Amazon cria ação em prol de PMEs de Paraisópolis, em São Paulo

Amazon Brasil anunciou um projeto para auxiliar pequenas e médias empresas (PMEs) em sua colocação no e-commerce. Chamado de “Transformando Negócios”, o trabalho será implementado em Paraisópolis, comunidade localizada na Zona Sul de São Paulo.

O projeto, que conta com parceria de Mediabrands e NÓS, contou com sua primeira edição na última segunda-feira (19). Ao todo, 50 empreendedores locais se reuniram para uma capacitação sobre como expandir operações de e-commerce além da comunidade por meio do ecossistema da Amazon.

A agenda contou com a presença de Virginia Pavin, diretora de Experiência e Sucesso do Vendedor para a Amazon na América Latina. Além dela, vendedores que já trabalham com a gigante do comércio eletrônico também compartilharam sobre sua experiência neste âmbito.

O encontro também elucidou projetos desenvolvidos por membros das favelas e treinamentos em habilidades interpessoais e planejamento financeiro, ambos apresentados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

“A Amazon tem se dedicado a apoiar seus vendedores parceiros no Brasil desde o lançamento do marketplace em 2017. Hoje, contamos com mais de 78 mil parceiros, sendo 99% deles PMEs que disponibilizam mais de 18.4 milhões de produtos no site. Por meio de ações como esta, queremos oferecer aos participantes da comunidade de Paraisópolis o nosso conhecimento, aliado a visibilidade e a chance de alcançar um número maior de clientes em todo o território nacional”, afirma Virginia.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/amazon-cria-acao-em-prol-de-pmes-de-paraisopolis-em-sao-paulo”

PMEs online movimentam R$ 1 bilhão no Dia dos Pais em 2023

Para 2024, a CNC estima que as vendas no período crescerão 4,7%.

O Dia dos Pais é a primeira grande data especial do segundo semestre do ano, abrindo o calendário com expectativas de bons resultados entre Pequenos e Médios Empreendedores (PMEs) que operam lojas virtuais. Em 2023, os lojistas do ecossistema de soluções digitais, LWSA, movimentaram quase R$ 1 bilhão entre os meses de julho e agosto.

Esse total, 6,7% maior que o aferido pela companhia em 2022, corresponde ao GMV (gross merchandise volume ou volume bruto de mercadorias) em transações registradas pelas plataformas Tray e Bagy. Estas plataformas oferecem soluções para PMEs online, como criação de sites, integração com marketplaces, marketing, entre outros serviços, para a operação de um e-commerce ou loja virtual.

“É uma data fundamental para sentirmos a temperatura do setor para o restante do ano e uma oportunidade de ouro para o lojista atrair o consumidor e alavancar suas vendas”, afirmaThiago Mazeto, diretor da Tray.

Esse desempenho supera o volume geral de vendas do comércio no Dia dos Pais de 2023. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crescimento foi de 2%. Para 2024, a entidade estima que as vendas no período cresçam 4,7%.

Artigos de autopeças e ferramentas, roupas e calçados, acessórios, joias e eletroeletrônicos foram as categorias de produtos mais vendidas no período.

Aumento na demanda logística

O setor logístico também é impactado pelo alto volume de vendas no Dia dos Pais. O Melhor Envio, integrador de fretes que atende segmentos do e-commerce, registrou um aumento de 7,6% nos meses de julho e agosto de 2023, com o envio de 130 milhões de encomendas por intermédio da plataforma.

“Com diversos fornecedores, a plataforma permite ao empreendedor ofertar opções de frete atrativas para o cliente e sabemos que isso é importante porque o frete é um dos principais fatores de decisão de compra do consumidor”, explica Vanessa Bianculli, gerente de Marketing do Melhor Envio.

Fonte: “PMEs online movimentam R$ 1 bilhão no Dia dos Pais em 2023 – Mercado&Consumo (mercadoeconsumo.com.br)

Mesmo com desafios, PMEs crescem 1,2% em junho, aponta Omie

O mês de junho não costuma ser uma data aquecida para o varejo, a não ser pelo Dia dos Namorados. Este ano, o Brasil registrou um aumento de 9% em relação a junho de 2023, conforme dados do IPV. Enquanto as PMEs, tiveram um modesto crescimento de 1,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Omie. Mesmo assim, as PMEs do e-commerce se destacaram no primeiro semestre ao faturar R$ 2bilhões.

Conforme o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs) no acumulado do ano foi identificado um avanço de 4,3% frente ao primeiro semestre de 2023.

Após uma sequência de quatro trimestres desafiadores, as PMEs do setor de comércio também têm se recuperado nos últimos meses. No mês de junho, o setor registrou um crescimento de 1,9% em comparação ao mesmo período de 2023. “Este movimento tem sido impulsionado, principalmente, pelo segmento atacadista – que apresentou um aumento significativo de 6,9% na comparação anual”, explica Felipe Beraldi, economista e gerente de Indicadores e Estudos Econômicos da Omie.

As PMEs do varejo estão se esforçando ainda mais para retomar o crescimento. Em junho, o segmento registrou uma queda de 1,3% no faturamento, embora algumas áreas, como as “lojas de departamento” e o “varejo de livros”, tenham encerrado o mês com resultados positivos.

Com uma redução de 1,7% no faturamento real em comparação com 2023, o setor de serviços também encarou desafios. O cenário sugere uma possível desaceleração econômica nos próximos meses. Mesmo assim, segmentos como “atividades financeiras e de seguros”, “saúde humana”, e “serviços de informação” mostraram avanços, ajudando a mitigar a queda geral.

Além disso, as PMEs do setor de infraestrutura também enfrentaram dificuldades, com uma retração de 4,1% na movimentação financeira em relação a junho do ano passado. Apesar disso, os serviços especializados para construção continuaram a ter um desempenho positivo, mantendo a tendência de crescimento observada nos últimos meses.

O economista Felipe Beraldi destaca que, em um cenário de aumento das incertezas, como a elevação das expectativas de inflação, é esperado um enfraquecimento da atividade econômica doméstica no curto prazo. Embora os dados de junho indiquem um desaquecimento em relação aos meses anteriores, especialmente no setor de serviços, ainda é cedo para afirmar se essa tendência se manterá, considerando que o consumo continua a ser sustentado pelo aumento da renda das famílias.

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/mesmo-com-desafios-pmes-crescem-12-em-junho-aponta-omie”

 

 

A nova era das vendas no comércio conversacional

Enquanto 79% das pessoas se comunicam com marcas pelo Whatsapp, ferramentas de chat estão caindo no gosto dos consumidores como canais de vendas.

A tecnologia gerou uma grande transformação no varejo, mudando os comportamentos de consumo, estratégias e canais de venda. Hoje, dificilmente, uma pessoa compra um produto sem antes pesquisá-lo na internet, informação comprovada por um estudo realizado pela Ipsos Brasil, empresa especialista em pesquisa de mercado, que apontou que os consumidores acessam pelo menos seis canais diferentes antes de decidir onde comprar.

Dentre tantos canais, um deles tem chamado a atenção do consumidor: os conversacionais. Esses são canais bilaterais em que o cliente interage com a marca ora perguntando, ora respondendo, o que permite uma experiência mais completa, interativa e fluída. A possibilidade de ser algo assíncrono agrada todos os tipos de consumidores, desde os mais ansiosos que gostariam de obter uma resposta instantânea até os mais ocupados que não enxergam problema em enviar uma mensagem quando vão entrar numa reunião e vão ler a resposta horas depois quando saírem.

Segundo a Accenture e a Meta, o WhatsApp está instalado em 99% dos celulares brasileiros e, em 54%, o ícone já está presente logo na tela inicial do aparelho. Além disso, 83% das pessoas o utilizam como canal de compra e 73% consideram o chat online como a melhor forma de se comunicar com empresas. Consolidando a relevância de se construir um canal como esse na sua empresa.

Essa relação de conversas aliadas às compras e relacionamento com as marcas está tomando o varejo e mostrando ser um poderoso canal de vendas. Pesquisa da Opinion Box mostrou que 79% das pessoas se comunicam com marcas e empresas pelo Whatsapp, e 56% delas já realizaram uma compra através do aplicativo. Quando questionados sobre a satisfação com as experiências que tiveram pelo conversacional, mais de 73% têm respostas positivas.

O varejo está começando a entender bem essa relação e quando damos um zoom nas pequenas empresas, o conversacional se torna ainda mais importante. De acordo com o estudo “Transformação Digital nos Pequenos Negócios”, realizado pelo Sebrae, no Brasil, mais de 5 milhões de pequenas e médias empresas (MPE) têm o Whatsapp Business e 70% delas usam ferramentas digitais para vender, sendo que 40% das vendas são provenientes dos meios digitais. Entre as plataformas mais usadas pelos pequenos negócios ainda aparece o Whatsapp como favorito (56%), logo em seguida o Instagram (46%) e, por fim, o Facebook (23%).

conversational commerce nas PMEs não só permite novas formas de se relacionar com o cliente, como também é capaz de aumentar as vendas. É o caso da FIG Cool Leather, marca de moda premium de Caxias do Sul, que possui apenas uma loja física, mas que conseguiu gerar uma experiência poderosa, intimista e consultiva utilizando o Whatsapp como canal de vendas. O ticket médio da loja é de R$ 3 mil e justamente por ter produtos com valores mais elevados, busca criar uma relação mais próxima com o cliente, tirando dúvidas e gerando uma conversa fluida sobre moda e tendências.

A partir do conversacional, a FIG observou crescimento de 77% em seu faturamento no Whatsapp entre o primeiro trimestre de 2023 e o mesmo período deste ano, sendo que as vendas deste canal representaram 51% do crescimento da companhia no período. Portanto, a empresa cresce e o canal de vendas que mais se expande é o conversacional. Isso faz com que as vendas pelo conversacional sejam maiores do que as da loja física e do e-commerce somados.

Já entre as grandes empresas do varejo, o conversacional também se mostrou uma ferramenta importante para aumentar o faturamento. A Telhanorte é um bom exemplo, já que 40% das vendas são realizadas por meio do chat commerce, representando 4% de todo o faturamento da marca, com um ticket médio três vezes maior que o do e-commerce. O incremento de ticket demonstra que o canal gera valor na interação com o cliente. Outro detalhe interessante é a disponibilidade do canal: os atendimentos da madrugada representam 9% do volume de vendas geradas pelo chat-commerce em uma das unidades.

Por fim, cada vez mais vamos acompanhar o crescimento da relevância e solidificação do canal conversacional como um canal de vendas obrigatório no varejo e poderoso para gerar diferenciação, melhorar a experiência e naturalmente auxiliar o consumidor a tomar as melhores decisões. O resultado disso certamente será o aumento de vendas, incremento de ticket médio e maior fidelização. E aí, bora vender!

Fonte: “https://consumidormoderno.com.br/vendas-conversacional-canal/”

 

Dia do Chocolate: venda da sobremesa no e-commerce tem 27% de aumento

No último domingo (07), foi comemorado o Dia do Chocolate, uma data que impulsionou as vendas das pequenas e médias empresas (PMEs) do varejo online, chegando ao montante de R$ 1 milhão em chocolates entre o início de junho e julho. Segundo os dados da Nuvemshop, foi um aumento de 27% em relação a 2023.

Na plataforma da Nuvemshop, o total de itens registrados para venda também aumentou no período: foram mais de 21.600 produtos, um aumento de 38,5%. As caixas de bombons, barras e biscoitos de chocolate foram os produtos mais vendidos no e-commerce.

“HÁ ALGUNS ANOS, A IDEIA DE COMPRAR ALIMENTOS ONLINE, INCLUINDO CHOCOLATES, ERA INIMAGINÁVEL. HOJE, O E-COMMERCE SE CONSOLIDOU COMO UM CANAL DE VENDAS PODEROSO, COM POTENCIAL DE CRESCIMENTO EM QUALQUER SEGMENTO. ALÉM DISSO, OS LOJISTAS DEMONSTRAM A CAPACIDADE DE APROVEITAR DATAS COMEMORATIVAS PARA IMPULSIONAR SUAS VENDAS, COMPROVANDO A VERSATILIDADE E O DINAMISMO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO.

LUIZ NATAL, GERENTE DE DESENVOLVIMENTO DE PLATAFORMA DA NUVEMSHOP”

Fonte: “https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/dia-do-chocolate-venda-da-sobremesa-no-e-commerce-tem-27-de-aumento”

 

 

PMEs brasileiras do varejo online faturam R$ 2 bilhões no primeiro semestre de 2024

O levantamento é da plataforma de e-commerce Nuvemshop.

Nos primeiros seis meses do ano, as pequenas e médias empresas (PMEs) do varejo online brasileiro movimentaram R$ 2 bilhões, de acordo com levantamento realizado pela plataforma de e-commerce Nuvemshop. Esse montante é 33% superior ao total registrado em 2023 (R$ 1,5 bilhão).

Entre os meses de janeiro e junho de 2024, foram vendidos 31,8 milhões de produtos, volume que representa um crescimento de quase 26% em comparação com o ano passado. Os segmentos que apresentaram maior faturamento foram:

  • Moda (R$ 680,3 milhões)
  • Saúde & Beleza (R$ 187,3 milhões)
  • Acessórios (R$ 133 milhões)

“Apesar de as vendas online já fazerem parte do comportamento do consumidor no Brasil, é visível o potencial desse mercado frente a outros negócios para empreendedores de todos os segmentos. O e-commerce é e continuará sendo uma das melhores oportunidades para pequenos e médios varejistas que desejam iniciar ou mesmo expandir suas vendas”, comenta Daniela Spinardi, diretora de Pequenas e Médias Empresas na Nuvemshop.

Em relação aos meios de pagamento preferidos pelos consumidores, o cartão de crédito segue sendo a opção mais utilizada, representando 45% de todos os pedidos pagos no e-commerce. No ano passado, o Pix representava 35% do montante, e em 2024 esse total atingiu 44,5% das preferências, sendo o segundo meio de pagamento mais escolhido para as compras online. O ticket médio nacional foi de R$ 244,20.

Entre os estados onde as PMEs online mais faturaram no primeiro semestre, São Paulo lidera com R$ 976,5 milhões, seguido por Minas Gerais com R$ 193,6 milhões, Santa Catarina com R$ 149,4 milhões, Rio de Janeiro com R$ 149,3 milhões, e Paraná com R$ 106 milhões completam o top 5.

Fonte: “PMEs brasileiras do varejo online faturam R$ 2 bilhões no primeiro semestre de 2024 – Mercado&Consumo (mercadoeconsumo.com.br)

Brasil está pronto para revolução digital nos armazéns? Pesquisa “O Armazém do Futuro” busca respostas

Iniciativa da Infor e da Seal Sistemas busca entender o impacto das novas tecnologias no setor logístico brasileiro.

Em um momento em que o varejo brasileiro enfrenta grandes desafios, com consumidores mais exigentes, cadeias de suprimento complexas e pressão por eficiência e sustentabilidade, a digitalização dos armazéns se torna cada vez mais crucial. Nesse contexto, a Infor, líder global em software empresarial na nuvem, e a Seal Sistemas, uma das maiores integradoras de tecnologias avançadas para a cadeia de suprimentos do Brasil, lançam a pesquisa “O Armazém do Futuro”.

O objetivo do estudo é investigar o nível de digitalização dos armazéns brasileiros, as tecnologias que serão adotadas, os desafios enfrentados e os benefícios esperados dessa transformação digital.

A pesquisa “O Armazém do Futuro” busca responder questões cruciais, como:

  • Qual será o papel das novas tecnologias nos armazéns do futuro?
  • O processo de digitalização trará mais desafios ou benefícios?
  • Como as empresas avaliam o nível atual de digitalização de seus armazéns e de seus concorrentes?
  • A digitalização levará a uma maior eficiência operacional?

“Com o crescimento do e-commerce, que já representa 20% das vendas no varejo da América Latina, e a demanda por prazos de entrega mais curtos, a modernização dos armazéns se torna imprescindível”, afirmou Waldir Bertolino, CEO da Infor Brasil. “Queremos entender como as empresas estão se preparando para esse futuro e quais tecnologias serão fundamentais nessa jornada.”

Segundo um estudo da Zebra Technologies, 61% dos profissionais de logística concordam que a utilização de tecnologia é o maior desafio operacional atual e para os próximos cinco anos. Além disso, 77% reconhecem a necessidade de modernizar as operações de armazéns, mas admitem que a implementação de novas tecnologias ocorre lentamente.

“A pesquisa ‘O Armazém do Futuro’ vai ajudar as empresas a entenderem onde estão e aonde precisam chegar em termos de digitalização”, destaca Wagner Bernardes, CEO da Seal Sistemas. “Os profissionais que participarem terão acesso a informações estratégicas sobre as tendências da transformação digital em suas organizações.”

SOBRE A INFOR

A Infor é a líder global em software empresarial na nuvem, especializado por setor. Desenvolvemos soluções completas para os setores nos quais atuamos, incluindo manufatura industrial, distribuição, saúde, alimentos e bebidas, automotivo, aeroespacial, defesa e alta tecnologia. Os aplicativos e serviços corporativos da Infor são projetados para oferecer vantagens competitivas sustentáveis, com segurança e um retorno mais rápido do investimento.

Mais de 65 mil organizações em mais de 175 países — desde empresas da Fortune 500 até pequenas e médias empresas (PMEs) — confiam nos 17 mil funcionários da Infor para ajudar a alcançar suas metas de negócios. Como uma empresa Koch, nossa solidez financeira, estrutura de propriedade e visão de longo prazo nos capacitam a cultivar relacionamentos duradouros e mutuamente benéficos com nossos clientes.

SOBRE A SEAL

Com 35 anos de atuação no mercado, a Seal Sistemas é a maior integradora de tecnologias avançadas para toda a cadeia de suprimentos no Brasil. A companhia constrói uma relação de confiança entre o usuário final e mais de 2 mil empresas que integram a sua carteira de clientes, por meio de um portfólio completo de soluções de mobilidade e automação, além de serviços de ponta a ponta que contemplam desde o planejamento até a sustentação de projetos.

Frente à missão de apoiar a transformação digital de empresas de todos os portes, a Seal Sistemas amplia o acesso do mercado brasileiro às mais novas tendências globais de consumo e automação de negócios. Sua ampla gama de soluções e serviços materializa a aplicação de conceitos tecnológicos – como Cloud Computing, Big Data, Internet of Things e Machine Learning – em segmentos estratégicos como varejo, logística, indústria, saúde e educação.

A trajetória de sucesso da Seal Sistemas é marcada por um crescimento contínuo e uma evolução no seu direcionamento estratégico, desde a sua fundação como revendedora em 1988 até o seu atual posicionamento como integradora de tecnologias. Faz parte dessa história a oferta de dispositivos e aplicações avançadas como ESL (etiquetas eletrônicas de prateleira), voice picking (coletores de dados por comando de voz), o middleware Kairos Warehouse e o software para automação de chão de lojas Kairos Store.

Também integra seu portfólio soluções em computação móvel e captura automática de dados, como impressoras e leitores de código de barras, e em infraestrutura para redes sem fio locais e metropolitanas.

Fonte: “https://mundologistica.com.br/noticias/brasil-revolucao-digital-armazens-pesquisa”

 

PMEs online registram crescimento de 24% nas vendas de itens para festas juninas em 2024

Os dados são da Nuvemshop, que utilizou a base de lojistas brasileiros na plataforma.

As tradicionais festas juninas também movimentaram as vendas nas pequenas e médias empresas (PMEs) do varejo digital pelo país em 2024. As PMEs online venderam mais de 100 mil itens relacionados às festividades, registrando um aumento de 24% em relação às comemorações do ano passado, de acordo com dados da Nuvemshop.

Segundo o levantamento, que utilizou a base de lojistas brasileiros da Nuvemshop, entre os dias 1 e 23 de junho, as PMEs online registraram um faturamento de R$ 6,8 milhões, 25% a mais que em 2023. Entre os itens mais comercializados estão camisetas xadrez, chapéus de palha, balões e bandeirinhas.

“Historicamente, as festas juninas não faziam parte do calendário do varejo. Porém, mais uma vez, comunicações e promoções desenvolvidas exclusivamente para uma comemoração popular fizeram a diferença nas vendas das PMEs”, comenta Marcela Orlandi, gerente de sucesso do cliente da Nuvemshop.

No período analisado, a venda de produtos classificados como “juninos” cresceu na plataforma da Nuvemshop cerca de 90% em relação ao ano passado, passando de 10 mil para 19 mil itens vendidos. Além disso, houve um aumento de 36% no volume de itens registrados como “cowboy” para venda.

“O empreendedor precisa ter em mente que todos os meses e eventos do ano podem se tornar atrativos para as compras online e usar isso a seu favor no planejamento da loja virtual”, conclui Marcela.

Movimentando a economia

As festas juninas, celebradas em todos os cantos do País, movimentaram positivamente a economia. Além da presença massiva das marcas em pontos estratégicos da celebração do São João, o consumidor brasileiro também se animou com a data, como revela a pesquisa da Horus, braço de pesquisa do ecossistema Neogrid.

O estudo mostra que o valor do tíquete médio gasto aumentou de R$ 13,25, entre junho e julho de 2022, para R$ 16,07, no mesmo bimestre de 2023, o que corresponde a um crescimento de 21,3% no período. Os dados também comprovam que, no ano passado, os brasileiros colocaram mais produtos referentes à essa época do ano no carrinho, com incremento no valor gasto nos supermercados. Entre junho e julho de 2023, a média de itens por compra chegou a 2,7, ante 2,2 nos mesmos meses de 2022, representando uma evolução de 21,3% nesse indicador.

Fonte: “https://mercadoeconsumo.com.br/25/06/2024/ecommerce/pmes-online-registram-crescimento-de-24-nas-vendas-de-itens-para-festas-juninas-em-2024/”

 

PMEs crescem 23,5% em abril, após alta de 4,7% no mês anterior.

Em abril, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) brasileiras registraram um crescimento expressivo. Segundo o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), a movimentação financeira média dessas empresas aumentou 23,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O IODE-PMEs monitora o desempenho de empresas com faturamento anual de até R$50 milhões, cobrindo 678 atividades econômicas nos setores de Comércio, Indústria, Infraestrutura e Serviços.

O avanço foi parcialmente atribuído ao “efeito calendário”, com abril de 2024 tendo 22 dias úteis, quatro a mais que abril de 2023. “Menos feriados e pontes impulsionaram o faturamento de diversos segmentos”, explica Felipe Beraldi, economista da Omie.

Nos primeiros quatro meses de 2024, as PMEs tiveram um aumento médio de 14,5% em comparação ao mesmo período de 2023. Esse crescimento se deve à melhoria na renda familiar, maior estabilidade no mercado de trabalho e controle da inflação.

Além disso, a redução da taxa Selic começou a impactar a economia real, favorecendo a concessão de crédito às pessoas físicas.

Destaques setoriais de abril

Indústria
O segmento industrial liderou o crescimento, com um aumento de 30,3% na movimentação financeira média. Dos 23 subsetores da indústria de transformação, 22 registraram crescimento de dois dígitos, com destaque para a fabricação de móveis, produtos farmacêuticos, couros, artigos para viagem e calçados, além da metalurgia.

Comércio
O setor comercial mostrou recuperação, com alta de 21,9% em abril. O comércio e reparação de veículos subiu 25,7%, enquanto o atacado cresceu 26,1%. O varejo também teve um aumento de 9,2%.

Serviços
As PMEs do setor de serviços mantiveram um bom desempenho, crescendo 15,1% em abril. O setor foi impulsionado por atividades financeiras e de seguros, entregas e agências de viagem.

Infraestrutura
As PMEs de infraestrutura também cresceram, com um aumento de 17,3%, destacando-se os serviços especializados em construção e coleta, tratamento e disposição de resíduos.

Perspectivas para o segundo semestre
Apesar dos bons resultados, há sinais de desaceleração no segundo semestre devido ao crescimento modesto da renda familiar. “O crédito deve ser o motor do crescimento, impulsionado pela queda da Selic, mesmo que o corte recente tenha sido de apenas 0,25 pontos percentuais”, comenta Beraldi. A meta da Selic agora é de 10,5%, mais de três pontos abaixo de 2023, mas ainda insuficiente para um grande estímulo econômico.

Impacto no Rio Grande do Sul
A crise social e logística no Rio Grande do Sul, causada pelas enchentes, prejudicou a economia do estado, que é a quinta maior do país. O impacto negativo nas atividades das PMEs é esperado nos próximos meses.

Sobre o IODE-PMEs
O IODE-PMEs, desenvolvido pela scale-up Omie, acompanha o desempenho econômico das PMEs brasileiras com faturamento de até R$50 milhões anuais. A análise é baseada nas movimentações financeiras de mais de 150 mil clientes, abrangendo 678 CNAEs. Os dados são ajustados para eliminar o efeito inflacionário, utilizando o IGP-M da FGV.

PMEs seguem otimistas e projetam alta no faturamento de mais de 20% no próximo trimestre

De acordo com pesquisa realizada pelo Mercado Pago, visando compreender as particularidades e necessidades das PMEs, 95% seguem otimistas para o próximo trimestre e 37% esperam aumentar seu faturamento em mais de 20% no período.

Entrevistando mais de 9,3 mil empreendedores, o levantamento conclui que os donos de negócios passam de 1 a 6 horas em contato com diferentes parceiros, focando em questões operacionais e não no desenvolvimento em si da empresa.

Dentre os participantes do estudo, 81% têm entre 30 e 59 anos, 66% são homens e 50% apresentam um faturamento mensal de R$ 15 mil, 27% faturam até R$ 29 mil e 23% acima de R$ 30 mil.

Aprendizados para o futuro
Os donos de negócios procuram por maiores oportunidades competitivas; a pesquisa revela que 94% afirmam que encontrar um único parceiro de meios de pagamentos auxiliaria no ganho de eficiência diária.

Além disso, a oferta de crédito aparece como um diferencial para as PMEs. Aproximadamente 83% fazem uso do crédito como um recurso para a empresa; mais da metade declara aplicar esse dinheiro para aumentar o fluxo de caixa.

Outro ponto de destaque é a estratégia de multicanalidade. 1 a cada 3 disseram que tiveram um aumento de 25% nas receitas ao aplicarem tal estratégia.