercado de comércio eletrônico latino-americano seja geralmente inexplorado, o fato é que o comércio eletrônico local na América Latina não começou tardiamente.

O MercadoLivre, considerado a oitava maior plataforma de comércio eletrônico do mundo, foi criado em 1999, um pouco antes do Taobao, que só foi lançado oficialmente em 2003. Mercado Livre agora cobre basicamente 18 países da América Latina, incluindo Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia e Costa Rica.

Estas plataformas suportam os vendedores domésticos para enviar a partir de armazéns no exterior, mas também têm um pagamento perfeito e suporte logístico, a plataforma para o México, Brasil e outros locais para cobrar uma comissão de 20% para cima e para baixo, dependendo das vendas específicas de mercadorias e diferentes categorias e flutuações.

Os pequenos comerciantes e vendedores da China podem optar por abrir lojas no Mercado Livre, o que também cria mais obstáculos para que plataformas de comércio eletrônico com grandes capitais nacionais possam ir para a América Latina.

Além do setor de comércio eletrônico, a América Latina também é o foco de empresas de entretenimento social. Enquanto o TikTok tem uma liderança absoluta no mercado global como uma aplicação de vídeo curto, Racer está atualmente brilhando no mercado latino-americano. O Brasil é considerado o mercado mais maduro para as operações da Racer, e após a fusão da Kwai “triple play” no ano passado, a estratégia da Racer no exterior tem sido a transição para operações de refinamento.

Tiktok no Brasil
Desde o terceiro trimestre do ano passado, a Racer lançou seu sistema de publicidade “Kwai for Business” no Brasil e em outros lugares, começando com a venda de propagandas no Brasil para tentar comercializar.

Além desses grandes mercados, os mercados da África e do Oriente Médio são destinos populares para o mar. De acordo com a GSMA 2021, o número de usuários de telefones celulares na África atingiu 495 milhões, dos quais mais de 200 milhões de usuários de smartphones. Até mesmo os moradores locais têm vários telefones celulares baratos, trazer um backup em caso de falta de energia, a base de desenvolvimento da internet já existe.

No Sudeste da Ásia, Europa, América do Norte e outros mercados, o foco das grandes fábricas domésticas de internet em diferentes mercados regionais também é muito diferente.

Na Shopee, um e-mail do CEO decreta fim do crescimento a qualquer custo

Em e-mail a funcionários, obtido pelo Neofeed, Forrest Li, CEO do Sea group, holding que controla a Shopee, alerta sobre a nova filosofia. Mudanças começam nas políticas de reembolso para funcionários.

A Shoppe atravessa o momento conturbado em seus negócios. Somente em setembro, a companhia informou que estava encerrando suas operações na Argentina e que iria reduzir o quadro de funcionários em outros mercados da América Latina.

Também nesse mês a plataforma de e-commerce promoveu um aumento no take rate cobrado dos sellers no Brasil. As medidas destacaram dúvidas sobre o futuro do negócio. A tensão foi tanta que o Forrest Li, fundador CEO do Sea group, conglomerado de Cingapura que controla a operação, enviou pessoalmente um e-mail aos funcionários da companhia abordando esses movimentos.

Mas além das explicações sobre esse contexto, o documento obtido pelo NeoFeed, trouxe também um aviso: a companhia vai apertar ainda mais o cinto.

“Devemos encontrar todas as formas de reduzir nossos custos operacionais. Quanto mais dinheiro economizamos a cada dia, mais tempo podemos comprar para enfrentar essa tempestade”, informa um dos trechos do e-mail enviado pelo CEO da Sea aos funcionários da Shopee em todo o mundo.

A mensagem lista algumas das ações que serão adotadas de imediato para reduzir os gastos. As principais medidas estão relacionadas aos gastos dos funcionários em viagens de trabalho a partir de outubro, todos os reembolsos para essas viagens estarão limitadas a voos de classe econômica e a um valor de US$ 150 por diária em hotéis. Em viagens internacionais, as despesas com refeições estarão restritas a US$ 30 por dia, enquanto no caso do transporte, a orientação é usar a opção mais econômica ofertada por serviços locais de mobilidade.

Além disso, Li informou que os líderes da companhia não irão receber nenhuma compensação no curto prazo. A ordem é economizar o máximo de recursos até que a empresa esteja saudável financeiramente.

O executivo explicou que as medidas integram um plano da empresa para se tornar autossuficiente- o que consiste em atingir fluxo de caixa positivo. Isso deverá ser feito num período entre 12 e 18 meses. “A única maneira de nos libertarmos da dependência de capital externa é nos tornarmos autossuficientes, gerando caixa suficiente para todas as nossas necessidades e projetos”, diz um dos trechos do documento.

Virar essa chave não será fácil. Apesar de reportar um crescimento de receita de 75,6%, para US$ 1,75 bilhão, no segundo trimestre de 2022, e de 27,2% no volume bruto de mercadorias (GMV), para US$ 19 bilhões, a Shopee viu seu prejuízo operacional passar de US$ 579,8 milhões para US$ 648,1 milhões na comparação com igual período de 2021.

Os resultados impactaram diretamente o desempenho na bolsa de valores. Avaliado em US$ 33,2 bilhões, o grupo comandado por Li já perdeu mais de 70% de valor de mercado desde o começo do ano.

A Shopee cresceu ao aproveitar de uma estratégia agressiva de expansão, bancada pelo dinheiro de investidores. Foi desta forma que a empresa ganhou fôlego para sair da Ásia e conquistar novos mercados na América Latina e na Europa.

Nos últimos meses, no entanto a empresa passou a enfrentar dificuldades. Ao mesmo tempo em que os resultados financeiros apontam para o aumento do prejuízo, o mercado ficou mais restrito e com menos opções para novas captações. A solução, então, foi mudar a estratégia.

“No passado focamos primeiro no crescimento e às vezes o crescimento a qualquer custo. Essa não foi uma abordagem errada, pois as condições globais estavam repletas de oportunidades na época”, diz um dos trechos do e-mail. “Mas agora que as condições globais mudaram, nós também devemos nos adaptar”.

Essa adaptação se traduziu no fim das operações na Argentina, Espanha e Índia. Houve também redução do quadro de funcionários em mercados como Chile, Colômbia, México, Tailândia, Indonésia, Vietnã. O Brasil, a princípio, passou ileso no que diz respeito aos cortes.

Numa tentativa de tranquilizar os funcionários, mas ainda manter o alerta, Li afirmou que a empresa hoje tem uma base sólida de dinheiro” que coloca o negócio “em uma posição segura em relação ao mercado de tecnologia. “No entanto, podemos facilmente extinguir essa base se não formos cuidadosos”, acrescentou.

Shopee encerra operações na Argentina, Chile, Colômbia e México

A Shopee, braço de comércio eletrônico da Sea, disse aos funcionários na quinta-feira (8), que estava encerrando as operações de Chile, Colômbia e México e deixando a Argentina, segundo três fontes com conhecimento do assunto.

A empresa com sede em Cingapura manterá operações internacionais nos três primeiros mercados, mas cortará a maioria de suas equipes nos países, afetando dezenas de funcionários, disseram as pessoas.

O Brasil, no qual o Shopee se tornou um player dominante, não será afetado.

Em e-mail interno visto pela Reuters, o presidente-executivo da Shopee, Chris Feng, escreveu aos funcionários que “à luz da atual incerteza macroeconômica elevada”, a empresa precisava “focar recursos nas operações principais” e decidiu se concentrar na Shopee México, Colômbia e Chile.

A empresa confirmou em comunicado à Reuters que “se concentraria em um modelo transfronteiriço no México, Colômbia e Chile, e fecharia na Argentina”.

A Sea viu seu valor de mercado superar 200 bilhões de dólares em outubro passado, com suas unidades de jogos e comércio eletrônico ganhando popularidade durante a pandemia, mas suas ações caíram e agora ela vale US$ 27 bilhões.

Shopee divulga agenda de cursos em agosto para capacitação de vendedores

Atualmente, são mais de 2 milhões de vendedores registrados na plataforma Shopee.
Pensando na capacitação de seus vendedores brasileiros, a Shopee, plataforma de comércio eletrônico de Singapura, divulgou a agenda de treinamentos gratuitos para o mês de agosto. Os cursos estarão disponíveis na página Centro de Educação do Vendedor.

O objetivo fundamental do projeto é ajudar micro, pequenos e médios empreendedores no crescimento de suas lojas online e profissionalização dos negócios. Atualmente, são mais de 2 milhões de vendedores registrados na plataforma.

Ao todo, são 35 cursos rápidos focados em ferramentas de e-commerce e marketing, para auxiliar os participantes a usufruírem de todos os recursos presentes no marketplace e alavancar suas vendas. Para o mês de agosto a novidade é o Webinar “Especial 9.9”, focado no treinamento para campanha Super Shopping Day e dá detalhes de como aumentar a performance das lojas nessa data especial.

No caso de novos empreendedores na plataforma, a Shopee disponibiliza um curso de boas-vindas, com apresentações complementares que acontecem por três dias consecutivos, de terça a quinta-feira. Os participantes que completarem a série de webinars inicias recebem um e-book exclusivo com dicas para uma jornada de sucesso no aplicativo.

Além disso, a Shopee também oferece um programa de incubação para apoiar vendedores selecionados assim que ingressam na plataforma. A iniciativa também é gratuita, mas apenas para convidados. O projeto tem duração de quatro semanas, com profissionais da Shopee auxiliando os lojistas com estratégias de vendas, utilização de ferramentas de marketing, melhoria do design da loja e outros pontos.

Para participar dos treinamentos, o vendedor da Shopee deve se inscrever pelo Centro de educação do vendedor. Confira a agenda de webinars abaixo:

Série “Bem-vindo à Shopee”
Foi Dada a Largada! Bem-Vindo à Shopee (2/8 às 10h, 16/8 às 19h e 30/8 às 10h)
Com a Shopee Você Sai na Frente: Sua Primeira Venda (3/8 às 10h, 17/8 às 19h e 31/8 às 10h)
Modo Turbo: Usando a Shopee a Seu Favor, (4/8 às 10h, 18/8 às 19h e 1/9 às 10h)
Agenda de Webinars
Atendimento ao Comprador (5/8 às 10h)
Como Evitar Devoluções e Reembolsos (2/8 às 19h)
Pontos de Penalidade: Como Garantir a Excelência da sua Loja (3/8 às 19h)
Como Cadastrar Pesos e Medidas para Envio de Pedidos (4/8 às 19h)
Como Cadastrar Produtos e Atrair Compradores para sua Loja (24/8 às 10h)
Benefícios em Migrar a sua Conta de CPF para CNPJ (25/8 às 10h)
Como Receber e Administrar seus Pagamentos (29/8 às 19h)
Shopee Ads Básico (9/8 às 10h e 22/8 às 19h)
Shopee Ads Intermediário: Otimizando suas Estratégias (11/8 às 10h e 24/8 às 19h)
Decore sua Loja e Atraia mais Compradores (12/8 às 10h)
Especial 9.9 (26/8 às 10h)
Venda Mais com as Ferramentas da Central de Marketing (10/8 às 10h)
Administre a Sua Conta com as Ferramentas e Subconta e Inventário (17/8 às 10h)
Conheça as Ferramentas Leve Mais por Menos Combos (15/8 às 19h)
Tudo Sobre Transmissão por Chat (23/8 às 10h)
Venda Mais usando o Cupom do Vendedor Shopee (30/8 às 19h)
Shopee e Integradoras – Profissionalizando seu negócio (11/8 às 16h, 16/8 às 16h e 25/8 às 19h)